Base na Bíblia: João
18:38-40 e 19:01-06 “... Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dito isso,
de novo saiu a ter com os judeus e disse-lhes: Não acho nele crime algum. Tendes,
porém, por costume que eu vos solte alguém por ocasião da páscoa; quereis,
pois, que vos solte o rei dos judeus? Então, todos tornaram a clamar, dizendo: Este
não, mas Barrabás. Ora, Barrabás era salteador. Nisso, pois, Pilatos tomou a Jesus
e mandou açoitá-lo. E os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha sobre
a cabeça e lhe vestiram um manto de púrpura; e, chegando-se a ele, diziam: Salve,
rei dos judeus! e davam-lhe bofetadas. Então Pilatos saiu outra vez e
disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho nele crime
algum. Saiu, pois, Jesus, trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. E
disse-lhes Pilatos: Eis o homem! ...”
“... Pilatos lhe respondeu. ‘Que é a verdade?’. Tendo dito
isso, saiu novamente para onde estavam os moradores de Y’hudah e disse: ‘Não
encontro nada contra ele. Entretanto, vocês têm o costume de libertar um
prisioneiro por ocasião de Pesach. Querem que eu solte ‘o reio dos judeus’?’. Eles
gritaram em resposta: ‘Não esse homem! Queremos Bar-Abba!’. (Ora, Bar-Abba era
um bandido.) Então Pilatos mandou açoitar Yeshua. Os soldados teceram uma coroa
de espinhos e a puseram na cabeça dele, vestiram-no com uma capa de púrpura, e,
chegando-se a ele, diziam: ‘Viva, ‘rei dos judeus’!’, e lhe batiam no rosto. Pilatos
saiu mais uma vez e disse à multidão: ‘Vejam, eu estou trazendo a vocês, para
que entendam que não acho nenhuma acusação contra ele’. Então Yeshua veio para
fora, usando a coroa e a capa de púrpura. Pilatos lhes disse: ‘Olhem para o
homem!’. ...”
Durante nossos
dias e mesmo desde a fundação do mundo, ou melhor, desde o momento em que o ser
humano vive sobre a face da terra,
sempre cada um teve que fazer suas escolhas, notadamente a partir de suas
escolhas, homem e mulher passaram a definir seus hábitos e decisões sobre seus
dias, afinal a cada uma de suas decisões, um resultado foi definido, ou melhor em
suas escolhas, os resultados se somaram a sua rotina de seu cotidiano, sejam esses
positivos ou negativos e cada uma por si passa a se redefinir e sim, se moldar
as suas próprias escolhas.
Pilatos manteve
seu interrogatório sobre o acusado e a cada resposta, sua intuição e a falta de
provas, levavam a certeza de que diante dele, não estava um criminoso do
estado, ou mesmo um criminoso do povo, isso acontecia segundo seu pessoal julgamento,
porém, a cada etapa ele de maneira diplomática se dirigia para fora onde seus
acusadores aguardavam a sentença.
Sim, novamente
ratifica aos seus acusadores que não identificava Jesus como criminoso, porém,
aproveita do período em que estavam, onde a Páscoa dos judeus seriam celebradas
entre eles e ratifica que havia a possibilidade de soltar um criminoso, e
diante deles apresenta o nome de Jesus, como sendo o rei dos judeus, ao invés
de aceitarem, eles rejeitam de cara essa escolha e optam por citar o nome de
outra pessoa, chamada de Barrabás, ele aceita.
Uma vez definido
que Jesus estava condenado pelos líderes e o povo, foi entregue aos soldados
que tomaram algumas medidas, dentre elas lhe entregarem dois presentes, um
deles era uma coroa e o segundo era um manto de cor escarlate e o vestiram com
elas e somaram a ação de o saldar, porém com batidas no rosto.
Uma vez devolvido
a Pilatos, este o levou para fora e agora diante de seus acusadores e mais uma
vez ratificou que não via culpa no acusado e permitiu que todos pudessem ver a
Jesus, porém agora claramente o chama de homem.
A escolha dos
acusadores, somado a escolha de Pilatos em atender, o pleito deles, somou simplesmente
a ação dos soldados sobre o rei dos judeus, pois eles somente reconheciam a
Cezar, levando por parte deles ao total desdém do Messias, fato esse que se
repete dia a dia desde a queda do ser humano, onde o Plano de Redenção veio a ser
consumado no Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
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