Base na Bíblia: João
16:22-28 “... Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza;
mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria
ninguém vo-la tirará. Naquele dia nada me perguntareis. Em verdade, em verdade
vos digo que tudo quanto pedirdes ao Pai, ele vo-lo concederá em meu nome. Até
agora nada pedistes em meu nome; pedi , e recebereis, para que o vosso gozo
seja completo. Disse-vos estas coisas por figuras; chega, porém, a hora em que
vos não falarei mais por figuras, mas abertamente vos falarei acerca do Pai.
Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai;
pois o Pai mesmo vos ama; visto que vós me amastes e crestes que eu sai de
Deus. Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai. ...”
“... Vocês agora, se sentem tristes, mas eu os verei outra
vez. Então seu coração se encherá de alegria, e ninguém a tirará de vocês.
‘Quando esse dia chegar, vocês não me perguntarão mais nada! Sim, eu lhes digo
que tudo o que pedirem ao Pai, ele lhes dará em meu nome. Até agora, vocês não pediram
nada em meu nome. Peçam, e receberão, para que sua alegria seja completa. ‘Eu
lhes disse todas essas coisas com a ajuda de ilustrações; entretanto, vem a
hora em que não lhes direi mais nada de forma indireta; falarei abertamente a
respeito do Pai. Quando esse dia chegar, vocês pedirão em meu nome. Não digo
que pedirei ao Pai a seu favor, porque o próprio Pai os ama, porquanto me
amaram e creram que vim de Deus. ‘Eu vim do Pai e entrei no mundo; agora deixo
o mundo e volto para o Pai’. ... ”
Nos dias atuais
(atualmente) bem como outrora sempre foi normal o procedimento de pessoas se
apresentarem em nome de outros, seja para facilitar o relacionamento ou mesmo o
diálogo inicial, ou mesmo para que demonstrasse aos outros que essa pessoa era
conhecida ou estava ali presente em nome de uma outra pessoa; a qual por sua
vez, era quem legitimamente tinha a autoridade necessária para que o ouvinte,
ou os ouvintes pudesse ou pudessem dar a atenção devida à aquele que estava se
apresentando.
O Senhor Jesus
manteve seu diálogo, nesse momento, mesmo com seus discípulos baseado em
exemplos e palavras que estavam por acontecer (profecias) e mesmo o sentimento
de tristeza que eles estavam sentindo, ainda ocorreria maiores, pois outras
situações estavam por vir, que permitiriam que cada um deles passassem a viver
sem a segurança do Mestre e reservados dos demais de sua nação.
A transição estava
ocorrendo diante dos olhos de cada um dos discípulos, lembramos que exemplos menores,
já haviam ocorrido, pois eles por duas vezes saíram a anunciar as Boas Novas,
sem o Mestre ao lado, sim eles vivenciaram essa experiencia, porém agora,
estava claro que o Senhor iria se ausentar.
Pedir em meu nome,
assim disse Jesus, isso pode parecer, uma ação sabia ou nescia dependendo dos
olhos de quem a avalia, uma vez que a pessoa que usa o nome de outro, pode
transparecer fraqueza ou dependência e isto pode gerar dúvida ou mesmo
insegurança para quem é falado, mas para o Senhor nada mais era que a certeza
de que eles estavam juntos e sabiam como e quando seriam devidas essas palavras.
Jesus, menciona a
eles que até então nada haviam pedido dessa maneira, mas o tempo era chegado e
seus pedidos seriam atendidos pelo Pai, pois eles lhes dariam em nome do Filho
e a alegria de estar mantendo a Palavra Viva e Ativa permaneceriam com cada um
deles.
Prosseguindo o
Senhor, complementa que ao pedir, não estaria ele intercedendo para que
acontecesse, pois o Pai também ama a cada um deles e por esta causa eles receberiam;
assim ele complementa que a razão de do Pai atender era gerado porque eles
amaram ao Filho e creram que o Filho veio do Pai.
Cada Palavra se
cumpriu e continua se cumprindo dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a
ano, século a século, milênio a milênio, pois vem o Dia da Volta do Senhor, sim
o Filho veio do Pai, volta para o Pai e vem no Dia do Senhor, quando o Pai o
envia e o Filho virá com poder e grande glória.
O discípulo segue
seu Mestre e ouve seus ensinos e os prática, mesmo quando a fé é a única
ferramenta que é apta para permitir que o amor acima de tudo ao Pai, o amor a
si próprio como aos seus semelhantes se faça a única esperança presente e assim
os seus, sabem aguardar ou melhor esperar, pois tudo está escrito e permanece
aberto para todo aquele que tem sede e fome de justiça.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula