sexta-feira, 26 de abril de 2019

UMA VISITA AO CHEGAR.


Base na Bíblia: Marcos 05: 01-05 ... Jesus e os discípulos chegaram à região de Gerasa, no lado leste do lago da Galiléia. Assim, que Jesus saiu do barco, foi encontrar-se com ele um homem que estava dominado por um espírito mau. O homem vinha do cemitério, onde estava morando. Ninguém conseguia prendê-lo, nem mesmo usando correntes. Muitas vezes já tinham amarrado as suas mãos e os seus pés com correntes de ferro, mas ele quebrava tudo, e ninguém conseguia dominá-lo. Passava os dias e as noites nos montes e entre os túmulos, gritando e se ferindo de propósito com pedras. ...”


Os discípulos chegaram com Jesus na margem leste do Lago da Galiléia, na região chamada  de Gerasa,  todos desembarcaram, certamente também os ocupantes dos outros barcos, que os acompanhavam durante a travessia, todos esses gratos pela providência divina que testemunharam um a um durante a travessia.

Uma visita diferente do cotidiano, veio rapidamente a se encontrar com Jesus, tratava-se de um homem com atitudes e hábitos não convencionais, como lemos sobre ele no texto descrito nas Sagradas Escrituras, e acrescento que nem para os dias presentes é considerada uma pessoa comum.

Segundo o relato de Marcos, esse homem estava dominado (possuído) por um espírito mau, pois ele passava a noite entre os montes e túmulos, ninguém que tentasse conseguia manter ele preso por muito tempo, fosse com o uso de cordas ou de grilhões, e o texto testifica que tentaram em diversas oportunidades, todas sem sucesso.

Ele gritava e mesmo sendo em montes e no cemitério que antigamente era afastado das Cidades, deveriam de alguma forma incomodar seus habitantes, mas podemos afirmar também que para os residentes desse lugar, esse homem, era uma pessoa sem solução, um caso perdido para a sociedade de sua época.

Jesus, o anfitrião, estava acostumado a receber visitas como podemos observar nos textos das Sagradas Escrituras e sempre usou do seu tempo para ouvir a cada um deles e sabemos que muitos eram curados, libertados de seus problemas e livres de suas prisões quando se achegavam a Ele.

As aparências podem ser as marcas que temos em um primeiro contato, mas devemos lembrar que dificilmente, Jesus e os discípulos já sabiam da fama desse homem, que morava no cemitério, e tinha uma forma diferente também de se vestir e de se auto machucar propositalmente.

Para eles, os discípulos, era mais um que vinha em direção do Mestre, para receber dele, uma palavra, um ensino, uma libertação ou uma cura, quanto tantos outros que já haviam presenciado.

Podemos continuamente avaliar um ao outro, pela aparência, pelo nosso próprio meio de discernir, ou por nossas emoções, e inclusive impedir que pessoas se aproximem de nós.

Jesus, o recebe e houve suas palavras, as quais o questionam diretamente, pois esse homem, sabia que Jesus era o Messias, e que o tempo que estava vivendo era o da sua Vinda, e o juízo que lhes estava destinado se cumpriria.

Enquanto que outros homens (seres humanos) o visitam mas somente pela sua história e referência de um mortal que viveu e tinha palavras que agradavam e ensinamentos que pregavam o amor entre as criaturas e o respeito pelo semelhante e nada mais veem além disso.

Porém, a também entre as criaturas, um povo, um grupo, de ovelhas que estavam com sede, fome, desgarradas, desamparadas e esquecidas na sociedade que o visitam ao ouvir seu chamar e nEle depositam toda a sua fé e esperança de que Ele perdoa pecados e vivem a pura ou genuína confiança em que Ele vai Voltar.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula











sexta-feira, 19 de abril de 2019

VAMOS AO OUTRO LADO.



Base na Bíblia: Marcos 04: 35-41 ... Naquele dia, de tardinha, Jesus disse aos seus discípulos: Vamos para o outro lado do lago. Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram: Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se importa com isso? Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago: Silencio! Fique quieto! O vento parou, e tudo ficou calmo. Aí ele perguntou: Porque é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros: Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?..."

Buscar saber aonde se vai com antecedência, planejar, verificar se está levando todo o material necessário faz parte da boa organização de cada ser humano.

Alguns são extremamente criteriosos, outros por sua vez são exatamente o oposto, mas ambos buscam em comum, estarem prontos para ir, aonde foi acordado no tempo solicitado e chegar. 

Jesus está em uma das Margens do lago de Genesaré, provavelmente na Banda de Cafarnaum, lançando a semente ao coração do povo por parábolas, mas lembro que aos seus discípulos está sempre declarando a eles o que cada uma delas queria dizer; ele os convida, no final da parte da tarde, para subirem no barco em que ele está a irem a outra Banda do Mar da Galileia. 

Os preparativos são feitos para atender a ordem do Mestre, o barco locado ou não, aparece para os levar, lembro que no mínimo deveria caber treze pessoas, mas também havia outros barcos que o seguem; seguindo o princípio de que Jesus tinha a semente e o povo vivia carente, desgarrado e o Mestre oferecia o abrigo que enchia e completava o vazio de suas vidas.

Barco ao mar, remos a água, velas abertas e com o auxílio do timão, lá vão eles para a outra margem, dentro dessa embarcação temos vários experientes homens do mar, que sabem se há tempo bom e vento favorável para a travessia, segundo Marcos, ninguém deles contesta o Mestre. 

No meio dessa travessia, como que do nada, o tempo muda, ondas altas surgem as quais são capazes de afundar o barco e também ventos fortes aparecem e põem em dúvida a total segurança da viagem, da embarcação e da vida dos tripulantes. 

Podemos ter certeza de que a habilidade dos experientes homens do mar, foi posta à prova, para estabilizar a embarcação e tomar a decisão de voltar ou de prosseguir com o barco na proposta feita por Jesus, pois o barco estava se enchendo de água e os doze não conseguiam tirar essa água na medida que entrava.

Mas onde estava, o Mestre Messias Jesus, que deu a ordem de irem ao outro lado? Acharam-no dormindo na parte traseira da embarcação com a cabeça em uma almofada. 

Despertaram o Messias, relataram os acontecimentos durante seu sono e deram o veredito de morte a todos, e o questionaram se não o importava caso isso acontecesse. Marcos declara que Jesus, nada respondeu aos doze, mas se pôs de pé conversou duro com o vento e deu ordem direta ao lago para se silenciar, ficar quieto.

As condições climáticas imediatamente voltaram a condição de navegabilidade tranquila e segura ao barco de Jesus e aos barcos que os acompanhavam; e somente nesse momento, Jesus se volta aos doze e faz duas perguntas:
1 porque vocês são tão medrosos; e
2 vocês ainda não tem fé.

Quem entrega a semente, o semeador, é o mesmo que te convida para ir a outra margem, e em todo esse trajeto (tempo de Vida sobre a face da terra) está no barco de sua vida, afinal todos sabemos que ver por ângulos diferentes cria novas perspectivas para todos os que estão oprimidos, cansados e sobrecarregados da história de suas vidas. 

Cada um dos discípulos por sua vez, ouviu, as duas perguntas, porém se limitaram aos fatos extraordinários que presenciaram e não ao Criador Messias que os estava cuidando.

Assim todos recebem durante suas vidas essas duas perguntas também, quanto a resposta que possa ser dita por cada um como a de quem está a olhar ao Consumador de Todas as Coisas, o qual tem em suas mãos as Chaves da Morte e da Vida ao chegar do outro lado.

Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula






sexta-feira, 12 de abril de 2019

A DIMENSÃO DA SEMENTE.

Base na Bíblia: Marcos 04: 26-32 ... Jesus disse: O Reino de Deus é como um homem que joga a semente na terra. Quer ele esteja acordado, quer esteja dormindo, ela brota e cresce, sem ele saber como isso acontece. É a própria terra que dá o fruto: primeiro aparece a planta, depois a espiga, e, mais tarde, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas ficam maduras, o homem começa a cortá-las com a foice, pois chegou o tempo da colheita. Jesus continuou: Como podemos comparar o Reino de Deus? Que parábola podemos usar para isto? Ele é como uma semente de mostarda, que é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeada, cresce muito até ficar a maior de todas as plantas. E os seus ramos são tão grandes, que os passarinhos fazem ninhos entre as suas folhas...”

Jesus estava dentro de um barco no mar da Galiléia e transmite as boas novas do reino por parábolas, facilitando a seus ouvintes o entendimento, uma vez que ele tratava com meios que eram usados por cada um deles em seu cotidiano e era de conhecimento universal.

Primeiramente sobre o reino de Deus, Jesus destaca o agente ativo (Lavrador, Semeador, um homem) que deita as sementes na terra e sem sua intervenção direta e continua, vê essa semente seja de noite ou seja de dia seguindo etapa a etapa seu processo de crescimento.

E notamos que em seu ciclo natural de crescimento sofre a influência da terra e vai germinando, passando por todas as etapas e por fim chega aos grãos em suas espigas, mas ainda devem esperar para amadurecer.

O lavrador (o homem) ao perceber essa etapa intervém com uma foice porque chegou o tempo de colher o fruto da terra, e somente neste ponto tem o conhecimento para colher, e tudo antes deste é somente um observador da semente no solo.

Jesus compara todo esse processo que ocorre com a semente e ele declara que o certo homem é quem semeia o reino de Deus, o qual é a semente na terra, afinal a germinação é na terra (solo) que ocorre e a sega por sua vez já está determinada na volta do semeador que nessa nova etapa vem na figura do colhedor da semente deitada a terra.

Comparou o Senhor Jesus também o reino de Deus a uma das menores sementes conhecidas por seus ouvintes o grão de mostarda e mostrou a todos eles as dimensões que atinge essa semente e as possibilidades de abrigar entre seus galhos e folhas ninhos de pássaros e outras formas de animais vertebrados ou invertebrados, mas deixando claro que ela cumpre plenamente seu papel em dar mostarda.

O reino de Deus era, é, e continua sendo anunciado, pois é Vivo, Presente e Real e lança a semente a terra, solo, com o desafio do arrependimento para que todos a possam receber e permitir o crescimento, com a necessária morte da semente no solo de cada ouvinte, a fim de que possa germinar e produzir frutos que honrem ao Seu Criador (o semeador) pois o reino é presente, está dia a dia vindo e mais próximo.

Este será o tempo da colheita onde não mais haverá o lançar de novas sementes a terra e sim somente será colhido de cada um de todos os séculos e tempos ainda no porvir, antes desse dia da colheita, o que foi produzido pela semente colocada em cada ouvinte do Verbo vivo que se fez carne e habitou entre nos.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula














sexta-feira, 5 de abril de 2019

A LUZ EM ATIVIDADE.


Base na Bíblia: Marcos 04: 21-25 ... Jesus continuou ‘Por acaso alguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto ou de uma cama? Claro que não! Para iluminar bem, ela deve ser colocada no lugar próprio. Pois tudo o que está escondido será descoberto, e tudo o que está em segredo será conhecido. Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.’ Disse também: ‘Cuidado com o que vocês ouvem! Deus usará para julgar vocês a mesma regra que vocês usarem para julgar os outros. E com mais dureza ainda! Quem tem receberá mais; mas quem não tem, até o pouco que tem será tirado dele.’”...


Todos de alguma forma usam dos benefícios da luz, por múltiplas e múltiplos motivos; e mais ainda direta ou indiretamente todos convivemos com sua influência para a necessária continuidade de nossa existência, permitindo que se mantenha qual como somos.

Jesus estava explicando aos discípulos e a alguns outros que permaneceram entre eles, por ser por eles questionados, e a na mesma explicação conclui esse ensino da parábola do Semeador e em seguida inicia o texto que acabamos de ler.

A lamparina era o meio seguro na época para ser usada em locais internos ou externos dependendo e variando sempre em função exclusiva da necessidade do usuário final, o alvo sempre foi obter a luz ou claridade necessária ou luz extra para se sentir ou se manter seguro.

O Mestre questiona seus ouvintes sobre um determinado tipo de uso incomum de uma pessoa ao acender sua lamparina propondo duas opções estranhas; a primeira de coloca-la dentro de um cesto e a segunda abaixo de uma cama, e em seguida sem esperar resposta, antes de prosseguir, porém, antecipo com certeza de que todos sabendo e o ouvindo, tinham sua própria definição pessoal.

A parábola segue em sua apresentação e agora Jesus coloca a lamparina de uma forma que não choca seus ouvintes, definindo a eles naturalmente que sempre há um lugar apropriado para ela estar e para que a luz emitida por ela cumpra a sua plena função.

A luz é definida por Cristo como o meio de mostrar o que está escondido bem como tudo o que está em segredo, e conclui Jesus declarando aos ouvintes que se tivessem ouvidos: 'que ouçam'.

O raciocínio de todos mais uma vez era convidado a estar presente, atuante e não somente viver da pura emoção, das palavras ensinadas, pois agora a Luz pode mostrar o oculto como também é o segredo que todos carregam dentro de si e que pode vir a tona, assim essa luz era mais poderosa que a luz humana.

O sinal de alerta entre todos os ouvintes estava sendo convocado, pois a luz agora tinha um novo papel, e com certeza era a Luz do Enviado pelo Senhor, para anunciar o ano Aceitável, mas quantos entenderam essa verdade da função primaria da Luz.

Agora o Mestre aponta para os que ouvem e pede para que parem e pensem um pouco, no que estão ouvindo e no que estão pondo em pratica, pois ao ouvir juntamos material para julgar e ao julgar podemos estar atuando diferente da vontade do Eterno, simplesmente pelo fato de que Deus é amor e os seus o devem adorar em espírito e em verdade, com todo o amor em primeiro lugar e em seguida a si mesmo então, juntamente ao seu próximo.

O ensino do Messias declara que ao ouvir juntamos informação e criamos regras e que o Eterno vai usar essas mesmas regras que usamos contra cada um por si e de forma ainda mais severa, logo o que tem a luz tem a vida e o ouvir atento, enquanto que quem não a tem, vivem a ouvir qualquer vento de informação e delas criam a cada momento uma separação ainda maior com o seu Criador.

Assim, o que tem ser-lhe-á acrescentado como Jesus citou em outro momento: ‘Servo bom e fiel fostes fiel no pouco sobre o muito te colocarei’, e também faz menção ao que pouco tem que ‘ser-lhe-á tirado até esse pouco’, pois age como um servo inútil em sua maneira de viver sob a face da terra, negligenciando a Luz que está a sua frente e a colocando em lugares que somente a ocultam.

Essa Luz em atividade, deve ser ouvida, pois como um farol em tempo antigos, servia para alertar e apontar os pontos de perigo as embarcações com seus tripulantes, assim é essa Luz, a qual tem em suas mãos o mapa, exclusivo e único que leva a Vida Eterna.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula



sexta-feira, 29 de março de 2019

PARÁBOLA DO SEMEADOR.


Base na Bíblia: Marcos 04: 03-09 ... Escutem! Certo homem saiu para semear. E, quando estava espalhando as sementes, algumas caíram na beira do caminho, e os passarinhos comeram tudo. Outra parte das sementes caiu num lugar onde havia muitas pedras e pouca terra. As sementes brotaram logo porque a terra não era funda. Mas, quando o sol apareceu, queimou as plantas, e elas secaram porque não tinham raízes. Outras sementes caíram no meio de espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Por isso nada produziram. Mas as sementes que caíram em terra boa brotaram, cresceram e produziram na base de trinta, sessenta e até cem grãos por um. E Jesus terminou, dizendo: Se você têm ouvidos para ouvir, então ouçam..."

Podemos pensar que para esta parábola seria o nome mais indicado o ‘da semente’, porém sabemos que a obra é do Criador e em seu Plano sem igual permitiu o envio de seu Filho, o Semeador, com as Palavras (a semente) em sua boca a apresentar o refúgio, o reencontro e o descanso aos braços do Pai.

Jesus usava as ferramentas necessárias que estavam no local em que se encontrava, agindo assim sempre permitia que todos que viessem a ele fossem recebidos.

Quando havia excesso de público, para que todos pudessem ouvir, ele se deslocava para o mar para poder ensinar, como antes de acontecer essa parábola que foi lida, deixou registrado Marcos, provavelmente ele ouviu de Simão, apelidado de Pedro, que esteve com Jesus desde o início de suas mensagens sobre o ano (tempo) aceitável do Senhor.

Quando todos podiam ouvir, Jesus inicia a parábola que é chamada de Semeador, suas palavras tratam de assuntos de conhecimento comum aos seus ouvintes.

A exposição segue também o simples processo de um certo lavrador (semeador) não um qualquer ou um aventureiro, em seu local de plantio, porém Jesus de imediato antecipa o momento da queda da semente ao solo fértil, apresentando, as prováveis quedas durante o trajeto ao campo, em lugares pedregosos e em lugares onde já existia outras sementes.

Aos ouvintes fica a certeza de que realmente é correta sua exposição e nada do que se disse cabe se refutar ou acrescentar alguma coisa a sua explanação, se, estando eles no lugar do semeador certamente fariam e passariam pelas mesmas situações, enfim era uma boa parábola que os entretiam.

Ao final de sua apresentação pede a todos os seus ouvintes, ao chamar suas atenções para que os que tivessem ouvidos, refletissem sobre os quatros fatos, ocorridos pela ação do semeador.

1) A semente que caiu no caminho estava exposta e permitia a ação dos elementos da natureza, como a dos pássaros, para serem consumidas, antes de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador;

2) A pouca terra em área pedregosa, também recebeu a semente e era perfeita para permitir a germinação, e isso naturalmente com o passar dos dias ocorre, mas outro elemento da natureza, o sol, age naturalmente e por falta de raiz deixa de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador;

3) A semente também pode e caiu em lugar onde haviam outras sementes, ambas cresceram, os elementos da natureza apoiaram no crescimento, porém as outras sementes a sufocaram e assim essa também como as anteriores deixa de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador; e

4) A lançada em solo arado, preparado, germina, cresce, expõem sua beleza em toda as suas etapas e em retribuição da fruto, cumprindo seu papel imaginado no coração do Semeador.

Para todos os ouvintes repito que era uma bela parábola que incentivava a ser prudente cada um por si com suas sementes quando fosse o período de cultivar a terra e a lançar nela (a terra ou o solo) cada uma de suas sementes.

Hoje todos entendem com total clareza, isso, mas será verdade essa minha afirmação?

Os discípulos de Jesus estavam em dúvida do que o Mestre queria dizer, e posteriormente o questionaram.

O povo ouviu, mas, também não entenderam, pois era um Plano Eterno que estava acontecendo diante de cada um deles mas seus olhos e ouvidos, não discerniam que a razão da Vida, estava entre eles, mas cada um deles não o reconheceram, e eles eram os seus, mas os seus nada viam nele que os fizessem enxergar, pois ele era homem de dores, mas de continuo suas palavras sempre queimavam e ardiam em seus corações.

A dureza dos dias e dos acontecimentos leva muitos a perder a esperança na Vinda do Salvador para a sua vida pessoal, sempre postergam a verdade da única finalidade de resgatar cada um do império das trevas o qual lhes colocam cadeias, grilhões e claramente anuncia (a semente ou a palavra) que tem para lhe mostrar o novo e vivo caminho.

A semente é a palavra do Semeador Jesus, o Messias, os solos citados são os exemplos de cada tipo de pessoa que recebe ao ouvir, a semente, e menciona qual é o seu comportamento adiante uma vez de posse dessa semente.

Jesus em outra ocasião disse que nenhuma semente que vive pode cumprir seu papel antes ela deve morrer no solo, para que em harmonia com o solo produza frutos que permanecem para a vida eterna.

Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 22 de março de 2019

DEFINIR SEM BASE GENUÍNA.


Base na Bíblia: Marcos 03: 20-26 ... Quando Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente, que ele e os discípulos não tinham tempo nem para comer. Os parentes de Jesus souberam disso e foram buscá-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que ele estava louco. Alguns mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam: Ele está dominado por Belzebu, o chefe dos demônios. É Belzebu que dá poder a este homem para expulsar demônios. Então Jesus chamou a todos e começou a ensiná-los por meio de parábolas. Ele dizia: Como é que Satanás pode expulsar a si mesmo? O país que se divide em grupos que lutam entre si certamente será destruído. Se uma família se divide, e as pessoas que fazem parte dela começam a lutar entre si, ela será destruída. Se o reino de Satanás se dividir entre si, o reino não continuará a existir, mas será destruído...”

Ir e tirar satisfação sempre (todas as vezes) que nos identificamos como ofendidos faz parte da natureza humana, ou quem sabe, adotamos esse procedimento de nossos ancestrais e não de nosso Criador, sabemos pelas Escrituras Sagradas que se alguém nos ofende temos o legitimo direito de ir até a pessoa que nos ofendeu e pedir a retratação e se este não aceitar, chamaremos testemunhas e juntos tentaremos a mesma retração, mas se não ocorrer devemos deixar o assunto de lado.

Dormir faz parte da natureza humana, dever-se-ia então cada um buscar continuamente o melhor para sua vida pessoal, para que cada um atingisse o desempenho diário aperfeiçoado o qual se equilibra continuamente no corpo, na alma e no espírito a cada novo dia.

Uma grande massa de seres humanos, no entanto vivem somente a se importar desde que o brilho, o glamour, de seu ego esteja massageado e a aparência se mantenha elevada e se porte em alta em suas ações diante dos demais a sua volta.

O Mestre Jesus, volta para casa, provavelmente em Cafarnaum na região da Galileia, dos gentios, onde ficava os menos favorecidos dos judeus e ali ele era conhecido e visitado, por multidões da região da Galileia e da Judéia e também de povos no estrangeiro.

Em sua volta uma grande multidão também conhecia esse endereço e lá estavam, para ver Jesus, tomando deles todo o tempo, ao ponto, de que para os atender, seus próprios discípulos e também Jesus estavam privados de se alimentarem, pois, essa era a definição dessa massa de pessoas, ou seja serem atendidos.

A família de Jesus, seus parentes, também vieram não com o desejo de serem atendidos ou tocados, mas sim com o intuito de o retirar daquele meio por que souberam por terceiros que Jesus estava louco e essa era a definição deles, buscando retirar do meio antes que o nome da família fosse escarnecido.

Alguns mestres da lei, que vieram de Jerusalém, região considerada como o local dos mais abastados, estavam ali também e tinham uma definição entre eles, sobre o Messias Jesus, ao o considerarem como possuído pelo chefe dos demônios.

Todos vemos com suas definições e prontos para executa-las, Jesus percebe cada uma delas e por ofender uma delas (dessas definições) ao Espírito Santo, ele apresenta sua resposta focado no conceito de enfraquecimento.

Com uma parábola ilustra o país, a família e o reino de satanás, buscando ter a atenção de todos os ouvintes, discorreu sobre as bases que eles conheciam, para demonstrar o inevitável, quando qualquer um dos membros desses lutam entre si.

Enfatizando que nada que está estável quando inicia focos de instabilidade pode se perpetuar, disse Jesus, a todos que estavam próximos e aos que deram ouvidos as suas palavras.

Ali estavam os parentes, elo mais próximo por questões familiares morais e éticas para cuidar e zelar pela moral da família e do melhor para um ente que demonstrava sinais claros de loucura, afinal, anunciar as boas novas, curar a todos que se aglomeravam a sua porta e ficar sem comer, só poderia estar fora de suas faculdades mentais e assim precisava de medico para tratamento e acompanhamento.

O povo, por sua vez sempre o povo, buscando estar atualizado com os acontecimentos a sua volta, buscavam mais uma vez, estar junto aos fatos e assim não eram de Jesus, mas eram sim somente da solução rápida de seus problemas efetuadas pelo Messias, porém sem nunca se comprometer.

Os mestres da Lei, profundos conhecedores, oriundos de linhagem social elevada, de Jerusalém região da Judeia, ali também estavam, para dar sua contribuição, afinal sempre se auto intitulavam formadores de opinião, e assim declaravam publicamente por qual espírito Jesus era influenciado.

Todos temos direitos a ter opinião, vejam esses três, exemplos, sobre o mesmo assunto (o Messias) como podem no final ser muito divergentes umas das outras, assim continua e nada mudou até os dias atuais e deve continuar a se repetir até a volta do Senhor Jesus, com poder e grande glória.

Retornando a parábola, notável é o cuidado do Enviado do Senhor em mostrar que a unidade sempre deve ser o alvo, a ser mantido, e para isto de continuo trazer no memorial de cada um, que quando, algo muda esse rumo, um plano deve ser iniciado imediatamente para que possa restaurar o equilíbrio.

Jesus veio para restabelecer esse elo partido, com seu sacrifício único e legítimo diante do Pai Criador, porém notamos que as opiniões dos seres humanos divergem quanto a isto, mas o perdão continua permanentemente ativo para todos os que reconhecem seu erro pessoal em suas opiniões e se arrependem aos pés do Salvador Jesus.

Contudo quanto a opinião dos mestres da Lei, por ofenderem o espírito que estava atuando entre o povo (entre todos) com sinais e maravilhas, sobre esse pecado (errar o alvo) era e será inesquecível por toda a eternidade.

O agir do Eterno é perfeito e jamais se limita a capacidade limitada humana, a qual sempre julga ter o tempo a seu favor e a última palavra, pois há erro nessa interpretação, afinal somente Ele abre ou fecha a Porta sem que nada nem ninguém o possa alterar.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 15 de março de 2019

A ESCOLHA


Base na Bíblia: Marcos 03: 13-18 ... Jesus subiu um monte, chamou os que ele quis, e eles foram para perto dele. Então escolheu doze homens para ficarem com ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze ele chamou de apóstolos. Eles receberam autoridade para expulsar demônios. Os doze foram estes: Simão, a quem Jesus deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu (a estes ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer ‘Filhos do Trovão’); André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes, que traiu Jesus...


Como diz um dentre os muitos ditados antigos: 'quem muito escolhe sai escolhido'.

A natureza após sua criação divina sempre mostrou sua capacidade de adaptação nas mais adversas situações extremas ou normais, sempre criando a cada escolha pessoal ou involuntária levada a meios para perpetuar sua sobrevivência.

Jamais devemos esquecer que somos parte também dessa natureza, vivemos nossos dias usando da ferramenta da escolha para pautarmos nossas decisões a cada novo amanhecer.

As escolhas de cada ser humano trazem contidas em si, cada uma delas o desejo de avançar com sucesso, raramente fazemos opções pessoais de escolhas para exclusivamente agradar a outro semelhante.

Jesus em toda a Escritura Sagrada que temos acesso em registros históricos, apresenta continuamente suas ações focadas ou pautadas em fazer a vontade soberana do Pai, e mesmo sendo capaz em sua missão, designada a ele pelo Criador, decidiu chamar 12 (doze) pessoas, dentre seus discípulos, escolhidas somente após subir a um Monte e passar uma noite a orar ao Pai.

Cada palavra que encontramos sobre Jesus, e sobre suas falas descritas, seguramente por pessoas que foram testemunhas oculares e impactadas por essas palavras, mostram que sua decisão em tempo integral estava na escolha de servir.

No texto descrito por Marcos, que lemos, a ação de Jesus iniciada a qual culminou com as escolhas, desse homens, iniciou com uma pré-seleção dentre seus discípulos e deste grupo então separados dos demais, elegeu somente a 12 (doze) e mudou seus títulos de aprendizes do Mestre (discípulos) para enviados do Mestre (apóstolos), logo os que ficaram fora desse grupo continuaram a ser seus discípulos.

A diferença entre eles estava em uma ação que Marcos deixou de explicar em detalhes como o poder chegou a eles, provavelmente por oração, ou por uma palavra direta de Jesus, ou pela imposição de mãos, ratifico que o escritor deixou de dar esse registro sobre o como aconteceu, mas sabemos na pratica o efeito causado por outros textos nas Escrituras Sagradas, demonstrando seus entusiasmos (dos doze) em fazer o que lhes fora pedido.

Essa foi a escolha que mudou o mundo quanto ao envio da mensagem das Boas Novas esclarecendo a todos (homens, mulheres e crianças) o fato de existir uma nova opção de escolha além daquelas que o próprio ser humano usa em seu dia a dia, desde que tem chegado a cada canto do Planeta, contendo a certeza do perdão dos pecados e uma proposta para uma nova vida.

A decisão, no entanto, de escolher ou rejeitar essa escolha, ficou para cada ser humano enquanto esse viver sobre a face da terra, porém todos necessariamente a ouvirão, pois como está escrito sobre as próprias palavras de Jesus: 'Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todas as criaturas, o que crer...'



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula