sexta-feira, 17 de julho de 2026

EM MEU NOME.

Base na Bíblia: João 16:22-28 “... Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará. Naquele dia nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo que tudo quanto pedirdes ao Pai, ele vo-lo concederá em meu nome. Até agora nada pedistes em meu nome; pedi , e recebereis, para que o vosso gozo seja completo. Disse-vos estas coisas por figuras; chega, porém, a hora em que vos não falarei mais por figuras, mas abertamente vos falarei acerca do Pai. Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai; pois o Pai mesmo vos ama; visto que vós me amastes e crestes que eu sai de Deus. Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai. ...”

 

“... Vocês agora, se sentem tristes, mas eu os verei outra vez. Então seu coração se encherá de alegria, e ninguém a tirará de vocês. ‘Quando esse dia chegar, vocês não me perguntarão mais nada! Sim, eu lhes digo que tudo o que pedirem ao Pai, ele lhes dará em meu nome. Até agora, vocês não pediram nada em meu nome. Peçam, e receberão, para que sua alegria seja completa. ‘Eu lhes disse todas essas coisas com a ajuda de ilustrações; entretanto, vem a hora em que não lhes direi mais nada de forma indireta; falarei abertamente a respeito do Pai. Quando esse dia chegar, vocês pedirão em meu nome. Não digo que pedirei ao Pai a seu favor, porque o próprio Pai os ama, porquanto me amaram e creram que vim de Deus. ‘Eu vim do Pai e entrei no mundo; agora deixo o mundo e volto para o Pai’. ... ”

 

Nos dias atuais (atualmente) bem como outrora sempre foi normal o procedimento de pessoas se apresentarem em nome de outros, seja para facilitar o relacionamento ou mesmo o diálogo inicial, ou mesmo para que demonstrasse aos outros que essa pessoa era conhecida ou estava ali presente em nome de uma outra pessoa; a qual por sua vez, era quem legitimamente tinha a autoridade necessária para que o ouvinte, ou os ouvintes pudesse ou pudessem dar a atenção devida à aquele que estava se apresentando.

O Senhor Jesus manteve seu diálogo, nesse momento, mesmo com seus discípulos baseado em exemplos e palavras que estavam por acontecer (profecias) e mesmo o sentimento de tristeza que eles estavam sentindo, ainda ocorreria maiores, pois outras situações estavam por vir, que permitiriam que cada um deles passassem a viver sem a segurança do Mestre e reservados dos demais de sua nação.

A transição estava ocorrendo diante dos olhos de cada um dos discípulos, lembramos que exemplos menores, já haviam ocorrido, pois eles por duas vezes saíram a anunciar as Boas Novas, sem o Mestre ao lado, sim eles vivenciaram essa experiencia, porém agora, estava claro que o Senhor iria se ausentar.

Pedir em meu nome, assim disse Jesus, isso pode parecer, uma ação sabia ou nescia dependendo dos olhos de quem a avalia, uma vez que a pessoa que usa o nome de outro, pode transparecer fraqueza ou dependência e isto pode gerar dúvida ou mesmo insegurança para quem é falado, mas para o Senhor nada mais era que a certeza de que eles estavam juntos e sabiam como e quando seriam devidas essas palavras.

Jesus, menciona a eles que até então nada haviam pedido dessa maneira, mas o tempo era chegado e seus pedidos seriam atendidos pelo Pai, pois eles lhes dariam em nome do Filho e a alegria de estar mantendo a Palavra Viva e Ativa permaneceriam com cada um deles.

Prosseguindo o Senhor, complementa que ao pedir, não estaria ele intercedendo para que acontecesse, pois o Pai também ama a cada um deles e por esta causa eles receberiam; assim ele complementa que a razão de do Pai atender era gerado porque eles amaram ao Filho e creram que o Filho veio do Pai.

Cada Palavra se cumpriu e continua se cumprindo dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano, século a século, milênio a milênio, pois vem o Dia da Volta do Senhor, sim o Filho veio do Pai, volta para o Pai e vem no Dia do Senhor, quando o Pai o envia e o Filho virá com poder e grande glória.

O discípulo segue seu Mestre e ouve seus ensinos e os prática, mesmo quando a fé é a única ferramenta que é apta para permitir que o amor acima de tudo ao Pai, o amor a si próprio como aos seus semelhantes se faça a única esperança presente e assim os seus, sabem aguardar ou melhor esperar, pois tudo está escrito e permanece aberto para todo aquele que tem sede e fome de justiça.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

















  

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