sexta-feira, 25 de agosto de 2017

APRESENTANDO O PRÓXIMO.

Base na Bíblia: Lucas 10: 30-36 ... Jesus respondeu assim: Um homem estava descendo de Jerusalém para Jericó. No caminho alguns ladrões o assaltaram, tiraram a sua roupa, bateram nele e o deixaram quase morto. Acontece que um sacerdote estava descendo por aquele mesmo caminho. Quando viu o homem, tratou de passar pelo outro lado da estrada. Também um levita passou por ali. Olhou e também foi embora pelo outro lado da estrada. Mas um samaritano que estava viajando por aquele caminho chegou até ali. Quando viu o homem, ficou com muita pena dele. Então chegou perto dele, limpou os seus ferimentos com azeite e vinho e em seguida os enfaixou. Depois disso, o samaritano colocou-o no seu próprio animal e o levou para uma pensão, onde cuidou dele. No dia seguinte, entregou duas moedas de prata ao dono da pensão, dizendo: Tome conta dele. Quando eu passar por aqui de volta, pagarei o que você gastar a mais com ele. Então perguntou ao mestre da Lei: Na sua opinião, qual desses três foi o próximo do homem assaltado?...”


Diante das adversidades da vida, a sociedade (grupo de pessoas que convivem por um mesmo objetivo coletivo) quase em sua totalidade, busca soluções de todas as maneiras sendo em sua tomada de decisão hostil ou gentil estar sobrevivendo ao término de cada dia. Esse comportamento leva a agir pela necessidade da qual cada situação se apresenta, sem se importar com o efeito aos próximos a si.

Sempre elogiados são as pessoas que trouxeram o progresso como por exemplo o da luz elétrica, e assim poucos são lembrados como por exemplo os operários que construíram uma estrada de ferro, isso tudo acontece por que nos acostumamos com os avanços e o trem, nesse exemplo, é ultrapassado mesmo ao considerar sua eficiência e com seu baixo custo, enquanto que a energia, por outro lado é atual, e é essencial mesmo vindo da água, ou fontes outras como a eólica, são permanentemente cobradas de cada usuário cidadão.

Uma pergunta de um mestre da Lei, levou o Mestre Jesus, a razão das Boas Novas, a apresentar uma face de nossos dias atuais que invariavelmente deixamos dentro dos últimos, dentro do grupo dos eventuais, torcendo para que nunca ocorra conosco.

Somos cada um per si, responsável e capaz segundo as leis de nossos países que vivemos, e assim formamos sociedades que se unem para o bem do coletivo, seja da moral, da segurança, da saúde, da estabilidade profissional, do lar, do estudo, tudo assim proposto para um bem viver mútuo.

Elegemos pessoas para cuidarem do bem coletivo e as respeitamos, assim hoje e assim era no tempo em que Jesus, contou essa estória, ou deu esta resposta.

Um cidadão de origem judaica, desse pela estrada que une Jerusalém (no alto) a Jericó (na parte mais baixa) dos termos do território da Judéia, por isso o termo descia pela estrada.

No caminho foi abordado por ladrões, pessoas com o único objetivo de obter vantagens sobre os que subjugam, mas além dos bens materiais eles desprezam também a vida alheia e esse cidadão foi vítima de seus atos em seu corpo físico.

Largado no caminho e sem condições estruturais de seguir seu caminho, fica caído ao chão, em algum momento, ouve os passos de uma pessoa, este era sacerdote, conhecedor das leis e dos costumes de sua nação, porém ao perceber o quadro, passa para a outra parte da estrada (outra calçada, por assim dizer) e segue seu caminho, em paz e seguro de sua sábia escolha, pois se estivesse morto teria de fazer o cerimonial da purificação.

Em um outro momento, vem vindo outra pessoa, outro cidadão judaico também, esse era um levita, do grupo de filhos de Jacó, foram esses separados das demais tribos de Israel, desde o monte Sinai, para servirem e serem cuidados pelo Eterno; ele ouve, percebe a cena, mas opta por seguir tranquilo seu caminho, também indo para a outra calçada, deixando passar o fato, lembrando que pela sobra de vestimenta, ainda que rasgada, ele sabia prontamente de qual das 12 (doze) tribos era esse homem ao chão.

