quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

PASSAGEM.

Base na Bíblia: Isaías 53:04-05 “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados..."

Existem vários tipos de passagem, pensando assim ficaria difícil imaginar qual delas poderíamos abordar, porém o que me chama a atenção é exatamente o que é essa palavra para cada um de nós.
Achar um espaço, achar uma resposta em determinado texto, receber o meio ou permissão de se locomover, e seguindo este raciocínio perde-se na imaginação e quando permitimos a entrada da criatividade, ela por si ao entrar em cena multiplica as possibilidades dessa palavra.
Lembro-me agora de uma passagem de uma história que vem a memória sobre um povo, junto com outros povos, que tiveram de passar, por uma passagem, para conseguir prosseguir sua jornada, e inclusive por essa passagem eliminou os que vinham em sua perseguição.
Segundo o Livro de Êxodo, o segundo Livro das Sagradas Escrituras, o chamado livro da Saída, encontramos no capítulo 14, nos versículos 15 31, somando exatamente em 16 escritos, que em si narram o acontecimento que para muitos ainda é denominado como sobrenatural.
A passagem de Jesus mostra também o sobrenatural, começando na sua concepção, sua vida, seus exemplos e sua forma humilde de obediência ao Pai, o Senhor Soberano, que esperava por um único sacrifício aceitável, vindo Ele a morrer na cruz, como sentença por sua acusação que descrevia ser Ele: O Rei dos Judeus. Mas ao terceiro dia mostram as Escrituras que nem a morte o segurou e Jesus ressuscitou e vivo está sentado à direita de Deus Pai, aguardando o momento de sua volta, que será também sobrenatural.
O Messias sempre foi a esperança e o motivo de vida, primeiramente para o judeu e também pela fé para todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus, pois sobre a terra, não há outro nome dado, que tenha a capacidade de perdoar os pecados e dar a vida eterna. Nós os não judeus vivíamos uma vida debaixo de trevas e longe dos caminhos das Sagradas Escrituras, e esquecidos, ou além disso, excluídos dessa vida em uma terra que mana leite e mel, mas aprouve ao Criador, único e Soberano, estabelecer uma passagem que nos possibilitou prosseguir nossa jornada, e inclusive por essa passagem eliminou o poder sobre nós dos que nos escravizavam.
Buscamos após essa passagem, a Jerusalém que vem do Alto, através do amor incondicional ao Senhor Deus e o amor ao nosso semelhante como a nós mesmos, sempre certos de que foi pela graça que se abriu essa passagem para que brilhe o Sol da Justiça sobre nossas vidas e possamos como sal ser tempero e refletir a Verdadeira Luz e não mais a esconder debaixo de uma cama.
Sim, como está no texto do Êxodo um povo do Senhor estava oprimido e seus direitos violados, por providência surge um servo chamado Moisés, dentro do tempo mencionado a Abraão e trava-se uma batalha para permitir a saída desse povo descendentes de Abraão, Isaque e Jacó ou Israel. Agora após 10 (dez) pragas, são liberados, mas pouco a frente, novamente, o povo do Senhor, se sentem oprimidos e surge então a passagem.
A providência Celestial, criou o meio para mudar a história de um povo para uma Nação, a qual mantém a adoração ao único Deus, criador dos céus e da terra e de tudo que neles há, assim como sabemos da travessia do Mar em seco, e foram ao Sinai, o Monte Horebe para cultuar e ouvir a voz do Senhor e receber as tabuas da Lei.
Desde antes da queda do primeiro Adão, passagens foram abertas, e o plano da redenção foi anunciado chegando ao Messias Jesus, o Cristo, que abriu um novo caminho para que de todo os Povos, Língua e Nação possa chegar ao Criador, o Pai, o único Senhor de todos, que voltará para que venha a consumação dos séculos.
Estamos em uma passagem agora de ano: Esse 2015 termina com ou sem horário de verão, na Nação Brasileira e entra 2016, pelo calendário terreno, e nós continuamos vivendo sempre cheio de acertos e correções, mas há o calendário Divino que tem seus tempos, seus momentos, suas estações definidas e no qual não há sombra alguma de variação, por certo Ele Virá!

Do seu irmão em Cristo

Marcos de Paula





sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

FELIZ NASCIMENTO.

Base na Bíblia: Lucas 01:76-79 “E tu menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar seus camimhos; para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, graças à entranhável misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto, para alumiar aos que jazem nas trevas e na sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés no caminho da paz...”

A expressão Cidade Natal, é facilmente compreendida como sendo do: Local do Nascimento de uma pessoa, assim Natal, significa: do Nascimento, data ou local celebrado desde o ano 350, quando foi incluído no calendário o dia 25 de Dezembro. Assim quando dizemos Feliz Natal estamos nos referindo a Alegria do Nascimento de Jesus, o Filho de Deus, na Cidade de Belém, na Região da Judéia, onde ficavam os descendentes de Judá, cujo nome mais importante e lembrado era o do rei Davi, durante um recenseamento Romano imposto por César Augusto.

Por volta de um ano e meio antes desse Nascimento Virginal, ocorria um fato com um Homem chamado Zacarias e com sua esposa chamada Isabel, ambos eram avançados em dias e não tinham filhos.

Zacarias exercia o oficio de sacerdote no Templo e por sorte teve que entrar no Santuário para oferecer incenso, quando lá dentro apareceu-lhe um anjo do Senhor, chamado Gabriel que lhe deu as boas novas de que seria pai e seu filho que se chamaria de João.

Por não crer nas palavras a princípio ficou mudo daquele momento até o oitavo dia do nascimento da criança, segundo as palavras do anjo isso aconteceu e possivelmente porque esse feliz nascimento comparando ele com sua realidade era acima do esperado, e assim duvidou.

A proposta de Gabriel, o anjo do Senhor, foi também estendida a Maria virgem, desposada com um varão chamado José, da casa de Davi. A qual a chamou de agraciada saudando-a e completou que o Senhor é com ela. Mas ela ao ouvir as palavras disse: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela. Maria aceitou o Feliz Nascimento sabendo de todos os riscos que poderiam lhe causar.

Por volta de seis meses antes do nascimento de Jesus Cristo, nasce João, filho de Zacarias e Isabel, e a razão desse Feliz Nascimento agora é claro pelas palavras do próprio Zacarias que lemos no texto das Sagradas Escrituras.

No Feliz Nascimento de João junto trazia as palavras do Senhor que os antigos profetas haviam declarado que antes da vinda do Messias viria aquele que prepararia os caminhos do Senhor e assim, mais uma vez as Escrituras se cumprem e eis uma varão cheio do Espírito do Senhor, pronto a anunciar o ano aceitável do Senhor, o arrependimento dos pecados e sua necessária purificação.

Na Cidade de Belém junto a uma estalagem próximo em um estabulo nasce a promessa que o anjo Gabriel anunciou a Maria e que o Sacerdote Zacarias anunciou no oitavo dia do nascimento de seu filho João; Feliz Natal sim a princípio aos perdidos da casa de Israel mas estendido a todos quantos o receberam aos que lhes deu o direito de serem feitos filhos de Deus.

Temos pela graça do Senhor também a possibilidade do Feliz Nascimento exatamente quando aceitamos não somente a história de Jesus, mas sim o Jesus da história que por seu amor infinito se deu por nós, como sacrifício vivo, santo agradável, uma vez por todas ao Pai e ao terceiro dia ressuscitou e está a direita de Deus Pai, aguardando o momento da voz do Senhor, do soar das trombetas e voltará com poder e grande glória a buscar as ovelhas perdidas separando-as e para juntos vivermos.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





A ARTE DE ANDAR.

Base na Bíblia: Marcos 06:45-48 “Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o povoado de Betsaida, no lado leste do lago, enquanto ele mandava o povo embora. Depois de se despedir dos discípulos, Jesus subiu um monte a fim de orar ali. Quando chegou a noite, o barco estava no meio do lago, e Jesus estava em terra sozinho. Ele viu que os discípulos estavam remando com dificuldade porque o vento soprava contra eles. Já de madrugada, entre as três e seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água, e ia passar adiante deles...”

Parece pouco provável andar sobre as águas, uma vez que consideramos os elementos, que se apresentam em estado líquido e o outro em estado sólido. Mas se pensarmos que a água possui vários estágios, assim se estivesse logo em estado sólido nossa mente facilmente aceitaria o fato de andar.

Já houve um tempo em que todos que nasceram com seu corpo físico normal não sabiam andar e por um bom tempo ficaram sujeito a se limitar ao colo ou carrinhos para poder se locomover, e em certo momento adotaram a postura ereta e dela a partir desse momento fazemos uso a ponto de parecer natural, mas deveríamos lembrar que não era.

Sólido sempre com sólido somado ao atrito entre eles mudaram a história e possibilitaram ver o mundo a partir de um novo plano de vista. A arte de andar possibilitou essa façanha.

Jesus pede aos seus discípulos para irem sentido leste em direção a Betsaida, eles andam até o barco o barco, o que para eles seria naturalmente a forma e o meio de andar sobre as águas possível para atingir o solicitado.

Jesus despede a todos e sobe sozinho para orar num monte próximo e deste monte não perde de vista seus amados discípulos; percebe que enfrentam dificuldades para atravessar por motivo de que havia um vento contrário, logo se pensarmos de outro ponto de vista, poderemos perceber que era um vento que favorecia que voltassem de onde saíram.

As horas passam e já agora está caminhando para o amanhecer entre 3 e 6 horas da madrugada, imagine primeiro como eles deveriam estar exaustos de tanto remar contra esse vento,

Surge repentinamente Jesus andando sobre as águas, se quiserem pensar Ele está a plainar sobre as águas, mas se o vento é contrário lembrem-se o vento seria inviável e Ele estava passando o barco; o impossível se tornou possível o improvável se tornou provável, e o Senhor subiu no barco.

A arte de andar pode parecer simples e sem mistério após aprendida porem nunca deveria ser subestimada, pois mesmo para o mais experiente ocorrem surpresas e imprevistos que podem fazer desistir de sua caminhada.

A providência Celestial é a única referência segura que pode assegurar nosso andar por todos os dias de nossa existência sobre a face da terra. Os acontecimentos as situações contrárias podem vir e tentar fazer desistir de sua caminhada, mas nessa hora lembrem-se sempre que há um Senhor que olha por ti e no momento certo e da maneira certa entrará com a providência necessária para que possa continuar e permanecer na arte de andar.




Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PROGRESSÃO CELESTIAL.

Base na Bíblia: Marcos 06: 35-44 ... De tardinha, os discipulos chegaram perto de Jesus e disseram: Já é tarde, e esse lugar é deserto. Mande esta gente embora, a fim de que vão aos sítios e povoados de perto daqui e comprem alguma coisa para comer. Mas Jesus repondeu: Deem vocês mesmos comida aeles. Os discípulos disseram: Para comprarmos pão para toda esta gente, nós precisaríamos de duzentas moedas de prata. Jesus perguntou: Quantos pães vocês tem? Vão ver. Os discípulos foram ver e disseram: Temos cinco pães e dois peixes. Então Jesus mandou o povo sentar-se em grupos na grama verde. Todos se sentaram em grupos de cem e de cinquenta. Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus. Depois partiu os pães e os entregou aos discípulos para que eles distribuissem ao povo. E também dividiu os peixes com todos. Todos comeram e ficaram satisfeitos. E os discípulos ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe. Foram cinco mil os homens que comeram os pães...”

O sistema de progressão aritmética e progressão geométrica sempre foram os parâmetros usados nas medidas para confirmar os materiais ou recursos necessários a um período de tempo e assim estabelecer as melhores decisões de curto médio e de longo prazo.

No final da tarde os discípulos perceberam que poderia haver problemas de abastecimento ao constatarem que o lugar era ermo e sem recursos como uma lanchonete, de ambulantes e ainda de supermercado express. Assim optaram por solicitar a Jesus a liberação da multidão para encontrarem onde se alimentarem enquanto voltassem a seus lares.

Jesus por sua vez, ao ouvir, respondeu passando a responsabilidade para eles e assim como O Mestre havia dito para eles ao saírem de dois em dois para anunciar o evangelho que deveriam ficar e comerem do que lhe ofertassem, deu a eles a mesma tarefa de recepcionar.

Eles de imediato fizeram uma progressão aritmética do tipo 1 (um) alimento por pessoa e concluíram que não bastaria e em seguida uma progressão geométrica porque era certo que 1 (um) não bastasse para cada um e estimando responderam que nem 200 moedas de prata seriam suficientes e devem ter consultado o tesoureiro Judas Iscariotes.

Jesus parte para a pratica e pergunta quantos pães e peixes eles tinham entre eles; e todos foram ver e a reposta foi de que havia 5 (cinco) pães e 2 (dois) peixes, talvez com o propósito de desestimular o Senhor dos senhores, pois Ele só perguntou sobre pães.

Jesus pede para si esses elementos e determina que ordem ao povo para que eles se assentem sobre a relva verde em grupos de 100 (cem) e de 50 (cinquenta).

Eleva Jesus seus olhos ao céu junto com os pães e os peixes e dá graças ao Eterno, o provedor da progressão Celestial. Começa a repartir entre os doze e esses entre os grupos e todos se saciam e ainda se recolhem 12 (doze) cestos cheios de pães e de peixes.

Muitos vivem dias de correria e decisões apressadas para poder dar o passo seguinte; raramente procuram ouvir além do que já sabem, e fazendo assim deixam de escutar as verdades Celestiais que podem não só alimentar, mas também saciar sua fome de ser, de viver, de existir.

O povo estava lá para ouvir e receber milagres. Os discípulos estavam lá para aprender, descansar e servir como ensinava o Mestre. Jesus, por sua vez, estava lá para ensinar e levar ao caminho os perdidos tirando seus fardos e cargas adquiridas durante seus dias de vida.

E o Pai sempre preocupado e atento sabe antecipadamente que necessitamos da veste como ocorreu com Adão e Eva no Jardim do Éden e do alimento que estão contidos nos ensinamentos das Escrituras, pois nunca devemos esquecer que: nem só de pão vivera o homem, mas sim de toda a Palavra que procede da boca de Deus, e sem nenhum pedir 5000 (cinco) homens fora mulheres e crianças foram também saciados em seu corpo físico.

Pela progressão Celestial, em seus 50 (cinquenta) grupos (estimativa caso fossem todos de 100 pessoas formadas só de homens) cada discípulo serviu o equivalente a 4,6 grupos cada um, para se ter uma ideia da proporção do que aconteceu e está registrado nas Escrituras Sagradas.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





MUDANÇA DE PLANOS.

Base na Bíblia: Marcos 06: 30-34 ... Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que tinham feito e ensinado. Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse: Venham! Vamos sozinhos para um lugar deserto a fim de descansarmos um pouco. Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto. Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram lá antes deles, Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas...”

Nós seres humanos temos por hábito fazer planos, cada um é elaborando previamente e no tempo oportuno é executado, essa característica de planos futuros é mais que um simples instinto, pois sabemos que na natureza todos os dias acorda um felino sabendo que tem que correr muito para ser alimentado, assim como todos os dias acorda um antílope sabendo que tem que correr muito para sobreviver.

Normalmente quando se trata de família existe a cada período uma programação para possibilitar um período em comum entre todos eles.

Assim notamos que também Jesus havia enviado seus discípulos (apóstolos) para uma tarefa e agora os recebe de volta eufóricos contando os resultados. Jesus provavelmente estava em Cafarnaum à beira do mar da Galileia e muitas pessoas estão com eles a ponto de que não sobrava para eles tempo nem para se alimentarem.

O mestre percebe o fato e pressente a necessidade do descanso de seus discípulos e propõem que se ausentem e passem para outro lugar deserto para poderem descansar. Um plano aceito entre todos eles. Partem em segredo, mas algumas pessoas os reconhecem.

Essas pessoas veem Jesus e seus discípulos se distanciarem no barco e optam por seguir por terra e assim o fazem e junto a eles outros se juntam a outros de diversos povoados que fazem o mesmo e quando Jesus chegou e desembarcou onde esperava descansar foi surpreendido por uma grande multidão.

A mudança de plano foi quase que instantânea, pois Jesus viu a multidão e de imediato Ele os comparou as ovelhas sem pastor e passou a ensina-las.

Esse fato de mudança de plano só é possível entender pelo profundo amor de um Senhor que é longânimo e misericordioso; Ele não sentiu a frustração por falhar seu plano e sim pode sentir claramente o vazio, o fracasso, a limitação, a dor, a fome de palavra e de atenção, a doença e o exílio vivido por cada pessoa em toda a sua vida e assim mudou seu proposito e passou a ensinar.

Sim, o Senhor Jesus parou todo o processo que vivia no Céu para ser obediente ao Pai e sujeitou-se a cumprir com amor a risca todo o plano de uma redenção sem igual, no qual se oferece para ser o sacrifício vivo que nos trouxe perdão, vida e paz.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ACREDITAR EXPLICANDO.

Base na Bíblia: Marcos 06:14-16 “O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam: Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres. Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam: Ele é profeta, como um daqueles profetas antigos. Quando Herodes ouviu isso, disse: Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!...”

Herodes Antipas reinou de 20 aC a 39 dC, seu avô Antípatro, era idumeu (descendente de Esaú), recebeu de Roma devido a inúmeros atos de bravura, a cidadania romana, isenção de tributos e o cargo de administrador da Judéia, torna-se por sucessão rei da Galiléia e Pereia, pois havia sido divido em 3 tetrarquias conforme definido em testamento pelo Rei Herodes, o Grande entre seus três filhos, e assim excluindo um quarto filho chamado de Herodes Filipe.

Agora em seus dias de reinado, ouve de continuo a posição de João Batista, declarando não ser legitimo seu relacionamento com o casamento com a esposa de seu irmão Filipe, e toma a posição de prendê-lo, mas não de matar por ter medo e respeito por esse profeta, que veio para aplanar o Caminho do Senhor, apresentando a mensagem do arrependimento ao povo.

Sabemos que somos escravos do que acreditamos, ainda que pareça forte essa frase, para muitos, a verdade é que poucos procuram pensar sobre essa situação que pode fazer o ego ficar machucado e por razões parecidas com essa, procuramos sempre acreditar em algo, mas sempre tendo pronto uma explicação a mais clara possível, que demonstre esse fato, pois, como somos classificados como seres racionais e jamais nos aceitaremos se fossemos colocados na condição de irracionais.

A fama de Jesus passa a ser notória da classe menos afortunada a classe mais afortunada e de imediato ao verem os milagres, as palavras de vida e as transformações de comportamentos de vidas, os que vêem quanto os que crêem procuram estabelecer uma relação de motivos, que passam a esclarecer a todos que os ouvem, e para quem mais é informado sobre essa realidade em seus dias.

O povo diz é João Batista ressuscitado e por isso faz milagres, mas ao lermos as Escrituras nenhum milagre é atribuído a ele, mas sim o de levar o homem ao arrependimento com o batismo nas águas, inclusive sabemos que batizou o próprio Jesus; outros diziam que era Elias, um profeta reconhecido entre os judeus o qual não consta que morreu e sim que foi levado por um redemoinho aos céus, e este sim fez muitos milagres, mas sobre Jesus todos, principalmente em Nazaré, sabiam de seu nascimento e de sua família; outros um profeta dos tempos antigos, sim, mas esse Jesus além de profeta tinha autoridade de sacerdote e vinha em nome do Rei dos reis, como o filho do Homem; e Herodes, por fim, reconheceu em Jesus a autoridade e em seu julgamento identificou que era ressurreição sim, de João Batista que ele matara.

Todos acreditavam os milagres não permitiam deixar de crer, aos que definiam como truques, ou magia, esses usavam de expressões pejorativas, e investigavam e colocavam espiões para achar fraudes, para denunciar, porém nunca conseguiram, mas mesmo estes tinham explicações para justificar o que acontecia junto ao povo.

Em nossos dias em que tudo cabe uma explicação, pouco se diferencia, desse período, cada um justifica segundo o seu comportamento, buscando sempre elementos de paridade entre sua fé e o poder sobrenatural de Jesus, mas como diz as Escrituras: a todos que o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus, pois esses creram com o coração e o confessaram com a boca, pois ansiavam pela necessidade de salvação e não queriam mais continuar a viver exclusivamente pela própria explicação racional e pessoal sobre tudo.




Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





SACUDIR O PÓ.

Base na Bíblia: Marcos 06:10-13 “Disse ainda: Quando vocês entrarem numa cidade. Fiquem hospedados na casa em que forem recebidos até sairem daquela cidade. Mas, se em algum lugar as pessoas não quiserem recebê-los, nem ouvi-los, vão embora. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente. Então os discípulos foram e anunciaram que todos deviam se arrepender dos seus pecados. Eles expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, pondo azeite na cabeça deles...”

O Mestre Jesus conhecendo o tempo e a urgência do tempo, chamou seus discípulos, nomeados por ele, e os enviou para as Cidades vizinhas, com o propósito de expandir as Boas Novas a todos, os moradores em Israel, anunciando as Verdades do Reino.

Antes de enviar, chamou e deu alguns ensinamentos sobre como deveria se portar, ao chegar a cada lugar e o portarem-se quando fossem bem recebidos e o tempo que deveriam permanecer nesse lugar, da mesma forma apresentou como deveriam se portar quando não fossem bem recebidos.

O pó é um elemento que está em todos os lugares, inclusive sobre a nossa criação, pois somos feitos do pó da terra, e o cuidado de manter sempre limpo o lugar que desejamos necessita de muita atenção, pois se negligenciamos em pouco tempo está impregnado de pó, parece que brota espontâneo ou que aparece do nada, e quando menos percebemos lá está ele.

Jesus sabiamente comparou a situação em que os discípulos estivessem procurando chegar a um lugar, e este lugar, não os permitisse ficar e nem mesmo aceitassem ouvir as palavras que tinham para anunciar, com o pó que se junta à vestimenta.

Os discípulos e os apóstolos do Senhor, ainda hoje, mantém sua missão de cumprir as palavras de Jesus, sobre: Ide por tudo o mundo e anunciai as Boas Novas, a toda a criatura quem crer e for batizado será salvo. Paulo, um dos apóstolos chamados por Jesus, explica que com a boca se confessa o pecado e com o coração se crê que Deus ressuscitou seu Filho dos mortos; e o batismo é a confissão publica do arrependimento e do sepultamento do velho homem e seu renascimento.

Mas como outrora, Jesus sabia que como disse o Profeta Isaias: Esse povo me louva com os lábios, mas seus corações estão longe; e por isso alertou os seus, para que ao serem rejeitados, soubessem que não eram eles os rejeitados, mas a Palavra de Vida de Jesus que se rejeitava e por isso como sinal de protesto ao sair, deveriam sacudir o pó do lugar (Cidade, Grupos, Pessoa, ...) onde estiveram de suas vestimentas, como confirmação de que as Boas Novas chegaram, mas as muitas preocupações dessa vida a impediram eles de querer ouvir voluntariamente.

Apesar de tantos séculos passados ainda hoje é visível esse comportamento de rejeição acontecer, pois a evolução da ciência, as procuras incessantes por outras formas de vidas, pelas manipulações humanas e pelo humanismo, levam o ser humano cada vez mais a se isolar do contato e convívio, para um mundo de tecnologia, bebidas, drogas, diversões e confortos efêmeros que distanciam mais e mais do Criador.

O Evangelho (Boas Novas) anunciado desde a queda de Adão e Eva seguiu seu curso e chegou aos nossos dias e a todos quantos o receberam segundo as Escrituras deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus, lavados pelo sangue do Cordeiro Jesus Cristo, e assim será até o dia da sua Volta quando todo o olho o verá vindo sobre as nuvens do Céu com poder e grande Glória e será o tempo do julgamento.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

ADMIRAÇÃO PELO COMPORTAMENTO.

Base na Bíblia: Marcos 06:04-06 “Mas Jesus disse: Um profeta é respeitado em toda parte, menos na sua terra, entre os seus parentes e na sua própria casa. Ele não pôde fazer milagres em Nazaré, a não ser curar alguns doentes, pondo as mãos sobre eles. E ficou admirado com a falta de fé que havia ali...”

Em nossos dias sobe a face da Terra nos deparamos constantemente com pessoas que por seu tipo de comportamento nos causa um sentimento de admiração. Algumas por sua excentricidade que a diferencia, outras por sua maneira de vestir, outras ainda pela maneira de falar, mas enfim esses sempre se diferenciam por se portar diferente dos demais.

Esclareço que a admiração é um sentimento que pode atrair para perto, até mesmo para procurar seguir, copiar, quanto também para repelir e criar o sentimento puro de exclusão, até mesmo de nem querer para perto de si e muito menos para aprender e seguir.

Jesus veio para sua Cidade onde foi criado, pois nasceu em Belém da Judéia, por seus pais e onde aparentemente permaneceu até possuir uma profissão e possivelmente exercê-la. E no sábado enquanto conversava com o povo local, sentia um sentimento de desprezo, ou desilusão pela sua pessoa.

Em resposta a esse sentimento disse aos ouvintes, por um comparativo que sabia existir sobre o comportamento da indiferença que acontecia para com os profetas quando esses estavam em seu lugar que viverá e junto aos seus.

Jesus apresentou sua admiração, dessa maneira, pelo grau de incredulidade em que estavam essas pessoas que deixavam de receber a libertação e a cura de seus males por deixarem de crer em Jesus que era possível a solução para todo aquele que crê.

Jesus estava admirado por saber que as pessoas se importavam muito mais com quem era a pessoa que levava a cura do que com a cura que necessitava; assim somente aos poucos que permitiram a ele por suas mãos puderam recebê-la.

Hoje podemos estar vivendo em dias que os quais devido ao endurecimento de muitos corações e também pelo esfriamento do amor de muitos, os milagres e as curas deixam de acontecer simplesmente pelo tipo de comportamento de admiração que nos impede de crer que em Jesus, há sempre solução.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

FORTALECER A ESPERANÇA.

Base na Bíblia: Marcos 05:35-37 “Jesus ainda estava falando, quando chegaram alguns empregados da casa de Jairo e disseram: Seu Jairo, a menina já morreu. Não aborreça mais o Mestre. Mas Jesus não se importou com a notícia e disse a Jairo: Não tenha medo, tenha fé! Jesus deixou que fossem com ele Pedro e os irmãos Tiago e João, e ninguém mais...”

Jairo tomou a atitude de ir ao encontro de Jesus, assim quando chegou a sua presença de imediato reconheceu sua autoridade e rogou ele por sua filha.

Essa atitude expôs sua pessoa à avaliação de toda a comunidade onde ele morava, desta maneira ficou sujeito as inevitáveis expressões de apoio por sua atitude de se curvar a Jesus e ainda mais ao fato de ser discriminado por seu ato.

Movido com certeza por seu amor a sua filha e confiante nas notícias sobre Jesus, ajustou os dois assuntos em um só; e agora caminha junto ao Mestre para lhe mostrar onde ficava sua casa com sua filha.

Jesus ouviu as palavras do pedido de Jairo e em momentos seguintes de outros (servos de Jairo) ouve a notícia que era desnecessária sua ida, pois a menina já estava morta.

Agora particularmente acredito que para Jairo o vazio e a desolação da perda de imediato tomaram conta de sua mente, afinal sua ultima tentativa se solução para curar sua filha não pode chegar a tempo.

Em nossas mentes sempre imaginamos que Jairo fez de tudo, para sua filha amada, e que cessou sua responsabilidade, pois o destino quis assim.

Para o Mestre Jesus, o Senhor, há alternativa mesmo nessa hora e o próprio Jesus, buscou em Jairo resgatar a sua confiança. Reduziu o grupo para três discípulos e junto com Jairo e sua esposa somente eles entraram no quarto onde estava a menina na cama.

O impossível aconteceu, pois o Senhor Jesus, Autor e Consumador de nossa fé estava lá presente, operando sobre a vida da menina.

Lembro das palavras de Jesus a Marta irmã de Lázaro ao declarar: Eu Sou a Ressurreição e a Vida.

E pela graça essa menina despertou assim como Jesus dissera às pessoas, os servos de Jairo, que vieram trazer a notícia contrária de sua morte.


Ao ler sobre esse milagre sua própria confiança pode estar abatida e quem sabe vive moribunda, mas essa verdade descrita nas Escrituras vem para fortalecer e afirmar que não importa o que te diagnosticado foi para tua vida; o Senhor Deus está vindo e esta a porta e só aguarda que você o convide para entrar como permitiu Jairo ao fortalecer a sua confiança nas Palavras de Jesus.

Nota: Agradeço ao Senhor em todo o seu amor e atenção que dedicou a esse servo, cuidando e zelando por cada um dos seus, e hoje ainda mais por ter permitido a graça de ter a esperança viva nessa Salvação e nos cuidados que sempre dedicou a Elisabete, minha Esposa e Mamãe do Smayler e do Yuri, mulher virtuosa e companheira fiel, que nesta data marcou seu nascimento e hoje está viva no Senhor.  


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula






sexta-feira, 27 de novembro de 2015

EXEMPLO VIVO DE CRER.

Base na Bíblia: Marcos 05:25-28 e 34 “Chegou ali uma mulher que fazia doze anos que estava com uma hemorragia. Havia gastado tudo o que tinha, tratando-se com muitos médicos. Estes a fizeram sofrer muito; mas, em vez de melhorar, ela havia piorado cada vez mais. Ela havia escutado falar de Jesus; então entrou no meio da multidão e, chegando por trás dele, tocou na sua capa, pois pensava assim: “Se eu apenas tocar na capa dele, ficarei curada.””... “E Jesus disse: Minha filha, você sarou porque teve fé. Vá em paz; você esta livre do seu sofrimento...”

Podemos perder oportunidades e até a própria existência sem perceber, simplesmente por viver debaixo de ensinamentos recebidos durante a vida que traz só mais fardos do que liberdade.

A princípio normalmente procuramos respostas nas mais diversas maneiras de soluções e muitas vezes aceitamos o fato de que somente o tempo, ou o trabalho, e também simplesmente a correria do dia a dia são as medidas únicas necessárias e basta. E assim muitas vezes simplesmente deixam ficar como está à situação incomoda procurando sempre deixar de pensar no problema ou no que incômoda e por si se resolve.

Para muitos a forma da solução pouca importa desde que tenha a resposta esperada, e no caso específico dessa senhora anônima e pelo seu breve relato sobre sua história de vida demonstra isso em seu comportamento.

Doze anos após iniciar sua luta contra algo que a incomodava, agora se encontra no mesmo local onde Jesus estava passando, do qual ouvira alguém falar.

De maneira muito determinada mantêm firme sua maneira de pensar e era um desafio que se resumia em apenas tocar na sua capa e acreditava que estaria curada do problema que persistia por doze anos.

Se ela preliminarmente consultasse a opinião de terceiros dificilmente estaria naquele local, principalmente em sua condição física. Sua crença teria sido minada e dissuadida de completar seu intento.

Essa senhora ousadamente lutando anonimamente contra todos os obstáculos existentes e chegou até a capa do Mestre e a tocou e da mesma maneira que chegou saiu, mas agora diferente.

Jesus, por sua vez, parou onde estava ao se sentir tocado, por essa pessoa, ainda que outros fizessem o mesmo. E procurou saber quem ela era, e procurou com seu olhar e pergunta a tirar do anonimato e esperou aparecer quem era.

Ainda que muitos naquele momento pudessem ter sido curados, essa mulher se apresentou publicamente e declarou a Ele sua razão.

As palavras de Jesus fizeram a diferença para mim, e espero que para você também, pois a liberou de sua enfermidade e descreveu nela o exemplo vivo de crer e o meio como isso foi possível através da fé sem barreira e os entraves tão comuns em nossos dias.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





ACONTECIMENTOS: HOMEM E PORCOS.

Base na Bíblia: Marcos 05:16-20 “Os que tinham visto tudo aquilo lhes contaram o que havia acontecido com o homem e com os porcos. Então começaram a pedir com insistência a Jesus que saísse da terra deles. Quando ele estava entrando no barco, o homem curado pediu com insistência: Me deixe ir com o senhor! Mas Jesus não deixou e disse: Volte para casa e conte aos seus parentes o que o Senhor lhe fez e como ele foi bom para você. Então ele foi embora e contava, na região das Dez Cidades, o que Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados...”

Jesus é visitado pelo povo da Cidade e dos Campos, os Gerasenos, da Região de Gerasa, devido às informações que algumas pessoas que viram os acontecimentos relataram. Eles falaram obre:

Um homem que todos conheciam e que ninguém conseguia segurar nem mesmo com correntes, esse homem vivia no cemitério e gostava de gritar, bem como de se machucar e agora estava lúcido e vestido; e

Dois mil porcos que comiam num morro próximo ao acontecido com esse homem e do nada cada um desses porcos se precipitaram para a água e todos morreram.

Em comum entre os dois fatos somente os que tinham presenciado os acontecimentos sabiam exatamente onde se ligavam, e este era a ação de Jesus.

O povo ao saber e ver os fatos ocorridos pedia encarecidamente a Jesus que saíssem de suas terras. Sobre esse pedido de afastamento eu gostaria de pensar que essa atitude era devido a todos reconhecerem a Autoridade e Santidade de Jesus frente a seus próprios pecados, pois luz e trevas não se misturam, logo reconheceram a necessidade de santidade para poder permanecer perto do Santo e não ser destruído.

Mas infelizmente vem a minha mente: o prejuízo financeiro ainda que mesmo agradecidos por estar controlado o que era incontrolável, fato esse como o motivo principal, que se tornou secundário, pois não há demonstração de arrependimento nas ações descritas.

O amor do Senhor nos acolhe a cada dia, pois Ele faz nascer o sol todos os dias sobre todos bons ou maus e poucos da humanidade param e reconhecem essa simples e maravilhosa verdade, antecipo que temos nós a cada dia 86.400 (oitenta e seis mil e quatrocentos) segundos a cada dia e muitos deles são desperdiçados em ações ruins que em nada agrada ao Pai Celestial.

Em muitos momentos somos movidos e motivados no campo das emoções pelas informações que recebemos e quando por alguma razão deixamos de filtrar essas informações, corremos o risco de dar maior atenção para o prejuízo dos porcos do que pela alma livre e liberta de um pecador.

Saibam todos que no céu a mais festas por um pecador que se arrepende do que por mil justos que se auto definem como: justificados por si mesmo.

A Vida de Jesus apresenta seu amor integral derramado na cruz do calvário pelo meu e também o seu pecado que fazia divisão com o Criador, mas por sua atitude de ser obediente ao Pai, foi ao madeiro e se entregou como sacrifício vivo, santo e agradável ao Senhor e por suas pisaduras fomos sarados da lei do pecado e da morte, mas o que estamos ouvindo é o que estamos e estaremos vivendo, como foi na Região dos Genesarenos.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





BARCO AO MAR.

Base na Bíblia: Marcos 04:35-41 “Naquele dia de tardinha, Jesus disse aos discípulos: Vamos para o outro lado do lago. Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram: Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se incomoda com isso? Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago: Silêncio! Fique quieto! O vento parou, e tudo ficou calmo. Ai ele perguntou: Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? E os discípulos, cheios de medo, diziam uns para os outros: Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?...”

Uma bela foto tem a capacidade de trazer um sorriso ou um sentimento de felicidade em nosso ser. Pode parecer uma coisa tão pequena, mas dela podemos mudar nosso humor instantaneamente.

O mesmo acontece com pessoas a nossa volta as quais umas levam ou carregam em si a alegria contagiante e natural de atrair pessoas enquanto que outras conseguem trazer o sentimento oposto e o desejo de se afastar.

Como podemos aprender a conviver com situações que nos cercam em nosso cotidiano e conseguirmos capacidade de mudarmos os pontos negativos e fracos delas que nos afligem em pontos fortes e positivos?
Parece impossível essa missão, mas veremos a ação de Jesus junto com seus discípulos e inclusive com outras pessoas convivendo, a mesma situação, em um mesmo lugar comum a eles e qual foi a resposta de cada um deles enquanto passavam pelo problema.

Jesus inicia, convidando seus discípulos a subirem com ele no barco e atravessarem para a outra margem, sabemos pelo texto que outros ouviram e os seguiram. Na travessia o tempo mudou muito e começou a encher o barco de água a um nível perigoso que podemos chamar de naufrágio, o qual era facilmente definido pelos discípulos, pois a maioria dos discípulos vivia sua vida da pesca no mar.

Todos então lutavam pela sobrevivência, nesse momento e somente um dormia na parte detrás do barco sobre uma almofada.

Podemos imaginar e até afirmar que esses que procuravam a sobrevida eram os certos, os que tinham iniciativas e seus esforços eram nada mais que uma obra de pura bravura. Mas chegamos à conclusão que foi em vão todo esse esforço e foram, por fim, procurar outro tipo de socorro e agora pensando com uma reflexão ousada, estavam insinuando que o que dormia não se importava com os despertos.

A resposta de Jesus foi direta a causa e após a questão devolvida aos questionadores, demonstrando que quem tem a vida vive, mas quem não tem simplesmente vegeta e onde está colocada a sua fé e nesta onde fica a sua confiança.

Poderia ser essa uma lição que Jesus estava apresentando para os que com Ele estavam e que ainda hoje pode e deve ser aplicada certamente aos que crêem em Jesus como seu Senhor e seu Salvador, aquele que protege seu barco que tem que sair ao mar todos os dias de sua jornada.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





SEMELHANÇA COM O REINO.

Base na Bíblia: Marcos 04:26-29 “Jesus disse: O Reino de Deus é como um homem que joga a semente na terra. Quer ele esteja acordado, quer esteja dormindo, ela brota e cresce, sem ele saber como isso acontece. É a própria terra que dá o seu fruto: primeiro aparece a planta, depois a espiga, e, mais tarde, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas ficam maduras, o homem começa a cortá-las, com a foice, pois chegou o tempo da colheita...”

O Reino dos céus é chegado, foi essa a ênfase que João Batista usou quanto à necessidade do arrependimento para se chegar a ele, sendo que Jesus mantinha a palavra de que já estava chegado o Reino de Deus e a necessidade do arrependimento e crer no evangelho.

Nessa Parábola, o homem lança a semente e quer fique acordado ou dormindo a terra age independente do querer humano.

De maneira sobrenatural a semente segue seu curso transformando as fases da semente ao fruto e cabe ao homem a colheita no tempo devido.

Assim os sonhos de uma boa colheita agem, pelo ciclo natural, mas para onde foram os sonhos, que sempre marcaram as pessoas e dos quais vivem os escritores?

Podemos dizer que para muitos naufragaram logo no primeiro banho de banheira ainda quando bebes.

Para outros com a troca de botes constante durante a vida naufragaram na repetição.

Porém, podemos pensar que para muitos renasce a cada dia e quer por força própria, ou por apoio de terceiros, ou ainda por compromisso independe a tormenta que esteja jamais pula do bote.

A falta de confiança própria essa tem arrastado multidões para o naufrágio dos sonhos. Assim como para muitos o excesso de egoísmo também arrasta ao naufrágio.

A proposta para uma vida equilibrada que contentaria a todos poderia estar no equilíbrio de bem estar com o Senhor, consigo mesmo e com seu próximo. Por que abandonamos essa verdade?

As desventuras, os caminhos errados, as decisões sem refletir e uma gama de outras ações dessa natureza, levam a humanidade a viver em uma vida de trevas e por fim se sentirem excluídos inclusive do próprio meio em que vivem, e passam seus dias sem perspectivas e descrentes de tudo e de todos.

E assim como a semente que são como os sonhos de uma bela colheita produtiva e abundante os nossos sonhos jamais devem sucumbir, quando vindos do Senhor, pois ainda que o clima se torne inóspito sempre a provisão Divina vem e sustém sua vida.

Devemos sempre estar preparados para vencer ações do mal com ações do bem e jamais se justificar nesses momentos nossos fracassos e assim destruindo os que estão perto de nós, a nossa volta e por fim a si mesmo, bem como colocando no Eterno a responsabilidade por nossos sonhos frustrados devido a nossas ações.

Muitas vezes esse comportamento se torna difícil, devido às tantas magoas que atuam sobre nossas vidas, e por razões assim deixamos de sonhar e aplicamos ao nosso dia a dia a lei do olho por olho, dente por dente.
Agindo muito mais como uma fuga a princípio, como um parêntese, mas com as repetições passamos a acreditar que esse é o remédio certo, do tipo ferro com ferro, briga com briga, e assume a posição de: não levo desaforo para casa e assim vai vivendo a vida.

E muitos de nós esquecemos as experiências de nossos antigos avós que sempre nos falavam que o bom para curar é o remédio amargo.

O Reino de Deus é para todos, mas em nossa própria maneira de viver parece que esquecemos que o crescimento vem do Senhor que pode e vai levar a cada um de nós a florescer e arrebentar em frutos.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula






sexta-feira, 20 de novembro de 2015

MÉTODO DE MEDIR.

Base na Bíblia: Marcos 04:21-25 “Jesus continuou: Por acaso alguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto ou de uma cama? Claro que não! Para iluminar bem, ela deve ser colocada no lugar próprio. Pois tudo o que está escondido será descoberto, e tudo que está em segredo será conhecido. Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam. Disse também: Cuidado com o que vocês ouvem! Deus usará para julgar vocês a mesma regra que vocês usarem para julgar os outros. E com mais dureza ainda! Quem tem receberá mais; mas quem não tem, até o pouco que tem será tirado dele...”

A luz tem sua parte na história do Planeta, quer como agente de claridade ou meio de transmitir calor e ainda como medida de distância uma vez que ela mesma se propaga a grande velocidade, fato este, que poucos têm conhecimento, como ainda haverá muitos outros benefícios sobre a luz, que desconhecemos no presente e que ainda serão descobertos.

No princípio houve separação entre luz e trevas sendo esta a primeira ordem do Eterno sobre a Terra sem forma e vazia, no primeiro dia da criação.

Jesus faz uma pergunta aos ouvintes sobre onde se deve colocar a luz quando ela tem que ser acessa, Ele deu duas possibilidades: uma debaixo do cesto e outra debaixo da cama.

Apropriadamente ele mesmo responde a sua própria pergunta, dizendo que o certo é no velador (lugar próprio), no tempo das grandes viagens marítimas seria, por exemplo, a lâmpada necessária em um farol, para que ilumine em toda a sua plenitude e de a oportunidade ao marinheiro para não perder a nau.

Jesus, o Mestre, declara a razão de ser encontrada a luz e o seu local necessário para que possa iluminar os cantos, cantinhos e os locais secretos do corpo e da alma de cada ser humano.

O objetivo enfim é saber claramente o ponto exato que cada um possa estar, e se de outro modo a luz for colocada debaixo do cesto ou da cama, leva a um processo de viver iludido achando que nada em si precisa de mudança.

O que muito sabe, muito será cobrado e terá sempre mais, e sobre o julgamento que fazemos um dos outros, ou seja, a medida que usamos, será a mesma que seremos julgados e está é a luz que nada deixa em oculto.

Jesus se apresentou como sendo a Verdadeira Luz do Mundo, e o próprio apóstolo João declara ao escrever no primeiro capitulo do Evangelho escrito com o seu nome que a Luz veio ao mundo, mas o mundo amou mais as trevas, mas a todos que o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus.

Assim devemos vigiar com atenção ao que se ouve, e ponderar sempre, pois a princípio parecem palavras de vida, mas seu fim é de morte e destruição e são destas coisas que nascem os julgamentos que nem percebemos, mas quando nos damos conta estamos envolvidos comprometidos e cúmplices dessas palavras que pareciam luz, mas por fim mostram sua verdadeira natureza de trevas.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula