sexta-feira, 31 de maio de 2024

estar na ordem 31 de maio de 2024.

 

Base na Bíblia: Marcos 12:40 a 12:xx “... E, prosseguindo ele no seu ensino, disse: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestidos compridos, e das saudações nas praças, e dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos primeiros lugares nos banquetes, que devoram as casas das viúvas e, por pretexto, fazem longas orações; estes hão de receber muito maior condenação. ...”

 

“... Ao ensinar, Yeshua dizia: ‘Cuidado com os mestres da Torah, que gostam de andar com mantos e de ser tratados com deferência nas praças dos mercados; eles gostam de ter os melhores lugares nas sinagogas e de receber os lugares de honra nos banquetes, de espoliar as casas das viúvas e, para disfarçar, fazem longas orações. A punição deles será a pior!’. ...”

 

O esclarecimento sempre foi dentro todos os meios o melhor, pois, passa a permitir que todos os seres humanos, possam saber de seus deveres e direitos, para que possam passar a conviver, em meio a sua sociedade, alguns pontos podem até ser divergentes para aquele que os ouve, porém cabe ao que houve se preocupar em todas suas decisões para que seu convívio, em seu meio, possa ser o melhor possível.

 

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

ESTAR NA ORDEM. 24 DE MAIO DE 2024

 

Base na Bíblia: Marcos 12:40 a 12:xx “... E, prosseguindo ele no seu ensino, disse: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestidos compridos, e das saudações nas praças, e dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos primeiros lugares nos banquetes, que devoram as casas das viúvas e, por pretexto, fazem longas orações; estes hão de receber muito maior condenação. ...”

 

“... Ao ensinar, Yeshua dizia: ‘Cuidado com os mestres da Torah, que gostam de andar com mantos e de ser tratados com deferência nas praças dos mercados; eles gostam de ter os melhores lugares nas sinagogas e de receber os lugares de honra nos banquetes, de espoliar as casas das viúvas e, para disfarçar, fazem longas orações. A punição deles será a pior!’. ...”

 

O esclarecimento sempre foi dentro todos os meios o melhor, pois, passa a permitir que todos os seres humanos, possam saber de seus deveres e direitos, para que possam passar a conviver, em meio a sua sociedade, alguns pontos podem até ser divergentes para aquele que os ouve, porém cabe ao que houve se preocupar em todas suas decisões para que seu convívio, em seu meio, possa ser o melhor possível.

 

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

VIVER COM O REAL.

 

Base na Bíblia: Marcos 12:34 a 12:40 “... E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E ninguém ousava mais interrogá-lo. Por sua vez, Jesus, enquanto ensinava no templo, perguntou: Como é que os escribas dizem que o Cristo é filho de Davi? O próprio Davi falou, movido pelo Espírito Santo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. Davi mesmo lhe chama Senhor; como é ele seu filho? E a grande multidão o ouvia com prazer. E, prosseguindo ele no seu ensino, disse: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestidos compridos, e das saudações nas praças, e dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos primeiros lugares nos banquetes, que devoram as casas das viúvas e, por pretexto, fazem longas orações; estes hão de receber muito maior condenação. ...”

 

“... Ao ver Yeshua que ele havia respondido com perspicácia , disse-lhe: “Você não está longe do Reino de Deus’. Depois disso, ninguém mais ousou lhe propor outra she’ilah. Quando Yeshua estava ensinando no pátio do templo, perguntou: ‘Como podem os mestres da Torah dizer que o Messias é o Filho de David? O próprio David, inspirado pelo Ruach HaKodesh, disse: ADONAI disse ao meu Senhor: ‘Sente-se à  minha  direita até que eu ponha seus inimigos debaixo de seus pés’. O próprio David o chama ‘Senhor’; portanto, como ele pode ser seu filho?’. A grande multidão o ouvia com entusiasmo. Ao ensinar, Yeshua dizia: ‘Cuidado com os mestres da Torah, que gostam de andar com mantos e de ser tratados com deferência nas praças dos mercados; eles gostam de ter os melhores lugares nas sinagogas e de receber os lugares de honra nos banquetes, de espoliar as casas das viúvas e, para disfarçar, fazem longas orações. A punição deles será a pior!’. ...”

 

Basta tentar fazer o certo do nosso ponto de vista e podemos gerar conflitos, simplesmente porque a prudência precede a ruína, assim quando deixamos de observar que somos julgados o tempo todo, por cada ação que apresentamos seja essa verbalizada ou gerada em um resultado materializado, descuidamos dos protocolos que o nosso próximo estabelece por sua norma de conduta.

Porém, existe aqueles que quando incomodados explanam seus motivos com argumentos e muitos sabemos que se sobressaem quando buscam mostrar o melhor para que possam entrar em harmonia, sim, para muitos são esses os excluídos, ou rotulados de diversas formas, cito como exemplo: o identificado como o(a) certinho(a).

Jesus, ao ouvir a resposta de um Mestre da Lei, o classifica como perspicaz e cita para que ele ouça que não está longe do Reino de Deus, por essas palavras, podemos imaginar, que o inverso existe, e que mesmo dentro de tradições ou sistemas religiosos, o mesmo pode ocorrer dentro desses meios.

Assim como para aqueles que vivem focados em seus resultados, lembrando que sobre esse tema (maior interesse pessoal), podemos imaginar que aquilo que realmente nos importa, ou melhor escrevendo, aquilo que damos atenção a maior parte do tempo (horas do dia) de nossos dias, esse é o que realmente estamos focados.

Jesus, deixa de ter pessoas focadas em apontar ou achar falhas, seja por ações de maneira direta ou de maneiras figuradas e assim, passa a ensinar o povo nos átrios do templo, e passa a fazer uma pergunta aos seus ouvintes.

Essa pergunta trata da Vinda do Messias, a qual todos os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó aguardavam, ainda mais quando em tempos de crise, como a que estavam passando, onde o Império Romano dominava suas propriedades, a questão apresentada pautava sobre filho e o ensino apresentado pelos Mestres da Lei sobre o Messias ser Filho de David.

Suas Palavras apontavam para as palavras contidas nas Escrituras no Livro de Salmos 110:01 “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.” E com essas palavras apresenta a todos a verdade sobre o Messias presente diante deles em tempo real, e estava pronto para cumprir a vontade do Pai, enfim, todos da multidão que ouviam ficavam entusiasmados.

O Messias cita também o comportamento dos mestres da Lei e seus objetivos de forma clara e direta, demonstrando que a aparência tinha um valor muito grande em suas atitudes e ao mesmo tempo apresenta que terá um tempo onde serão lembrados e a condenação acontecerá.

Viver com a segurança de estar ao lado do real e jamais do aparente (o qual busca se passar por real) é a melhor, tomada de decisão para o ser humano, pois podemos estabelecer regras de condutas e criar o nosso pessoal mundo real e ao lado dEle desfrutar todos os dias passar seus dias sobre a face da terra, pois “Jesus declarou: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vai ao Pai, senão por mim.” João 14:06, as demais opções existentes são aparências ou sombras, ou ainda cópias, jamais o original.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 10 de maio de 2024

ESTAR NA ORDEM.

Base na Bíblia: Marcos 12:26 a 12:34 “... Quanto aos mortos, porém, serem ressuscitados, não lestes no livro de Moisés, onde se fala da sarça, como Deus lhe disse: Eu sou o Deus de Abraão, O Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Estais em grande erro. Aproximou-se dele um dos escribas que os ouvir discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses. Ao que lhe disse o escriba: Muito bem, Mestre; com verdade disseste que ele é um, e fora dele não há outro; e que amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E ninguém ousava mais interrogá-lo. ...”

 

“... Quanto a ressurreição dos mortos, vocês não leram no livro de Mosheh, no relato da sarça, como Deus lhe disse: ‘Eu sou o Deus de Avraham, o Deus de Yitz’chak e o Deus de Ya’akov? Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Vocês estão muito enganados”. Um dos mestres da Torah se aproximou e ouviu o debate. Notando que Yeshua lhes dera uma boa resposta, perguntou-lhe: ‘Qual é a mitzvah mais importante?’. Yeshua respondeu: ‘A mais importante é: ‘Sh’ma Yisra’el, ADONAI Eloheinu, Adonai echad {Ouve, ó Yisra’el, o Senhor, nosso Deus, o Senhor é um}, e você deve amar ADONAI, seu Deus, de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e com toda a força’. A segunda é esta: ‘Ame o próximo como a si mesmo’. Não existe mitzvah maior que estas’. O mestre da Torah lhe disse: ‘Muito bem respondido, Rabbi. Você falou a verdade quando disse que Deus é único, que não existe outro além dele e que ama-lo de todo o coração, de todo o entendimento e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo, é mais importante que todas as ofertas queimadas e sacrifícios. Ao ver Yeshua que ele havia respondido com perspicácia, disse-lhe: ‘Você não está longe do Reino de Deus’. Depois disso. Ninguém mais ousou lhe propor outra she’ilah. ...”

 

Aprendemos que ordem é a disposição ordenada das coisas, seguindo uma categoria, com esta informação passamos a viver e nos mover sobre a face da terra, para que estejamos na ordem certa e buscando assim não se desviar dela, por exemplo em todos os povos do passado e presente sempre se adaptaram a um alfabeto para se comunicarem.

Os saduceus ouviram do Senhor a proposta que há nas Escrituras sobre sua conduta na vida pós o tempo sobre a face da terra e a conduta que ocorrerá, e cada um deles pode sim adaptar-se ou deixar de aceitar os ensinamentos, que eles mesmos haviam solicitado ao Senhor.

Um mestre da Lei ouviu todo esse assunto apresentado bem como a resposta e imediatamente passou a também questionar sobre outro assunto, de relevância para a vida de cada ser humano, e também escutou do Mestre a resposta que apresentava a ordem de todos os dias de todos que vivem sobre a face da terra, apontado para um único Deus e os cuidados de cada um, pois há um só Deus, bem como a necessária atenção ao próximo com a mesma intensidade que se dedica dia a dia a si mesmo.

Ao receber essas informações, sobre seu questionamento, com perspicácia profere a Jesus, o sentimento que gerou em seu coração, apontando que era a mais pura verdade que o ser humano que ouve o chamado do Messias vive e tem como a ordem necessária para o seu melhor viver.

Nas Escrituras está mencionado que o ser humano está onde seu coração vive, veja as palavras escritas em Lucas 6:45: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.” Assim, a Ordem pode ser ou não deixada de lado, segundo os propósitos de cada um.

Somos encorajados, um a um, pelas palavras do Messias a permanecermos na Ordem, esse encorajamento acontece gerado por um chamado que diz: ‘Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.’ (Mateus 11:28-30).

No entanto, as Palavras de Paulo, em Romanos declaram ao interessante sobre a Ordem que acontece a todos os seres humanos: “Mas que se diz? A palavra está perto e ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé, que pregamos. Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Romanos 10:08-10).

Sim há uma ordem única a todos e no tempo que há determinado pelo Eterno, todo o olho o verá e todo o joelho se dobrará, pois há um Só Deus, sim é o Criador e é Deus de vivos.

 Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula 












sexta-feira, 3 de maio de 2024

ESCLARECER A TODOS.

 

Base na Bíblia: Marcos 12:16 a 12:27 “... E lhes lho trouxeram. Perguntou-lhes Jesus: De quem é esta imagem e inscrição? Responderam-lhe: De César. Disse-lhes Jesus: Dai, pois, a César o que é de Cesar, e a Deus o que é de Deus. E admiravam-se dele. Então se aproximaram dele alguns dos saduceus, que dizem não haver ressureição, e lhe perguntaram, dizendo: Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se morrer alguém, deixando mulher sem deixar filhos, o irmão dele case com a mulher, e suscite descendência ao irmão. Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou-se e morreu sem deixar descendência; o segundo casou-se com a viúva e morreu, não deixando descendência; e da mesma forma, o terceiro; e assim os sete, e não deixaram descendências. Depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram? Respondeu-lhes Jesus: Porventura não errais vós em razão de não compreenderdes as Escrituras nem o poder de Deus? Porquanto, ao ressuscitarem dos mortos, nem se casam, nem se dão em casamento; pelo contrário são como anjos nos céus. Quanto aos mortos, porém, serem ressuscitados, não lestes no livro de Moisés, onde se falada sarça, como Deus lhe disse: Eu sou o Deus de Abraão, O Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Estais em grande erro. ...”

 

“... Eles lhe trouxeram um, e ele lhes perguntou: ‘De quem é este nome e esta imagem?’. ‘Do imperador’, eles responderam. Yeshua disse: ‘Deem ao imperador o que pertence ao imperador. E deem a Deus o que pertence a Deus!’. E ficaram admirados com ele. Então alguns tz’dukim foram até ele. Eles são os que dizem não haver ressurreição, de modo que propuseram uma she’elah: ‘Rabbi, Mosheh escreveu para nós que se o irmão de um homem morrer e deixar sua mulher sem filhos, seu irmão deverá tomar essa mulher e ter filhos para preservar a linhagem familiar do homem. Havia sete irmãos. O primeiro se casou com uma mulher e morreu sem deixar filhos. O segundo se casou com ela, mas também morreu sem deixar filhos. O mesmo aconteceu com o terceiro. Nenhum dos sete deixou filhos. Por fim, morreu também a mulher. Na ressurreição, de quem ela será mulher, visto que os sete foram casados com ela? Yeshua respondeu: ‘Não é esta a razão de seu engano? Vocês desconhecem as Escrituras e o poder de Deus! Porque ao ressuscitar dos mortos, nem homens nem mulheres se casam, são como os anjos no céu. Quanto a ressurreição dos mortos, vocês não leram no livro de Mosheh, no relato da sarça, como Deus lhe disse: ‘Eu sou o Deus de Avraham, o Deus de Yitz’chak e o Deus de Ya’akov? Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Vocês estão muito enganados”. ...”

 

O esclarecimento sempre foi dentro todos os meios de elucidar, o melhor, pois, passa a permitir que todos os seres humanos, possam saber de seus deveres e direitos, para que possam passar a conviver, em meio a sua sociedade, naturalmente ou mesmo ocasionalmente alguns pontos podem até ser divergentes para aquele que os ouve, porém cabe ao que houve se preocupar em todas suas decisões que deverá tomar, para que seu convívio, em seu meio, possa ser o melhor possível.

Pessoas chegaram ao Messias, como atualmente também o fazem, entram e saem de sua presença, alguns com desconfiança, outros totalmente incrédulos, outros com ironia, outros ainda com fé, porém somente para resolver sua situação momentânea e outros também com a certeza de que morreram para o mundo e são novas criaturas que ouvem a voz do Pastor.

Sim, existe um chamado a todos, mas nem todos ouvem e buscam estar próximo daquele que o chama, neste texto pessoas buscam  identificar respostas para suas dúvidas que eram mais para provar quem era interrogado do que saber o certo enquanto outros também se achegaram ao Messias com o intuito de demonstrar sua total indiferença quanto a ressurreição, pois negavam sua existência.

Jesus, recebe a todos e a todos tem uma resposta, desde o ontem, no hoje e no amanhã, pois é Onipotente, Onipresente e Onisciente, três palavras que tiram nossa raciocino do sentido lógico simplesmente porque no presente somos limitados e vivemos um tempo de vida limitado sobre a face dessa terra, como por exemplo declara o livro de Salmos.

O segundo grupo que aborda o Messias, está preocupado em abrir uma questão sobre a vida após o tempo presente, e apoiam sua questão, sobre textos das Escrituras e usam o nome de Moisés, declarando o meio definido, por ele, para que uma família sempre se mantivesse com descendência, assim apresentaram a figura de uma casal, cujo esposo, era de uma família de sete filhos homens (contando com ele) e todos foram casados com essa esposa, pois nenhum deles teve filho com ela e todos morreram incluindo pôr fim a mulher.

De quem ela será esposa, na vida pós a morte (na ressurreição), esta foi a questão apresentada ao Messias; cada um deles ouviram (e cada um que lê este texto também) os ensinos que deixaram eles pensativos no mínimo (com certeza), mas a decisão do crer e do aceitar sempre será pessoal, e por mais que tentemos mudar pessoas, com o passar do tempo, mais entendemos que muitos ouvem, porém poucos respondem da maneira que esperamos, e quando o assunto é sobre o amanhã, vários fatores irão influenciar na resposta e no proceder do ouvinte, assim somente quando a semente é lançada e cai no chão fértil e essa germina poderemos entender a decisão sobre o que nos foi apresentado.

Nenhum casamento haverá e sim há um passo claro sobre o viver continuo dos que são seus pela parte do Pai; sim são informações que assombra nossas mentes, afinal quando ela raciocina sobre a possibilidade de eternidade real a todos que declaram pessoalmente que sua história tem um novo capítulo ao se encontrar com o elo perdido, com seu Criador, o Pai, através da reconciliação que o Filho inaugurou e somente com o agir do Espírito Santo que age de dentro do interior de cada ser humano, levando a ação de se achegar como literalmente está e somente assim professar a legitimidade de ser uma nova criatura, passando como o Messias ensinou pela Porta estreita e caminhando na estrada também estreita que se reflete, ou ecoa,  no ouvir e responder ao Chamado, a mente desperta e rompe pela fé as barreiras do raciocínio.

  

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







sexta-feira, 26 de abril de 2024

SER SURPREENDIDO.

 

Base na Bíblia: Marcos 12:09 a 12:17 “... Que fará, pois, o senhor da vinha? Virá e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros. Nunca lestes esta Escritura: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular; pelo Senhor foi feito isso, e é maravilhoso aos nossos olhos? Procuravam então prendê-lo, mas temeram a multidão, pois perceberam que contra eles proferira essa parábola; e, deixando-o, se retiraram. Enviaram-lhe então alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. Aproximando-se, pois, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro, e de ninguém se te dá; porque não olhas à aparência dos homens, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus; é lícito dar tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos? Mas Jesus, percebendo a hipocrisia deles, respondeu-lhes: Por que me experimentais? Trazei-me um denário para que eu o veja. E lhes lho trouxeram. Perguntou-lhes Jesus: De quem é esta imagem e inscrição? Responderam-lhe: De César. Disse-lhes Jesus: Dai, pois, a César o que é de Cesar, e a Deus o que é de Deus. E admiravam-se dele. ...”

 

“... O que fará o dono da vinha? Virá e matará aqueles lavradores e dará a vinha a outros. Vocês nunca leram a passagem do Tanakh que diz: ‘A pedra que os construtores rejeitaram se tornou a pedra angular. Isso vem de ADONAI, e a nossos olhos é algo maravilhoso’?’ Eles começaram a procurar um meio de prendê-lo, porque perceberam que havia contado a parábola contra eles. Mas tinham medo da multidão; por isso, o deixaram e foram embora. Depois enviaram a Yeshua alguns p´rushim e membros do partido de Herodes para o apanharem em uma she’elah. Aproximaram-se dele e disseram: ‘Rabbi sabemos que você fala a verdade e que não se preocupa com o que as pessoas pensam, porque você não se prende ao status dos homens; seu ensino é realmente o caminho de Deus. A Torah afirma ser correto pagar impostos ao imperador romano ou não? Mas ele, percebendo a hipocrisia deles, disse: ‘Por que vocês estão tentando me enganar? Tragam-me um denário para que eu o veja’. Eles lhe trouxeram um, e ele lhes perguntou: ‘De quem é este nome e esta imagem?’. ‘Do imperador’, eles responderam. Yeshua disse: ‘Deem ao imperador o que pertence ao imperador. E deem a Deus o que pertence a Deus!’. E ficaram admirados com ele. ...”

 

A cada atitude que fazemos, geramos uma resposta, isso é comum e recorrente em nosso dia a dia, porém, quando nossa atitude acontece, e inesperadamente uma resposta distante da que esperamos ocorre, podemos ser surpreendidos, e assim é natural ficarmos incomodados, afinal era difícil de prever e a partir desse instante cada pessoa tem sua forma pessoal de reagir.

Os responsáveis pelo templo, os doutores da lei e os anciões do povo que se achegaram a Jesus, esperavam definir uma resposta dele, que os levassem a encontrar o meio de inverter as atitudes elaboradas e executadas da pessoa do Messias, porém, ouvem dele uma Parábola e agora percebem que contra eles, era essa, e de imediato procuram prendê-lo, mas o medo do povo, faz com que se afastem e o deixem.

Uma vez distantes, eles planejam uma nova forma de agir e estrategicamente enviam um novo grupo, para mais uma vez, identificarem atitudes do Messias que os possam levantar argumentos, ou simplesmente provas contra ele.

Os meios para se atingirem o objetivo, são de imediatos desferidos contra o Messias, usando de uma linguagem amável, simpática e bel elaborada por pessoas que seguiam os passos dele, logo enfatizaram sua maneira de agir e sua preocupação em cumprir seu chamado, sempre na visão do primeiro mandamento e assim, usar destes artifícios passam a fazer a pergunta que lhes era elaborada pelos líderes do templo, doutores da lei e pelos anciões.

Muitos em suas trajetórias de vida sobre a face da terra são levados pelos elogios e deles se pautam em todos os seus dias, outros, porém, na vaidade de serem sempre citados e lembrados por todos, enquanto outros fica cada um havido em ter uma pergunta mais elaborada ou mesmo um desafio para se emprenharem em sua maneira de provarem suas capacidades ou habilidades pessoais e essa lista se estende longamente sempre com foco em si mesmo no final de cada uma de suas ações.

O Messias percebe o desejo oculto por traz destas palavras e de imediato trata os que assim fazem, com uma afirmação direta sobre suas intenções, porém ao invés de deixar de responder a pergunta feita a ele, pede a eles que lhe apresentem um exemplar real, do pedido que eles fizeram, logo esperava ver uma moeda, de pronto assim foram buscar e a trouxeram, era uma moeda de um denário que representava um dia de labor (trabalho) para um empregado (lembro que um escravo, ou servo nada recebiam por seus esforços).

Agora, pela terceira vez, os que fazem a pergunta ao Mestre são surpreendidos (primeiro por serem confrontados com suas intenções, segundo por lhes pedirem uma moeda que era o motivo dos impostos) e a pergunta direta a eles cela, pois essa é clara sobre uma simples observação das feições e inscrições de uma moeda, eles nem precisavam olhar para a moeda, mas se o fizeram, pode até ser que sim, mas a resposta foi imediata ratificando que era do Imperador, ou seja, aquele que tinha o domínio de todo o local onde estavam.

Pronto, nesse instante o Senhor passou a responder de maneira objetiva, sobre a pergunta que lhe fizeram, definindo a quem deveria ser o direito fosse do Império ou a do Eterno, trazendo de imediato a admiração deles e de todos os seus ouvintes daquele momento, e também os de ontem, hoje e de amanhã que no momento certo, ouvirão as Boas Novas do Reino, o qual trata cada um como apto a conhecer e ser chamado, para se tornarem uma nova criatura.

Simples são as Palavras do Senhor, pois surpreende cada um dos seres humanos, uma vez que prove a cada um, o mesmo direito, de ouvir e estar convidado a mudar sua história, uma vez que o salário do pecado é a morte, instituída desde o dia do acontecimento de Adão e Eva ao agirem de maneira contrária as palavras do Eterno.

Assim, sabemos que por um Plano único e colocado em prática desde o momento em que o ser humano deixou o Jardim do Eden, o Paraíso, e este passou a viver seus dias afastados de seu Criador a cada novo dia, foram necessários o tempo, no tempo dos tempos até a vinda do Messias que cumpriu a vontade do Pai, indo ao Calvário e Sepulcro, mas a morte não o reteve e assim ressuscitou e vivo está, apresentando a cada novo dia (como fez Jonas na Cidade de Nínive) também aos seres humanos o Caminho que se vai ao Pai, mas lembramos que nas Palavras do Messias na Casa de Zaqueu, os que estão sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos e doentes.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula







 






sexta-feira, 19 de abril de 2024

A PROPOSTA.

 

Base na Bíblia: Marcos 11:31 a 12:09 “... Ao que eles arrazoavam entre si: Se dissermos: Do céu, ele dirá: Então por que não o crestes? Mas diremos, porventura: Dos homens? É que temiam o povo; porque todos verdadeiramente tinham a João como profeta. Responderam, pois, a Jesus: Não sabemos. Replicou-lhes ele: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas. Então começou Jesus a falar-lhes por parábolas. Um homem plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou um lagar, e edificou uma torre; depois arrendou a uns lavradores e ausentou-se do país. No tempo próprio, enviou um servo aos lavradores para que deles recebesse do fruto da vinha. Mas estes, apoderando-se dele, o espancaram e o mandaram embora de mãos vazias. E tornou a enviar-lhes outro servo; e este feriram na cabeça e o ultrajaram. Então enviou ainda outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns espancaram e a outros mataram. Ora, tinha ainda um, o seu filho amado; a este lhes enviou por último, dizendo: A meu filho terão respeito. Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e a herança será nossa. E, agarrando-o, o mataram, e o lançaram fora da vinha. Que fará, pois, o senhor da vinha? Virá e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros. ...”

 

“... Eles discutiram entre si: ‘Se dissermos: ‘Do céu’, ele perguntará: ‘Então por que vocês não creram nele?’. Mas se dissermos: ‘Dos homens...’’ eles temiam o povo, pois todos consideravam Yochanan um profeta genuíno. Então responderam a Yeshua: ‘Não sabemos’. Daí, disse Yeshua: ‘Eu não lhes direi com que s’mikhah faço estas coisas’. Yeshua começou a lhes falar em parábolas: ‘Um homem plantou uma vinha. Colocou uma cerca ao redor dela, cavou um tanque para prensar as uvas e construiu uma torre. Depois arrendou a vinha a alguns lavradores e foi embora. Quando chegou a época da colheita, enviou um servo aos lavradores, para receber deles sua parte do fruto da vinha. Mas eles o agarraram, bateram nele e o mandaram embora de mãos vazias. Então ele enviou outro servo; bateram em sua cabeça e o humilharam. Ele enviou ainda outro, o qual o mataram. Enviou muitos outros; bateram em alguns e mataram outros. Faltava-lhe ainda um para enviar: seu filho amado. Por fim, o enviou, dizendo: ‘Respeitarão meu filho’. Mas os lavradores disseram uns aos outros: ‘Este é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa!’. Assim eles o agarraram, mataram e lançaram para fora da vinha. O que fará o dono da vinha? Virá e matará aqueles lavradores e dará a vinha a outros. ...”

 

Uma simples proposta pode ser feita a cada pessoa e desta receber uma resposta imediata ou as vezes ponderada e avaliada, ou ainda muito tempo depois, sim isso pode acontecer também, mas todas acontecem para que cada um dos seres humanos que estão sobre a face da terra, possa surtir o melhor efeito, uma vez, que sabemos que as palavras todas as vezes que são verbalizadas têm a força de mudar pensamentos das mais diversas formas.

Os líderes do templo, os estudiosos da Torah e os anciões, ponderaram e tomaram uma decisão de se isentarem de uma resposta direta, e o Senhor permitiu essa ação sem criar qualquer objeção, sobre esse tipo de conduta, sua proposta era para que pudesse responder de onde vinha sua autoridade, assim ficou dispensado de sua resposta à pergunta elaborada anteriormente por eles.

As Parábolas eram um meio simples de apresentar a todos os ouvintes, por meio dessa ferramenta, comum a todos de sua época, os ensinamentos necessários, para gerar o entendimento necessário, afinal, todos conheciam o assunto que era apresentado, logo era mais simples atingir o objetivo necessário a todos, porém eles entendiam, porém, seus corações, estavam como que cerrados para perceber que o próprio Eterno era quem se apresentava a cada um deles, para liberar o perdão a estes.

Pois, João o escritor, escreveu assim: “Ele veio para sua terra natal; mas seu povo não o recebeu. No entanto, a todos que o receberam, aos que depositaram confiança na pessoa e no poder dele, ele lhes deu o direito de se tornarem  filhos de Deus”; enfim, a cegueira pode não ser somente natural ou física ou por falta de informação e sim por pura decisão pessoal de cada um.

Ou há uma proposta que vem a todos desde o processo de restauração desde Adão, essa por sua vez poderia estar contido a autoridade Soberana do Eterno e assim, permitir a todo povo, língua e nação a oportunidade de voltar-se para buscar o Senhor, e assim poder ser encontrado por Ele, como encontramos a disposição do pai na Parábola do filho pródigo.

A vinha era o palco dessa Parábola que amparava o desejo através do anseio de todos que vivem sobre a face da terra, uma vez que, cada um de nós sente, por si mesmo, o desejo de viver em harmonia com o meio que está bem como o de sentir e estar junto aos que o cercam, e assim lá estava o Dono da terra trabalhando com afinco para elaborar o plantio de uma vinha e ao comtemplar essa etapa concluída, colocou dentro dela pessoas que dessem conta do serviço de cuidar para que no tempo certo o esforço de seu trabalho fosse recompensado pelos frutos.

O Messias menciona que chegou esse tempo e para lá o dono da terra, enviou um de seus servos para simplesmente receber deles o resultado do fruto, não tudo, mas, sim somente o devido, para lá esse servo se encaminhou e ao invés de trazer o que esperava para entregar a seu Senhor, foi atacado (bateram nele) e despedido sem nada pelos locais.

O dono da terra e da vinha, agora houve as palavras que seu servo mencionou e viu o estado em que estava e propôs enviar outro servo, para o mesmo fim, e a cada resultado contrário, ao esperado por ele, enviou outros e outros e a todos que enviou foram recebidos pelos que arrendaram a terra, mas uns foram mortos, outros apanharam e outros foram despedidos sem nada, até que a estratégia mudou e decidiu enviar seu filho, na certeza de que ao verem, o receberiam, e cumpririam o acordado.

Nas palavras do Messias, o resultado mais uma vez foi em ir contra a vontade do Dono da Vinha e assim buscaram um meio de forma irregular em tentar se tornar dono da terra e da vinha, porém essa atitude por parte deles, nas palavras escritas, somente levariam a uma mudança de comportamento por parte do Senhor da terra e estes seriam depostos de suas atribuições e a outros seriam colocados em seus lugares.

 

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula