Base na Bíblia: João
12:03-11 “... Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo
puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos;
e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo. Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos,
aquele que o havia de trair, disse: Por que não se vendeu este bálsamo por
trezentos denários e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não porque
tivesse cuidado dos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, subtraía o
que nela se lançava. Respondeu, pois, Jesus: Deixa-a; para o dia da minha
preparação para a sepultura o guardou; porque os pobres sempre os tendes
convosco; mas a mim nem sempre me tendes. E grande número dos judeus chegou a saber
que ele estava ali; e afluíram, não só por causa de Jesus, mas também para verem
a Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Mas o principais sacerdotes
deliberaram matar também a Lázaro; porque muitos, por causa dele, deixavam os
judeus e criam em Jesus. ...”
“... Miryam pegou um quartilho de óleo de nardo puro, que é
muito caro, derramou-o sobre os pés de Yeshua e os enxugou com seus cabelos, de
modo que a casa se encheu com a fragrância do perfume. Mas um dos talmidim, Y’hudah
de K’riot, que mais tarde iria trai-lo, disse: ‘Este perfume vale o salário de um
ano de trabalho! Por que não foi vendido, e o dinheiro dado aos pobres?’. Ele,
porém, não falou isso pela preocupação com os pobres, mas por ser ladrão; ele era
responsável pela bolsa de dinheiro e costumava roubar dela. Yeshua disse: ‘Deixe-a
em paz! Ela guardou isso para o dia do meu sepultamento. Vocês sempre terão os
pobres consigo, mas nem sempre terão a mim’. Uma grande multidão de habitantes de
Y’hudah descobriu que Yeshua estava ali; as pessoas vieram, não apenas por
causa de Yeshua, mas também para ver El’azar, a quem ele ressuscitou dos
mortos. Os principais kohanim fizeram então planos para se livrar também de El’azar
– por causa dele, muitos moradores de Y’hudah estavam deixando seus líderes e
depositando a confiança em Yeshua. ... ”
Procuramos naturalmente
encontrar respostas para ajustarmos nossos objetivos de vida e para isso
traçamos planos e nos envolvemos com propostas que possam auxiliar a cada um
por si, nas tomadas de cada uma de suas decisões, uma vez que em cada medida que
vivemos sabemos que associado o tempo vai passando igualmente e assim o plano individual
está sendo executado, assim tornam-se necessárias medidas extras (ajustes) ou
não para que possamos continuar dentro do alvo estabelecido.
O povo de Israel
estava vivendo sobre o domínio Romano e estavam seguindo as diretrizes que a eles
lhes eram impostas e assim a cada dia os valores e os deveres deveriam ser
ajustados para que houvesse harmonia entre eles, porém as ações do Messias estava
em desacordo com o modo de vida em que se acostumaram, inclusive apoiado
(permitido) por Roma, mas viviam não com a coerência das Escrituras e logo um
impasse foi gerado entre a Liderança e Jesus (O Senhor Salva). A esperança de
um libertador havia em cada cidadão judeu, pois eles o esperavam a séculos como
narra as Escrituras, porém esse libertador ser Jesus, diante deles, parecia a
seus olhos, algo improvável de ser real e digno de aceitação pela parte de cada
um deles.
Jesus permanece em
seu ministério anunciando as boas novas, o tempo aceitável do Senhor com sinais
que continuam se multiplicando, como sabemos pelas narrativas de João, o discípulo/apóstolo
mencionando que era inumerável a quantidade de sinais que Ele operava; seis
dias antes da Páscoa, Jesus visita a casa de Lázaro, Marta e Maria em Betânia,
bem pertinho de Jerusalém, e uma ceia ocorre nesse local, porém Maria age de
maneira fora do usual e a casa fica perfumada; um dos discípulos reage a forma
como ocorre a ação de Maria e propõe que o melhor seria usar o valor para
abençoar os pobres.
O Mestre houve as
palavras de Judas Iscariotes e cita a todos que deveriam deixar de usar Maria como
alvo e que também eles deveriam saber que a ação dela tratava-se de uma ação de
pré sepultamento, bem como reagiu sobre a citação dos pobres, de que eles sempre
os teriam, mas a Jesus não.
Enquanto isso os
moradores de Jerusalém sabem da presença do Mestre, em Betânia, sim eram seis
dias antes da Páscoa, e para lá se dirigem, agora não só para ver Jesus, como também
para verem a Lázaro que fora ressuscitado de entre os mortos.
Mudanças de Planos,
ou ajuste de Planos, por parte dos Líderes de Jerusalém, agora eles optam por
também buscarem ocasião para matarem a Lázaro, afinal, estava havendo uma
migração de pessoas que passavam para confiar em Jesus deixando de confiar na Liderança
Judaica.
Sim, sua ação pessoal
por mais pequena que possa parecer aos seus olhos, pode gerar, uma
transformação sem limite e expansão, pois o mundo de trevas desde a queda de
Adão agora poderia se achegar a luz que traz o perdão do pecado a cada um que
houve o chamado do Bom Pastor, continuamente a lhe chamar; porém, como ao
apóstolo (aquele que é mandado em missão) Paulo cita: ‘Porque tenho para mim que
Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos
feitos espetáculo ao mundo, tanto a anjos como a homens.’ I Coríntios 4:9.
E seguindo esse
pensamento passamos a mencionar sempre que as Mudanças de Planos existem, para
todos, se cada um por si, julgar necessária, uma vez que, somos espetáculo (o
ide é para todos) afinal todos necessitam no mundo ouvir o plano redentor do
Senhor para sua vida, porém, podemos por outro lado, agir seguindo este outro princípio:
‘De igual modo também os principais sacerdotes, com os escribas, escarnecendo-o,
diziam entre si: A outros salvou; a si mesmo não pode salvar; desça agora da cruz
o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos. Também os que com ele foram
crucificado o injuriavam.’ Marcos 15:31-32.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula