sexta-feira, 28 de agosto de 2026

BEBER O CÁLICE.

 

Base na Bíblia: João 18:09-16 “... para que se cumprisse a palavra que dissera: Dos que me tens dado nenhum deles perdi. Então Simão Pedro, que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. Disse, pois, Jesus a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de beber o cálice que o Pai me deu? Então a coorte, e o comandante e os guardas dos judeus prenderam a Jesus e o maniataram. E conduziram-no primeiramente a Anás; pois era sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano. Ora, Caifás era quem aconselhara aos judeus que convinha morrer um homem pelo povo. Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. Este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote, enquanto Pedro ficava da parte de fora, à porta. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou à porteira e levou Pedro para dentro. ...”

 

“... Isso aconteceu para cumprir o que ele dissera: ‘Não perdi nenhum dos que me deste’. Então Shim’on Kefa, que tinha consigo uma espada, desembainhou-a e alvejou o escravo do kohen hagadol, decepando a orelha direita; o nome do escravo era Melekh. Yeshua disse a Kefa: ‘Embanhe a espada! Este é o cálice que o Pai me deu; não devo beber dele?’. Assim, o destacamento de soldados romanos e seu capitão, com os guardas do templo e os habitantes de Y’hudah prenderam a Yeshua, amarraram-no e o levaram em primeiro lugar a ‘Anan, sogro de Kayafa, o kohen gadol daquele ano fatídico. (Kayafa foi quem disse aos habitantes de Y’hudah que seria bom um homem morrer a favor de todo o povo.) Sim’on Kefa e outro talmid seguiram Yeshua. Por ser conhecido do kohen hagadol, o segundo talmid entrou com Yeshua no pátio da casa do kohen hagadol, voltou e falou com a moça encarregada do portão, trazendo Kefa para dentro.  ... ”

 

Nenhum se perdeu, era a ratificação do cuidado do Senhor com os seus, assim ele se apresentou aos que o buscavam como sendo a pessoa que eles estavam procurando e assim foi levado amarrado daquele lugar enquanto seus discípulos ficaram livres.

Simão, Pedro por sua vez portava uma espada e diante deste cenário que estava vivenciando, desembainhou sua espada e acertou uma pessoa decepando a orelha do escravo do sumo sacerdote, chamado de Malco, sabemos pelos demais evangelistas a cura milagrosa que se operou sobre a vida deste homem.

Ao olhar para Pedro sobre sua atitude, Jesus pediu para que ele guardasse sua arma e declarou claramente que era essa a vontade do Pai, designando como o cálice que ele deveria beber, pois era o momento do Cordeiro de Deus ser levado para que se cumprisse as Sagradas Escrituras.

Todos os discípulos de Jesus estavam dispersos, sim eles estavam livres, porém, dois deles, estavam caminhando, ou melhor seguindo a Jesus, o qual estava sendo amarrado pelos soldados de Roma e do Templo; e levad ocorreu que o levaram primeiramente para Anás, para ser provavelmente interrogado por ele, e a razão de ser ele o primeiro a estar com o Messias, era simplesmente por ser sogro do sumo sacerdote daquele ano, e o nome dele era Caifás.

Como era na casa do sumo sacerdote, um dos dois discípulos que era conhecido do Sumo Sacerdote pode entrar, assim ficando bem próximo do Messias, enquanto o outro teve que ficar no portão da casa, porém esse discípulo foi falar com a pessoa do portão e assim ambos estavam puderam ficar próximos do Senhor.

Cada momento que estamos sobre a face da terra, temos a oportunidade de aprender, seja com os erros e/ou acertos, assim as palavras do Senhor permanecem vivas para todos, porém, o cuidado e atenção que existe é que mesmo sendo para todos, muitas vezes se limita aos pobres, aos doentes e aos necessitados, pois os que estão sãos não precisam de médicos, assim cada um de nós caminha seus dias, mas sempre seremos tocados a viver o melhor que une a criatura com o seu criador que é Jesus, o Messias.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula









 








sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A QUEM PROCURAM?

 

Base na Bíblia: João 17:26 e 18:01-09 “... e eu lhes fiz conhecer o teu nome e lho farei conhecer ainda; para que haja neles aquele amor com que me amaste, e também eu neles esteja. Tendo Jesus dito isto, saiu com seus discípulos para o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, e com eles ali entrou. Ora, Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque muitas vezes Jesus se reunira ali com os discípulos. Tendo, pois, Judas tomado a coorte e uns guarda da parte dos principais sacerdotes e fariseus, chegou ali com lanternas, archotes e armas. Sabendo, pois, Jesus tudo o que havia de suceder, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus, o nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, também estava com eles. Quando Jesus lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra. Tornou-lhes então a perguntar: A quem buscais? E responderam: A Jesus, o nazareno. Replicou-lhes Jesus: Já vos disse que sou eu; se, pois, é a mim que buscais, deixai ir estes; para que se cumprisse a palavra que dissera: Dos que me tens dado nenhum deles perdi. ...”

 

“... Fiz o teu nome conhecido a eles e continuarei a fazê-lo, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja unido a eles’. Depois de Yeshua ter dito tudo isso, saiu com os talmidim e atravessou a fonte, que flui no inverno pelo vale de Kidron, até um lugar onde havia um arvoredo; ele e os talmidim entraram ali. Y’hudah, o traidor, também conhecia o lugar, porque Yeshua muitas vezes se reunira ali com os talmidim. Então Y’hudah foi para lá, levando consigo um destacamento de soldados e alguns guarda oferecidos pelos principais kohanim e p’rushim; eles levaram armas, lanternas e tochas. Yeshua, sabendo tudo o que iria acontecer, saiu e lhes perguntou: ‘A quem vocês procuram?’. ‘A Yeshua de Natzeret’, eles responderam. Ele disse: ‘Sou Eu’. E estava com eles Y’hudah, o traidor. Quando Yeshua disse: ‘Sou Eu’, eles recuaram e caíram no chão. Ele lhes perguntou novamente: ‘A quem procuram?’, e eles disseram: ‘A Yeshua de Natzeret’. ‘Já lhes disse, Sou Eu’. Respondeu Yeshua, ‘Se eu sou a pessoa a quem procuram, deixem estes ir embora’. Isso aconteceu para cumprir o que ele dissera: ‘Não perdi nenhum dos que me deste’. ... ”

 

Uma das perguntas que adotamos e usamos quando notamos pessoas olhando para outras pessoas é a quem procuram? Essa pergunta é exatamente para que possamos nortear pessoas a chegarem ao seu alvo, pois certamente buscam alguém por algum motivo que certamente podemos desconhecer ou não, uma vez que nos sejam informadas detalhes para podermos identificar a pessoa e assim passamos a saber como devemos proceder.

Judas sabia quem era o Mestre, bem como suas rotinas, uma vez que deve ter ido antes primeiro no lugar onde o deixará com os demais discípulos e assim deduziu para onde poderiam ter se encaminhado, uma vez que estava vazio este primeiro lugar.

Cada palavra levava para os discípulos a certeza de que uma separação estava ocorrendo e tudo o que o Mestre estava a lhes ensinar chegará ao momento de conclusão, porém, ainda que o conhecessem em suas mentes estavam imaginando muitas coisas, talvez não, a chegada de um grande número de pessoas a busca de uma pessoa para o levar como prisioneiro.

Sim, Jesus terminou suas palavras e os levou a um lugar que outras vezes já estivera com eles e ali permaneceram, pela descrição do discípulo João, o escritor, notamos que era um lugar que aparentava ser tranquilo, porém com a chegada de outras pessoas suas mentes devem ter entrado em estado de apreensão, pois juntos com eles estava o outro discípulo Judas Iscariotes, que permanecia com eles.

O Mestre adianta-se a eles e pergunta simplesmente, a quem eles procuravam, claramente identificável pelos materiais que traziam consigo (armas, lanternas e tochas), certamente a busca de alguém, em resposta ouve deles seu nome e a região de onde o conheciam, sim, Jesus respondeu “Sou Eu”, e a impressão que todos que o buscavam voltaram para traz e caíram no chão, inclusive Judas Iscariotes.

Jesus repete a mesma pergunta, ouve novamente a mesma resposta e em seguida define que se buscava um, que era ele, os demais que com ele estavam deveriam ser liberados, exatamente para se cumprir o que havia mencionado a seus discípulos que estaria cuidando deles com todo cuidado.

Impressiona pensar que as Palavras do Messias citadas naquele momento estava direciona a preocupação dele com os seus, para que eles pudessem ficar livres, pois todos sabemos que normalmente quando se busca um líder, seus seguidores são potenciais pessoas a executar seus ensinos.

Ainda assim, o Senhor não só intercedeu por eles, como permanece a interceder pelos seus, pois o Plano do Eterno, levava seu Filho para este momento que também hoje vivemos, onde todos nascemos sem um manual, que mesmo nossos pais ou tutores em alguns casos não tem a direção, porém o Filho sim, pois o Caminho certo é o Pai, o Criador, o Eterno, que o enviou, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna.

Assim, dia a dia, momento a momento desde esse momento permanece essa pergunta individual a cada ser humano sobre a face da terra: ‘A quem procura?’ e a resposta sempre será individual, pois a porta de cada um é tocada e a decisão de abrir é exclusiva de cada um de nós.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula









 








sexta-feira, 14 de agosto de 2026

O ENVIADO DO CRIADOR.

 

Base na Bíblia: João 17:19-26 “... E por eles eu me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade. E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim: para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim. Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço; e estes conheceram que tu me enviaste; e eu lhes fiz conhecer o teu nome e lho farei conhecer ainda; para que haja neles aquele amor com que me amaste, e também eu neles esteja. ...”

 

“... A favor deles, eu me separo para a santidade, para que também eles sejam separados para a santidade por meio da verdade. ‘Oro não apenas por eles, mas também por aqueles que confiarão em mim, por causa da palavra deles, para que todos sejam um, como tu, Pai, estás unido a mim, e eu, a ti. Oro para que eles também estejam unidos a nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. A glória que me deste, eu lhes dei, para que possam ser um, como nós somos um – eu unido a eles, e tu unido a mim, para que eles sejam apenas um, e que o mundo possa perceber então que tu me enviaste e que tu os amaste como a mim. ‘Pai, quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou para que possam ver minha glória – a glória que me deste porque me amaste antes da criação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço, e estas pessoas sabem que me enviaste. Fiz o teu nome conhecido a eles e continuarei a fazê-lo, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja unido a eles’. ... ”

 

Ser enviado por alguém, já conversamos muitas vezes citando este tipo de comportamento e mesmo entre nós é comum lembrar de pessoas que são enviadas para fazer uma ou outra tarefa em nome de outras pessoas, bem como quando o assunto é de uma empresa fica ainda muito mais simples identificar o que chamamos de hierarquia a qual nela sempre existe a subordinação onde tudo ocorre dentro dessa harmonia, gerando a execução e a elaboração por pessoas que talvez nunca vão se encontrar no dia a dia, mesmo dentro da mesma corporação.

As palavras do Messias enfatizam o cuidado com os seus e a preocupação de que a união entre eles fosse mantida, onde a santidade fosse uma alternativa sincera por parte de cada um, porém fundamentadas na verdade, sim na Palavra do Criador, pois estavam confiando no Senhor que enviou seu Filho, para viver uma nova vida.

A oração do Senhor também alcançava todos os que haveriam de conhecer esse caminho e terem a mesma experiencia ou encontro com o Bom Pastor, se tornando um, assim como o Pai e o Filho o são, exatamente para que o mundo acreditasse no Eterno, o qual em seu infinito amor, enviou o Filho para anunciar as Boas Novas a todos por amar a todos, como ama o Enviado.

‘Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço’, essas foram as palavras de Jesus, mas ao citar os discípulos menciona que eles confiam que o Senhor foi quem enviou o Filho, consequentemente eles confiam no Pai e na sua soberana decisão, porém essa mesma atitude não foi citada para o mundo, a unidade e o amor são mencionados como únicos e indivisíveis uma vez que estão juntos do Pastor.

Esse é o enviado do Criador que trouxe o caminho, a verdade e a vida a todas as suas ovelhas.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula









 








sexta-feira, 7 de agosto de 2026

UNIDADE.

 

Base na Bíblia: João 17:10-19 “... todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e nelas sou glorificado. Eu não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual me deste, para que eles sejam um, assim como nós. Enquanto eu estava com eles, eu os guardava no teu nome que me deste; e os conservei, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. Mas agora vou para ti; e isto falo no mundo, para que eles tenham a minha alegria completa em si mesmos. Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Santificai-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles eu me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade. ...”

 

“... De fato, tudo o que possuo é teu, e tudo o que possuis é meu, e neles tenho sido glorificado. Não ficarei mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no poder do teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como o somos. Enquanto estava com eles, guardei-os pelo poder do teu nome, que me deste; sim, eu os guardei; e nenhum deles foi destruído (a não ser aquele designado para a destruição, para que se cumprisse o Tanakh). ‘Mas agora vou para ti, e digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles possam ter em si mesmos minha alegria completa. ‘Dei-lhes tua palavra e o mundo os odiou, pois eles não pertencem ao mundo, como eu mesmo não pertenço ao mundo. Não te peço que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno. Eles não pertencem ao mundo, como eu não pertenço ao mundo. Separa-os para a santidade por meio da verdade – tua palavra é a verdade. Como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. A favor deles, eu me separo para a santidade, para que também eles sejam separados para a santidade por meio da verdade. ... ”

 

A palavra unidade designa a qualidade do que é único, indivisível ou que forma um todo coeso. Pode se referir a uma quantidade exata (o número 1[um]), a uma parte independente de um sistema maior (como uma unidade hospitalar ou filial), ou à harmonia e união entre pessoas e elementos).

Buscando direcionar o assunto para a Ideologia e Relacionamentos podemos raciocinar que a unidade é a harmonia, coesão ou pensamento único em um grupo, porém  frequentemente é confundida com união (que é simplesmente estar junto, enquanto unidade é agir como um todo integrado).

Cada pessoa carrega em si o livre arbítrio que sempre é colocado em pauta, quando a pessoa se sente colocada sobre a necessidade de expor suas opiniões e meio de viver seus dias sobre a face da terra.

O Mestre Jesus está orando ao Pai e intercedendo pelos seus, afirmando que eles foram cuidados e estiveram e vivem sob sua gestão, exatamente para que nada fugisse do controle, mas enfatiza que o mundo não os amava assim como não o amava.

O livro e João cita logo no início que o Senhor veio ao Mundo, ele era a vida, sim a luz, mas o mundo não o aceitou, pelo simples fato de que viviam nas trevas, logo mesmo os seus, deixaram de lado a luz enviada pelo Pai (resumo de João 1:1-14), abrindo a porta a todos que o receberam, formando um único corpo cuja cabeça é o Messias.

A alegria do Senhor estava acontecendo diante dos olhos de cada um de seus seguidores e o Senhor orava ao Pai para que eles pudessem estar juntos também nesse momento onde a dor da partida se apressava a chegar e a certeza do amor entre eles se materializavam, pois não estariam excluídos e sim unidos nos laços com o Pai.

Cada ensino que ouviram da parte do Messias apresentavam sempre a vontade do Pai, em resgatar do pecado (o salário do pecado é a morte [Romanos 6:23]) pela graça cada um, levando ao conhecimento do amor sem medida do Criador pelas suas criaturas, pois eles não são do mundo, assim como o Messias ratifica que também não é, pois, há oposição continua.

Desta maneira eles ouviram e o Senhor ratificou para que o Pai não os tirasse do mundo e sim que os protegesse do Maligno, que sempre busca oportunidades para matar, roubar e destruir (João 10:10), aqueles que buscam estar ao lado da luz e viver como novas criaturas, ao receberem o Senhor, como seu único e suficiente Salvador, sim, o mediador entre o Eterno e os homens (raça humana).

A palavra de Deus é o verdadeiro, assim a santidade no contexto Bíblico pode ser interpretada como:

Santidade (do hebraico kadosh e do grego hagiosune), a qual significa separação para um propósito sagrado e pureza moral.

Refere-se à essência de Deus, que é totalmente distinto da criação e livre de pecado, exigindo que seu povo também viva de forma ética e separada das práticas mundanas (“Sede santo porque eu sou santo” I Pedro 1:16).

Assim, Santidade abrange dois pontos importantes nas Escrituras:

a)                Atributo Divino: A perfeição absoluta de Deus. Ele é separado de tudo o que é imperfeito, mau ou corruptível.

b)                 A Assembleia Humana e Prática: Refere-se ao chamado aos que ouvem, para aquele que o recebe e passa a viver uma vida irrepreensível e dedicada ao serviço do Senhor, logo o viver em santidade envolve tanto a separação do pecado quanto a prática ativa da justiça, da verdade e do amor ao próximo.

Sim, somos chamados pelo Pastor e somos postos a prova dia a dia, caminhando continuamente pelo caminho estreito e lutando em tempo e fora de tempo para passar pela porta estreita, com um único objetivo de ser um como o Senhor é um; como conhecemos como Pai, Filho e Espírito Santo, perfeitamente definido entre os seus como Unidade.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula