sexta-feira, 27 de julho de 2018

A AUTORIDADE PARA AGIR.


Base na Bíblia: Lucas 20: 01-08 ... Certo dia Jesus estava no pátio do Templo ensinando o povo e anunciando o evangelho. Então chegaram ali alguns chefes dos sacerdotes e alguns mestres da Lei, junto com alguns líderes do povo, e perguntaram: Diga para nós: com que autoridade você faz essas coisas? Quem lhe deu essa autoridade? Jesus respondeu: eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Respondam: Quem deu autoridade a João para batizar? Foi Deus ou foram pessoas? Aí eles começaram a dizer uns aos outros: O que é que vamos dizer? Se dissermos que foi Deus, ele vai perguntar: Então por que vocês não creram em João? Mas, se dissermos que foram pessoas, esta multidão vai nos apedrejar, pois eles acham que João era profeta. Por isso responderam: Nós não sabemos quem deu autoridade a João para batizar. Jesus disse: Pois então eu também não digo com que autoridade faço essas coisas...”

No dia a dia de cada pessoa existem muitos acontecimentos em que somos questionados por nossa maneira de agir, de diferentes maneiras acontecem, porém sempre são para legitimar (confirmar) que é a pessoa e para apurar sua capacidade em executar a função que está se propõe e assim por diante vai se repetindo diariamente.

Muitas vezes de maneira automática respondemos, sem analisar quem é que pede as confirmações e com que necessidade e interesse perguntam, e em nossos dias atuais podemos estar gerando contas e despesas extras, muitas ocorrem sobre falsas promessas de sorteios premiados e sem perceber respondemos perguntas e além de dados pessoais incluímos muitas vezes confirmações verbais.

Uma nova estratégia foi imaginada na mente dos chefes dos sacerdotes, junto com os mestres da lei e incluídos os líderes do povo, e eles a colocam em pratica envolvendo alguns de cada um desses grupos; eles chegaram a Jesus enquanto ele ensinava e anunciava o reino ao povo no átrio dos judeus no Templo.

Ao ler esse texto sinto-me seguro em o comparar aos procedimentos dos dias atuais, onde por exemplo, uma ligação toca e ao atender somos surpreendidos, dessa mesma forma, imagino que eles chegaram e lançaram de imediato a pergunta ao Mestre Jesus, para que todos os ouvissem.

O Mestre Jesus, se agisse como todos que se intitulam mestres, primeiro no caso de ocidentais, poderia atropelar uma resposta que a princípio surpreendesse a todos inclusive naturalmente rebaixando os que fizeram a frase; já no caso de orientais, poderia usar uma palavra filosófica, sem nexo aparente e deixar todos os presentes confusos.

O Filho do homem, ouve, compreende a pergunta e aceita responder, mas impõem uma condição simples, também com pergunta.

A pergunta declarada por Jesus, busca no interior de cada um dos presentes e ouvintes um desejo cego de responder, e seus opositores sentem o gosto da dúvida surgir em suas mentes, afinal estavam seguros que tinham encontrado uma maneira de humilhar ou desmascarar a Jesus diante do povo e ainda mais dentro átrio do Templo.

Fizeram então um comitê avançado e entre eles declararam suas dúvidas e as prováveis consequências. Por fim deliberaram o que responderiam e apresentaram ao Mestre.

Podemos estar seguros de nossos atos e das ações preventivas e as pós que adotamos, porém ainda assim poderemos ser surpreendidos por acontecimentos que nos levam a reiniciar uma nova carreira (ou direção).

Lembro da história de Jó, lembro da história de Noemi sogra de Rute, lembro da história de José e em todas essas vejo o agir do Eterno autorizando seus servos a prosseguir seus dias.

Jesus, o Filho do Homem, o Filho de Deus, o Deus Filho, perguntou qual o entendimento que havia sobre o precursor da chegada das Boas Novas, logo ele estava a ratificar sua autoridade e a de quem o enviou, para vir a anunciar o ano aceitável do Senhor, permitindo ao povo cansado o refrigério em sua alma, corpo e espírito, através do conserto Eterno de Seu sacrifício em obediência ao Pai, como o perfeito e imaculado Cordeiro de Deus que tira o pecado.

Ao ouvir a resposta dos representantes desses grupos, simplesmente declarou a eles e aos ouvintes a ouvirem, que estava livre de responder a pergunta inicial dirigida a Ele, e voltou-se a ensinar e anunciar o Reino ao povo.

Deveríamos aprender certas lições, e coloca-las em pratica, principalmente por ser palavras eternas e permitirem que ao invés de incentivar no ser humano a discussão, a discórdia, a briga, a guerra que levam a confrontos, inimizades, etc. Alcançar sim o alvo em servir Aquele que nos amou antes e chamou a cada um dos que O ouvem, apresentando o meio para se libertar das correntes mentais e forças que nos impediam e impedem de caminhar e chegar e também a permanecer em sua maravilhosa luz.

Porém, o alerta foi dado e muitos foram instruídos e doutrinados, por forças estranhas,  a acharem que são possuidores por direito da entrada aos céus, igualmente como eram esses da época de Jesus, contudo com amor, zelo e persistência foram sempre advertidos que estavam sendo na verdade portas fechadas para liberarem a outros e também para que pudessem entrar, enfim as Escrituras Sagradas declararam que somente em Jesus, Cristo, Messias está a chave, pois Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida e tem consigo toda a autoridade dos céus e da terra.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula






sexta-feira, 20 de julho de 2018

COMO RESPONDER.


Base na Bíblia: Lucas 19: 44-48 ... Eles destruirão completamente você e todos os seus moradores. Não ficará uma pedra em cima da outra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio para salvá-la. Jesus entrou no pátio do Templo e começou a expulsar dali os vendedores. Ele lhes disse: Nas Escrituras Sagradas está escrito que Deus disse o seguinte: ‘A minha casa será uma >Casa de oração<.’ Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões. Jesus ensinava no templo todos os dias. Os chefes dos sacerdotes, os mestres da Lei e os líderes do povo queriam matá-lo. Mas não achavam jeito de fazer isso, pois todos o escutavam com muita atenção...”


Encontrar o Templo em plena atividade basta perceber que era o ideal momento para os comerciantes estarem satisfeitos, afinal era a Páscoa, e todos aprendiam desde a infância que havia os interesses de servir ao Eterno, com uma oferta voluntária de 20 (vinte) gramas de prata por homem acima de 20 (vinte) anos anual, bastava e o dinheiro deveria ser do Templo que não aceitava moedas com faces de Imperadores, Reis, etc... que se intitulavam deuses.

Por mais que seja possível ao ser humano relevar as palavras do Messias Cristo, elas eram declaradas no Pátio do Templo, na maioria das vezes quando ele estava em Jerusalém, e Jesus era conhecido de todos inclusive dos responsáveis pelo Templo.

Jesus entra no Templo e pela segunda vez, quando presencia os homens no pátio dos gentios a efetuarem o câmbio com ágio por volta de 8 (oito) por cento e os parentes dos sacerdotes com os animais prontos para efetuarem a venda, iniciou a retirada deles.

Citou Isaías 56:7 “sim a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”.

Citou Jeremias 7:11 ”Tornou-se, pois, esta casa, que se chama pelo meu nome, uma caverna de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isso, diz o Senhor.”

O Mestre Jesus entra nos limites do templo e passa pelo primeiro pátio, o dos gentios, destinados a não judeus que quisessem ir no máximo até ali, para orar ao único Deus; se passassem seriam mortos (físico e espiritual), nesse local provavelmente ficavam os cambistas e os vendedores de animais.

Os cambistas Ali deveriam atuar pois possuíam as moedas chamadas de siclo judeu e somente essas aceitas no Templo como ofertas; e era  o caminho para todos os judeus o caminho por onde passariam também as mulheres judias para irem ao seu átrio que era o seguinte e os homens judeus que passavam pelo átrio gentio, passavam depois pelo átrio das mulheres e chegavam aos átrios dos judeus a frente estava, o átrio dos sacerdotes, com o local de sacrifício seguido da pia de bronze e a entrada à frente do Templo ao local santo, iluminado por um candelabro que só os levitas e sacerdotes podiam entrar e depois deste o aposento separado por duas grossas cortinas ficava o Santo dos Santos, iluminado por Deus, onde o sumo sacerdote entrava uma vez por ano.

Os comerciantes de animais também deveriam ficar no pátio dos gentios para facilitar a vida daqueles peregrinos que fizeram votos ou queriam pagar com sacrifícios por algum delito definido na lei mosaica, e ali o compravam e levavam aos sacerdotes e aos levitas para a expiação ou oferta.

Jesus sente que faltava o interesse genuíno do povo que ia ao Templo para adorar o seu Deus, e os ambulantes colaboravam para destoar dos propósitos estabelecidos desde a sua inauguração por Salomão o filho do rei David, que era exatamente de adorar reconhecendo a autoridade do Eterno e jamais desvirtuar para interesses pessoais e mesquinhos.

O Eterno retira o que está em desacordo pela segunda vez, a primeira aconteceu a 3 (três) anos antes e fica pronto para declarar a todos que de continuo estava no pátio o Ensino e todos que o escutavam reconheciam essa verdade e prestavam atenção, afinal era exatamente isso o que edificava e aquietava o homem junto ao seu Criador. E provavelmente ensinava no pátio dos judeus que ficava separado por um grupo de degraus do pátio das mulheres e por um grupo de degraus também do pátio dos gentios, logo todos eram convidados a ouvirem suas Palavras Eternas dentro da Casa do Senhor.

Um novo grupo de opositores nasceu para o Filho do homem, que eram o dos comerciantes, chamados de principais do povo, que se aliaram aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da Lei para mata-lo, porém não conseguiam ocasião, mas uma outra estratégia sobre esse mesmo assunto através de Judas Iscariotes fora acordada.

Apesar de ter anunciado a destruição de tudo, Jesus, manteve o princípio da adoração ao verdadeiro Deus, demonstrando o zelo e o repudio aos que fazem todo o tipo de distorção, e anunciando, logo enfim, declarando como agradar ao Senhor, ao buscar seu reino e a sua justiça e o mais pela fé naturalmente a cada um será acrescentado.

O pêndulo é um meio de mostrar uma maneira de medir o equilíbrio, porém no Reino Eterno, a proposta é de servir de todo o entendimento e coração e assim se apresenta como responder.

Apocalipse 3:17-18 “Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, afim de ungires os teus olhos, para que vejas.”


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 13 de julho de 2018

DEIXAR DE RECONHECER O TEMPO.


Base na Bíblia: Lucas 19: 41-45 ... Quando Jesus chegou perto de Jerusalém e viu a cidade, chorou com pena dela e disse: ‘Ah! Jerusalém! Se hoje mesmo você soubesse o que é preciso para conseguir a paz! Mas agora você não pode ver isso. Pois chegarão os dias em que os inimigos vão cercá-la com rampas de ataque, e vão rodeá-la, e apertá-la de todos os lados. Eles destruirão completamente você e todos os seus moradores. Não ficará uma pedra em cima da outra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio para salvá-la’. Jesus entrou no pátio do Templo e começou a expulsar dali os vendedores...”

O que leva uma pessoa a chorar pode estar contido em muitos eventos inesperados que nos acometem, e meche com a estrutura humana e a atitude do ser humano em extravasar, em sua maioria, rompe com o choro, mas também pode estar contido por muitas coisas que vivenciamos e de alguma forma ficam retidos em nosso interior e basta um fato que toque no assunto e de imediato acontece a explosão de choro e lágrimas.

Jesus conhecia o caminho a Jerusalém desde a sua mais tenra infância e como Deus Filho sempre soube desde o tempo de Abrão que ali seria a Terra que mana Leite e Mel e onde o Senhor teria um local a ser adorado, até então, mas por suas próprias palavras antecipou a mulher samaritana que a adoração do Senhor estaria expandida a todos que o adorarem em espírito e em verdade.

Fica o pensamento porque as Escrituras registram o choro de Jesus por duas vezes, numa primeira ao ir visitar seu amigo Lazaro que estava morto a 4 (quatro) dias e agora vendo a Cidade de Jerusalém.

A correria tem sido um fator importante na sociedade moderna onde os seres humanos galgam posições, status, reconhecimentos pessoais e em sua maior parte é elegida e mostrada pelos meios de comunicação como sendo uma virtude e um exemplo a ser repetido, afinal sempre são apresentados juntos a opinião pública ‘cases’ de sucesso.

Na outra ponta da correria humana, encontramos o oposto que enaltece a qualidade de vida pessoal em todos os momentos dela e assim nasce a busca por uma vida de qualidade, longe do stress e correria como foi anteriormente citado.

Ambas têm seus defensores e opositores sempre deixando claro que uma das definições clássicas da humanidade reside no fato de sua conduta em sempre estar insatisfeita com o meio em que vive.

Devido a esse modo de viver, as Escrituras Sagradas apresentam nos evangelhos sinóticos e no livro de João, o maior espetáculo ao vivo acontecendo e todos simplesmente enxergando suas pessoais insatisfações.

O Messias predito pelo Antigo Testamento e anunciado por João, o Batizador, não foram suficientes para clarear os olhos cansados de um povo que desde a queda das tribos com Israel e da queda das tribos de Judá ansiavam pelo restabelecimento de seu Reino sobre a Terra.

Jesus! Antes de entrar pelos portões da Cidade de Jerusalém, para, para a olhar, e a observa, chora por ela e faz uma triste declaração sobre o bichinho de Jacó.

Suas palavras são doloridas e apontam para fatos a ocorrer pouco tempo a frente (no futuro), declarando seu sincero carinho, afeição e amor por sua Cidade, bem como o desejo sincero de a poupar.

Qual era a razão do choro do Mestre? Estava em ter anunciado o Reino com poder e autoridade, apresentado o caminho para a fonte da água viva e o pão vivo que desceu dos céus, para dar vida aos homens, seguido de inúmeros e incontáveis sinais e maravilhas, como afirma João, seu discípulo e apóstolo.

Repetia como foi no deserto em que caminharam por 40 (quarenta anos) com uma nuvem de dia e uma coluna de fogo de noite, e só viam o momento, as circunstâncias, afinal faltava uma pessoa como o profeta Daniel, nesse tempo presente, para saber contar o tempo e reconhecer a chegada do Messias.

Por deixarem os acontecimentos seguirem sem dar a devida importância, a história conta o triste episódio ocorrido por volta do ano 70 (setenta) da era Cristã, com a destruição de Jerusalém e do Templo sobre o povo oprimido de Israel.

Fatos são exemplos que uma vez registrados podem servir de referência para serem observados no intuito de que com atenção cada um busque estar atento aos acontecimentos e a parte pessoal que cabe a cada um por si.

Deixando todo o embaraço deste mundo e métodos que buscam aprisionar as pessoas, cegar suas mentes, calar seu espírito e alma, atentemos as Boas Novas que nos são anunciadas e procuremos entrar na casa pela porta e jamais por outro meio para não ser jamais confundidos com salteador ou alheio e posto para fora.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula








sexta-feira, 6 de julho de 2018

O CONTEÚDO DE UMA MULTIDÃO.


Base na Bíblia: Lucas 19: 35-39 ... Então eles levaram o jumentinho para Jesus, puseram as suas capas sobre o animal e ajudaram Jesus a montar. Conforme ele ia passando, o povo estendia as suas capas no caminho. Quando Jesus chegou perto de Jerusalém, na descida do monte das Oliveiras, uma grande multidão de seguidores ia com ele. E eles, cheios de alegria, começaram a louvar a Deus em voz alta por tudo o que tinham visto. Eles diziam: Que Deus abençoe o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória a Deus! Aí alguns fariseus que estavam no meio da multidão disseram a Jesus: Mestre, mande que os seus seguidores calem a boca!...”

Os acontecimentos vão se avolumando e ocorrem um seguido do outro, acontecem também não poucas vezes juntos (simultâneos) ao mesmo tempo, os 2 (dois) discípulos desencadearam novos fatos, com o simples fato de crer nas Palavras do Messias e viver de fato essas Palavras, assim eles desencadearam o cumprimento da profecia e do ritual ou celebração de confirmação da posse de um novo Rei.

O Mestre é ajudado a montar sobre um jumento e segue seu caminho entrando na Cidade de Jerusalém montado e além de seus seguidores junto está uma multidão que o acompanha e muitos o reconhecem, pois haviam vistos os milagres e sinais feitos, e havia um grupo também oriundo de Betânia que estavam juntos dele e haviam presenciado a ressurreição de seu vizinho o Lazaro.

No caminho a sua frente, enquanto anda montado, as pessoas colocam ao chão roupas, suas túnicas (capas), e palmas que se espalham enquanto o povo aclama em alta voz louvores de exaltação ao Eterno por sua chegada e por sua passagem pelas ruas.

Notamos que o povo não fica usando de meias palavras do tipo, há pessoas mais velhas que mereceriam mais estar montadas e agindo assim procurarem buscar seus interesses pessoais.

Agora na multidão também há um grupo de fariseus que estavam incomodados com o acontecimento, desde a descida do monte das Oliveiras, pois era uma grande multidão não só a acompanhar, mas também a exaltar o nome de Deus; e chegaram perto de Jesus, para poder manifestar as suas indignações que era na verdade uma só.

O povo estava festivo pelo período da chegada da Páscoa e gratos pelos milagres que viram ocorrer entre o povo, mas, no entanto, os fariseus que também viram e ouviram as mesmas coisas, agiam de outra maneira.

O propósito Eterno estava acontecendo diante dos olhos dessas pessoas e era em apresentar a conciliação do doente, do perdido e do excluído, através da manifestação do Messias, que anunciava há 3 (anos) no mínimo a chegada do Reino de Deus e todos eles não percebiam.

Jesus estava pronto e veio para cumprir o amor do Pai que em sua infinita misericórdia anunciou o ano aceitável do Senhor e por sua atitude, sendo o único justo, levou sobre si os pecados que eram contra nós e por suas pisaduras fomos sarados.

O Mestre ouve as palavras dos que os acompanhavam bem como as palavras destes fariseus pedindo para que Ele mandasse que os que o acompanhavam se calassem e respondeu a esses que o acontecimento que viam e ouviam era a resposta  necessária do que acontecia àqueles que se alegram nas ações do Eterno.

Desta forma podemos perceber que no meio de uma multidão existem vários tipos de interesses, mesmo que todos saibam o que estão fazendo, os pensamentos e objetivos que moldaram a história pessoal de cada um, sempre estarão no topo no momento de suas tomadas de decisões.

A promessa da Salvação, faz exatamente o contrário deste pensamento, pois primeiramente separa o homem em seu próprio lugar e o confronta contra a sua própria natureza e permite a ele que possa decidir seu propósito de vida a partir desse momento, sendo tão maravilhosa que é capaz de apagar todo o pecado que se acumula e faz do nada renascer uma nova criatura, onde as coisas velhas passaram e eis que tudo se faz novidade, a ele, pois não é remédio, poção, mantra, pensamentos positivos, ou algo que trate dos meios psíquicos e psicológicos no ser humano e sim é o limpar definitivo de toda as trevas e valores que trazem no viver somente mais fardo para a verdadeira reconciliação com o seu Criador.

A Eternidade das pessoas, não é ficção cientifica ou promessa falsa de homens para manipular pessoas, mas um fato, inexplicável no ponto de vista cientifico, no entanto para os que assumem que são pecadores e creem no Senhor Jesus, como seu único resgatador de seus pecados esses encontram a Vida Eterna, pois pela fé que vem pelo ouvir a Palavra de Deus, se reconciliam e se tornam um corpo separado das coisas velhas e livre com o seu Criador.

Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula









sexta-feira, 29 de junho de 2018

FAZER A PARTE DEVIDA.


Base na Bíblia: Lucas 19: 28-34 ... Depois de dizer isso, Jesus foi adiante deles para Jerusalém. Quando iam chegando aos povoados de Betfagé e Betânia, que ficam perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos na frente, com a seguinte ordem: Vão até o povoado ali adiante. Logo que vocês entrarem lá, encontrarão preso um jumentinho que ainda não foi montado. Desamarrem o animal e o tragam aqui. Se alguém perguntar por que vocês estão fazendo isso, digam que o Mestre precisa dele. Eles foram e acharam tudo como Jesus tinha dito. Quando estavam desamarrando o jumentinho, os donos perguntaram: Por que é que vocês estão desamarrando o animal? Eles responderam: O Mestre precisa dele...”

Demonstrar interesse pode ir além de ser somente um ouvinte expectador, observamos isso de fato na medida que convivemos em nosso meio, seja no: laser, trabalho, família, estudo, crença religiosa, bairro, cidade ou estado, encontramos diversos grupos de interesses envolvendo que no passar do tempo decidimos interagir, ou excluir ou simplesmente conviver enquanto for útil aos próprios interesses pessoais.

A proposta do Messias estava sendo anunciada aos seus, por volta de 3 (três) anos e ½ (meio), dia a dia, apresentando aos homens com poder as novas da chegada do reino, em resposta o interesse coletivo acontecia, mesmo quando os líderes de sua época procuravam por força própria calar sua voz, ou buscar maneiras de o desmerecer levando o povo, seus pares e também o império Romano para desconsiderar o Messias e suas Novas.

Jesus agora está chegando a povoados que margeiam logo abaixo de Jerusalém que fica no alto, e pede a 2 (dois) de seus discípulos que tomem a iniciativa de irem a frente com um propósito definido. Eles ouviram com interesse o propósito e qual o plano e como deveria desenrolar e assim foram.

Durante o caminho deveriam talvez conversar entre si, sobre o pedido de Jesus a eles, uma vez que poderia comprometer a reputação de suas pessoas, mas sabemos pelo texto que interessados foram, cumpriram o que lhes fora dito e pegaram a mercadoria e regressaram.

O Eterno Criador elaborou um plano de interesse mundial que se estende por séculos para ser apresentado pelo Messias Jesus aos seus e a todos os povos sobre a promessa de reconciliação do homem com seu Criador somente na pessoa do Salvador.

As Escrituras Sagradas assim encerram este fato ao declarar que não a outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejam salvos. Todos sabemos que somente o tumulo onde foi colocado Jesus, no terceiro dia ficou vazio sem ajuda humana, vencendo a morte e ressuscitando ao terceiro dia e foi visto andando entre eles e comendo também com seus discípulos, e visto pelas mulheres e por volta de 500 pessoas que o seguiam.

A atenção de Jesus para com os seus é nítida por que ele chamou 2 (dois) de seus discípulos dentre os 12 (doze) e haviam também os seguidores e somente por seu amor contou a cada um desses o que aconteceria enquanto atendessem ao seu pedido incomum.

Os 2 (dois) discípulos ouviram reitero que interessados e partiram para cumprir a proposta do Mestre e enquanto seguiam no caminho devem ter conversando entre si sobre qual seria a interpretação das pessoas ao verem eles a pegar algo de terceiros sem pedir previamente.

Poderiam pensar que o melhor dentre eles para estar com um deles era Judas Iscariotes o qual era responsável por carregar em seu sinto o dinheiro que eles possuíam, assim em um eventual contratempo, teriam solução pratica, mas lá chegaram e acharam tudo como o Mestre informara, e estavam felizes por já estarem a desatar o pedido, porém nesse exato instante aparecem os proprietários.

Vivemos em um mundo onde atuam forças visíveis e também invisíveis e cada uma delas está procurando levar a criatura de Deus para uma direção; quando um pecador houve as palavras de Jesus, a boa nova do reino chega, e ele a recebe em seu coração (corpo, mente alma espirito), nesse momento  a semente inicia o processo de germinação para restaurar a vida que se havia perdido.

Enquanto em paralelo ocorre o desprendimento que o amarrava, também ocorrem a ação de forças contrárias que buscam manter cativo o ser humano a velha criatura, levando-o a perder o interesse e lhe ofuscando o brilho que aconteceu em seu coração.

As palavras de Jesus são vida, verdade e confirmamos no texto que ao serem aplicadas de acordo como foram orientadas liberaram os 2 (dois) discípulos e o jumentinho que nunca ninguém o havia montado para voltarem ao Mestre.

A atitude que eles tiveram, ratifico, foi a de cumprir com interesse o pedido do Senhor Deus, fazendo a parte que lhes cabia, na proposta feita pela pessoa do Messias e nem imaginavam que estavam fazendo parte da profecia predita pelos profetas e pelo ritual ou cerimonial para se eleger e confirmar seu rei.

Os ataques diretos e indiretos aos novos nascidos ocorrem frequentemente e temos testemunhos reais de pessoas sobre o nível elevado que podem chegar, mas a ordem permanece de ir e apresentar as Boas Novas a todos que vivem amarrados ao esplendor desse mundo afim de que os permita que venham a saber que há vida além dos dias que eles estão vivendo sobre a face da terra.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula






sexta-feira, 22 de junho de 2018

DIREITO DEVIDO.


Base na Bíblia: Lucas 19: 11-15, 26-27 ... Jesus contou uma parábola para os que ouviram o que ele tinha dito. Agora ele estava perto de Jerusalém, e por isso eles estavam pensando que o Reino de Deus ia aparecer logo. Então Jesus disse: Certo homem de uma família importante foi para um país que ficava bem longe, para lá ser feito rei e depois voltar. Antes de viajar, chamou dez dos seus empregados, deu a cada um uma moeda de ouro e disse: ‘Vejam o que vocês conseguem ganhar com este dinheiro, até a minha volta.’ Acontece que o povo do seu país o odiava e por isso mandou atrás dele uma comissão para dizer que não queriam que aquele homem fosse feito rei deles. O homem foi feito rei e voltou para casa. Aí mandou chamar os empregados a quem tinha dado o dinheiro, para saber quanto haviam conseguido ganhar... E o patrão disse: ‘Eu afirmo a vocês que aquele que tem muito receberá ainda mais; mas quem não tem, até o pouco que tem será tirado dele. E agora tragam aqui os meus inimigos, que não queriam que eu fosse o rei deles, e os matem na minha frente.’...”


Essa parábola foi a que Jesus ensinou a todos que o ouviram quando fez um pronunciamento na casa de Zaqueu, agora todos eles já estavam se aproximando de Jerusalém, e Jesus estava também certo do cumprimento de seu ministério.

Suas palavras semeadas apresentavam segurança e alivio aos que as ouviam e as recebiam para si, no entanto para os demais ouvintes e acompanhantes permanecia a dúvida sobre sua real autoridade e missão, pois o confrontavam a cada oportunidade.

Jesus sabia que muitos esperavam a redenção de Israel do jugo do império Romano com a aparição do Reino de Deus físico na terra, sendo estabelecido e mantendo o Trono de Davi; muitos assim aguardavam ser essa a maneira de agir do Messias Jesus.

Suas palavras agora estavam adiante dos pensamento humanos e de suas reflexões, apresentava Ele o Reino de Deus, vivo em palavras, ações e andando entre nós, juntinho ao lado deles (hoje de cada um  de nós também; como está registrado: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos Séculos), mas os seus não o receberam, por esperarem materialmente e preferiram ficar na obscuridade e assim esqueceram que o Eterno é Espírito.

Iniciou assim: Um homem de família importante foi ser coroado em um país distante, porém não era bem aceito por uma parte de seus cidadãos, e uma comitiva foi enviada logo após sua partida para a mesma cidade da coroação com o real intuito de apontar que não se submeteriam ao seu reinado, assim arquitetaram tentando destruir antecipadamente o plano de reinado dele.

A parábola declara que antes de partir chamou 10 (dez) servos e a cada um deu 1 (uma) moeda de ouro, fazendo um desafio igual a todos para verem o que poderiam fazer com aquela importância durante a sua ausência. Foi coroado e voltou para seu lugar de origem. Chamou 1(um) a 1(um) e fez a prestação de contas e ouviu 1(um) a 1(um) e deu seu julgamento 1(um) a 1(um).

Enfatizou claramente Jesus, em sua narrativa na pessoa do rei que volta, que os que muito tem, muito mais terão e os que nada tem o pouco que tem lhe será tirado.

Sobre o Senhor Jesus, sabemos pelas Escrituras Sagradas que Ele mesmo anunciou previamente que vai voltar e essa parábola pode ser comparada a atitude pessoal de cada ser humano que recebe as Boas Novas sobre como poderá ser adotada sua conduta pessoal após ouvir e como será sua resposta no dia na presença do Rei dos reis.

Nas palavras dessa parábola é citado também a oposição que antes mesmo de sua coroação já existiam, declarados e também não serão esquecidos na sua volta Coroado. 

Igualmente sabemos pelas Escrituras Sagradas que desde a queda da inocência do primeiro homem que usando a sua própria consciência optou por seguir o caminho contrário ao proposto pelo Eterno, logo escolheu pelo pecado a morte (ficar longe de seu Criador), e registrado está que O Filho do Homem foi desde então anunciado e se cumpriu em Jesus, o Messias, o Cristo, se fazendo o Cordeiro de Deus, sem mancha, sem macula que tira o pecado do mundo e sobre Ele estava o castigo que nos traz a paz.

O amor do Eterno traz em Jesus, seu Filho, o Messias a clareza para as coisas que estavam ocultas desde a fundação do Mundo, uma vez que havíamos perdido o direito pela troca com o pecado e o Espírito Santo foi enviado para fazer a cada um se lembrar dessas Palavras e do real significado de que um justo morreu por todos os injustos para celebrar um novo pacto, uma aliança; concebidos na misericórdia e na graça do Senhor para resgatar aos que confessam que são pecadores e creem no perdão único dos pecados em seu Filho Jesus.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 15 de junho de 2018

PONTO CEGO.


Base na Bíblia: Lucas 19: 05-09 ... Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse a Zaqueu: Zaqueu, desça depressa, pois hoje preciso ficar na sua casa. Zaqueu desceu depressa e o recebeu na sua casa, com muita alegria. Todos os que viram isso começaram a resmungar: Este homem foi se hospedar na casa de um pecador! Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Escute, Senhor, eu vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém vou devolver quatro vezes mais. Então Jesus disse: Hoje a salvação entrou nesta casa, pois este homem também é descendente de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido...”


Muitos humanos no Mundo são habilitados para a condução de veículos automotores de via terrestre, e todos sentem grande dificuldade em identificar a aproximação de outro veículo quando ele está em movimento executando manobras seja a sua direita ou a sua esquerda exatamente quando ocorre a aproximação pela parte lateral de outro veículo, mesmo para os condutores mais experientes, que pela prática utilizam repetidamente o uso dos recursos de espelhos retrovisores e o próprio mover de seu pescoço, em parte isso ocorre devido ao desenho dos veículos construídos, a esse fato chamamos de Ponto Cego.

O mesmo acontece com os seres humanos, pois diferente de muitas espécies existentes na natureza nossa visão é limitada em distância, em nitidez e quanto ao angulo de visão temos limitações, e as possuímos devido a formatura e curvatura de nosso globo ocular, semelhantemente em outros detalhes de nossa existência podemos estar vivendo e convivendo com Ponto Cego.

Independentemente deste fato caminhamos e existimos sem nos importar com essa deficiência e somos dotados de inteligência para usarmos de ferramentas de apoio quando necessário, para suprir essa deficiência.

Zaqueu, muito rico, por profissão chefe dos cobradores de impostos, provavelmente da região de Jericó, tinha também uma limitação que percebeu claramente quando se propôs a ver quem estava vindo junto a multidão, ele sabia seu nome, sabia de algumas de suas histórias provavelmente, mas era somente de ouvir falar, e estava por si mesmo decidido a ver esse homem com seus próprios olhos e não tinha tempo para improvisar um par de pernas de pau.

Decidido montou uma estratégia por conhecer as ruas da Cidade de Jericó e ficou aguardando para poder vê-lo passar. Seu esforço foi recompensado e lá estava o Filho do Homem, vindo e ele o podia ver perfeitamente, cumprindo seu desejo pessoal.

Sabemos que quem vê pode ser visto igualmente, Jesus levanta sua cabeça e nota uma única pessoa que está suspensa em uma árvore, Ele o cumprimenta pelo nome e declara que deseja entrar em sua casa.

O desejo de Zaqueu está agora além do planejado e feliz o recebe em sua casa. Quanto ao grupo que seguia o Messias, começaram a haver frases e pensamentos de desaprovação (resmungavam entre si) pelo pedido de Jesus devido a qualidade moral do anfitrião. Inclusive tirando o título de Messias, Profeta, Mestre e se referindo a Ele, como um homem.

Jesus ouviu, como sempre ouve, a tudo e a todos, mas não se moveu de sua decisão nem um milimetro e foi o próprio Zaqueu quem rompeu o silêncio sobre esse fato e fez duas declarações, chamando Jesus de Senhor:
1 - Dar a metade de sua riqueza aos pobres; e
2 - Buscar em sua mente, pessoas que ele possa ter roubado e a cada um que se lembrar, compensar o valor em 4 vezes mais.

Os olhos de Zaqueu agora viam, saíram do Ponto Cego, o que os olhos humanos sonham em ver e ter, mas se limitam a devanear e deixam de se entregar ao seu Salvador de corpo, alma e espírito, reconhecendo a real presença e a total autoridade que há no Filho de Deus e em nenhum outro, pois todos que vieram antes e venham a vir depois são ladrões e salteadores e enganam a fé legítima no único Criador, Senhor e Soberano Deus.

Jesus ouve sua declaração espontânea e diante de seus opositores e os da situação (a multidão), faz sua declaração sobre o caráter genuíno do perdão pessoal e da reconciliação do ser humano com seu Criador, pois apesar de não admitir a humanidade vive com o Ponto Cego e andamos em trevas, somos muitas vezes mal ensinados e mal orientados, vagando perdido sobre a face da terra, dia a dia.

Salvar o que estava perdido essa é a proposta do Deus de Amor, que olhou desde a queda do primeiro homem e por sua visão preparou durante os séculos o Plano de Redenção, que reconcilia, quebrando o poder do pecado que é devastador ao homem e entregando pelo cumprimento da Lei em Cristo, o Cordeiro Pascal, a graça a todos que o aceitarem, quebrando o Ponto Cego o que podemos repetir que fez com que Zaqueu pudesse vêr e ir aos pés do Criador Salvador.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula