Base na Bíblia: João
19:27 e 20:19-25 “... Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde
aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. ... Chegada, pois, a tarde,
naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as
portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes:
Paz seja convosco. Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se,
pois, os discípulos ao verem o Senhor. Disse-lhes, então, Jesus segunda vez:
Paz seja convosco; assim como o Pai me
enviou, também eu vos envio a vós. E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e
disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoares os pecados,
são-lhes perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, são lhes retidos. Ora, Tomé,
um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Diziam-lhe,
pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor: Ele, porém, lhes respondeu: Se eu
não vir o sinal dos cravos nas suas mãos, e não meter a mão no seu lado, de
maneira nenhuma crerei. ...”
“... E disse ao Talmid: ‘Esta é sua mãe’. Daquela hora em
diante, o talmid a recebeu em casa. ... Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da
semana, quando os talmidim estavam reunidos a portas trancadas, por medo dos
habitantes de Y’hudah, Yeshua entrou, pôs-se no meio deles e disse: ‘Shalom aleikhem!’.
Tendo-os cumprimentado, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os talmidim ficaram
tomados de alegria quando viram o Senhor. ‘Shalom aleikhem!’, Yeshua repetiu. ‘Como
o Pai me enviou, eu também os envio’. Tendo dito isso, soprou sobre eles e
disse: Recebam o Ruach HaKodesh! Se vocês perdoarem os pecados de alguém,
estarão perdoados; se os retiverem, permanecerão retidos’. No entanto, T’oma
(seu nome significa ‘gêmeo’), um dos Doze, mão estava com eles quando Yeshua
apareceu. Assim que os outros talmidim lhe disseram: ‘Vimos o Senhor’, ele
replicou: ‘Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar meu
dedo onde estavam os pregos e não puser minha mão no seu lado, recuso-me a
crer’. ...”
Um Plano foi
iniciado desde os primórdios, para incluir cada ser humano sobre a face da
terra, sua promessa foi descrita nos livros contidos na Bíblia (66 Livros);
cada momento ali descrito sempre aponta para um libertador, mas, os dias foram
se somando aos anos, os quais foram passando e cada escritor, inspirado pelo
Espírito Santo, escrevia algum detalhe para a promessa de redenção menciona a
Adão e a Eva quando foram excluídos de estar no Jardim do Eden; no entanto suas
rotinas foram acontecendo e a cada período a terra foi povoada e as ações para
que o Redentor pudesse ser Enviado, aconteciam; para muitos era um ato natural
provocado pelo acaso ou porque não eram por acontecimentos naturalmente gerados
pela posição de cada ser humano, mas para os que esperavam o cumprimento dessa
promessa era simplesmente mais um passo na direção da redenção de toda a
humanidade.
Sim, sabemos que a
Salvação veio, os judeus a esperavam e diante deles estava, porém, ainda assim,
para os que viviam juntos, parecia ser bom, porém, influenciados pela liderança
que se tornara oposição, ficava cada vez mais complicado, para que dessem
crédito ao Filho do Homem, chamado Jesus, mesmo quando suas obras o precediam.
Do momento do
calvário até a ressureição, três dias se passaram, cada um deles regado de
informações, uma delas relevante e era a de que os discípulos estavam com medo
dos habitantes de Jerusalém, pois eles foram discípulos do Senhor Jesus.
No cair da tarde
do primeiro dia da semana, após o sepultamento, eles estavam reunidos,
provavelmente dez deles, e tomados pelo receio natural que estavam permaneciam
em um local com suas portas trancadas, e diante deles sabemos que ali Jesus
apareceu, e disse por duas vezes: Shalom Aleichem (em hebraico: שָלֹום עליכם),
isso significa literalmente "a paz esteja convosco" ou "a paz
sobre vós", tratava-se de uma saudação de entusiasmo tradicional de origem
semítica usada no judaísmo, cuja resposta costumeira é "Aleichem
Shalom" (que significa "e sobre vós, a paz").
Sua saudação primeira
foi direta e o escritor não cita que eles responderam, mas sim, que o Mestre de
imediato mostrou suas mãos onde os pregos passaram e o lado onde uma lança o
havia perfurado, eles foram tomados de alegria e imediatamente repetiu a saudação,
e também mencionou sobre o ato de Ele ser enviado pelo Pai e que também os
discípulos estavam sendo enviados por Ele.
Sua ação seguinte
foi a de soprar sobre eles e declarar para que eles recebessem o Espírito
Santo, o qual o Senhor havia mencionado que o Ajudador, o Espírito da Verdade viria,
e para isso havia rogado ao Pai, pois ele sempre estaria com eles, sim, mas o
mundo não podia receber, por não poder ver e nem o conhecer.
Pelo texto, sabemos
que Tomé era um dos que não estavam com eles, quando o Senhor apareceu e pelo
visto, podemos imaginar que como ele veio, ele se foi, e agora quando Tomé
chega os demais discípulos buscam informar a ele que o Mestre estava vivo e
aparecera a eles.
A reação de Tomé apesar
de haver um grande grupo afirmando que Jesus estava vivo, foi de não dar
crédito as informações e ratificar que somente acreditaria se o Senhor ao
aparecer novamente diante dele, mostrasse os locais onde foi perfurado e ele
colocasse seus dedos para confirmar.
Os discípulos
(alunos ou aprendizes) foram enviados e nessa primeira tentativa de anunciar a ressurreição
do Mestre encontraram de imediato a resistência de um de seus colegas; logo
deveríamos saber que ser Enviado, como o Pai enviou o Filho e o Filho veio para
fazer a vontade do Pai é a vontade do Criador.
Ele, escolheu
doze, que permaneceram onze, para serem enviados como apóstolos, porém, percebemos
que a prática da resistência se fez e continua a se fazer presente, no entanto,
a proposta sempre foi de anunciar as Promessas de Salvação ao perdido, e não
salvar pessoas, pois o único Salvador é o Senhor Jesus, que através do Espírito
Santo, convence o pecador de seus pecados que passa a aceitar o Salvador de sua
vida.
Sim, novos
discípulos (aprendizes) foram se formando, gerando novos apóstolos (enviados) que
chegaram aos dias atuais, pois a Seara é do Senhor, e o tempo como diz o
discípulo, apóstolo Cefas (Pedro) é de que para o Senhor um dia é como mil
anos, o qual aprendeu isso do Mestre Jesus, que também enfatiza: “O Dia do
Senhor vem como o ladrão.”.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula