sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A ÁRVORE DA VIDA EXISTE.

Base na Bíblia: João 01:01-05 “... No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam...” 

Julgamentos são executados a todo instante aqui e acolá, os veredictos são brutos e inesperados, ou seja, o mesmo que constrói um relacionamento de dia é o mesmo que o destrói a noite, ou ainda, a mesma; língua que abençoa é a mesma que amaldiçoa a outrem, ou a si mesmo ou a mesma pessoa que abençoou. 

No principio da criação em Gênesis, o Senhor Deus estabeleceu um Jardim, chamado de Éden, e dentro dessa estrutura colocou toda a sorte de arvores frutíferas, e também duas em particular, uma arvore do conhecimento do bem e do mal e a outra arvore da vida eterna.

Devido a uma ordem era proibido comer do fruto dessas arvores, mas houve um movimento entre réptil e seres humanos e por fim Adão e Eva sabedores do que uma delas simbolizava optaram a Mulher e o Homem a comerem desse fruto.O resultado enfim é que foram banidos desse Jardim e uma série de efeitos colaterais que até nos dias de hoje convivemos, mas a Arvore da Vida continuava no Jardim e para impedir a chegada dos humanos a esse fruto foi colocado um anjo com uma espada na mão para impedir qualquer intento dessa natureza. 

Restou ao homem e sua esposa viver seus dias longe desse Oasis que o Senhor tinha permitido e conviver com as intempéries da natureza. Mas pergunto: Onde ficou essa arvore com esse fruto precioso?

Pela narrativa Bíblica o próprio homem deixou de se interessar por possuir o fruto desta arvore e passou a viver uma vida de trevas. Como verificamos nos dias de Noé.

Jesus, sempre esteve presente em todo o processo criativo e como lemos no livro da revelação de Apocalipse; do Trono de Deus, debaixo dele sai uma nascente de águia que forma um rio que corta a rua principal da Cidade da Nova Jerusalém Celestial e nas suas margens tem lá a arvore da Vida.

Assim, a arvore que tem o poder de dar vida, veja então como disse Jesus: Eu sou a Ressurreição e a Vida, Eu sou o Pão da Vida, lembre-se de que quem comeu do maná morreu, mas do pão Jesus viverá para sempre; e quem beber dessa água (se referindo a Ele mesmo) jamais terá sede; e disse também: Quem tem sede venha a mim e beba.

Sim afirmo que Jesus á a própria essência de Deus, o próprio Deus encarnado na forma de homem, para remissão de nossos pecados através do seu sacrifício na cruz do Calvário. Logo como dizia o profeta Isaías: O castigo que nos dá a paz estava sobre ele e por suas chagas fomos sarados e curados.

A inocência foi perdida no Jardim do Éden e ficamos com a consciência quando nossos ancestrais comeram do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal, mas em Cristo o Novo Adão fomos comprados e libertos do pecado das trevas, pois Ele é a verdadeira Luz que ilumina o homem (ser humano).

Vejamos, o propósito de uma arvore é em sequência lógica, retirar do solo os nutrientes necessários para ter suas folhas e caules sempre em continuo crescimento e ter suas flores e os seus frutos, Jesus é a arvore da vida para mim e para você para que possamos saborear dessa verdade e mudarmos ou abolirmos os maus comportamentos e pensamentos ruins que só nos levam para longe de sua maravilhosa Luz.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula


 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O TESOURO ESCONDIDO.

Base na Bíblia: Mateus 13:44-50 “... O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem, ao descobri-lo, esconde; então, movido de gozo, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou. Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes. E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora. Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre  os justos, e lança-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes...”

Deixe que por um momento sua imaginação esteja somente nos seus dias passados e lembre-se rapidamente que se esta passando neste presente por um momento de aflição, você nunca estará só, ainda que, todos não te entendam ou estejam se distanciando de você, e ainda, mesmo que pareça nesse momento que as muitas águas procuram te afogar, e ainda que seu próprio barco da vida já esta com sinal de ruptura, imagine e saiba que ainda há uma oportunidade.

Sei que é muito difícil aceitar essa verdade, poucos a aceitam de imediato e mais ainda aceitar o fato de que é provável encontrar solução dos seus problemas que nunca conseguiu solucionar.

E ainda mais que surgiram muitos deles não é um somente, mas aparentemente são muitos deles, aos seus olhos, certamente nem foram criados por você, mas estão ai, nas portas e tudo o que você consegue ver são amontoados de problemas, pois só vão subindo, aumentando e criando uma forma de destruição que parece ser capaz de romper com tudo o que você sempre acreditou necessário para se estar com uma vida moral aceitável.

Muitos dizem (no sentido de pensar), mas poucos materializam que o relacionamento é um comportamento de duas pontas, onde cada uma das pontas deve estar ligada a outra, formando juntos uma corrente, seguindo esse simpático pensamento vem a mente a força gerada de uma corrente elétrica, mas para mim gostaria de apresentar um terceiro fio, chamado popularmente também de neutro, cuja função parece a principio desprezível, mas existe e é importante para neutralizar a força de cada uma dessas duas correntes que sempre concorrem entre si.

Salomão já dizia que uma casa dividida não subsiste, e que o formato de um comportamento de uma só pessoa pode tornar todo o ambiente como nocivo e desprezível aos olhos de quem sabe o que vive e tudo isto são verdades, mas ainda assim, persisto em dizer que existe uma chama, que pode até ser uma centelha, que vem de fora, mas tem poder e autoridade para desequilibrar esse comportamento de conflito, competição e ainda fazer com que o equilíbrio sobrenatural o neutralize, enfim o verdadeiro tesouro almejado.

Todos nós procuramos esse tesouro que está em algum lugar; os que realmente investem nesse processo de caça não desistem facilmente e muito pelo contrário, persistem e persistem e fazem de tudo para chegar a possuir seu tesouro. Lamento lembrar, mas pela cegueira de nosso mundo e também devido a troca dos valores de hoje a cada dia fica mais importante ter uma conta bancaria abastecida do que encontrar um relacionamento sincero e verdadeiros e assim por diante.

Ao caçar um tesouro somos automaticamente levados a percorrer caminhos diferentes, cada um os seus e muitas vezes contrários aos nossos valores morais, espirituais e religiosos; devido ao interesse mantemos o foco no alvo, ainda que, pela dificuldade primaria tenha-se que contornar uma montanha, ao invés de passar por ela simplesmente subindo e descendo, mas essa decisão é eminentemente pessoal e o objetivo neste caso é passar por ela, mas ainda assim esteja eu e você no vale ou no topo dela sempre estará em caminhos e situações adversas ao seu desejo, mas dentro do seu alvo.

Jesus enfatiza essa força de vontade e deixa claro primeiramente por seu próprio exemplo de submissão total ao Pai, que ela deve estar dentro de cada um de nós, ou seja, como filhos, pais, avós, etc... ou ainda como criança, adolescentes, jovem, adulto ou ancião, pois o tesouro deve ser perseguido continuamente e não se trata de imaginar que se está atrás de um Arco Iris e saber que nunca iremos chegar e sim algo palpável e concreto que é o seu bem estar com o seu próprio Criador e as demais coisas nos serão acrescentadas nos assegurou o próprio Jesus.

Os propósitos de cada fase de nossas vidas devem cada um deles ser bem vividas e os exemplos que vemos a nossa parte devem ser observados muitos deles para não serem reproduzidos mecanicamente e outros para serem adaptados aos seus, mas se hoje digo tenho a solução ao seu problema então solicito que siga estes passos do mapa do tesouro:
1) Ore antes de tomar qualquer decisão, se possível com a pessoa com quem vai conversar;
2 Leia sempre as Escrituras Sagradas, como um livro de cabeceira e em todo o tempo medite, logo em tempo ou em fora de tempo; e
3) De graças ao Senhor em tudo, porque nem tudo é tentação muitas são provações que o Eterno espera sua atitude.

Com certeza ouviria de cada um, que pudesse responder: Não tenho tempo para isso, o meu caso é grave e é para já a solução, precisa ser imediata e eu aceito essa sua preocupação em ponderar, mas me responda: Para se construir um Castelo quanto tempo se leva, muitos ou poucos? E agora para tirar uma parede dele quanto tempo você espera que será necessário para que possa ter um salão mais amplo?

Só Jesus tem a resposta e o tempo perfeito para que ao derrubar a parede não caia junto o Castelo que você criou para sua vida, e o preço para se chegar ao tesouro é a sua entrega de vida e tudo o que você tem para ficar em um plano secundário este é o preço que devemos pagar, isto é para todos aqueles que querem obter o seu Tesouro.

Jesus hoje passa tocando em sua vida não perca essa oportunidade Ele diz: Venham a mim todos vos que estais cansados e sobrecarregados e eu os aliviarei.

Mas muitos diriam: mas o meu problema é cito alguns exemplos: meu chefe, meu ex-amigo, meu parente, meu vizinho, meu filho, minha vida, entre muitos outros, sim eu sei que podem ser aparentemente externo, mas nas mãos do Senhor a reposta certa virá e a solução de ceder ou não ceder, criar ou destruir, abrir ou fechar vem somente DELE e de mais ninguém, para que como disse no inicio antes seu Castelo tem de se manter firme sobre a rocha que é o do ETERNO, seu único e eterno tesouro.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A CEGUEIRA DE CADA UM.

Base na Bíblia: João 09:01-05 “... E passando Jesus, viu um homem cego de nascença. Perguntaram-lhe os seus discípulos: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu-lje Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que se manifestem as obras de Deus. Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem a noite; quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo...”

Ao notarmos algo que nos choca temos a tendência de naturalmente expressarmos um pensamento e quanto mais quando estamos próximo a outros aumentamos essa necessidade, quanto mais, os discípulos próximos de seu Mestre, assim os discípulos de Jesus também o fizeram dizendo: Senhor quem pecou para que este nascesse cego e pudéssemos vê-lo e ele não? Jesus nem um nem outro, mas isto ocorreu para que se manifeste a Glória do Pai em suas obras.

Todo cego percorre um longo caminho até entender as regras e necessidades para poder ter uma vida conhecida por nós como: Vida Normal. Em seu trajeto ele usa de adaptações e meios de apoio para poder adaptar-se a cada situação que surge e de sua própria maneira aprende a diferenciar cada uma delas e assim usar os meios certos para cada ocasião.

Considerando a definição que acabo de propor, os Cegos considerando essas perspectivas podem ser também incluídos mesmo cada um de nos, vejamos: Jesus disse em certo momento: Cego guiando cegos ambos tem a possibilidade muito elevada de caírem em diversos buracos; Jesus se referia então a pessoas do tipo escribas, fariseus, saduceus, doutores da lei, enfim homens religiosos de sua época, personalidades que detinham o poder e autoridade para convencer.

Hoje fica a dúvida de quem tem sido o meu ou o seu conselheiro, quem está te nos dando conselhos, quem é que você e eu temos depositado ou depositamos a confiança pessoal, pode estar acontecendo no mesmo momento que Jesus comentou aos seus discípulos. Atenção, como um lembrete: o buraco é para ambos, mas você que recebe as orientações e as segue sempre cai antes, pois os que as falam vão tentar levar outros, mas é certo que também caíra, pois justo é o que nos chamou e é fiel e justo para cuidar de suas ovelhas.

O nosso próprio ou autoconhecimento que é apropriado pelos longos anos de nossos dias, pode ou podem vir a ser outro elemento cegante para enrolar nossas vidas, como exemplo, aproveito para mencionar: Muitos de nós já ouvimos e talvez até já citássemos: “A verdade estava o tempo toda a minha frente ou cara e eu não consegui enxergá-la.”

Jesus apontou para a necessidade de trabalhar com afinco e desatar as obras que são contrárias à definição do Senhor e usar sempre da Luz como referencia para impedir que as trevas continuem e aprisionar os que devem ver e viver sua vida cheia gozo, paz e alegria em Jesus.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula






sexta-feira, 7 de novembro de 2014

BASTA UMA PALAVRA.

Base na Bíblia: Lucas 07:03-08 ... O centurião, pois, ouvindo falar de Jesus, enviou-lhe uns anciões dos judeus, a pedir-lhe que viesse curar o seu servo. E chegando eles junto de Jesus, rogavam-lhe com instância, dizendo: É digno de que lhe concedas isto; porque ama à nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Ia, pois, Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou o centurião uns amigos a dizer-lhe: Senhor, não se incomodes; porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; por isso nem ainda me julguei digno de ir à tua presença; dize, porém, uma palavra, e seja o meu servo curado. Pois, também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz...”

Vivemos dias de altos e baixos emocionais em parte motivados pelas incertezas e pelas noticias vindas dos mais distantes pontos do Globo Terrestre; estas informações estão chegando boa parte delas em tempo real, quanto a isso identifico que uma parte dessas oscilações ocorrerem em função da maneira como são informados os acontecimentos, somado ao critério de filtro permitido pelas autoridades e emissoras, fatores esse que colaboram em grande parte para aumentar ou diminuir a confiança sobre o amanhã de seus cidadãos e ouvintes.

O ser humano foi dotado de censo critico e o conhecimento adquirido de maneira natural ou inatural ao longo de sua existência lhe permitem esse julgamento de valores, porém, o que mais notamos pelos índices estáticos que temos acesso diante de uma analise comportamental, por exemplo, determinados Países são que a margem de pessoas que abrem mão de seu valor de ter sua opinião e são direcionados cegamente por terceiros e apegam-se muitas vezes ao detalhe e nunca a essência que desencadeou a situação apresentada ou noticiada a cada um, em resumo tornamo-nos índices ou percentuais de estatísticas, onde a fé por não ser lógica, não fazia parte desse levantamento, ou ainda, por ser um percentual irrelevante foi por muito tempo desprezado.

A fé em toda a história se apresenta como uma ferramenta útil de mudança e transformação e seja na religião ou não, levou homens e mulheres a mudarem a história da humanidade e a sua própria, muitos chamam ou a confundem como um talismã ou algo semelhante a um talismã, mas em sua essência é além das definições, pois a fé é sozinha a mola que move o sobrenatural de cada um que crê.

Muitas também acabam por naufragar ao tentar trabalhar a razão com a religião achando que encontraram o meio para possuir a fé, mas ela vem de maneira sutil, as Escrituras mencionam que chega pelo ouvir e o ouvir da Palavra de Deus, vejamos então:

Certo Centurião Romano, que não sabemos o nome, era conhecedor de suas responsabilidades Romanas e sendo fiel e zeloso cumpridor delas tinha como responsabilidade servir sua Pátria no Território tomado dos Judeus, e assim fazia.

Possuía uma infra-estrutura para estar em território dominado, e pelo que observamos aprendeu as regras, os costumes locais, e ganhou a confiança de toda a comunidade dominada. Chegou certo dia em que um dos seus servos, ou melhor, o servo que ele tinha apreço, ficou gravemente enfermo, e mesmo o seu poder, o seu status, e a medicina de então e os meios curativos que ele próprio conhecia e os que lhe apresentaram puderam mudar a situação desse servo estimado.

O Centurião Romano ouviu a noticia de um homem Judeu, chamado Jesus, conhecido como Cristo (Messias) e sobre ele soube que tinham atribuído muitas curas, milagres, libertações, enfim sarado a muitos enfermos fossem físicos, mentais ou espirituais; sua fama percorria todas as regiões e o mais interessante para ele (Centurião), Jesus estava próximo, logo mandou homens Judeus respeitados em sua comunidade para o chamarem a vir ver e curar seu servo.

Jesus ouviu o pedido e mudou a direção que tomava para ir ao local solicitado pelos anciões enviados, mas de repente vêm mais pessoas, outros homens Judeus de respeito da mesma comunidade, amigos do Centurião, com uma nova informação. Essa então era para que Jesus nem ao menos chegasse à porta da casa do Centurião, pois o Centurião não se sentia digno de ir até Ele e de receber a Jesus em sua casa. E ele comparou seu poder de cargo e hierarquia de mandar e sujeitar a obediência a todos sobre qualquer uma de suas ordens, com a autoridade, de Jesus, declarando: Não sou digno de recebê-lo, mas Basta uma Palavra Sua e o meu servo será curado.

Qual fé racional ou emocional pode se comparar a está que compreende a autoridade de alguém que lhe é sujeito (Roma sujeitava Israel), mas aceita a verdade e toma como uma propriedade indivisível e soberana para si, na pessoa de Jesus, resultado foi a fé em prática movendo o sobrenatural. Creia hoje se repete a oportunidade de sair de seus altos e baixos e vitorias e fracassos permanentes para uma vida de novidade e restauração do seu interior que se reverterá em seu exterior em uma nova criatura. Se Crer, com fé, Basta Uma Palavra.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

QUANDO FAZER O BEM TEM HORA.

Base na Bíblia: Lucas 06:08-11 “... Mas ele bem conhecia os seus pensamentos, e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé. Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: é lícito nos sábados fazer o bem, ou fazer mal? Salvar a vida, ou matar? E, Olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituida sã como a outra. E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus...”

Qual parte do seu corpo está mirrada, ou qual sentimento, ou qual sensação lhe foi retirada de ti, ou mesmo qual dor tem mirrado sua vontade de viver, ou qual emoção tirou sua vontade de viver, ou ainda o que, o que e o que mais possam estar mirrando você dia a dia de ser simplesmente você em sua plenitude?

Saibam sempre que mais tem o que pode dar dos que os que podem tirar, porém as ações, as palavras próprias ou de terceiros, misturam a sua vida e fazem um processo de homogeneidade onde tudo se parece como uma força do mal sem fim, aparentemente muito poderosa, na qual te envolve como em uma teia e dificulta a sua libertação, te consumindo vivo cada dia mais.

O propósito primário da Salvação é o resgate de todos que estão nesse dilema, procurando até encontrá-los e identificando um lugar seco, claro e firmando os pés desses sobre uma Rocha. A Busca é incessante e muitas vezes são confundidas como exageradas ou inconvenientes de tanto fazer o apelo aos seus ouvidos, porém estes estão entendendo que estar em um lugar seco e não mais pantanoso, e claro e não mais tenebroso em densas trevas e sobre um alicerce firme e seguro que é uma Rocha não se compara a estar em um terreno de areia movediça, faz toda a diferença.

Os interesses são de todos que querem ver uma pessoa livre de seus problemas, mas a questão de discórdia pode estar no momento em que será efetuada essa libertação, pois muitos não admitem que a solução venha tão rápida, ou porque acham inadmissível ocorrer a outros no momento de descanso, ou de adoração, afinal os dias da semana são sete, por que tem que ser no sétimo e não somente nos demais, mas poderia ser também por pura inveja de cada um.

As palavras de Jesus foram essas e em nada diminuíam a verdade do dia de Adoração ao único Deus Verdadeiro e nem mesmo quanto ao amor pelo próximo. Sua pergunta ficou no ar sem resposta, e sua ação seguinte foi simplesmente de olhar a todos em volta, ou seja, para mim e também para você, logo todos que estavam naquele mesmo lugar e pedir para que uma pessoa do meio se levantasse e colocasse sua mão mirrada a frente e esta ficou sã como a outra.

O milagre muitas vezes ocorre quando estamos no lugar certo e somos corajosos em buscar a solução sobre a vos do Salvador Jesus e não ouvindo as declarações e regras e preceitos de homens, ou de suas invejas, que só irão tirar a sua alegria de voltar a ser feliz.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula




sexta-feira, 24 de outubro de 2014

VERIFICAR OS PESCADOS.

Base na Bíblia: Mateus 13:47-50 “... Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cesto os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus dentre os justos. E lança-los-ão na fornalha de fogo: ali haverá pranto e ranger de dentes...”

Dentre de muitas histórias que envolvem fogo, fornalha e aquecimento, lembro-me de Hananias, Misael e Azarias, três homens deportados de seu Pais, para uma terra distante, vivendo sobre o julgo de um Rei chamado Nabucodonosor, dentro de muitas atitudes deste Rei, uma delas foi de conseqüência direta a fé de todos os que viviam em seu reino, ou sob o seu domínio.

Nabucodonosor aceitou a proposta de ter uma estatua de mais ou menos 30 metros de altura e três metros de largura toda em ouro e determinou que todos devesse se curvar ao ouvir o som da buzina em sua direção (Erguida no Campo de Dura na província de Babilônia). Três não fizeram e a fornalha fosse 7 (sete) vezes mais do que o habitual e lançaram lá esses 3 (três). Os que jogaram morreram imediatamente, mas esse três com mais um, que lá dentro apareceu, e juntos passeavam naturalmente dentro dessa fornalha e só saíram os três quando Nabucodonosor os chamou para fora.

O Reino dos Céus é semelhante a uma rede lançada insistentemente ao mar, na busca pelos preciosos pescados, mas uma vez cheia suas redes se limitam a retornar a terra. Sobre as redes, lembro de meu sogro por vezes fazendo ora redes ora tarrafas com o mesmo propósito de retirar peixes das águas, e fui aos poucos compreendendo que as laçadas que formavam os nós, tinham um espaço e uma distancia exata para formar cada malha.

Esse tamanho de malha define o tamanho mínimo do peixe esperado na rede, como o tipo de linha para a sua confecção. Assim peixes muitos maiores ou os muito menores não tem qualquer problema por passar pelas malhas criadas.

Mas o barco após a pesca chega ao porto para retirar o fruto do trabalho, e começa a separação, pois ainda que os peixes estejam dentro do tamanho mínimo esperado, as espécies são consideradas neste momento e as que interessam permanecem e as que não permanecem são ignoradas.

O Senhor Jesus menciona o final dos séculos, de maneira clara não o ano 99 ou no nosso caso 2999, mas sim, o de um momento em que toda a Terra será colocada em um estágio de transformação, e os anjos e não os homens serão os responsáveis por fazer a separação dos ruins e dos bons, para que o Reino dos Céus permaneça como já dizia o precursor João, o Batista: Arrependam-se por que está próximo o Reino dos Céus.

O local dos ruins já está definido e menciona uma fornalha de fogo continuo e crescente e se ouvirá o ranger de dentes e choro desses que forem enviados ou destinados para lá.

O sentimento que fiquei é o de que todos vão ouvir, muitos serão pescados, mas nem todos, e irão para as redes e ficarão dentro do barco, mas haverá ainda assim uma separação entre os pescados que ocorrerá com o barco em terra, devemos então permanecer firmes no propósito de anunciar as verdades do Evangelho para impedir que muitos sejam lançados na fornalha, pois lá não estará o quarto homem, com aparência de anjo para livrá-los.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A DURA DOR DA PERDA.

Base na Bíblia: Marcos 10:32-34 ... Ora, estavam a caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles, e eles se maravilhavam e o seguiam atemorizados. De novo tomou consigo os doze e começou a contar-lhes as coisas que lhe haviam de sobrevir, dizendo: Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; e eles o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios; e hão de escarnecê-lo e cuspir nele, e açoita-lo, e matá-lo; e depois de três dias ressurgirá..."


O livro ou Epistola do irmão de Jesus por parte de mãe, chamado Tiago, inspirado pelo Espírito Santo descreve em um de seus cinco capítulos (4:14) a definição sobre a brevidade da vida comparando-a a um vapor de água. 

Escolhemos durante nossa vida pessoas, também bens moveis e imóveis, bem como temos em nós, o necessário censo crítico para definir as pessoas e itens que gostaríamos de ter sempre ao nosso lado. E vivemos de plano em plano e assim fazendo somamos a cada dia nossa história dentro da historia da humanidade. 

Jesus amou os seus até o fim e pelo seu imenso e intenso amor, procurava poupá-los da necessária separação que ocorria, para cumprir o propósito Divino. 

Sua opção para assim proceder foi a de gota a gota prevenindo dos futuros acontecimentos e usou o melhor meio que foi o de ensinar. Não usou de presentes de recordação ou de outros itens materiais, mas sim, regou cada um com seu exemplo próprio, em pura demonstração de afeição e compromisso com os seus. 

Hoje percebo o valor dessa atitude voluntária do mestre, pois muito alem do material que a traça e a ferrugem corroem ou do ouro e a prata que o ladrão rouba esta o imaterial que permanece para sempre. 

Lidamos enquanto nessa terra com dores terríveis como, por exemplo, a que estamos descrevendo que é a da perda de entes queridos, e que apontam para a fragilidade do ser, exatamente nesses momentos sentimos e lamentamos pois sempre poderíamos ter sido permitido mais um minuto junto, só mais um minuto... 

As palavras de Jesus, certa feita, foram contundente para Marta irmã de Maria e de seu irmão Lazaro em João 11:25: Eu sou a ressurreição e a vida quem crê em mim ainda que morra viverá. 

Os discípulos ouviram cada um essa palavra dirigida a Marta e sabiam que Jesus ia ver Lazaro, mas não esperavam que seu Mestre Jesus, autor dessas palavras, pouco tempo depois estivesse pregado em uma cruz. 

A tristeza então veio e todo conforto prévio foi esquecido, mas ao terceiro dia e por quase mais 50 cinquenta dias eles estiveram juntos com o único Senhor que possui as chaves da morte e da vida. 

Suas palavras estão vivas e ardem em todos os corações para alguns está à certeza de que O Eterno não é o Eterno de mortos, mas de vivos como cita os nomes de Abraão, Isaque e Jacó sempre presente e não como passados mortos. 

A Escritura menciona a todos que a lêem a busca de Jesus pelas ovelhas perdidas, dos doentes e dos oprimidos; poderá ser mesmo hoje o seu dia de ser achado, curado e libertado. 


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula