sexta-feira, 19 de julho de 2019

SURPREENDIDO.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 45-51 ... Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem a frente para o povoado de Betsaida, no lado leste do lago, enquanto ele mandava o povo embora. Depois de se despedir dos discípulos, Jesus subiu um monte a fim de orar ali. Quando chegou a noite, o barco estava no meio do lago, e Jesus estava em terra, sozinho. Ele viu que os discípulos estavam remando com dificuldade porque o vento soprava contra eles. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água, e ia passar adiante deles. Quando viram Jesus andando em cima da água, os discípulos pensaram que ele era um fantasma e começaram a gritar. Todos ficaram apavorados com o que viram. Mas logo Jesus falou com eles, dizendo: Coragem, sou eu! Não tenham medo! Aí subiu no barco com eles, e o vento se acalmou. Os discípulos estavam completamente apavorados...”


Ao lago de 13 km de extensão de margem a margem, estavam os discípulos cumprindo a vontade do Mestre Jesus, que os obrigará a partirem, esses agora remando em direção ao lado leste para o povoado de Betsaida.

Quando saíram o tempo com certeza estava favorável para a travessia e os sinais no céu e no tempo nada indicava mau tempo, assim sabemos que doze discípulos subiram no barco sem a presença física de seu Mestre.

Jesus havia permanecido inicialmente para despedir a multidão e anoitecia enquanto isso ocorria, os discípulos agora partiam no barco e uma vez que todos se foram, toma ele a decisão de subir a um monte sozinho para orar e ter a intimidade com Deus, possivelmente por mais de 9 (nove) horas.

Enquanto as horas passam, Jesus verifica provavelmente porque o tempo estava aberto, e iluminado pelas ordens celestiais que o barco estava no meio do lago e os discípulos estavam tendo dificuldade em remar para avançar, devido ao fato do vento que estava diretamente contra eles, mas eles persistiam.

Passadas as horas, entre 3 (três) e 6 (seis) horas, na quarta vigília da noite, logo era na madrugada, apesar do vento continuar contrário encontramos Jesus andando na direção de Betsaida e já estava passando o barco com os discípulos dentro remando.

Os discípulos não enxergaram com clareza e definiram o vulto, vindo na mesma direção deles, como um fantasma e por se aproximar mais e mais, todos começaram a gritar de puro medo.

Rapidamente Jesus fala com eles, 'coragem, sou eu, não tenham medo' em seguida sobe ao barco para estar junto a eles e no mesmo instante o tempo ruim passa, voltando o tempo agradável para que todos pudessem cumprir a jornada.

Ninguém perguntou a Jesus antecipadamente qual seria o meio de transporte que ele usaria para os encontrar, pronto agora descobriram e foram mais uma vez tranquilizados pelo seu Criador.

Estavam eles sim com suas mentes fechadas, e por isso apavorados todos desde a multiplicação dos pães e dos peixes por não conseguirem discernir estavam surpreendidos com o poder infinito sobrenatural do Deus Filho diante deles.

O mesmo amor perpetua do Messias para com todos os seus, que ouvem a sua voz e se achegam a ele e agem segundo a sua plena vontade, lembra isso o que o salmista escreve: se meu pai e minha mãe me abandonarem, então o Senhor me acolherá (Salmos 27:10).

Em Jesus saiba que em tudo você sempre será surpreendido seja pelo seu agir, ou pelo seu silêncio, porém devemos sim usar da fé e ter a mente sempre equilibrada no agir do Eterno, pois como aconteceu com Filipe (inicialmente um diácono), que estava em um certo lugar e de repente foi parar em outro certo lugar, e ouviu uma voz que lhe dizia, acompanha este carro que está passando, ele atendeu e sabemos que o resultado vai surpreender não só o mundo material mas muito além no mundo espiritual vai ser claramente então possível entoar com convicção: Já te disse se tu creres, tu verás a glória de Deus...


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 12 de julho de 2019

PARTILHAR SEM DESPERDÍCIO.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 35-41 ... De tardinha, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: Já é tarde, e este lugar é deserto. Mande esta gente embora, a fim de que vão aos sítios e povoados de perto daqui e comprem alguma coisa para comer. Mas Jesus respondeu: Deem vocês mesmos comida a eles. Os discípulos disseram: Para comprarmos pão para toda esta gente, nós precisaríamos de duzentas moedas de prata. Jesus respondeu: Quantos pães vocês têm? Vão ver. Os discípulos foram ver e disseram: Temos cinco pães e dois peixes. Então Jesus mandou o povo sentar-se em grupos de cem e de cinquenta. Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus. Depois partiu os pães e os entregou aos discípulos para que eles distribuíssem ao povo. E também dividiu os dois peixes com todos...”

O final daquele dia está se aproximando, se fosse no hemisfério sul no inverno, significa que se aproxima das 17:20 horas, logo em seguida chega à noite.

Jesus parece não estar atento a este pormenor e continua ensinando, curando, tratando as feridas de cada um, mas seus discípulos estão atentos a este detalhe e se achegam ao Mestre com um pedido pertinente.

Lembram o Senhor do local onde estão, que era totalmente isolado e distante de pontos comerciais, logo sugerem ou melhor partilham (proposta imaterial) uma forma ou uma maneira de dar dignamente atenção aos seus ouvintes e permitir que todos regressem ao seus locais de origem com tempo para se alimentarem durante o trajeto de volta.

Sabemos por Marcos que na verdade, os discípulos e o próprio Jesus, ali estavam para poder descansar e se alimentarem, logo havia uma provisão modesta entre eles: cinco pães e dois peixes era a quantia total.

As palavras de Jesus novamente surpreendeu com certeza aos discípulos, pois Ele sugere que a multidão permaneça ali com eles, e que eles mesmos as alimentassem a todos, logo podemos observar que uma partilha, agora real (proposta material), foi novamente proposta a cada um de seus discípulos.

Entre eles consultam, o tesoureiro Judas para ver o caixa, pois pela quantidade de pessoas estabelecem o montante de 200 moedas de prata para atenderem a todos, além de terem, cada um deles de se deslocarem para buscar o alimento, mas não tinham saldo suficiente para isto acontecer.

Lembrando que a menor moeda de prata equivalia a um denário e era a Romana ou a Grega que era de uma Dracma.

Jesus intervém rapidamente e pede que consultem entre si quanto de comida possuíam, e uma vez informado, pediu que o povo se assentasse na grama verde, em grupo entre 50 (cinquenta) e 100 (cem) pessoas.

Para o povo ficou a espera, para os discípulos mais tensão e aprendizado, para Jesus o momento de apresentar ao Eterno em graça o alimento que trouxe para próximo de si.

Jesus inicia a partilha, repassando aos discípulos e estes indo nos grupos de 50 ou de 100 partilhando também do que recebera e com certeza repetindo esse processo até que todos foram servidos e estavam saciados.

A partilha do pão da Vida estava acontecendo e ninguém poderia deixar de se servir, era para todos os 5000 (cinco mil) homens e os 12 discípulos, sem ser contato as mulheres e as crianças que lá estavam e por fim o próprio Jesus, o pão vivo que desceu do Céu e os amou e ama como ovelhas sem pastor.

A Palavra de Deus foi ensinada e segue sendo ensinada até o dia da volta do Messias, lembrando o que Jesus declarou aos seus discípulos sobre partilhar a todos, porém aos que não queriam ouvir, simplesmente deveriam sacudir o pó de suas sandálias e seguir adiante.

Da mesma forma, literalmente, após todos serem saciados, para não ter desperdício, mandou recolher as sobras, pois é produto abençoado e foram recolhidos 12 (doze) cestos de pedaços de pães e peixes.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 5 de julho de 2019

PLANOS PODEM ALTERAR.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 30-34 ... Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que tinham feito e ensinado. Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse: Venham! Vamos sozinhos para um lugar deserto a fim de descansarmos um pouco. Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto. Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram pela margem e chegaram antes deles. Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas...”

Os discípulos de alguma forma deram ao mesmo tempo, cada um dos 6 (seis) grupos por encerrado o trabalho que Jesus o Raboni lhes havia confiado.

Ou pode ser que o próprio Mestre ao enviá-los previamente delimitou uma área para cada um dos grupos e um período, porém pelo texto com certeza sabemos que de fato todos regressaram e estavam juntos.

Jesus os recebe e ouve a retrospectiva de cada um deles e todos eles notam que está havendo uma grande movimentação de pessoas entrando e saindo, sugerindo de certa forma que se tratava de um lugar fechado onde eles estavam, bem como deixou de haver tempo de sobra para poderem se alimentar.

A proposta então é elaborada por Jesus, o Plano é o de  simplesmente todos eles saírem de barco sem serem percebidos para um lugar afastado, no deserto, onde pudessem descansar e com certeza alimentarem-se.

Todos pelo visto estavam de acordo e partiram, mas foram percebidos e seguidos não só pelos locais, mas também pelos povoados ao redor, que pela posição do barco e a direção em que remavam, o seguiram para uma região desértica, foram a pé pela margem e chegaram antes deles no local que seria para ser o descanso deles.

O Mestre desembarca e vê a multidão com suas necessidades e ao invés de manter seu plano, o altera imediatamente, pois sente um profundo amor por cada um deles, pois os via como ovelhas sem pastor.

Mudar o plano para muitos em nossos dias pode ser o sinal eminente de fracasso, pois para isso se preparam e seguem a carreira de suas vidas, poucos enfim tem a habilidade de viver em planos fracassados e se sentirem, ainda assim confortáveis, pois o grau de auto cobrança de si mesmo e de outros a volta torna inviável assumir tranquilidade e ainda mais ter tempo para remodelar a estratégia e estar seguro de que pode ser feito melhor do que originalmente planejou.

Marcos não define a que horas isto aconteceu, sobre esse novo encontro de uma multidão com o Messias, mas sabemos pelo texto que Jesus passou a ensinar a todos até o final da tarde, e com certeza muitos sinais e maravilhas aconteciam e esse povo de 5.000 (cinco mil) homens, com certeza sem contar as mulheres e as crianças, não iam embora, permaneciam a vê-lo e ouvi-lo.

O Amor redentor do Criador foi liberado naturalmente para poder de fato, neutralizar o efeito iniciado pelo pecado da desobediência, esse virou o Plano Eterno que foi traçado e foi se cumprindo ao longo dos séculos e consumado em seu Filho, que com plena autoridade apresenta o verdadeiro e único caminho que leva ao Criador.

O ser humano por sua vez recebe as Boas Novas, principalmente quando estão no deserto de suas vidas, as ouvem e de imediato conflitam com seu plano de vida, conflitam também com seu aprendizado, conflitam mais ainda com sua crença, conflita muito mais com os seus à sua volta e poucos são os que aceitam integralmente mudar seus planos e ficar aos pés do Redentor, passando pela estreita porta.

O único Plano que nunca vai mudar é do Redentor com sua Criação, pois mesmo com fome, cansado, atendendo aos que são próximos dele e os ouvindo, ainda assim prioriza e para tudo por um só pecador e lhe passa a dar total atenção.

Os demais planos que o mundo apresenta sempre tentam se especializar e a cada solavanco que acontecem na estrada da vida, optam por buscar mais e mais seus pessoais interesses, deixando assim de olhar para o único caminho estreito que conduz a Vida Eterna.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula












sexta-feira, 28 de junho de 2019

O RESULTADO DA PALAVRA.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 17-23 ... Pois tinha sido Herodes mesmo quem havia mandado prender João, amarrar suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias, com quem havia casado, embora ela fosse esposa do seu irmão Filipe. Por isso João tinha dito muitas vezes a Herodes: ‘Pela nossa lei você é proibido de casar com a esposa do seu irmão!’ Herodias estava furiosa com João e queria matá-lo. Mas não podia porque Herodes tinha medo dele, pois sabia que ele era um homem bom e dedicado a Deus. Por isso Herodes protegia João. E, quando o ouvia falar, ficava sem saber o que fazer, mas mesmo assim gostava de escutá-lo. Porém no dia do aniversário de Herodes apareceu a ocasião que Herodias estava esperando. Nesse dia Herodes deu um banquete para as pessoas importantes do seu governo: altos funcionários, chefes militares e autoridades da Galiléia. Durante o banquete a filha de Herodias entrou no salão e dançou. Herodes e os seus convidados gostaram muito da dança. Então o rei disse à moça: Peça o que quiser, e eu lhe darei. E jurou: Prometo que darei o que você pedir, mesmo que seja a metade do meu reino! ...”


Por muito tempo para se formalizar um contrato entre pessoas esses eram simplesmente celebrados somente com a palavra, mesmo nos dias atuais uma grande maioria de negócios, trocas e inclusive relacionamentos seguem o mesmo princípio.

A diferença que sentimos nos dias atuais mesmo com o avanço da tecnologia, onde informações são cruzadas em tempo real, facilitando a tomada de decisão e ainda assim quando além de uma palavra ou como ocorre ainda hoje em muitas culturas onde é adicionado um simples aperto de mãos, somasse o contrato formal entre as partes.

Herodes ao saber do sucesso de Jesus, lembrasse de uma pessoa que ele tinha medo e respeito chamada de João Batista.

Marcos ao escrever a carta, chamada de evangelho, passa a descrever em parte do ponto de vista pessoal de Herodes e parte dos acontecimentos que desencadearam na morte de João o Batista.

A palavra de João era direta a Herodes sobre sua atitude pessoal de se casar com a esposa de seu irmão Filipe, chamada Herodias, essa por sua vez, tinha uma filha e não via João com bons olhos, por causa dessas palavras.

Sobre o irmão de Herodes, Filipe, nem é citada sua posição sobre isso, mas sabemos que a mando de Herodes; foi para a cadeia com as mãos amarradas e assim se achava João, pois o ouvia e não tinha atitude alguma de mudança, ou de ratificar seu status na hierarquia da sociedade que vivia.

Por ocasião de uma festa de seu aniversário, abre o momento para a oposição mudar o que estava sendo seu empecilho e para poder avançar sem obstáculos seu modo de proceder, bastou uma simples dança da filha de Herodias para conquistar o anfitrião e seus convidados.

Encontramos um contrato sendo celebrado em uma das parte lá está Herodes satisfeito e convicto com o que seus olhos presenciaram, suas palavras sela o destino de João, ainda que aos presentes era somente mais uma de muitas formas de se dizer obrigado pelo que aconteceu a ele e a seus convidados durante a dança, da filha de Herodias, a outra parte, que na verdade era intermediaria desse contrato.

As palavras de Jesus, como Ele pessoalmente afirmou serão essas quem julgara o ser homem quando de sua volta, pois o arrependimento é anunciado 24 (vinte e quatro) horas de cada dia e elas com autoridade tiram de cada um que a ouve e a atende, o pecado, que legitimamente escraviza, mas aos que a ouvem e deixam de atender permanece o pecado, pois somente nesses Palavras contém a vida e a morte a todos os seres humanos viventes.

Herodes em suas palavras fechou um contrato de doar até meio reino para a filha de Herodias, na presença de testemunhas, essa por sua vez assentiu e foi verificar junto a sua mãe o que mais interessava, a resposta foi que bastaria a cabeça de João posta sobre um prato.

Tenhamos sabedoria afinal as Palavras do Messias chegam hoje a nós e cada um por si a ouve, e escolhe o que lhe é pessoalmente de mais valor para si mesmo, e somente enquanto em vida sobre a face da terra essa decisão pode ser alterada, ai está a sabedoria como nos apresentou o homem mais sábio da terra, Salomão.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula






sexta-feira, 21 de junho de 2019

QUESTIONAMENTOS A VOLTA.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 12-16 ... Então os discípulos foram e anunciaram que todos deveriam se arrepender dos seus pecados. Eles expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, pondo azeite na cabeça deles. O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam: Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres. Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam: Ele é profeta, como um daqueles profetas antigos. Quando Herodes ouviu isso, disse: Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!...”


Os discípulos atendem ao pedido do Messias e partem de 2 (dois) em 2 (dois) as Cidades e povoados na região da Galiléia, próximos a Cidade de Nazaré.

A notícia do arrependimento chega a esses lugares, o povo local os ouvem e os discípulos expulsam de muitos demônios e curam muitos doentes colocando azeite na cabeça deles, certamente seguiam os passos aprendidos do Raboni.

O efeito do conjunto dessas ações de Jesus, acontece rapidamente e sua fama ou popularidade começa a atingir todas as camadas da sociedade da Galiléia e uma pergunta começa a correr entre todos os judeus a respeito do Raboni Jesus.

Quem era ele? Essa pergunta estava sendo respondida entre eles mesmos por muitos e o escrito de Marcos, selecionou 3 delas:

A)            João Batista ressuscitado.
A popularidade de João era clara e para muitos em sua maneira de apresentar a necessidade do arrependimento a todos, porém deixaram de observar que claramente expôs a todos seus ouvintes que era ele quem preparava o caminho do Senhor, não era ele o Messias.
Como sempre, toda a Nação, precisava da figura de um Libertador assim mantiveram seus olhos focados nele e em ato contínuo em Jesus esperavam esse acontecimento, mas jamais esperavam nEle um Messias.

B)            A pessoa de Elias.
Profeta levantado pelo Senhor que mostrava a necessidade do povo em reconhecer somente um único Deus, a servir, cheio do Poder do Senhor com sinais ao povo, diferente de João que não a relatos de sinais em seu ministério.

C)            Um profeta, nos moldes antigos.
Claramente os profetas da época de Jesus, o Messias, não agiam como os relatos dos profetas descritos nas Escrituras Sagradas, como autoridade, poder, sinais e maravilhas, assim afirmavam que O Messias Jesus era um profeta no modelo antigo.

O Rei Herodes por sua vez como necessário é informado das atividades que ocorrem em seu reino e dentre as informações o nome de Jesus e seus feitos e ensinamentos lhe são relatados, os ouve, e ele de imediato por causa de uma ação pessoal sua, o compara a João, o Batista, não por seus feitos, mas exclusivamente por causa da desfecho sobre sua vida.

Iniciado as palavras de cada pessoa, afinal todos tem direito a ter um ponto de vista, porém pode ser notado que nenhum desses estavam centralizando a missão do Messias em trazer, resgatar, restaurar a dignidade a um povo que estava servil a sua maneira de viver e a seus comandantes.

Todos olhavam para o que os olhos viam somente, e deixavam de permitir que o interior focasse na oportunidade que o Céu, estava se abrindo, para cada um deles e permitindo que a Luz brilhasse em seus corações e a oportunidade de se reencontrar com o Senhor Criador fosse real a todos.

Os anos e séculos já se acumulam sobre esse acontecimento do passado e poderíamos agora com entendimento, acesso à leitura sem censura, agir de maneira diferente a que foi encontrada no tempo de Jesus, mas isso ainda é um sonho, a cada dia o ser humano está se fechando, voltando-se a si mesmo e menosprezando o Convite de se chegar ao Criador, pelo ensino do Messias claro sobre a necessidade genuína de cada um se arrepender de seus próprios pecados e assim individualmente todo o questionamento cessaria preenchendo o vazio que há em cada ser humano.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 14 de junho de 2019

ARREPENDER-SE DOS PECADOS.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 07-11 ... E ficou admirado com a falta de fé que havia ali. Jesus ensinava nos povoados que havia perto dali. Ele chamou os doze discípulos e os enviou dois a dois, dando-lhes autoridade para expulsar espíritos maus. Deu ordem para não levarem nada na viagem, somente uma bengala para se apoiar. Não deviam levar comida, nem sacola, nem dinheiro. Deviam calçar sandálias e não levar nem uma túnica a mais. Disse ainda: Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem hospedados na casa em que forem recebidos até saírem daquela cidade. Mas, se em algum lugar as pessoas não quiserem recebê-los, nem ouvi-los, vão embora. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente...”


Parece inapropriado e até deselegante ser lembrado que cada um por si tem pecados, sim cada um de nós, e esses só tendem a crescer e se desdobrar a cada dia.

Muitas religiões existem e foram estabelecidas com a finalidade de levar a crença de que se cada pessoa seguir um grupo de certas ordens, preceitos e mandamentos, uns com outros sem idolatria, que são comuns aos seus seguidores, podem serem liberados de seus pecados e viverem uma vida tranquila, inclusive no pós morte, para algumas delas.

Jesus, veio ao Mundo, na pessoa do Messias, esse sinal já era preanunciado nas Escrituras Sagradas, aos filhos descendentes da linhagem de Abraão, Isaque e Jacó (esse que veio a ter o nome de Israel) e ao vir trouxe a mensagem das Boas Novas a chegada do Reino Eterno, e para tanto inicia apresentando a necessidade do arrependimento pessoal de cada um.

Enquanto ensinava em lugares, cidades próximas a Nazaré, chamou os 12 (doze) que escolhera e os envia de 2 (dois) em 2 (dois) para outros lugares para acelerarem o processo de conhecimento da chegada do Reino, assim como antecipadamente o fizera, João o Batista que o havia precedido e iniciado a sua anunciação, tempos próximos mas antes de Jesus iniciar seu ministério.

Agora cada discípulo é lhe dado autoridade especifica e convidado por ordem a deixar pertences, produtos de primeira necessidade, sacolas para estoque e valores monetários e somente adicionar uma bengala para se apoiar quando fosse necessário e a ordem se mantem para que chegando a localidade ficasse hospedado o tempo todo onde fosse recebido.

Suas palavras seriam de aviso, lembrete a todos que se arrependam cada um de seus pecados, imaginem mesmo em uma sociedade acostumada a se arrepender uma vez por ano, com o sacrifício de um cordeiro, sacrificado somente pelo sumo sacerdote, e cada um deles indo ao Templo em Jerusalém nessa ocasião da festa, chamada de expiação, agora passa a ser alertado sobre a necessidade de um arrependimento pessoal pelas Palavras do Messias.

Sim era assim, sinais e maravilhas, expulsão de espíritos maus, porém nos locais onde não fossem recebidos ou nem quisessem os ouvir deveriam ao sair do lugar, abanar as sandálias em sinal de protesto.

Essa missão foi executada pelos 12 (doze) permitindo que mesmo estando eles longe fisicamente de seu Mestre, pudessem apresentar a todos que há um Deus que por seu Infinito Amor enviou ao Mundo o resgate único, descrito nas Escrituras, para tirar a sentença que o pecado tem em si e até os dias que antecedam a Sua Volta, continuará sendo apresentada as Palavras do Messias a cada um que queira, quer, ou deixe de querer, ouvir, pois somente assim vira o tempo do fim.

Como citamos no segundo parágrafo mencionado foi que há muitas religiões, seitas, sistemas religiosos, falta de crença como opção, a cada um dos seres humanos, porém ainda que todos esses tentem justificar a existência humana, ou façam colchas de retalho para apresentar um meio para que a vida tenha uma razão de ser, lamento informar, mas somente em Jesus, o Messias foi apresentado o cumprimento das Escrituras Sagradas apresentando o único meio de quitar a dívida de cada ser humano que há com a entrada do pecado no Mundo.

Podemos acreditar em uma coisa, ou em parte de outra coisa ou juntarmos muitos pedaços de coisas e assim de nossa parte, individualmente formarmos nossa maneira de entender e aceitar a razão de nossa existência, mas, mais uma vez reforço que é nulo e não tem sustentação essa maneira de viver sem que haja remissão de pecado, e esse somente pode ser chancelado, quando cada um individualmente se arrepende de seus pecados e entende que por si mesmo jamais poderá alcançar a liberdade que o primeiro Adão teve, junto com sua esposa Eva, antes de transgredir voluntariamente a uma informação clara do Eterno.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 7 de junho de 2019

FICAR ADMIRADO.


Base na Bíblia:  Marcos 06: 01-05 ... Jesus voltou com os seus discípulos para a cidade de Nazaré, onde ele tinha morado. No sábado começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o estavam escutando ficaram admirados e perguntaram: De onde é que este homem consegue tudo isso? De onde vem a sabedoria dele? Como é que faz esses milagres? Por acaso ele não é o carpinteiro, filho de Maria? Não é irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não moram aqui? Por isso ficaram desiludidos com ele. Mas Jesus disse: Um profeta é respeitado em toda parte, menos na sua terra, entre os seus parentes e na sua própria casa. Ele não pode fazer milagres em Nazaré, a não ser curar alguns doentes, pondo as mãos sobre eles. E ficou admirado com a falta de fé que havia ali...”

Duas possibilidades pelo dicionário existe sobre 'Admirado', a primeira trata de ser uma pessoa ou um objeto de admiração ou veneração e a segunda é aquele que experimenta sentimento de surpresa ou espanto diante de algo que não se espera.

Todos vivem suas vidas esperando fazerem parte do grupo de pessoas que por sua maneira de proceder sejam admirados, enquanto que outros excedem esperando ser mesmos venerados ou levando outras pessoas nessa direção, porém toda a raça humana pode estar vivendo na prática exatamente o que causa surpresa e espanto por essa mesma maneira de proceder em sua jornada de vida.

Jesus junto com seus discípulos e seguidores chegam a Cidade de Nazaré, na região da Galiléia, local esse onde Ele ali havia em outro momento morado; as Escrituras não definem em que casa se hospedou, porém sabemos que no Sábado foi a Sinagoga local e ali lhe foi permitido ensinar as Sagradas Letras.

Enquanto ensinava os residentes O observavam e provavelmente por comparação o associavam ao comportamento de seus irmãos e demais familiares tentando identificar exemplos familiares que justificassem sua maneira de expor os ensinos que escutavam.

Nada igual encontraram e começaram a declarar aos ouvintes suas avaliações em comum acordo entre eles sobre Jesus, e o que estavam ouvindo e vendo acontecer entre eles, afirmo eu, que sim havia um sinal claro de admiração no ar naqueles instantes, mas que levavam a muitos a um estado de desilusão.

Jesus os ouve e declara uma advertência clara sobre o comportamento a todos que levavam a Palavra do Senhor como por exemplo Jeremias que declarava que haveria deportação do povo de Israel para a Babilônia e o profeta Hananias que declarava o oposto, e os ouviram a eles dois, todo o povo de Jerusalém e esses rejeitaram ao profeta e a profecia de Jeremias mas esse mesmo foi honrado pelo rei da Babilônia.

Com o crescimento da ciência e com os avanços tecnológicos, atualmente todos tem acesso a informação atualizada e nem mesmo carregar uma Bíblia física necessitam, pois pesquisam e acessam qualquer assunto com seus meios eletrônicos e absorvem da informação encontrada dando-se por satisfeito, isso também é causa de muita admiração.

Por causa dessa atitude aparentemente inocente (admiração) do povo de Nazaré impedia que o que ocorreu, ocorria e continuou ocorrendo deixasse de acontecer neste local, ainda assim Jesus curou, libertou e ensinou a todos que se aproximaram e Ele pode tocá-los.

Os sentimentos de Jesus, foram traduzidos por Pedro, a Marcos, como sendo também de uma admiração, porém claramente exposta por ser uma falta de fé deles.

Seja qual for a sua conduta ou a minha sobre a face da terra, esperemos que sempre possamos escapar das artimanhas da falta de fé que dia a dia busca tragar a cada de nós, declarando nossas circunstancias e dilemas e dores, doenças, etc... que são o limite e sem escapatória e assim impede que levemos e depositemos tudo aos pés do Senhor e Salvador Jesus.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula