sexta-feira, 27 de junho de 2025

SEMELHANTE NÃO É IGUAL.

 

Base na Bíblia: João 06:50-59 “... Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a sua carne a comer? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu, nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta também viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu; não é como o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre. Estas coisas falou Jesus quando ensinava na sinagoga em Cafarnaum. ...”

 

“... O pão que desce do céu é tamanho que uma pessoa pode comer dele e não morrer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Além disso, o pão que dou é minha carne; e eu a darei pela vida do mundo’. Neste ponto, os habitantes de Y´hudah começaram a discutir entre si, dizendo: ‘Como pode este homem nos dar sua carne para comer?’. Então Yeshua lhes disse: ‘Sim, eu lhes digo: a menos que comam a carne do Filho do Homem e bebam seu sangue, vocês não têm vida em si mesmos. Quem come minha carne e bebe meu sangue possui a vida eterna – isto é, eu o ressuscitarei no último dia. Porque minha carne é verdadeiramente comida, e meu sangue verdadeira bebida. Quem come minha carne e bebe meu sangue vive em mim, e eu vivo nele. Da mesma forma que o Pai vivo me enviou, e eu vivo pelo Pai, quem, se alimenta de mim viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu – ele não é semelhante ao pão que seus pais comeram: eles estão mortos, mas quem comer deste pão viverá para sempre!’. Ele disse essas coisas quando ensinava na sinagoga de K’far-Nachum. ...”

 

Todos que nascem e vivem seus dias na América do Sul, especificamente no Brasil, tem como idioma natal a Língua Portuguesa, e aprofundando um pouco quando se pesquisa sobre esse tema podemos passar a conhecer que a língua portuguesa tem suas raízes no latim vulgar e foi trazido para a Península Ibérica pelos romanos durante a ocupação da região, a qual deu origem ao galego-português, um dialeto precursor do português moderno. Com o passar do tempo e com a influência de outros povos e culturas, como os árabes e celtas, o galego-português evoluiu e se diferenciou, dando origem à língua portuguesa que conhecemos hoje.

No cotidiano as pessoas se deparam com objetos, ou coisas que se parecem, mas não são iguais e para exemplificar citamos o exemplo da cobra a coral e o da falsa coral, uma vez que ao usarmos a palavra semelhante pode significar tanto "parecido" quanto "igual", dependendo do contexto. Em alguns casos, "semelhante" pode ser usado como sinônimo de "parecido", indicando uma semelhança em características ou aparência. No entanto, em outros casos, "semelhante" pode ser usado como sinônimo de "igual", indicando uma identidade ou similaridade completa.

Quando ponderemos sobre esse simples detalhe, podemos nos deparar com situações que podem levar qualquer assunto a muitas respostas e entendimentos diferenciados daquele para o qual foi elaborado o tema, ou do momento que passamos a viver, uma vez que como outra coisa, nosso entendimento pode estar fora do contexto em que se vive, assim como lemos nesse texto citado das Escrituras no Livro de João.

Um povo separado, desde os dias de Abrão, esse foi chamado aos 75 anos, ele é o pai de Isaque aos 100 anos, sendo enviado para peregrinar e passar a viver em uma terra chamada de Canaã com seus descendentes, os quais receberam a promessa de possuir a terra que Mana Leite e Mel, mas foi durante a saída do Egito onde eles peregrinaram por 40 anos no deserto, o qual a cada dia nesse tempo havia uma coluna de fogo (noite) e uma nuvem (dia) que os seguiam, e eram alimentados com o Maná, até entrarem na terra Prometida.

O povo que estava escutando o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, cita que seus pais comeram desse pão no deserto, Jesus por sua vez fala do Pão que desceu do céu e acrescenta que o Maná não mudou a vida dos peregrinos, pois esses morreram, mas que sua carne e seu sangue seriam a comida e a bebida necessária para sincronizar o rumo de cada um deles, pois nem só de pão vive o homem, mas sim de toda a Palavra que procede da Boca de Deus, estas palavras estão citadas em Mateus e Lucas 4:4; pois, Jesus é a vida eterna em ação que estava diante deles, o cumprimento das palavras do profetas e somente por ele a ressurreição ocorre, conforme a vontade do Pai.

O brilho e as oportunidades do mundo estão batendo a porta de todos, ainda que para cada um possa ser maior ou menor; essas possibilidades podem até ser parecidas ou semelhantes, porém jamais serão iguais, uma vez que a vontade do Pai, era para que o Filho do Homem estivesse entre nós, para cumprir o sacrifício de um por todos, assim ratificando a todos que é somente pela graça a salvação do ser humano de seu pecado, o qual foi gerado desde o Eden nos dias de Adão e de Eva.

Ao ler o texto notamos que os filhos de Abraão, Isaque e Jacó estavam diante do Messias e não o reconheceram, pois como definiu o Profeta Isaías 53:2: "Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha forma nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos."; sim esse era o homem de dores, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo; ratifico, esse fugia do biotipo esperado, afinal nutriam a esperança de terem com ele um reino que acabasse com toda a oposição dos povos vizinhos, porém assim será, mas exatamente no Tempo do Senhor, uma vez que, para o Eterno podemos ver que: “Porém, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia”, assim exatamente é o que está escrito em II Pedro 3:8 e também nos Salmos 40:4, encontramos que “Mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite”.

A meditação ou a reflexão também é de nossa competência e nos acompanha durante todos os dias de nossa peregrinação, continuamente recaindo sobre qual buscar: mana (pão) ou Jesus (pão), uma vez que qual iremos identificar como único e necessário para nossos dias, afinal onde estiver o nosso coração ali estará a nossa riqueza, sendo que no texto sabemos qual foi a posição deles naquele momento, mas ressalto que a decisão não é coletiva e sim somente individual para cada um.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 20 de junho de 2025

VIVER PARA SEMPRE.

 

Base na Bíblia: João 06:40-51 “... Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Murmuraram, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu; e perguntaram: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz agora: Desci do céu? Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. Não que alguém tenha visto o Pai, senão aquele que é vindo de Deus; só ele tem visto o Pai. Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. ...”

 

“... Sim, esta é a vontade de meu Pai: quem vir o Filho e confiar nele tem vida eterna, e eu o ressuscite no último dia’. Com isso, os moradores de Y’hudah começaram a se queixar contra ele, porque disse: ‘Eu sou o pão que desceu do céu’. Com isso, os moradores de Y´hudah começaram a se queixar contra ele, porque disse: ‘Eu sou o pão que desceu do céu’. Eles disseram: ‘Este não é Yeshua Ben-Yosef? Conhecemos seu pai e sua mãe. Como ele pode dizer agora: ‘Desci do céu? Respondeu Yeshua: ‘Parem de resmungar entre si! Ninguém pode vir a mim, a menos que o Pai - que me enviou – o traga. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão ensinados por ADONAI’. Quem ouve o Pai e aprende dele vem a mim. Não que alguém tenha visto o Pai, exceto aquele que é de Deus – ele viu ao Pai. Sim, eu lhes digo: quem confia possui a vida eterna. Eu sou o pão que é vida. Seus pais comeram maná no deserto e morreram. O pão que desce do céu é tamanho que uma pessoa pode comer dele e não morrer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Além disso, o pão que dou é minha carne; e eu a darei pela vida do mundo’. ...”

 

Conversar é possivelmente uma das formas certamente mais importante para que os seres humanos possam expressar suas ideias e pensamentos, compartilhando a outros e permitindo que cada um possa divulgar seus pensamentos e também possam apresentar outras perspectivas ou maneiras de ver o mesmo tema abordado, seja presente, ou no momento ou ainda questionando ao longo dos séculos.

A vida eterna, ou viver para sempre demanda da imaginação humana, uma proposta que parece ter diversas maneiras de buscar um meio para explicar, ainda que, para isso, basta somente deixar a mente criar, porém na prática onde os tecidos do corpo têm sua forma e acontecimentos dos mais diversos tipos podem ocorrer aleatoriamente, basta estar vivo e enquanto isso acontece o tempo biológico vai agindo.

Jesus enquanto responde a um grupo de pessoas que questionavam a maneira como ele tratava o fato ocorrido durante o período do Êxodo, passam a ouvir que mesmo tendo seus pais recebido o Maná, ainda assim pereceram boa parte no deserto e o remanescente ultrapassou o Rio Jordão e entrou na terra prometida, porém diante deles estava o pão vivo que desceu do céu, o qual veio, para cumprir a vontade do Pai.

Em resposta desse esclarecimento, ouve de seus ouvintes, que o conheciam inclusive José e Maria (seus pais) eles também os conheciam, ao perceber o Messias pede para que parem de reclamar entre eles e declara a todos que ninguém chega a Jesus sem ser enviado pelo Pai, assim fazendo, ele abre a sua argumentação sobre sua legitimidade.

O Pai é quem ensina e apresenta onde está o caminho que leva a vida eterna, e o Filho cumpriu o que dele estava descrito nas Escrituras para levar o cativo para ter a vida, pois a vida era o Verbo, e o Verbo era Deus, diante deles, o tamanho do enviado é tamanho que tem autoridade e poder para ressuscitar e levar o que crê a vida eterna.

As palavras de Jesus seguem e ele declara a todos os ouvintes que ele era o pão da vida e que sua ação levaria ao Mundo da morte para a vida pois era pelo seu corpo.

Viver para sempre persiste para muitos poetas e sonhadores, enquanto que para outros não passa de algo improvável e nada simples de ser atingido, assim a ciência tempo a tempo busca meios para tentar tornar possível o retardamento do envelhecimento natural, desta maneira como na ficção cientifica passa a mostrar propostas para sempre viver o amanhã, enquanto que nan outra ponta as religiões buscam trazer esperança para todos, seguindo os mais diversos meios, porém, todos em comum são acessíveis por iniciativa humana, contudo as Palavras de Yeshua, ponderam sobre um poder Eterno que havia no primeiro Adão, e que no último Adão foi restabelecido, pois somente o Cordeiro é digno de abrir o Livro da Vida e as palavras de Jesus a Marta foram e continuam a ecoar naqueles que creem: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim jamais morrera. Crês isto?

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula






 






sexta-feira, 13 de junho de 2025

FAZER A VONTADE.

 

Base na Bíblia: João 06:35-41 “... Declarou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim. De modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. Mas como já vos disse, vós me tendes visto e, contudo, não credes. Todo aquele que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para  fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Murmuraram, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu; ...”

 

“... Eles disseram: ‘Senhor, dê-nos sempre esse pão’. Yeshua respondeu: ‘Eu sou o pão que é vida! Quem vier a mim nunca terá fome, e quem confiar em mim nunca terá sede. Eu lhes disse que me viram, mas ainda não confiam. Quem o Pai me dá virá a mim, e quem vier a mim com certeza não rejeitarei. Porque desci do céu, não para fazer minha vontade, mas a vontade de quem me enviou. E esta é a vontade de quem me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Sim, esta é a vontade de meu Pai: quem vir o Filho e confiar nele tem vida eterna, e eu o ressuscite no último dia’. Com isso, os moradores de Y’hudah começaram a se queixar contra ele, porque disse: ‘Eu sou o pão que desceu do céu’. ...”

 

Durante nossa jornada sobre a face da terra, podemos em nosso dia a dia, nos deparar com pessoas que buscam sempre repassar qualquer responsabilidade para outros, podemos supor que continuamente estão na expectativa de sempre estarem agindo em seus plenos direitos, porém, para muitos daqueles que assim agem, buscam maneiras racionalmente de se justificar de suas ações e assim repassar o ônus para terceiros e aproveitam-se dessas ocasiões para se colocarem no nível de pessoas mal entendidas ou desprovidas de conhecimento para tudo o que precisem de ações para suas soluções.

O povo de Israel quando saíram do Egito, peregrinaram por 40 anos no deserto, devido a algumas decisões que optaram e suas roupas e calçados permaneceram em condições de uso, assim como do céu recebiam o maná para se alimentarem e mesmo no deserto caminhavam, pois de dia uma nuvem pairava sobre eles e a noite coluna de fogo havia e Moisés os liderava fazendo a vontade de Deus.

As profecias se cumpriram e o Messias estava presente diante do povo de Israel, suas palavras e ações apontavam sempre para a glória do Eterno, bem como seus sinais permitiam a todos perceber que o tempo previsto se cumpria e muitos o seguiam por seus sinais e maravilhas, mas a multiplicação de pães gerou uma nova expectativa para o povo, a certeza de que o poder de Deus estava acontecendo diante de seus olhos e assim o procuravam, agora pelo pão que alimenta.

Jesus se apresentou como o pão vivo que do céu desceu, e assim como no Êxodo apresentou o cuidado que tem por todo aquele que o Senhor o Pai envia e cuidado que há em cumprir a vontade do Senhor, para o ressuscitar no último dia.

Sim fazer a vontade própria é o que aprendemos a exercer desde a mais tenra idade, e para uma considerável parcela da população que vive seus dias sem freio algum, pode se tornar uma arma na qual deixa de ter o semelhante igual a si mesmo e o leva a viver sobre sistema de domínio ou julgo e fardo, sim, seu semelhante passa a ter uma vida em uma categoria semelhante a um simples serviçal dos tempos de outrora.

O Messias veio para fazer a vontade do Pai e mesmo tendo sua própria vontade, buscou antes servir do que ser servido e responsável por cumprir o Plano do Senhor para todos que viviam afastados da Luz e apresentar o Tempo aceitável do Senhor, não pela lei, mas pela graça, buscando todas as ovelhas que estavam perdidas e vivendo sem Pastor.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula













sexta-feira, 6 de junho de 2025

CONTEMPLAR SEM PERCEBER.

 

Base na Bíblia: João 06:27-36 “... Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o selo. Perguntaram-lhe, pois: Que havemos de fazer de fazer para praticarmos as obras de Deus? Jesus lhes respondeu: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. Perguntaram-lhe, então: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos e te creiamos? Que operas tu? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim. De modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. Mas como já vos disse, vós me tendes visto e, contudo, não credes. ...”

 

“... Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem lhes dará. Porque este é aquele em que Deus, o Pai, colocou o selo de aprovação’. Então lhe disseram: ‘O que precisamos fazer a fim de realizar as obras de Deus?’. Yeshua respondeu:  ‘Isto é a obra de Deus: confiar em quem ele enviou!’. Eles disseram: ‘Que milagre você fará a fim de que possamos vê-lo e confiar em você? Nossos pais comeram maná no deserto – como diz o Tanakh: ‘Ele lhes deu pão do céu para comer’ ’. Yeshua lhes disse: ‘Falo a verdade: não foi Mosheh quem lhes deu pão do céu. Todavia, meu Pai lhes dá o pão genuíno do céu; porque o pão de Deus é quem desceu do céu e dá vida ao mundo’. Eles disseram: ‘Senhor, dê-nos sempre esse pão’. Yeshua respondeu: ‘Eu sou o pão que é vida! Quem vier a mim nunca terá fome, e quem confiar em mim nunca terá sede. Eu lhes disse que me viram, mas ainda não confiam. ...”

 

Um dos sentimentos que compete com a alegria que todos almejam imagino que seja a tristeza e essa uma vez presente costuma tirar o brilho de todas as demais coisas que estão à sua volta, logo, podemos perceber que quando estamos tristes, mesmo quando possa estar ao nosso lado o melhor, assim refletindo, por exemplo, passo a citar o encontro de Maria Madalena com Jesus ressuscitado.

“Ao dizer isto, voltou-se para traz e viu a Jesus ali em pé, mas não sabia que era Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem procuras? Ela, julgando que fosse o jardineiro, respondeu-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei.” João 20:14-15.

Contemplar o que estava diante dela era improvável, pois a tristeza estava cegando sua visão e impedindo ela de perceber que havia o melhor diante de si, assim como os homens que buscavam a Jesus, ouviram sobre a real intenção que pairava em seus corações, bem como o verdadeiro foco que deveriam seguir, ao ouvir passam a questionar como era possível fazer a obra de Deus de maneira correta.

O Messias apresenta a eles que o crer no que foi enviado era o alvo que cada um deveria buscar, mas pelo texto que lemos, seja qual fosse seus sentimentos ou ainda pelos mais diversos motivos, passaram a questionar qual a obra que ele apresentava para que passassem a crer na pessoa do Messias.

Fundamentaram sua questão, no Maná enviado nos dias do Êxodo, quando na época eram liderados por Moisés; recebem a resposta do Messias de que quem oferece o Pão vivo da Vida é o Pai, e eles ao ouvirem está informação, agora querem receber deste pão.

Jesus declara a todos que é ele o Pão da Vida, e quem a ele se achegar nunca terá fome ou sede, mas ratifica a todos, que mesmo contemplando esse momento, cada um deles ainda que o estivessem vendo, sim, ali diante deles estava aquele que o Pai enviara, não criam no Enviado.

Podemos imaginar que todos os povos que vieram depois desse período, passariam a acreditar no Filho enviado pelo Pai, que veio realmente, para ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, pois também o Espírito Santo, conforme mencionou o Mestre, também viria: “Mas quando eu for, enviarei o Espírito Santo a vocês. Ele os guiará na verdade, pois não falará por si, mas dirá o que ouvir de mim e lhes mostrará o que está por vir.” João 16:7, mas não foi assim, como outrora, porém a todos quanto o receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.

Contemplar sem perceber é semelhante ao ato de passar sem ver seus dias sobre a face da terra, porém os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem, como está escrito em João 04:23.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 30 de maio de 2025

A DEDICAÇÃO NECESSÁRIA.

 

Base na Bíblia: João 06:20-27 “... Mas ele lhes disse: Sou eu; não temais. Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam. No dia seguinte, a multidão que ficara no outro lado do mar, sabendo que não houvera ali senão um barquinho, e que Jesus não embarcara nele com seus discípulos, mas que estes tinham ido sós (contudo, outros barquinhos haviam chegado a Tiberíades para perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças); quando, pois, viram que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus. E, achando-o no outro lado do mar, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que me buscais, não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o selo. ...”

 

“... porém ele lhes disse: ‘Parem de temer, sou eu!’. Queriam que ele entrasse no barco, mas o barco chegou imediato ao lugar desejado. No dia seguinte, a multidão que estivera do outro lado do lago percebeu que apenas um barco tinha estado ali e que Yeshua não entrara nele com os talmidim; eles estavam sozinhos ao partir. Outros barcos, de Tiberíades, pararam perto do lugar onde o povo tinha comido pão depois de o Senhor ter pronunciado a b’rakhah. Quando a multidão percebeu que nem Yeshua nem os talmidim estavam ali, entraram nos barcos e partiram em direção a K’far-Nachum à procura de Yeshua. Assim que o encontraram, do outro lado do lago, perguntaram-lhe: ‘Rabbi, quando chegou aqui?’. Yeshua respondeu: ‘Sim, eu lhes digo que vocês não me estão procurando porque viram os sinais miraculosos, mas apenas porque comeram pães até ficarem satisfeitos! Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem lhes dará. Porque este é aquele em que Deus, o Pai, colocou o selo de aprovação’. ...”

 

Dedicação segundo o dicionário da língua portuguesa, é esclarecido a cada leitor que se trata da qualidade ou condição de quem se dedica a alguém ou algo; logo um devotamento, ou entrega, ou ainda sacrifício, bem como a manifestação de amor, apreço e consideração, assim podemos imaginar que está dentro do ser humano esse sentimento e aparece em cada gesto que se mantenha presente vindo da sua parte.

Os discípulos temiam enquanto estavam barco ao ver o vulto, mas cessaram seus temores ao ouvir a voz do Messias falando com eles e desta maneira terminaram a travessia.

No dia seguinte, as pessoas que estavam ainda do outro lado, no local onde o Messias os recebeu, perceberam que lá não estava Jesus ou seus discípulos e partiram também de lá com o alvo de o encontrarem (ou o acharem), agora na outra margem, pois sabiam que seus discípulos para lá partiram sem o Mestre.

Saudaram a Jesus, ao o encontrarem e receberam uma resposta, direta, com ênfase inicial no motivo real do real motivo de o procurarem.

Ao afirmar essas palavras, Jesus apresenta o necessário dever do trabalho não só pelo comer, beber e vestir, mas também para que todos vivam na certeza de buscar o trabalho para a vida eterna, pois, esse é o Pão Vivo que desceu do céu; como declara as Escrituras que todos existem por ele e sem ele nada do que foi feito se fez; suas ações o levaram a cumprir a vontade do Pai, o qual em todo o tempo ratificou suas palavras e ações, enfim a unidade era presente, e hoje a conhecemos como trindade, pois o Plano Redentor estava se cumprindo diante de seus olhos, porém a dedicação necessária deles estava distante de seus corações.

No presente, quando lemos esse texto, ou as Escrituras no todo é possível notar que as Palavras dos profetas e do Messias estão se cumprindo, assim o trigo e o joio crescem juntos, bem como no mesmo pasto estão os bodes e as ovelhas, mas vem o Dia da Ceifa onde todas as coisas, sem qualquer julgamento humano ocorrerão e estarão diante do Cordeiro que é digno de abrir o Livro.

Sim, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e como lemos, não veio para julgar e sim para salvar (resgatar) o que se havia perdido, logo, a dedicação necessária aparente deixará de emoldurar os quadros da vida dos seres humanos sobre a face da terra e somente os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em espírito e em verdade.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 23 de maio de 2025

A ARTE DE QUERER.

 

Base na Bíblia: João 06:15-21 “... Percebendo, pois, Jesus que estavam prestes a vir e levá-lo à força para o fazerem rei, tomou a retirar-se para o monte, ele sozinho. Ao cair da tarde, desceram os seus discípulos ao mar; e, entrando num barco, atravessavam o mar em direção a Cafarnaum, enquanto isso, escurecera e Jesus ainda não tinha vindo ter com eles; ademais, o mar se empolava, porque soprava forte vento. Tendo, pois, remado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e ficaram atemorizados. Mas ele lhes disse: Sou eu; não temais. Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam. ...”

 

“... Yeshua sabia que estavam a ponto de agarrá-lo e fazer dele o rei; por isso, voltou para os montes. Desta vez, foi sozinho. Ao anoitecer, os talmidim desceram ao lago, entraram em um barco e começaram a travessia em direção a K’far-Nachum. Estava escuro; Yeshua ainda não havia se unido a eles, e as águas estavam ficando agitadas, porque soprava um vento forte. Eles remaram uns cinco ou seis quilômetros e meio quando viram Yeshua se aproximando do barco, andando sobre o lago! Ficaram atemorizados, porém ele lhes disse: ‘Parem de temer, sou eu!’. Queriam que ele entrasse no barco, mas o barco chegou imediato ao lugar desejado. ...”

Na sociedade os cidadãos naturalmente possuem o direito de querer algo, seja para si, ou para os seus ou para o próximo, ou ainda para aqueles que quer para terceiros atuem com o objetivo de cumprir seus interesses pessoais ou até mesmo para pagar ou retribuir algo que se propôs a fazer.

O Senhor cuidou daqueles que vieram em sua direção, e esses em retribuição intentaram tomá-lo para o fazer rei, mas ao perceber essa possibilidade, optou por se separar de todos e seguir para os montes sozinho, pois essa sim, era a vontade do Pai pela qual ele viera para fazer e certamente hoje entendemos que era muito mais do que somente alimentar os que estavam famintos de comida.

No cair da noite seus discípulos entraram em um barco e seguiram na direção de Cafarnaum, dentro do barco não estava o Messias, mas lá estavam eles se distanciando da margem; por cerca de 3 quilômetros e meio da margem já estavam, quando avistaram algo diferente que chamou a atenção de todos, mesmo com o vento contrário, algo ali estava e eles optaram por identificar como sendo um vulto e isso muito os incomoda.

Boa parte dos discípulos tinham como profissão o oficio de pescadores, logo, podemos supor que estavam acostumados com os muitos prováveis, porém incertos acontecimentos inesperados poderiam ocorrer, enquanto embarcados, mas esse em especial tinha algo diferente; sabemos que cada coisa que acontece ao ser humano, ele não consegue definir se aceita como um incomodo (algo) passageiro e assim todos eles se assustaram, mas esse vulto persiste em permanecer e foi se aproximando do barco e dele saiu uma voz, se identificando e solicitando para que eles permanecessem sossegados, pois não só ouviam, mas agora podiam ver o Mestre andando e gostariam que subisse ao barco, porém em algumas versões sugerem que ele só os acompanhou: ‘chegando junto com eles na margem oposta de onde saíram’.

A arte de querer, se repete a cada novo ciclo de vida, onde podemos definir o que queremos e o que não queremos, porém no dia a dia é fácil perceber que mesmo sobre nossos interesses, coisas contrárias vão acontecendo a eles e assim cada um trata da sua maneira a melhor maneira de continuar seus dias; a proposta enviada pelo Eterno, citada nas Escrituras e administrada pelo Messias, apontam para uma reconciliação, que nem todos entendem e mesmo dentre aqueles que a entendem, esses a deixam de ser para eles sua primeira opção, pois os tesouros ou a sedução do mundo, tem agido desde os dias de Adão e as palavras da Serpente de ser igual ao Altíssimo ainda carrega seu perfume que atrai dia a dia mais e mais pessoas.

Assim está registrado que "muitos são chamados, mas poucos são escolhidos" no Livro de Mateus 22:14, no original grego, a frase é: "πολλοὶ γὰρ ἐκκληῶται, ὀλίγοι δὲ ἐκλεκτοί" (poloi gar ekklēōtai, oligoi de eklektōi). A tradução literal é: "Muitos são chamados (convidados), mas poucos são escolhidos"; assim a salvação é pela Graça e não pela Lei, pois a Lei aponta para o pecado enquanto a Graça aponta para o perdão imerecido.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 16 de maio de 2025

VENDO O MILAGRE.

 

Base na Bíblia: João 06:07-15 “... Respondeu Filipe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pouco. Ao que lhe disse um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos? Disse Jesus Fazei reclinar-se o povo. Ora, naquele lugar havia muita relva. Reclinaram-se aí, pois, os homens em número de quase cinco mil. Jesus, então, tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos que estavam reclinados; e de igual modo os peixes, quanto eles queriam. E quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca. Recolheram-no, pois, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido. Vendo, pois, aqueles homens o sinal que Jesus operara, diziam: Este é verdadeiramente o profeta que havia de vir ao mundo. Percebendo, pois, Jesus que estavam prestes a vir e levá-lo à força para o fazerem rei, tomou a retirar-se para o monte, ele sozinho. ...”

 

“... Filipe respondeu: ‘Nem metade do salário de um ano seria suficiente para comprar-lhes pão – cada pessoa daria apenas uma mordida!’. Um dos talmidim, André, irmão de Kefa, disse: ‘Há um jovem aqui com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que isso representa para tanta gente?’. Yeshua disse: ‘Façam as pessoas se sentarem’. Havia muita grama ali, por isso eles se sentaram. O número de homens era de cinco mil. Então Yeshua pegou os pães, e, depois de dizer a b´rakhak, os deu a quem estava sentado ali, e fez o mesmo com os peixes, tanto quanto era necessário. Depois de terem comido até se saciarem, ele disse aos talmidim; ‘Juntem as sobras para que nada seja desperdiçado’. Eles juntaram as sobras e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada deixados por aqueles que comeram. Quando as pessoas viram o milagre que realizara, disseram: ‘Ele deve ser ‘o Profeta’ que deveria vir ao mundo’. Yeshua sabia que estavam a ponto de agarrá-lo e fazer dele o rei; por isso, voltou para os montes. Desta vez, foi sozinho. ...”

 

Ouvir depoimentos de pessoas sobre fatos inexplicáveis ocorridos em suas vidas, ou mesmo, livramento de acontecimentos que poderiam levar a uma tragédia, muito impressiona a cada um de nós, principalmente quando estamos presente no mesmo momento do acontecimento, porém, ainda assim, podemos incluir grupos de pessoas que apoiam a ideia de que tudo não passa de uma montagem de dados que iludiram aquele que a recebeu bem como à aqueles que estão a volta e incluem os que além também estão a ouvir, pois a natureza humana é nutrida naturalmente em viver a sua realidade no talvez, ou mesmo caminhar seus dias simplesmente na face do somente estar ali, presenciar e ainda assim, sair do local duvidando que possa ser real, uma vez que duvidam ainda que sejam fatos permanentes e estejam expostos ou simplesmente narrados.

Ideologias, Crenças e Discriminação são algum dos fatores que convivem no meio de vida de cada ser humano sobre a face da terra, sendo que naturalmente, cada ser, opta pelo meio que deve pautar sua existência e nada o impede de moldar seu raciocínio na pluralidade de todos, ou no momento quando necessário se faça passa a tratar cada caso, ou acontecimento, pois a vida não vem com um manual para tomar suas decisões, logo, cabe a cada indivíduo posicionar-se diante de suas realidades, sabendo que muitas vezes poderá estar vivendo seus dias em limites opostos, porém seu julgamento sempre terá o momento de agir, seja essa ação por simples subsistência ou não.

Um grupo se aproxima do Mestre, em comum entre eles a maioria estão se aproximando simplesmente porque viram sinais e cuidados aos enfermos, logo, parte destes eram de pessoas que necessitavam, conheciam ou estavam grata pelo acontecimento que vivenciaram; por outro ângulo, ou ponto de vista, João cita que o Senhor vê, os que estão vindo e se preocupa pelo necessário para os alimentarem.

Da resposta de Filipe e da proposta de André, Jesus convida (obriga) que todos que chegaram se sentem, o interessante é que João cita que havia muita grama no local e que primeiramente os pães e os peixinhos foram consagrados ao Eterno e repartido a todos, que se estimavam em torno de 5000 (cinco mil) homens, logo, todos pegaram o suficiente para si, e 12 (doze) cestos foram recolhidos de sobras.

Um milagre diante de muitos, ao mesmo tempo acontecia e com certeza, uma reação coletiva foi crescendo em relação ao Senhor, pois era um fato e todos o reconheciam agora pelo nome de profeta que havia de vir, e em consequência optam pela atitude de o tomar e o fazer rei, pois assim estavam seguros.

Certo homem chamado Simão, o mágico, vivia em Samária e era respeitado por pessoas simples e também por pessoas ricas, e ele usava da arte da magia e intitulava-se um grande personagem, para o povo local; Filipe, ali chegou, passou a anunciar as Boas Novas e muitos se arrependeram tanto homens quanto mulheres, inclusive essa pessoa e foram imersos (batizados).

Pedro e João foram destacados de Jerusalém para Samaria pois a notícia chegou a eles, lá passaram a orar com imposição de mãos para receberem não só o batismo do arrependimento como também o Espírito Santo, na medida que ia acontecendo Simão, o magico viu o milagre acontecendo diante de seus olhos e propôs comprar esse poder, mas Pedro e João reagiram e Pedro lhe disse: ‘Vá tua prata contigo à perdição, pois cuidaste adquirir com dinheiro o dom de Deus. Tu não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua maldade e roga ao Senhor para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura e em laços de iniquidade.’ Atos 08:20-23.

Sim, a reação pessoal, pode trilhar os mais diversos caminhos, porém, basta ao ser humano perceber que o melhor caminho é o estreito e não o largo, assim como a melhor porta é a estreita e não a larga, para estar na Vida ao lado do seu Criador eternamente, lembrando que Jesus sabia o que estava por acontecer e optou por se afastar da multidão e assim só subiu ao monte.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula