sexta-feira, 25 de setembro de 2026

A ESCOLHA.

 

Base na Bíblia: João 18:38-40 e 19:01-06 “... Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dito isso, de novo saiu a ter com os judeus e disse-lhes: Não acho nele crime algum. Tendes, porém, por costume que eu vos solte alguém por ocasião da páscoa; quereis, pois, que vos solte o rei dos judeus? Então, todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. Ora, Barrabás era salteador. Nisso, pois, Pilatos tomou a Jesus e mandou açoitá-lo. E os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha sobre a cabeça e lhe vestiram um manto de púrpura; e, chegando-se a ele, diziam: Salve, rei dos judeus! e davam-lhe bofetadas. Então Pilatos saiu outra vez e disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho nele crime algum. Saiu, pois, Jesus, trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. E disse-lhes Pilatos: Eis o homem! ...”

 

“... Pilatos lhe respondeu. ‘Que é a verdade?’. Tendo dito isso, saiu novamente para onde estavam os moradores de Y’hudah e disse: ‘Não encontro nada contra ele. Entretanto, vocês têm o costume de libertar um prisioneiro por ocasião de Pesach. Querem que eu solte ‘o reio dos judeus’?’. Eles gritaram em resposta: ‘Não esse homem! Queremos Bar-Abba!’. (Ora, Bar-Abba era um bandido.) Então Pilatos mandou açoitar Yeshua. Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça dele, vestiram-no com uma capa de púrpura, e, chegando-se a ele, diziam: ‘Viva, ‘rei dos judeus’!’, e lhe batiam no rosto. Pilatos saiu mais uma vez e disse à multidão: ‘Vejam, eu estou trazendo a vocês, para que entendam que não acho nenhuma acusação contra ele’. Então Yeshua veio para fora, usando a coroa e a capa de púrpura. Pilatos lhes disse: ‘Olhem para o homem!’. ...”

 

Durante nossos dias e mesmo desde a fundação do mundo, ou melhor, desde o momento em que o ser humano vive sobre a face  da terra, sempre cada um teve que fazer suas escolhas, notadamente a partir de suas escolhas, homem e mulher passaram a definir seus hábitos e decisões sobre seus dias, afinal a cada uma de suas decisões, um resultado foi definido, ou melhor em suas escolhas, os resultados se somaram a sua rotina de seu cotidiano, sejam esses positivos ou negativos e cada uma por si passa a se redefinir e sim, se moldar as suas próprias escolhas.

Pilatos manteve seu interrogatório sobre o acusado e a cada resposta, sua intuição e a falta de provas, levavam a certeza de que diante dele, não estava um criminoso do estado, ou mesmo um criminoso do povo, isso acontecia segundo seu pessoal julgamento, porém, a cada etapa ele de maneira diplomática se dirigia para fora onde seus acusadores aguardavam a sentença.

Sim, novamente ratifica aos seus acusadores que não identificava Jesus como criminoso, porém, aproveita do período em que estavam, onde a Páscoa dos judeus seriam celebradas entre eles e ratifica que havia a possibilidade de soltar um criminoso, e diante deles apresenta o nome de Jesus, como sendo o rei dos judeus, ao invés de aceitarem, eles rejeitam de cara essa escolha e optam por citar o nome de outra pessoa, chamada de Barrabás, ele aceita.

Uma vez definido que Jesus estava condenado pelos líderes e o povo, foi entregue aos soldados que tomaram algumas medidas, dentre elas lhe entregarem dois presentes, um deles era uma coroa e o segundo era um manto de cor escarlate e o vestiram com elas e somaram a ação de o saldar, porém com batidas no rosto.

Uma vez devolvido a Pilatos, este o levou para fora e agora diante de seus acusadores e mais uma vez ratificou que não via culpa no acusado e permitiu que todos pudessem ver a Jesus, porém agora claramente o chama de homem.

A escolha dos acusadores, somado a escolha de Pilatos em atender, o pleito deles, somou simplesmente a ação dos soldados sobre o rei dos judeus, pois eles somente reconheciam a Cezar, levando por parte deles ao total desdém do Messias, fato esse que se repete dia a dia desde a queda do ser humano, onde o Plano de Redenção veio a ser consumado no Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula









 








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