Para o moribundo resta a certeza de que ninguém o notou, devido ao seu estado lastimável. Surge uma terceira pessoa essa era a de um estrangeiro, para a Pátria de Israel, ainda que morasse dentro dos limites tomados e herdados pelas 12 (doze) tribos de Israel, desde Josué, eram renegados, desde a queda da 10 (dez) tribos, chamada de Reino do Norte, pelo Império assírio, que enviou por intercâmbio povos de outras localidades para ali residirem, na capital do Reino, chamada de Samaria.
Esse viajante percebe a situação, para, vai na direção, acolhe, cuida com seus curativos de sua época, o coloca em sua montaria e o leva a uma estalagem, cuida por uma noite e paga suas despesas, até seu regresso.

Ao concluir essa resposta, Jesus busca no mestre da Lei, sua sensibilidade adormecida, pelo seus títulos e honrarias, seus status adquiridos ao longo de sua trajetória de existência; como ele foi convidado a responder, permita-me perguntar nos dias de hoje, olhando de dentro para fora de seu coração: qual seria a sua resposta a essa pergunta e qual será seu comportamento para viver seus próximos anos de vida?

Conhecer o próximo, de fato, pode ser a oportunidade real e mais próxima de se encontrar com o seu Criador, pois para isso o Senhor Jesus, abriu a oportunidade, por nos amar primeiro.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 18 de agosto de 2017

JUSTIFICAR A ATITUDE.

Base na Bíblia: Lucas 10: 25-29 ... Um mestre da Lei se levantou e, querendo encontrar alguma prova contra Jesus, perguntou: Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna? Jesus respondeu: O que é que as Escrituras Sagradas dizem a respeito disso? E como é que você entende o que elas dizem? O homem respondeu: “Ame ao Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com todas as forças e com toda a mente. E ame ao próximo como você ama a você mesmo.” A sua resposta está certa! Disse Jesus. Faça isso e você viverá. Porém o mestre da Lei, querendo se desculpar, perguntou: Mas quem é o meu próximo?...”


Em uma sociedade de valores múltiplos que vivemos, encontramos muitas formas para justificar a maneira como viver o dia a dia. Muitos focam no projeto puro de seu bem-estar pessoal e encontram critérios que validem seu proceder.

Quando no decorrer da vida, sobre a face da terra, encontram obstáculos usam da mesma maneira para prosseguir seu caminho, procurando acima de tudo justificar a si mesmo e para os próximos que sua maneira de viver está devidamente fundamentada em valores dignos.

Nos tempos de Jesus, descritos pelas Escrituras Sagradas podemos observar o mesmo tipo de comportamento humano, pois nesse texto notamos que um mestre da Lei, estava incomodado ao ficar perante o Rabino, Mestre, Messias Jesus e busca uma estratégia para o condenar e assim se justificar.

O mestre da Lei procura com uma pergunta direta a Jesus, a ocasião para poder censurar seu ensino, a sua maneira de viver e os seus métodos de tratar o povo, como igual e aos seus discípulos, como livres para participar das bênçãos e maravilhas Celestiais ao seu lado.

As palavras de Jesus, sabiamente procuram resgatar ao que se identificava como satisfeito com sua maneira de viver e proceder, ao lhe perguntar esperando uma resposta dupla sobre os princípios básicos e essências contidos na Bíblia, para herdar o Reino do Céu, a Vida Eterna.

O erudito e estudioso mestre da Lei, cita um trecho do livro de Levíticos, resumindo o texto de Êxodo, ocorrido aos pés do monte Sinai, mas a pergunta desdobrava, pois Jesus, ao perguntar completou: e como você a entende?

Jesus, por fim, o estimula sobre a resposta e o incentiva a assim proceder, para que o mestre da Lei atingisse o objetivo de sua pergunta, porém ele se sentia justificado, digno e pronto para a vida eterna, e com certeza insatisfeito por não achar erro no proceder de Jesus e concluiu desta maneira: mas quem eu devo considerar como meu próximo?

Assim somos também e agimos céticos sobre tudo o que contrasta ao que nos foram ensinados, por nossos educadores em nossa jornada de vida, porém deveríamos usar o exemplo de Tomé, que mesmo vivendo com dúvida, jamais deixou de aprender até ter  o encontro direto e pessoal com Cristo, logo após a ressurreição do Mestre, que mudou sua vida justificando sua atitude ao crer no Deus Eterno que enviou seu único Filho para que sobre si, recebesse o castigo que nos traz a paz, agindo assim um justo morrendo pelos injustos.

O dia do juízo, breve virá, e trará a todos de todos os tempos e eras, o encontro com o seu Criador, nesse dia haverá choro e ranger de dentes, assim como júbilo e adoração, uns serão colocados a direita enquanto outros a esquerda, exatamente porque cada um dará conta por si, e pela escolha que justificou sua existência, por isso, enquanto a folego de vida ouça as Boas Novas de Jesus e o aceite como seu Senhor e Salvador, para justificar a atitude que muda e liberta vidas secas, ocas e vazias no pecado para a vida eterna com o seu Criador.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RAZÃO EM SORRIR.

Base na Bíblia: Lucas 10: 20-24 ... Porém não fiquem alegres porque os espíritos maus lhes obedecem, mas sim porque o nome de cada um de vocês está escrito no céu. Naquele momento, pelo poder do Espírito Santo, Jesus ficou muito alegre e disse: Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondestes dos sábios e dos instruídos. Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso. O meu Pai me deu todas as coisas. Ninguém sabe quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém sabe quem é o Pai, a não ser o Filho e também aqueles a quem o Filho quiser mostrar quem o Pai é. Então Jesus virou-se para os discípulos e disse só para eles: Felizes são as pessoas que podem ver o que vocês estão vendo! Eu afirmo a vocês que muitos profetas e reis gostariam de ter visto o que vocês estão vendo, mas não puderam; e gostariam de ter ouvido o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram...”


Jesus recebe a cada um dos seus discípulos enviados, que sentem alegria de contarem seus feitos, e exemplificam como tiveram sucesso ao usar o nome do Senhor. As palavras de Jesus mostram a cada um deles, qual é o verdadeiro objetivo de seguir o Mestre e onde se centraliza o fundamento que assegura o real motivo do sucesso dos setenta e dois enviados, ao celebrarem o Reino de Deus a todos.

Há uma declaração nas Escrituras, escrita pelo apóstolo Paulo, que está registrada dessa maneira: "Ainda que eu desse todos os meus bens para sustento dos pobres e não tivesse amor, eu nada seria ou teria proveito", para muitos é somente uma metáfora, ou uma simples figura de linguagem, porém para o Senhor Jesus, só os que sentiram o amor do Pai, por si, tem certa a visão e a razão em sorrir.

Resumindo Quando Jesus ensinou esse assunto a seus seguidores, chamou seus discípulos e em alegria declarou a cada um deles o motivo de sua euforia. Orando, conversando, com o Pai declarou sua sincera satisfação de saber que o Reino dos Céus estava sendo ensinado também aos que viviam suas vidas sem uma instrução acadêmica.

Sim, essa explosão e alegria apresenta a clareza do Filho ao entender o cuidado de apresentar aos sem instrução, os quais simplesmente eram a maioria dos seres humanos, e ocultar dos sábios e entendidos, pois estavam cheios em seu saber próprio. O Filho conhece o Pai, pois o tem em todos os seus momentos enquanto que o mesmo acontece com o Pai que reconhece seu Filho em meio à multidão.

Ao apresentar diante de todos, essa sua alegria, concluiu que somente o Filho pode apresentar a quem ele quiser o Pai, como Ele realmente é, pois, sua convicção em mostrar o amor genuíno que é único e celebram de contínuo entre ambos, e assim o compartilha, aos humildes, fracos, desprezados, marginalizados e os excluídos do seu próprio meio, esses os que vivem com sede de justiça e cuidados.

A desvantagem é que a humanidade aceita o semelhante para viver seu dia a dia (parecido sorriso da vida) como regra de conduta e deixa de sentir e viver em plenitude na verdadeira razão de sorrir. Mas a todos quantos o aceitaram e receberam o ensino do Reino que é o sacrifício de Cristo, deu-lhes o direito se serem eleitos como filhos de Deus.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A PROPOSTA CONTÍNUA.

Base na Bíblia: Lucas 10: 01-05 ... Depois disso o Senhor escolheu mais setenta e dois dos seus seguidores e os enviou de dois em dois a fim de que fossem adiante dele para cada cidade e lugar aonde ele tinha de ir. Antes de os enviar, ele disse: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao dono da plantação que mande trabalhadores para fazerem a colheita. Vão! Eu estou mandando vocês como ovelhas para o meio de lobos. Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias. E não parem no caminho para cumprimentar ninguém. Quando entrarem numa casa, façam primeiro esta saudação: “Que a paz esteja nesta casa!”...”

As palavras de Jesus permanecem atuais a cada novo amanhecer, elas se renovam e ao serem proclamadas elas são vivas e procuram encontrar um solo fértil, para lá haver o milagre da germinação.

Os confortos e facilitadores que foram agregados para o bem viver do ser humano, confundiram ou de certa maneira criaram máscaras, de como realmente estamos, pois procuram transferir a verdade de uma vida terrena sem o Eterno, para uma vida terrena autossuficiente.

Esse comportamento em boa parte foi gerado ao longo dos séculos onde notamos na história escrita e a transferida oralmente registros dos excessos que o poder gera na mão de poucos.

A possibilidade de atingir a tão sonhada autossuficiência veio para provar que o ego (eu) pode se sobrepor a tudo; nos Escritos Sagrados lemos que desde a gestão de uma diferença entre Caim e Abel, o caminho que levou; e chegou a todos, destoando dos ensinos das Escrituras Sagradas que apontam para um plano de existência entre Criador e criaturas.

Jesus, buscou levar a certeza do Reino dos Céus o Reino de Deus, presente entre os seres humanos, e o Rabino também soube pela segunda vês, enviar seus seguidores, agora levou 72 (setenta e duas) pessoas, também foram de 2 (dois) em 2 (dois), logo seria o equivalente a 36 (trinta e seis) grupos, que poderiam simbolizar sobre os 3 (três) anos de ministério do filho do Homem entre os seres humanos.

Todos esses foram orientados, como seguidores de Jesus, a não levarem provisão, declararem paz na casa que chegassem e permanecessem até o momento da partida, também não deviam parar para cumprimentar pessoas no caminho e o objetivo central, e único, era o de anunciar a Presença do Reino dos Céus, aos que creem bem como aos que não creem.

Deviam também orar (pedir) para que o Senhor da lavoura, enviassem mais ceifeiros, e que cada um deles estivessem cientes de que estavam sendo enviados como ovelhas para lobos. O propósito do Senhor era permitir que cada criatura tivesse a oportunidade de ouvir sobre o respeito e o amor sem medida unilateral do Senhor Deus para resgatar os seus do pecado.

O som da última trombeta não tarda, como alguns a tem, mas pela pura misericórdia do Deus em sua natureza de Bondade, a proposta contínua e estará presente entre todos os homens, como foi nos dias de Noé, quando um certo dia, o Senhor, o convidou a entrar na Arca, com os seus e a fechou por fora, sabemos que este instante será como em um abrir e fechar de olhos, o Dia da Volta do Senhor.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 28 de julho de 2017

SABER A QUEM SERVIR.

Base na Bíblia: Lucas 09: 58-62 ... Então Jesus disse: As raposas têm as suas covas, e os pássaros, os seus ninhos. Mas o Filho do Homem não tem onde descansar. Aí ele disse para outro homem: Venha comigo. Mas ele respondeu: Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai. Jesus disse: Deixe que os mortos sepultem os seus mortos. Mas você vá e anuncie o Reino de Deus. Outro homem disse: Eu seguirei o senhor, mas primeiro deixe que eu vá me despedir da minha família. Jesus respondeu: Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus...”


Paulo, o apóstolo, escreveu, inspirado pelo Espírito Santo, muitas epístolas a diversas Igrejas (pessoas separadas do princípio do Mundo), sempre objetivando firmar os conhecimentos apresentados sobre a verdade sobre o Reino dos céus, a fim de consolidar as bases de um alicerce único, na pessoa do Senhor Jesus Cristo.

Considerando a época em que ele viveu sobre a face da terra, sabemos que era claramente instruído na Cultura de sua época, com conhecimento dos costumes gregos, romanos e judaicos. Porém, certa feita ao escrever, em uma de suas epístolas, declarou que deixaria o modelo de instrução que o mundo tem a oferecer, pelo de estar e servir no Reino de Deus.

Jesus sobre este texto que lemos das Escrituras Sagradas, caminhava em destino a Jerusalém, havia sido rejeitado para permanecer em um povoado em Samaria, e em sua rota encontra uma pessoa que se apresenta dispondo-se a querer seguir, o Senhor; o Mestre mostra a real situação em que estava para o discípulo entender como era a decisão que estava disposto a assumir.

Jesus, convida outra pessoa para o seguir, esse por sua vez, declina colocando uma condição de primeiro sepultar seu pai; o Mestre mostra que essa tarefa é menor do que a que lhe está proposta ao considerar que leva da morte para a vida.

Jesus houve de um terceiro homem que se apresenta como interessado em o seguir, mas também tem sua condição que é de primeiro se despedir de seus familiares; o Mestre declara que para o lavrador consciente de sua missão, ao iniciar o manejo da terra, jamais deve voltar sua atenção para atrás, a fim de poder obter o resultado de resgatar vida a uma terra que está seca e sem cuidados.

Colocando em nossos dias onde a sistematização, automação e robótica tem se superado no mundo, a cada novo dia, muitos estão vivendo, sua vida sem a alegria e sem com ela contagiar e incentivar seus próximos, pois optam por servir as suas vaidades, valores próprios, seus estômagos e seus caprichos, identificando por si só, que no mundo esse é o único jeito de se viver no melhor dessa terra, mas saiba que existe um caminho a seguir mais excelente.

Aos cansados, sofridos, doentes, rejeitados e desanimados desse mundo, ou que vivem de brigas e desentendimentos permanentes, seja pessoal, familiar ou mundial; apresento o Reino dos Céus que não isola ninguém e sim o congrega, agrega e firma seus passos e enxuga suas lágrimas permitindo que seus olhos possam voltar a ver e sentir o Amor de Deus, que excede a todo o conhecimento humano.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 21 de julho de 2017

A INCOMPREENSÃO.

Base na Bíblia: Lucas 09: 49-53 ... João disse: Mestre, vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo. Então Jesus disse a João e aos outros discípulos: Não o proíbam, pois quem não é contra vocês é a favor de vocês. Como estava chegando o tempo de Jesus ir para o céu, ele resolveu ir para Jerusalém. Então mandou que alguns mensageiros fossem na frente. No caminho eles entraram em um povoado na região de Samaria a fim de prepararem um lugar para ele. Mas os moradores dali não quiseram receber Jesus porque viram que ele estava indo para Jerusalém...”


Nos presentes dias escutamos com frequência a expressão de muitas pessoas declarando que não estão sendo compreendidas, e a estes normalmente os chamamos de incompreendidos.

A razão dessa ocorrência muitas vezes pode ter sua origem: no comportamento, na maneira de viver, no estilo de viver, dentre muitos outros fatores que poderíamos citar, de cada ser humano, mas há um que chamamos no presente de: excesso de individualismo possessivo, e este pode ser destrutivo não somente a pessoa que o tem, mas também aos que estão a sua volta.

Jesus em seu infinito amor, deixou várias Parábolas para nos orientar frente as condições apresentadas pelo mundo que nos cerca, para podemos ter paz para com todos. Em uma delas Ele cita sobre um Rei que pretendia fazer a festa de casamento ao seu herdeiro e enviou os convites aos seus súditos, porém um a um foram declinando. Ao saber desse comportamento enviou novamente os convites, mas agora a todos que encontrassem dentro de seu reinado e quase encheu o local da cerimônia.

O rei por fim, expediu nova ordem, agora para pôr para dentro todos que encontrassem pelo caminho e assim o local da festividade ficou completo e iniciou a celebração.

Os discípulos de Jesus, presenciaram um homem expulsando demônios, em nome de seu Mestre Jesus, mas esse não o seguia, João de imediato o proíbe. Jesus ouve do próprio João sobre esse assunto e qual foi o seu comportamento; Jesus então declara que não deveria mais agir assim, concluindo que se o homem, assim faz, ele é por eles (do grupo) e não o contrário, como eles compreenderam.

Jesus prepara seu caminho para voltar a Jerusalém e para encurtar a distância, prefere seguir pela região da Samaria, envia discípulos a frente, para arrumar acomodações, mas ao chegar a um povoado, este ao perceber que iam para Jerusalém se recusaram em acolher o Mestre.

João e Tiago ao ouvirem dessa decisão, voltam-se para Jesus, e propõem que lhes permita pedir fogo do céu para destruir a todos daquele lugar. Jesus em resposta os repreende e vão para outra Cidade que os acolhem.

Ser um discípulo de Jesus, só é possível se houver um encontro pessoal, com Ele, e a partir desse fato, buscar viver na compreensão do Eterno e deixar de ver nas coisas desse mundo, como a única ou a primeira referência a ser adotada para solucionar os eventos de nossa existência sobre a face da terra.

Os discípulos conviveram com o Mestre e apreenderam que o alicerce faz toda a diferença ao construir as casas de suas vidas, e as opções ensinadas foram: Na Rocha, ou Na Areia. As Palavras do Reino chegaram aos dias atuais, mas o mundo a trata com incompreensão, porém todos que ouvem sua voz e provam do seu amor atestam que só Jesus, o Cristo é o Senhor e é o único Salvador eleito por Deus Pai para suas criaturas, a humanidade.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 14 de julho de 2017

O MOMENTO DE RECORRER.

Base na Bíblia: Lucas 09: 44-48 ... Não esqueçam o que vou dizer a vocês: o Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens. Mas eles não entenderam isso, pois o que essas palavras queriam dizer tinha sido escondido deles para que não as entendessem. E eles estavam com medo de fazer perguntas a Jesus sobre o assunto. Os discípulos começaram a conversar sobre qual deles era o mais importante. Mas Jesus sabia o que eles estavam pensando. Então pegou uma criança e a pôs ao seu lado. Aí disse: Aquele que, por ser meu seguidor, receber esta criança estará recebendo a mim; e quem me receber estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que é o mais humilde entre vocês, esse é o que é o mais importante...”


Tenho uma pergunta que me incomoda e acredito que muitos nem se atentam, para ela, por ser simples e recorrente, ela trata sobre o fato de tentar entender, o porquê que mesmo uma resposta correta e direta gera dúvida.

As Palavras Eternas foram inspiradas pelo Espírito Santo e confiada a homens que a reproduziram sem acrescentar ou extrair uma virgula, foram escritas durante o passar dos séculos e condensadas em um único Livro, que no presente chamamos de Bíblia, dividida está em dois momentos, o primeiro chamado de Velho Testamento e o segundo chamado de Novo Testamento, mas apesar de se manter atual, cabe a muitos, muitas dúvidas, quer pela leitura sem propósito ou pelo ouvir dizer de terceiros, que vivem a influenciar, ora incluindo ou ora subtraindo partes intencionais, ou não, e por esta razão acaba levando a desencantar pessoas a deixarem de lerem a carta de amor de um Pai Amoroso para os seus.

Jesus estava junto com os seus discípulos e com muita sabedoria informava previamente de acontecimentos futuros sobre seu verdadeiro ministério, mas eles ouviam, mas se portavam como os que estavam entendendo, porém em seu interior persistia o medo de perguntarem diretamente ao Mestre o que estás palavras queriam dizer, realmente, pois em verdade eles não entendiam.

Tinham eles, diante de si a certeza de que as maravilhas, os sinais, a autoridade ao falar das Escrituras e o ensinar eram sobre um Salvador que vinha para restabelecer o reino de Israel e devolver a dignidade de ser novamente um povo livre, diante de todas as Nações e por motivos semelhantes a estes, viviam o sonho das colocações dentro do próximo reinado.

O Eterno sabe todas as coisas, pois é onipotente, onisciente e onipresente, desta forma também descreve o Salmista ao escrever: “antes que fossemos formados já estava sendo descrito nossa história sobre a face da terra”, mas poucos ouvem a Sua voz e recorrem a Ele quando a dúvida e o puro sentimento do medo de confrontar seus próprios interesses com o interesse do Senhor sobre o seu viver debaixo da vontade do Soberano.

Na história de José, um dos doze filhos de Jacó, sabemos que teve sonhos que incomodaram os seus, pois em todos ficava ele, numa posição superior, mas seus irmãos resolveram o assunto quando o colocaram em um poço (buraco) e o venderam como escravo, porém o desejo do Eterno se cumpriu e José foi o segundo em hierarquia no Egito em um momento de fome sobre toda a terra.

Jesus com seu infinito amor, traz para si uma criança e a acolhe em seus braços, próximo a si, e chama a atenção de seus discípulos ao fazer desta maneira. Declara diante deles que para ser seu seguidor, os discípulos deveriam ser simples e receber uma criança (alguém que também é simples e que necessita de atenção) e por assim fazer o estariam recebendo e complementa ao dizer que quem o recebe (Jesus), em suas palavras, recebe também ao Pai (Deus), em seu amor e autoridade, pois o Espírito Santo sempre está a completar o desejo do ser humano em se unir ao seu Criador fazendo lembrar as Palavras de Vida que recebemos do Salvador.

Jesus declara para examinar as Escrituras pois elas declaram sobre essa promessa de redenção que seria ofertada ao ser humano desde os dias da queda do homem, em Adão, pelo que viria, o novo Adão que foi morto pelos pecados do mundo, para cumprir o preço exigido e ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia, e fez herdeiros a todos os que creem em Jesus, o Cristo, e estes seriam os humildes mais importantes.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula