sexta-feira, 27 de março de 2026

AMAR ATÉ O FIM.

Base na Bíblia: João 12:50 – 13:01-06 “... E sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo exatamente como o Pai me ordenou. Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam, tendo já o Diabo posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, que o traísse, Jesus, sabendo que o Pai lhe entregara tudo nas mãos, e que viera de Deus e para Deus voltava, levantou-se da ceia, tirou o manto e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois, deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. Chegou, pois, a Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, lavas-me os pés a mim? ...”

 

“... Sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, digo simplesmente o que o Pai me mandou dizer’. Um pouco antes da festa de Pesach, Yeshua sabia que havia chegado o tempo em que passaria deste mundo para o Pai. Tendo amado seu povo que estava no mundo, ele os amou até o fim. Eles estavam no jantar, e o Adversário já havia colocado o desejo de trair Yeshua no coração de Y’hudah Ben-Shim’on, de K´riot. Yeshua estava ciente de que o Pai havia colocado todas as coisas debaixo do seu poder, e que ele viera de Deus e estava voltando para Deus. Então se levantou da mesa, tirou algumas peças de roupa, e amarrou uma toalha em volta da cintura. A seguir, colocou água em uma bacia e começou a lavar os pés dos talmidim, enxugando-os com a toalha amarrada à volta da cintura. Ele se aproximou de Shim’on Kefa, que lhe disse: ‘Senhor, você vai lavar meus pés?’. ... ”

 

Objeção sempre foi uma forma de se armar contra as perguntas ou afirmações elaboradas por terceiros, sejam estas pessoas próximas ou distantes, uma vez que ao usar deste artifício legítimo, podemos ter tempo para pensar e refletir sobre o que foi apresentado, ou ainda, buscar uma rota de fuga, para que se necessário possa se livrar do incomodo que a ação pode causa a cada um, ressaltando que seja essa ação boa ou o inverso, uma vez que, quem passa a informação pode usar dela como uma maneira de expressar seu interesse, assim como, o oposto é real e também aquele que a recebe pode ter sensações diferentes daquelas esperadas pelo locutor.

O Plano de Redenção está sendo apresentado e muitos ouvintes, aceitam essas palavras, porém se omitem por receio de possíveis retalhações pelos líderes de sua época; sim, podemos perceber que nos dias de outrora, como atualmente, cada um busca encontrar o equilíbrio em suas ações e aceitação frente ao meio em que se estabelece, uma vez que em caso de uma decisão pessoal, essa pessoa possa vir a perder valores (materiais ou imateriais) que não gostaria de abrir mão.

Certamente poucos dias antes da Páscoa, ocorre uma ceia a qual é celebrada entre o Mestre e seus discípulos, notamos que João, o discípulo é extremamente cuidadoso em mencionar essas ações detalhadas do Mestre, certamente porque  era uma pessoa observadora e assim prontamente mencionou que o Senhor estava certo do tempo em que vivia e pronto para prosseguir no Plano de Redenção estabelecido desde os primórdios para reatar o elo perdido entre o ser humano e seu Criador.

Interessante observar que os cuidados do Mestre eram mantidos, ou seja, ela cuidava dos seus (seu povo) e os amava e mantinha viva sua determinação de não os deixar, até ocorrer o cumprimento das palavras descritas nas Escrituras Sagradas sobre a Vinda do Messias, Jesus (Yeshua, O Senhor Salva), mantendo em todo o tempo o foco em servir, ainda que viesse do Pai e ao Pai voltaria, manteve sua posição de servo, servo sofredor, como bem definiu o profeta Isaias, ao citar sobre sua vinda e seu semblante, ainda que todas as coisas estavam sobre o seu poder, dadas pelo Pai.

Levanta-se do chão (local da mesa) coloca-se de pé, tira parte de suas vestimentas e acrescenta a sua cintura uma toalha, coloca em uma bacia água e passa a lavar os pés de cada um de seus discípulos, sem qualquer distinção de hierarquia ou cargos entre eles, pois, podemos lembrar que o tesoureiro desse grupo era seu discípulo Judas Iscariotes, o qual segundo João deixa mencionado que ele estava já determinado no alvo de trair seu Mestre, conforme ação colocada pelo adversário em seu coração.

Ao Mestre sua ação contínua para todos e todos são cuidados em igual medida, ainda que possamos sempre identificar variações de afeições, entre as pessoas, pelos mais diversos motivos e razões, afinal tudo padronizamos segundo o meio de julgamento de cada ser humano sobre a face da terra, e assim fazendo, cada um de nós, pode se distanciar dos verdadeiros motivos que influenciam o resultado igual que recebemos do Amor do Pai, uma vez, que a vida eterna é a fonte da expressão por suas criaturas, significando em Jesus o significado que perdemos desde a queda do homem no Jardim do Eden.

Sim a contestação, ou melhor a objeção que herdamos desde os dias de Adão e Eva tem um papel preponderante na decisão de cada um de nós, pois buscamos respostas nos mais diversos locais e pelos mais diversos meios, sendo que na maioria das vezes, nesses caminhos temos que nos submeter a fazer ações ou coisas para ser merecedor; enquanto que a Salvação, mencionada por João, o Batista e executada em Jesus, nada condiciona, afinal sim, é pela graça que somos salvos e isto não vem de seres humanos é o dom de Deus, uma vez que o preço para liquidar nossa dívida e restaurar nosso equilíbrio com o Pai era impagável, somente o Cordeiro de Deus, enviado pelo Pai era capaz, logo um morreu por todos, assim como no Jardim do Eden, por um entrou o pecado no mundo.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

















  

sexta-feira, 20 de março de 2026

SABER COMO FALAR.

Base na Bíblia: João 12:44-50 “... Clamou Jesus, dizendo: Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não pereça nas trevas. E, se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; pois eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia. Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar. E sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo exatamente como o Pai me ordenou. ...”

 

“... Yeshua declarou em público: ‘Quem põe a confiança em mim, não confia apenas em mim, mas em quem me enviou. Também quem me vê, vê quem me enviou. Eu vim como luz ao mundo, para quem confiar em mim não permanecer nas trevas. Se alguém ouve o que digo e não obedece, eu não o julgo; porque não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita e não aceita o que digo tem um juiz: a própria palavra que falei o julgará no último dia. Porque não falei por iniciativa própria, mas o Pai me enviou e me deu uma ordem, isto é, o que dizer e o que falar. Sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, digo simplesmente o que o Pai me mandou dizer’. ... ”

 

Desafiamos e vivenciamos paradigmas dia a dia, pois somos incentivados a demonstrar nossa evolução natural frente aos demais que nos cercam durante toda a nossa trajetória sobre a face da terra, sendo assim, uma vez que, somos levados a achar que somente ser uma cópia de nossos ancestrais não basta, ou em alguns casos podem ser taxados como medíocres, logo abaixo da média, porém quando ponderamos sobre temas dessa natureza, podemos identificar valores que os antigos atingiram, que não conseguiríamos imitar, mesmo se voltássemos no tempo, ou porque a ciência não mantem como viável a conduta de outrora.

Nas palavras de Jesus, um clamor se ergue na direção de todos os ouvintes, apresentando a cada um, o ano (tempo) aceitável do Senhor, sim, para seus ouvintes (de todos os tempos), uma vez que um tempo de mudança aos padrões de outrora é ofertado, jamais subjugando cada ouvinte, antes confronto seus valores pessoais e existenciais com os valores propostos de uma reconciliação nas Boas Novas anunciada.

Ouvir discursos que enfatizam respostas e motivação a cada momento difícil é envolvendo e para muitos cativante, porém ouvir sobre arrependimento e mudança de regras também fazia parte para cada um ali e aqui que estavam e estarão, até o último dia, marcado pela Volta do Senhor.

O livre arbítrio tão abertamente envolto em rodas de conversas, também no passado era usado com constância, uma vez que, deixa de ser imposição e se coloca como uma proposta apresentada, aos que conhecem e aos que nunca conheceram e nem jamais se interessarão em conhecer.

O Mestre menciona que, Ele não julgaria a ninguém que o deixa de ouvir, porém as palavras que foram ditas por ele, essas sim seriam a ferramenta usada no último dia a todos, em igual medida a todos.

Sim, o que dizer e o que falar, o Senhor enviou seu Filho, para falar e cada palavra dita pelo Mestre tinha exatamente o mesmo teor que o Pai havia mencionado para apresentar a todos igualmente. As palavras citadas tratam da vida eterna e o Filho mencionou simplesmente essas palavras a todos, sim, o Filho imita o Pai e procura fazer o que lhe agrada, sem acrescentar ou tirar um único til, pois o exemplo maior estava diante de todos, porém, cada um por si busca alternativas nas mais diversas possibilidades para se esquivar do evento da Noiva com o Noivo.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula















  

sexta-feira, 13 de março de 2026

O PESO.

 

Base na Bíblia: João 12:40-47 “... Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos e entendam com o coração, e se convertam, e eu os cure. Estas coisas disse Isaías, porque viu a sua glória e dele falou. Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele; mas por causa dos fariseus não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus. Clamou Jesus, dizendo: Quem crê em mim crê , não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não pereça nas trevas. E, se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; pois eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. ...”

 

“... ’Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos nem entendam com o coração, nem façam t’shuvah, para que eu os cure’. (Yesha’yahu) disse essas coisas porque viu a sh’khinah de Yeshua e falou sobre ela. Ainda assim, muitos puseram a confiança nele; mas, por causa dos p’rushim, não o diziam abertamente, com medo de serem banidos da sinagoga; pois amaram mais o louvor dos homens que o louvor da parte de Deus. Yeshua declarou em público: ‘Quem põe a confiança em mim, não confia apenas em mim, mas em quem me enviou. Também quem me vê, vê quem me enviou. Eu vim como luz ao mundo, para quem confiar em mim não permanecer nas trevas. Se alguém ouve o que digo e não obedece, eu não o julgo; porque não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. ... ”

 

O peso sempre foi o meio para definirmos inúmeras coisas, dependendo do momento em que é exercido, ou usado, por cada ser humano sobre a face da terra, uma vez que sempre existe medidas para se apurar o peso, desta maneira buscamos de alguma forma encontrar o equilíbrio justo em cada acontecimento seja ele favorável ou não pelos atos que cada ser humano busca para si.

As palavras do profeta Isaias citado por João, apontam para um momento em que as ações do Messias eram visíveis a todos (todas as classes sociais) e suas palavras eram claras e comum para todos, afinal, seu vocabulário era o mesmo para todos, as parábolas sempre foram o meio mais seguro de se apresentar acontecimentos, usando de recursos conhecidos por todos ao redor.

Contudo, ficaram como cegos e surdos em seus olhos e ouvidos deixando de perceber quem legitimamente estava diante deles e qual era o propósito que a eles lhes eram repassados, podemos imaginar que ninguém aceitava seus ensinos, mas pelo texto observamos que sim, muitos ouviam, viam os milagres e passavam a confiar no Senhor, porém um fenômeno natural que acomete cada ser humano que está desapercebido acomete a todos esses.

O receio de serem excluídos de suas sinagogas, se tornaram o verdadeiro interesse deles, ainda que as palavras da vida eterna eram semeadas em seus corações, eles se preocupavam mais com os efeitos de serem banidos (excluídos) de seus grupos sociais.

Jesus menciona que o que confia nele, confia também naquele que o enviou e que também quem o vê, vê também aquele que o enviou, assim como não permanecem em trevas aqueles que nele confiam, porém o peso da decisão era demasiado, pois amaram mais as trevas do que a luz que veio para lumiar o Mundo, afinal muitos pensam somente no tempo presente, como o Senhor mencionou sobre certo agricultor.

Esse agricultor sem nome ou endereço é citado sobre sua plantação, a qual foi bem-sucedida, levando o mesmo a aumentar seus locais de armazenamento, porém, quando tudo está pronto e ele satisfeito com seu resultado em todos os planos pessoais, materiais e espirituais, ele recebe do Messias a citação de que ainda hoje sua vida seria ceifada e o que ele teria para oferecer.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 








sexta-feira, 6 de março de 2026

O EIXO CENTRAL.

 

Base na Bíblia: João 12:33-40 “... Isto dizia, significando de que modo havia de morrer. Respondeu-lhe a multidão: Nós temos ouvido da lei que o Cristo permanece para sempre; e como dizes tu: Importa que o Filho do homem seja levantado? Quem é esse Filho do homem? Disse-lhes então Jesus: Ainda por um pouco de tempo a luz está entre vós. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Havendo Jesus assim falado, retirou-se e escondeu-se deles. E, embora tivesse operado tantos sinais diante deles, não criam nele; para que se cumprisse a palavra do profeta Isaías: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Por isso não podiam crer, porque, como disse ainda Isaías: Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos e entendam com o coração, e se convertam, e eu os cure.  ...”

 

“... Ele disse isso para indicar o tipo de morte que sofreria. A multidão respondeu: ‘Aprendemos da Torah que o Messias permanecerá para sempre. Como vocês diz que o Filho do Homem precisa ser ‘levantado’? Quem é esse ‘Filho do Homem’?’. Yeshua disse-lhes: ‘A luz estará com vocês por mais um pouco de tempo. Andem enquanto têm a luz, ou as trevas os surpreenderão, pois quem anda nas trevas não sabe aonde vai. Enquanto vocês tem luz, ponham sua confiança na luz, para que se tornem pessoas da luz’. Yeshua disse essas coisas, saiu e se ocultou deles. Mesmo tendo feito Yeshua tantos milagres em sua presença, não confiaram nele, para que a palavra de Yesha’yahu, o profeta, se cumprisse: ‘ADONAI quem creu em nosso relato? A quem o braço de ADONAI foi revelado?’. A razão pela qual não podiam crer era – como disse Yesha’yahu em outro lugar: ’Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos nem entendam com o coração, nem façam t’shuvah, para que eu os cure’. ... ”

 

Sempre existe um ponto de equilíbrio que podemos definir como o eixo central, o qual permite o perfeito funcionamento de todos os equipamentos; esse raciocínio é valido quando tratamos de uma máquina, ou podemos estender esse pensamento ao nosso corpo mortal quando falamos de nossas ações e reações as quais adotamos ao longo de nossa permanência sobre a face da terra.

Isaías séculos antes declarara no capítulo 53 versículo 01 e no capítulo 06 versículo 10 as citações apresentadas pelo escritor, João, irmão de Tiago, os quais eram filhos de Zebedeu, ele inicialmente era um dos discípulos de João, o Batista e depois escolhido como um dos doze discípulos de Yeshua (O Senhor Salva), sim percebam que basta simplesmente uma frase colocada nas mesas de refeições, ou em meio a uma reunião, notem que um simples ponto abordado e os ânimos dentre os presentes são elevados naturalmente, desta forma naturalmente sempre cada um por si busca defender seus pontos de vista ou opiniões, seja iniciado pela parte de extremistas, radicais ou dos mediadores, ou mesmo sobre os que se apresentam como livres de qualquer tipo de posição, afinal esses também estão no mesmo lugar, porém se sentem livres de pôr suas opiniões pessoais, ainda assim todos estão no mesmo local que aparentaria serenidade e o singelo compartilhar de bons momentos em comum.

A multidão ouviu suas palavras, porém o ensino que eles tinham sobre o Messias, consideravam eles que continuamente haveria sua perene permanência entre eles e desta forma passaram a questioná-lo para buscar entender racionalmente quem era o Filho do Homem e por que seria Ele levantado, a resposta do Messias foi simples e direta a todos.

O Messias passou a declarar sobre o efeito da luz e das trevas, citando sobre a luz que sua importância era grande ao poder andar na luz, afirmando em contra partida que andar com as trevas não se sabe para onde vai, logo se achegar para a luz seria a melhor decisão a ser tomada, porém, alertando a cada um deles que a luz estaria ainda com eles por um breve período de tempo, logo, colocar sua confiança na luz que estava diante delas os tornariam pessoas da luz.

Sua ação imediata ao apresentar essa resposta a todos, foi a de se ocultar simplesmente de todos eles, pois seu tempo estava chegado e tudo que havia acontecido o levava para o cumprimento das Escrituras, simplificando esse pensamento: eles com certeza não gostaram da resposta, uma vez que, apesar de todos os acontecimentos sobrenaturais e cuidados para o melhor de todos e para todos, nada de confiança haviam em cada um deles, assim o ato de se ocultar, naturalmente ratificavam as palavras do profeta Isaías séculos antes, como citado no início do texto.

Notemos como o coração pode se enganar com facilidade, assim menciona o versículo em Jeremias 17:9, que diz: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso (ou desesperadamente corrupto); quem o conhecerá?" Podemos sim estar vivendo dias contrários aos que estamos idealizando e nos pautando, afinal a Bíblia alerta que os sentimentos de cada ser humano que vive sobre a face da terra são falhos, instáveis e tendem ao egoísmo, logo não serve como um guia confiável, sendo naturalmente necessário continuar ao lado do Criador, o verdadeiro eixo Central.

As palavras do Messias estavam em acordo com as Escrituras Sagradas e cada texto contido nela era a pura apresentação do que havia de se cumprir e diante deles estava o cumprimento das palavras dos profetas, pois, o amor do Criador estava acontecendo diante de cada um, mas, apesar do eixo central estar diante deles, seus corações estavam distantes e deixaram de ouvir e se arrepender para que o Eterno os curasse, a história se repete ano a ano até o dia de Sua Volta, o tempo é dEle, pois somos feitos segundo sua imagem e semelhança, sim temos os olhos do Pai sobre cada um, mas podemos sempre decidir, afinal o médico só é buscado pelos que estão doentes e dormem.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula