sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

NATUREZA HUMANA.

Base na Bíblia: Lucas 15: 01-05 “... Certa ocasião, muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama chegaram perto de Jesus para o ouvir. Os fariseus e os mestres da Lei criticavam Jesus, dizendo: Este homem se mistura com gente de má fama e toma refeições com eles. Então Jesus contou esta parábola: Se algum de vocês tem cem ovelhas e perde uma, por acaso não vai procurá-la? Assim, deixa no campo as outras noventa e nove e vai procurar a ovelha perdida até acha-la. Quando a encontra, fica muito contente e volta com ela nos ombros...”

Existem critérios de avaliações exercidos entre todas as pessoas que são oriundos da formação humana que os adota, mas podem ser alterados, algumas mudanças podem acontecer em poucas frações de segundo, outros somente após séculos, tudo decorre em função de novas abordagens que acontecem de acordo com as ferramentas intelectuais ou materiais que cada pessoa adquire em sua vivência no seu tempo em que vive sobre a face da terra.

Culturas isoladas tendem a viver normalmente sobre padrões muito diferentes das culturas que vivem em constantes trocas de informações com outras culturas, naturalmente isso ocorre devido a necessidade constante dos moldes, pois pelos conceitos de cada momento são definidos os parâmetros de comportamento ideal para cada indivíduo e por eles também cabe a correção, disciplina e avaliação de aceitação ou desaprovação parcial ou total.

A parábola de Jesus enfatiza o cuidado com as ovelhas, irracionais, como são definidas e logo dependente da ação do homem para prover os cuidados necessários para sua melhor sobrevivência.

A ovelha em si mesma, como os demais animais ruminantes de quatro patas, tem seu habitat próprio, e uma vez dentro dele estão em equilíbrio, porém se surge um predador essa situação de conforto pode mudar, e quando esta age sobre seu alvo é claramente o de separar do grupo, isolar prováveis presas que sejam doentes, machucadas, cansadas e sem vigor.

Assim como mesmo em seu pasto, que pode ser perfeito, porém se a ovelha começa a se distanciar para outros pastos e desatentamente se  foca somente em seu novo lugar de alimentação, colocando, esse novo pasto como prioridade, estará em risco de se desgarrar e no final, o nome em que se encontrará classificada é a de que está perdida das demais.

Jesus em sua infinita bondade resgatou o melhor para os seus, que ouvem a sua voz, e que em suas vidas, aprenderam a viver desgarrados dos seus melhores lugares, e também isolados por seus inimigos, exatamente por desconhecerem devido ao passar dos tempos, de que a humanidade foi criada pelo Criador, que além de entregar ao homem um jardim devidamente produtivo, para em família viver, também em toda a viração de cada dia, vinha para conversar com ele.

As Palavras do Messias resgataram os valores que estavam esquecidos, empoeirados, descartados pela dor e tristeza e também em muitos outros ainda permanecem adormecidos dentro do seu interior.

Um paralelo simples, sobre esta realidade é iniciado na origem de que fomos formados do pó da terra, logo somos terra, como acontece com a Terra que precisa ser arada para receber a semente que vai germinar, para o despertar de seu sonho e frutificar e é assim que muitos que ouvem as Palavras do Senhor estão vivendo como quem anda a sonhar acordado.

Seu comentário era necessário e fora dirigido aos fariseus e mestres da Lei que julgavam a atitude de Jesus em aceitar pessoas de má reputação para ouvir suas Boas Novas e se dar o direito de juntos com eles celebrarem algumas de suas refeições. Podemos sem intenção estarmos agindo igual a esses senhores, esquecendo que agimos igual aos que desprezamos, por nos preocuparmos com o exterior e esquecermos que o interior é o único que se renova a cada manhã.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

DECISÃO PESSOAL JAMAIS SUGESTÃO.

Base na Bíblia: Lucas 14: 31-35 “... Se um rei tem dez mil soldados vai partir para combater outro que vem contra ele com vinte mi, ele senta primeiro e vê se está bastante forte para enfrentar o outro. Se não fizer isso, acabará precisando mandar mensageiros ao outro rei, enquanto este ainda estiver longe, para combinar condições de paz. Jesus terminou dizendo: Assim nenhum de vocês pode ser meu discípulo se não deixar tudo o que tem. O sal é uma coisa útil; mas, se perde o gosto, deixa de ser sal. É jogado fora, pois não serve mais nem para a terra nem para o monte de esterco. Se vocês têm ouvidos para ouvirem, então ouçam...”


Seguindo os padrões normais para se candidatar a uma vaga de emprego, devemos primeiramente preencher as qualificações solicitadas e após este pré-requisito competir com outros interessados no mínimo em mesmas condições para ao final de diversos sistemas de critérios de avaliações, ser escolhido dentre todos que preencheram os requisitos a essa única vaga.

Isso ocorre por diversos fatores, dentre eles destacamos o excesso de mão de obra versos a reduzida quantidade de vagas a serem preenchidas, fato que leva a uma competição nem sempre leal e sadia, pois não adianta só precisar do emprego, precisa ter qualificações e disposição para disputar (batalhar) por essa oportunidade, que para muitos é a única que poderia melhorar seu padrão de vida.
Jesus apresenta no texto que lemos a posição de um rei que possui um reino com um exército formado e treinado, porém estão em guerra e em minoria de 2 (dois) para cada 1 (um) dele, e assim se senta a se precaver se terá como identificar alternativas para que a guerra seja favorável à si, uma vez não identificando possibilidades imediatamente busca encontrar o oponente ainda a caminho e propõem termos de paz.

Muitos agem, em nossa sociedade, sempre culpando os outros por sua falta de sucesso e usam este método em todas as áreas que enfrentam em suas vidas, e poucos na verdade vivem como esse rei, mas Jesus sempre aponta para a necessidade de se ficar livre de tudo que é material ou imaterial que o cerca no dia a dia, para o seguir.

As palavras de Jesus, são sempre diretas e procuram apresentar oportunidades reais e eternas, a qual uma vida inteira comum nunca por si só alcançaria e diante de seu amor incondicional apresenta o plano de redenção do Pai para com suas criaturas, fazendo o convite, a cada um, intransferível, e jamais em grupo ou coletivo e também nunca são alcançados os que ouvem antes do entendimento pessoal de cada um.

Seguir seus passos e assim ser seu discípulo a servir com todo o entendimento e consciência de sua própria tomada de decisão, sem imitar outros ou ser mais um em meio à multidão, deduzindo pelo seu natural raciocínio lógico que se ali estiver, todos sem exceção serão participantes do reino.

Esquecendo assim, que somente os que foram lavados no sacrifício do Cordeiro de Deus, o qual mudo foi levado a cruz, sem pecado, sempre esteve sem mancha ou defeito, foi entregue aos gentios, morto e sepultado no final do mesmo dia e no terceiro dia na manhã do primeiro dia da semana, um domingo, ressuscitou dentre os mortos e permaneceu vários dias na terra, onde muitos o viram, por volta de 500 testemunhas e foi elevado aos céus, onde está assentado a destra de Deus Pai.

Assim como o sal é muito útil na maioria das culturas, só há serventia se tempera, logo, se tem sabor, pois se fica insípido nem para a terra ou adubo tem serventia, assim cada um dos chamados que ouvem e aceitam a loucura do Evangelho (para os seres humanos ‘sábios e intelectuais’), pois aprouve a Deus, levar a salvação ao que crê nessa boas novas pregada e vivida por Jesus, o Messias, o Ungido esperado nas Escrituras Sagradas, por sua decisão pessoal, livre e espontânea, chamada desde os inícios dos tempos de livre arbítrio.

Muitas religiões se formaram desde o primórdio e todas tem seus ritos de passagem, mas nenhuma delas apresenta um Salvador que se entregou pelos pecados de cada um, fazendo-se propiciação de oferta de aroma suave e agradável para o pagamento da dívida do pecado que pesava contra o homem e a mulher desde a queda do primeiro homem. Quem tem ouvidos para ouvir ouça o que os textos Sagrados apontam sobre a vida verdadeira e a Vida Eterna sobre a atenção e o cuidado que compete a cada um.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

POSICIONAMENTO NECESSÁRIO.

Base na Bíblia: Lucas 14: 25-29 “... Certa vez uma grande multidão estava acompanhando Jesus. Ele virou-se para eles e disse: Quem quiser me acompanhar não pode ser meu seguidor se não me amar mais do que ama o seu pai, a sua mãe, a sua esposa, os seus filhos, os seus irmãos, as suas irmãs e até a si mesmo. Não pode ser meu seguidor quem não estiver pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhar. Se um de vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá. Se não fizer isso, ele consegue colocar os alicerces, mas não pode terminar a construção. Ai todos os que virem o que aconteceu vão caçoar dele, dizendo: ...”


Todos os dias pessoas humanas vivem acordando e voluntariamente, ou não, tendo que tomar os mais diversos tipos de posicionamento para cumprir a jornada de seus dias.

Com bastante tranquilidade podemos deduzir que realmente multidões seguiam o Senhor Jesus pelos sinais, maravilhas e com certeza também por suas palavras que levavam homens, mulheres e crianças a deixarem suas atividades de seu dia a dia, para o acompanhar.

O Senhor Jesus anunciava aos ouvintes as Boas Novas do Reino de Deus que era chegado e o arrependimento necessário de cada ser humano para se reconciliar com o seu Criador, pois todos certamente devem comparecer. E ainda assim, com essas palavras as pessoas caminhavam de lugar em lugar a sua procura e sem dúvida se maravilhavam ao ouvir sua voz.

Jesus em um desses encontros cotidianos, lança essas palavras sobre o comportamento de cada um para ser um legítimo seguidor, logo não simplesmente um discípulo displicente, porém para ser concentrado e devotado com um comportamento plenamente comprometido com aquele com quem quer e se deseja ardentemente estar junto.

Sabemos que ter amor pelo próximo é exatamente um ato declaratório contido nos 10 (Dez) mandamentos, porém existe uma ordem que foi colocado para cada um deles e sabemos que inicia com o amor pelo seu Criador total e irrestrito completamente sem restrição e permanente. E em seguida vem os demais e esse amor mencionado deve ser deslocado ao próximo na mesma intensidade quanto há para si mesmo.

Temos uma cruz, um destino, que está descrito desde antes do nascimento, como está registrado a séculos no livro de Salmos e o Mestre Jesus nos incentiva ao mencionar este fato de que devemos aceitar e junto com a cruz seguir a Jesus, pois só Ele tem as Palavras de Vida Eterna.

Aprendemos uma outra realidade que para ser um seguidor do pregador, que envolve o fato de continuidade, da perseverança e da lealdade ao Eterno Deus Pai, Filho e Espírito Santo, pois quando nos achegarmos ao Senhor temos um encontro do perdão, e somos preenchidos com a paz e há o resgate genuíno de nossa liberdade.

Devemos então planejar, pois encontramos a Torre o local de refúgio seguro e genuíno, mas devemos calcular em nossa alma, mente e espírito se estamos preparados para seguir esse novo e Vivo Caminho, sob seus cuidados e atenção.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O CONVITE ESTÁ ENTREGUE.

Base na Bíblia: Lucas 14: 15-19 “... Um dos que estavam à mesa ouviu isso e disse para Jesus: Felizes os que irão sentar-se à mesa no Reino de Deus! Então Jesus lhe disse: Certo homem convidou muita gente para uma festa que ia dar. Quando chegou a hora, mandou o seu empregado dizer aos convidados: Venham, que tudo já está pronto! Mas eles, um por um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse ao empregado: Comprei um sitio e tenho de dar uma olhada nele. Peço que me desculpe. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e preciso ver se trabalham bem. Peço que me desculpe....”


Jesus esclarecia ao dono da casa sobre o comportamento humanitário de acolher também os que nunca poderiam retribuir o bem que ele fizesse, deixando assim de procurar somente o hábito de convidar aqueles que poderiam de alguma maneira retribuir. Alguém no meio dos convidados ouve e faz essa maravilhosa declaração diretamente ao Senhor Jesus, o Filho de Deus.

Concordamos todos que estar no Reino de Deus e ter um lugar para se sentar à mesa, seria uma grande honra e demonstraria o empenho por ser merecedor do convite e que também aceitará ser convidado. Jesus ouviu sua declaração e de imediato lhe lançou uma parábola sobre exatamente esse assunto.

Ao declarar a parábola Jesus cita sobre um homem de muita influência e transito entre as diversas camadas da sociedade e a principio aponta para a elite, aqueles que eram por cargos ou funções, ou parentesco os mais achegados a ele, e envia os convites a cada um, que prontamente o recebem e sabem que haverá uma festa de grande magnitude ofertada por essa pessoa.

Temos o conhecimento pela Escritura Sagrada de que a muitos e muitos anos atrás havia um homem que recebera de presente um lindo Jardim com tudo preparado para que tivesse uma vida em paz, harmonia com ele (o Jardim) e com aquele que a preparou. Seu nome era Adão, o primeiro homem, que junto com Eva, a primeira mulher, foram morar neste lugar maravilhoso.

Pelos registros encontramos a informação de que houve um ato de desobediência, também chamado de pecado, que culminou com a saída desse jardim e uma nova maneira de viver, muito diferente da que eles tinham havia começado e também um plano de redenção foi estabelecido para reparar essa ação de desobediência, apontando sempre para uma redenção a necessária abolição do preço do pecado.

Nesse momento Jesus, segue a parábola e acrescenta que chegará o dia da festividade e que tudo estava preparado, para os convidados era a hora de voltar de onde estivessem, deixar seus afazeres e chegar um a um para participarem.

Sobre essa ordem veio o empregado, a chamar um a um para estarem com este certo homem, que muito bem os conhecia, porém sabemos que um a um começaram a desculpar-se e declarar muitos motivos para serem dispensados.

No Livro de João, encontramos a declaração de que Jesus, era o Verbo, e que o Verbo estava com Deus desde o princípio (criação de todas as coisas) e que o Verbo era Deus, sabemos também que veio para os que eram seus, pois em Abrão foram chamados para serem uma Nação separada das demais de sobre a face da Terra, pois o Senhor os teria como sua propriedade peculiar.

Veio João, mal comendo e bebendo e diziam que ele tinha demônio assim como disseram de Jesus, o próprio Deus, que comia e bebia com pecadores e publicamos; desde o início nos registros das Escrituras Sagradas, para cada enviado, os escolhidos de Deus, os profetas, sempre usaram de julgamentos hostis, e todos eles apontavam para o Messias e em sua maioria os levaram a morte.

Nessa parábola Jesus, acrescenta que este empregado, voltou e deu as notícias de um a um ao seu Empregador; ele determinou uma nova ordem onde o convite agora expresso era direcionado aos menos afortunados para os que viviam nas ruas e becos, mas ainda não encheu, com os pobres, aleijados, cegos e coxos; novamente o empregado foi enviado aos caminhos e estradas e aos que achava falava do convite e os obrigava a entrar para a festa.

Jesus assim respondeu a maravilhosa citação do convidado na casa do fariseu, onde Jesus também estava para comer uma refeição. Assim concluiu a parábola citando que nenhum dos convidados primeiros eram dignos de participarem de sua festa, e provavelmente a razão era exatamente por estarem diante do próprio Deus, seu Filho Unigênito e relegarem sua proposta de arrependimento, pois o Reino de Deus havia chegado.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

AO PAI OBEDECER.

Base na Bíblia: Lucas 14: 11-14 “... Porque quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido. Depois Jesus disse ao homem que o havia convidado: Quando você der um almoço ou jantar, não convide os seus amigos, nem os seus irmãos, nem os seus parentes, nem os seus vizinhos ricos. Porque certamente eles também o convidarão e assim pagarão a gentileza que você fez. Mas, quando você der uma festa, convide os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos e você será abençoado. Pois eles não poderão pagar o que você fez, mas Deus lhe pagará no dia em que as pessoas que fazem o bem ressuscitarem...”


As Palavras de Jesus, foram informadas a Lucas que transcreveu esse acontecimento inicialmente enviando a Teófilo, e posteriormente foi incluído no Canon da Bíblia, seu objetivo era registrar com a maior riqueza de detalhes os acontecimentos, exatamente para que a pessoa conhecida por ele como Teófilo, pudesse saber mais sobre o autor da fé que aceitará em sua vida.

Jesus se encontrava na casa de um líder fariseu que o convidara para uma refeição, e Jesus observando o comportamento das pessoas em se acomodarem ao redor da mesa, termina sua observação com esse primeiro parágrafo que iniciei do texto Sagrado. E então vira-se para o anfitrião e faz uma declaração séria e que a maioria do mundo civilizado, desconhece sua aplicação, uma vez que o maior grau de importância desses são para com os que podem retribuir em algum momento suas gentilezas.

Em período de festas em Continentes que professam a fé em Cristo, em especial ressalto o período próximo ao final do ano do Calendário Gregoriano, estabelecido a partir de 24 de fevereiro de 1582, em substituição ao calendário Juliano. Nesse período, muitas motivações são celebradas, dentre elas separo a da fixação sobre a data do nascimento de Jesus, o Messias, Salvador e ungido de Deus e a passagem do ano, sendo que nessas festividades é comum ocorrer o ajuntamento de familiares, parentes, vizinhos e conhecidos, e somos motivados, por muitos elementos inclusive da mídia principalmente, a olhar para o nosso próximo.

Jesus informa ao anfitrião que fazer uma celebração com os que podem retribuir tem valor sim, mas imediato e terreno, afinal os ricos também retribuíram sua gentileza, afirma o Mestre. Mas buscar ao que em essência nada tem, não necessariamente é pobre, mas sim, cego pelas ilusões desse mundo, e ao que vive longe dos caminhos do Senhor, e também aos que vivem alheios pela dor, tristeza, descaso, marginalidade de uma sociedade, fria e não igual, onde para subir é necessário pisar sobre outros, e a cada um desses apresentar o amor de Deus e O seu propósito em buscar as Ovelhas perdidas da Casa de Israel para trazer-lhes ao seu aprisco.

Sim com certeza esses jamais poderão lhe pagar, pois o tesouro que lhes foi aberto em muito excede a todo o conhecimento atingido humano e terreno e a todas as riquezas que esse mundo já teve sob as mãos de poucos e simplesmente se concentra no Amor de Deus, ao enviar seu Filho Jesus, que muitas línguas não conhecem seu significado, agaphe (sem esperar a contrapartida, dando a iniciativa) para resgatar o perdido e o conduzir em sua história pessoal para o levar aos pastos verdejantes, como ovelhas guiadas por seu Pastor.

Ao anfitrião que assim proceder, parece num primeiro momento que deixa de ver o lucro da reciproca acontecer, gentileza paga por gentileza, mas o Filho de Deus, declarou, completando sua declaração que na ressurreição (sim vida depois da morte do corpo que veio do pó e ao pó retornará) o pagamento haverá sim e deixou registrado quem o pagará ao que obedecer ao Pai.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





APARENTAR AO PRÓXIMO.

Base na Bíblia: Lucas 14: 01-05 “... Num sábado, Jesus entrou na casa de certo líder fariseu para tomar uma refeição. E as pessoas que estavam ali olhavam para Jesus com muita atenção. Um homem, com as pernas e braços inchados, chegou perto dele. E Jesus perguntou aos mestres da Lei e aos fariseus: A nossa Lei permite curar no sábado ou não? Mas eles não responderam nada. Então Jesus pegou o homem, curou-o e o mandou embora. Aí disse: Se um filho ou um boi de algum de vocês cair num poço, será que você não vai tirá-lo logo de lá, mesmo que isso aconteça num sábado?...”


Era sábado e Jesus estava próximo do horário de uma refeição, Ele foi convidado por um dos líderes do grupo dos fariseus a comer em sua casa, sabemos pelo texto que muitos outros foram convidados também e um dentre esses que lá estavam, em especial, saltou aos olhos de Jesus, ao se aproximar dele.

A Lei tem seus objetivos e sua razão de ter sido escrita, pois antes dela o comportamento era baseado em ações determinadas pelo Patriarcado, onde os chefes e líderes definiam sua maneira de estabelecer a conduta de seu grupo.

Na Lei escrita por Moisés, que foram baseadas nos princípios dos 10 (dez) Mandamentos, recebida e escritas das mãos do próprio Deus, tinham um significado para um povo que estava saindo de um cativeiro de por volta de 400 (quatrocentos) anos e eles só conheciam os ensinos e o que seus ancestrais haviam passado de geração em geração.

Agora, há uma Nação nascendo, separada e escolhida pelo Eterno que deveria ser ordenada e direcionada por regimentos e padrões que estabelecessem normas de conduta de viver, em famílias, em sociedade, assim foram definidos os Estatutos, as Ordenanças e a Lei, declarando piamente que se eles a cumprissem o Senhor com eles estaria, mas se a deixassem o Senhor faria da mesma forma.
Os anos se passaram e conhecemos pela Bíblia e pelos registros da história os acontecimentos que sucederam sobre o povo de Israel, e a Lei do sábado estava dentro deste contexto.

Jesus, agora dento de uma residência, exatamente em um sábado, ao ver um homem com as pernas e os braços inchados, lança uma pergunta para os doutores (mestres) da lei que também lá estavam e aos fariseus presentes. O Mestre Jesus simplesmente faz uma pergunta direta sobre a compreensão pessoal de cada um deles sobre o que era guardar o Sábado em essência.

O silencio sobre a pergunta calou fundo em cada um dos presentes e ninguém conseguiu levantar sua voz e responder, a essa pergunta feita pelo Próprio Deus, que estava a faze-la diante deles.

A ação de Jesus, diante do anonimato de todos, foi a de curar o homem e o despedir curado provavelmente para sua casa junto aos seus.

Ao liberar esse homem curado, Jesus volta-se aos presentes e lança uma nova pergunta, desta vez, envolvendo o bem mais precioso de um homem, seu filho, e também o meio de ganhar seu sustento, o boi, e simula a condição de uma queda de qualquer um desses, em um poço, exatamente no dia de sábado e declara defendendo abertamente aos presentes, qual seria realmente a atitude de cada um deles em particular.

Aparentar que entendemos uma coisa, ou assunto, pode parecer elegante e prudente, mas a verdade é que o Deus Criador de Todas as Coisas, conhece o nosso interior e sabe o que dentro há, e por essa razão a Lei foi cumprida em Cristo, o Ungido de Deus, o Jesus, o seu Filho Amado, o Salvador dos homens, ao cumprir a nossa sentença de morte, pois o salário do pecado é a morte, lá na cruz do Calvário onde foi levado, sem pecado, mudo e por amor ao Pai, cumpriu sua vontade, e deu vida e vida em abundância aos homens que viviam em trevas, mostrando a sua maravilhosa luz, e ao terceiro dia ressuscitou, pois pela lei a história apresenta o resultado não há um justo, um justo se quer.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula






sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O DIA DA AÇÃO DE GRAÇA.

AÇÃO DE GRAÇA & AÇÕES DE GRAÇAS.

Em Mateus 05:38-48:
Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.

Em Lucas 02:11-14:
Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.

Todos temos nossas caixinhas de surpresas, e a construímos com o passar dos anos, na verdade desde que nascemos as primeiras impressões vem a nossa mente, pelos 5 sentidos que conhecemos tão bem: o olfato, o paladar, a visão, o tato e a audição, que permanecem fiéis para nos sensibilizar durante todos os estágios da vida.

Sabemos que a Palavra de Deus sempre se cumpre, inclusive tudo o que há descrito no livro de Revelações, Ezequiel, Daniel, ..., por que? O Amor de Deus, já foi liberado e sua Bondade e Graça entre os Homens aos que concede o seu favor.

O amor está contido dentro de um grupo de palavras de difícil explicação para qualquer povo que já houve e haverá sobre a face da terra, mas está registrado na Escritura Sagrada e pode levar o homem a voltar-se primeiro ao seu Criador, depois para dentro de si e pôr fim ao próximo e assim abrir seu coração (alma e espírito) para sentir o seu aroma suave, límpido e cristalino espalhado sobre uma terra forrada de sentimentos tão diversos e inconstantes e pode envolver o ser humano a retribuir aos seus semelhantes à sua fragrância.

As plantas e a criação dos astros, tudo se desfaz de sua grandeza diante de tantas belezas nesse equilíbrio sem fim, pois esses foram criados e estavam presentes quando após ter colocado o equilíbrio no caos que estava no Nada Absoluto presenciaram a criação do ser humano a imagem e semelhança, pois no Livro dos Princípios, Moisés registra a seguinte citação: Façamos o homem a nossa imagem e semelhança.

Parece muito pequeno este ato, citado, mas por causa dessas palavras registradas, um conjunto de estratégias e processos, decorrentes da queda, foram gerados durante os milênios seguintes e chegamos aos dias atuais, atordoados pelas enxurradas de decisões e estímulos que nos cercam e nos fazem sentir como parte de um mosaico que pode ser mudado a qualquer momento, pelas mãos de semelhantes a nós mortais porque se ocupam em traçar destinos e futuros baseados em seus egos pessoais.

Chega no hoje o  Tempo de buscar o que sobrou de nobre em cada um, através de silenciosos mas direcionados lembretes que são estampados nos meios de comunicação e mais uma vez, a criatura é lembrada de sua vocação, que consiste em crescer e povoar a terra, formando famílias e as guardando com zelo, como foi estabelecido no princípio ao buscar o bem comum de Ish (homem) e Isha (mulher) que obtiveram o Jardim perfeito com todas as frutas e árvores em produção para uma vida em comunhão equilibrada e naturalmente liberal e espontânea com o seu Criador.

Veio a separação deste conforto e novas regras estabelecidas para cada um dos seres humanos e mais uma vez o sistema nômade (viver apartado de seu Criador) invadiu o mundo, sofrendo variáveis produzindo Impérios, Reinos e Nações, mesclando-as no tempo, mas permanecendo distantes do seu Criador, até que enviado foi o Filho do Homem, nascido a forma de Adão, porém Senhor de tudo e todos e Ele antes de Adão era, é e continua ser, mas veio como homem cumprir o propósito de resgatar o nômade ser humano para com seu verdadeiro motivo de ser e existir e o colocar não mais em rota de colisão, mas agora novamente em rota de sintonia fina para desfrutar da sua verdadeira vocação, que fora esquecida pelo passar dos tempos humanos, e a todos de qualquer raça e língua foi aberto o meio através do Amor de um só que cumprindo a vontade do Pai, celebrou a redenção pelo pagamento da dívida que sobre cada um dos seres humanos pesava, desde a ação voluntária de Adão.

Reflexão sim no Dia de Ação de graça, sim, dia de Ações de graças, pois temos dentro de cada um, o sentimento ainda que adormecido, pela caixinha de surpresas que adotamos, como modo de viver, para romper com esses laços que mais escravizam do que nos libertam, para olharmos de novo, olhos nos olhos, face a face, ombro a ombro os nossos que muito nos são importantes e nos fizeram viver mais um ano em expectativas e agora em alegria, reconhecimento de que o trabalho não foi em vão.

Assim, o sol permanece a nascer sobre os maus e os bons, não temos a nossa volta inimigos ao nosso lado, temos criaturas como nós e jamais agentes disfarçados e sim a certeza de que o Eterno tem cuidado dos que Ele nos envia e nos concede para estar conosco nessa jornada de nossas vidas. Vençam as barreiras, criem pontes e destruam os muros e abram a oportunidade para o sorriso sincero, afinal Cristo (ungido o messias), Jesus Ieshua (Deus Presente Salvador) estará conosco todos os dias até a consumação dos séculos, quando todos estaremos juntos com os que amamos e com quem nos amou acima de nosso merecimento pessoal.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula