sábado, 27 de outubro de 2012

ATOS DE CADA DIA.

Base na Bíblia: Atos 14: 8-12 “... Em Listra estava sentado um homem aleijado dos pés, coxo de nascença e que nunca tinha andado. Este ouvia Paulo, que fitando nele os olhos e vendo que tinha fé para ser curado, disse em alta voz: Levanta-te direito sobre teus pés. E ele saltou, e andava. As multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a voz, dizendo em lingua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens e desceram até nós. A Barnabé chamavam Júpiter e a Paulo, Mercúrio, porque era ele o que dirigia a palavra...”

As astucias nos atos do dia a dia, levam as ações que podem surpreender aos mais céticos dos mortais, mesmo para os grupos dos eruditos, estudiosos, incrédulos e fanáticos há esperança do confronto que encaminham cada um de nós ao ponto necessário para emergir para uma nova tomada de decisão.

Jesus declarou que ao crermos em seu nome e na obra de sua história, estávamos aptos a fazer as mesmas obras que Ele fez e ainda maiores, e exatamente neste texto, encontramos Paulo, em uma de suas viagens missionárias, deparando-se com um problema real que simplesmente, ele poderia ter deixado em um segundo plano, pois pela narrativa do texto, em momento algum o homem aleijado pediu algo.

A sensibilidade usada no ato do dia de Paulo sem considerar somente o puro sentimento pessoal de empatia e apatia provocou nos ouvintes uma real mudança, começando pelo homem aleijado e atingindo toda a Cidade de Listra.

Podemos a luz, desse texto, parar, pensar e refletir qual tem sido o seu maior sentido, ou seja, qual é mais usada, sabemos que antes eram cinco (5): Tato, Olfato, Paladar, Visão e Audição, no presente são muito mais, segundo o avanço da ciência e da tecnologia onde sempre ocorrem novas descobertas e definições. Sobre essa reflexão, existe grande possibilidade de percebermos que deixamos de Ouvir e a Pregação do Evangelho, vem pelo ouvir e a fé também está dentro.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A ADORAÇÃO ENCONTROU SEU LUGAR.

Base na Bíblia: Mateus 15: 21-28 “... Ora, partindo dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercanias, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada. Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós. Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me. Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ao que ela disse: Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã...”


Na escuridão é necessário encontrar saídas, ou ainda, maneiras para resgatar uma forma de identificar ações que levem a sentir conforto e tranqüilidade para tomar decisões e continuar a jornada da vida, sem perder sua vontade de viver. Toda essa situação pode estar acontecendo independentemente do nível de pressão que esta suportando em seu viver diário. Seja qual for a maneira ou a associação dessas maneiras que forem utilizadas, suas conseqüências serão o exato retrato de sua nova maneira de viver.

Ao colocar a escuridão como um assunto a ser considerado neste texto, temos como base a máxima que vivemos num mundo onde a visão tem um papel protagonista, mesmo não sendo o único sentido que fazem parte de nosso corpo humano, e sem deixar de considerar que exista uma parcela de pessoas que vivam sem esse sentido no seu cotidiano. Porém, a preocupação da separação do dia e da noite (escuridão e luz) está descrito desde o livro dos Princípios na Bíblia e tem seu papel de importância, pelas reações e conseqüências que eles causam em todos os níveis do ciclo da natureza.

Jesus disse a uma mulher de origem Samaritana: “-Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. Essa senhora cananéia, grega de origem síro fenícia, vem a Jesus e insistentemente procura chamar sua atenção e pouco ou nenhum resultado real consegue, mas ao se aproximar, prostra-se aos seus pés e o adora, reconhecendo que estava diante de quem (Dia, Luz, ...), poderia livrar sua filha das trevas (escuridão, noite, ...) em que vivia e o tocou com sua ação e suas palavras.

A força de vontade e persistência eram as ferramentas encontradas pela mãe para se aproximar da saída da escuridão, na qual se encontrava, mas o meio usado ou a maneira decisiva foi encontrado na adoração ao reconhecer a Autoridade e Soberania e assim pode ver a porta se abrir e com sua visão clara no seu propósito pelo fato de estar ali levaram a vitória com a confirmação da libertação das trevas de sua filha.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O LINDO CAMINHO DA TRANSIÇÃO.

Base na Bíblia: Mateus 11: 13-17 "... Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João. E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir. Quem tem ouvidos ouça. Mas, a quem compararei esta geração? É semelhante aos meninos que, sentados nas praças, clamam aos seus companheiros: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não pranteastes...”

Nesta data temos referências a diversas celebrações na Pátria Brasil, duas delas marcam acontecimentos que muito sensibilizam os brasileiros, no entanto gostaria de destacar uma delas a qual é comum a todos, pois tratam da infância e do período de menino que vive em cada um. Período esse, que guardamos em nós e procuramos repassar as crianças que estão ao nosso redor. Essa lembrança seria de pouco valor quando comparado a este texto falado por Jesus a uma multidão e anotado pelo apóstolo Mateus, salvo pelo cuidado do Mestre em fazer a comparação da geração presente a um grupo de crianças.

Jesus apresentou a relação sincera que cada criança demonstrava em obter o interesse genuíno, tudo isto, pela simples ação que faziam ao tocar músicas alegre e triste, mas a indiferença gerada espantou cada menino. Para esse novo comportamento poderia ser considerado como uma simples transição natural do amadurecimento, de criança para adulto, mas poderia ser também o sintoma nascendo da indiferença.

Praticamente seria semelhante a uma criança que recebesse nesta data, de seus pais, o presente (não um presente qualquer), mas o que realmente esperava muito ter e ao tomar para si o deixa de imediato de lado e o ignora, despreza e passa a exigir outro qualquer.

A transição é o exato momento que sempre apresenta efeito no ser humano, assim como ocorre voluntariamente nas fases de seu crescimento. As Escrituras Sagradas foram cumpridas sobre o Messias e o cuidado ao apresentar o lindo e novo caminho a humanidade foi tomado. Sendo assim, uma vez que tudo era novidade; para todas as classes sociais, e para que não houvesse dúvida resgatou em cada um, o sentimento genuíno de criança, mesmo frente a qualquer tipo de oposição e obstáculos para mostrar que a Porta do Reino Eterno estava sendo aberto a todos pelo Amor e Graça do próprio Jesus, o Filho unigênito do Pai.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

NASCE O REAL PARADIGMA.

Base na Bíblia: João 02: 16-21 “... e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio. Lembraram-se então os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me devorará. Protestaram, pois os judeus, perguntando-lhe: Que sinal de autoridade nos mostras, uma vez que fazes isto? Respondeu-lhes Jesus: Derribai este santuário, e em três dias o levantarei. Disseram, pois os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do santuário do seu corpo...”

Fazer mudanças sobre nossos próprios pensamentos ou locais ou ainda coisas que estamos acostumados é complicado, principalmente para aquele que se acostuma com as vantagens que possam perder. Quando uma mudança é anunciada traz dentro de cada um de nós momentos de incertezas e dúvidas das conseqüências que ocorrerão.

Os judeus esperavam explicações na Autoridade para justificar a atitude de retirar do Templo os meios para simplificar a troca ou compra das moedas local e dos animais para o sacrifício. Seus discípulos ao verem a atitude procuraram nas Escrituras uma maneira de entender a atitude no zelo e no cuidado da Casa de Oração. Jesus mostrava na prática sua preocupação na maneira de manter a ordem no oferecimento genuíno de cada judeu em encaminhar suas ofertas e sacrifícios ao Pai.

O resgate era necessário e Jesus estava pronto para apresentar o meio necessário para abrir um canal de comunicação direto com o Pai, baseado no cumprimento das promessas antigas escritas pelos escritores nas Sagradas Escrituras, sem precisar torcer os versos, ou persuadir com discursos intermináveis, mas buscando resgatar o que de mais puro há dentro do ser humano, pois este estava e vive perdido, colocando-se Jesus como o elo único de ligação com o Criador, pela graça definida pelo infinito desejo soberano do Senhor Eterno.

Nosso planeta vive baseado em conceitos financeiros, poucas culturas mantêm o escambo, mas nem um nem outro explicam essa maneira, pois o peso dos pecados que eram meu e seu, foram totalmente colocados sobre Jesus que foi crucificado em nosso lugar e ao terceiro dia ressuscitou como está escrito e foi visto pelo espaço de aproximadamente quarenta dias, por mais de quinhentas pessoas, para que não houvesse dúvida dessa realidade.

Paradigma sim, pois não se adquire por dinheiro algum, mas sim e somente pela fé recebe esta verdade e só pode ser aceita individualmente (para cada um), pois transcende os princípios intelectuais, científicos e lógicos conhecidos pela raça humana.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

LEVANTA-TE!

Base na Bíblia: Lucas 07: 11-15 “... Pouco depois seguiu ele viagem para uma cidade chamada Naim; e iam com ele seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam para fora um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. Então, chegando-se, tocou no esquife e, quando pararam os que o levavam, disse: Moço, a ti te digo: Levanta-te. O que estivera morto sentou-se e começou a falar. Então Jesus o entregou à sua mãe...”

Poderia ser mais uma feliz possibilidade da ocasião, onde o Mestre Jesus sai de Cafarnaum e ruma em direção a uma cidade a cerca de 60 km e ao estar prestes a entrar nela, encontra-se com um cortejo fúnebre. As estatísticas da época poderiam dizer que seria improvável, mas aconteceu.

Jesus era conhecido como um homem religioso, ou mais comumente seria um homem Santo, suas vestes o denunciavam e sua atitude de ir até a direção da família do morto, amparava a expectativa de que haveria uma palavra de conforto ou consolo ou ainda uma atenção espiritual a família enlutada. Ao se aproximar mais Jesus encontrou uma única Senhora a chorar e por sua vestimenta deixava claro que também era viúva. Sua compaixão floresceu ao ver uma mãe a chorar por seu único filho e pediu a viúva para deixar de chorar somente.

Quantas vezes em apuros podemos ser surpreendido, quer por uma atitude, ou mesmo por uma palavra e passamos a ver o impossível virar algo tangível para suspender cada uma de nossas limitações reais. Mas essa ação de Jesus quebrou todas as regras religiosas de sua época e mesmo de nossos dias, pois provocou a fé dessa Senhora viúva, ao fazer com que ela imagina-se o único motivo que faria seu choro cessar.

A multidão entrando e a multidão saindo assistiram em quatro movimentos a mudança que levaria todas essas duas multidões a entrar na cidade de Naim. Foram as seguintes: Tocou no esquife; Pararam a caminhada de saída; Falou diretamente com o que estivera morto; e O devolveu a sua mãe.

Levanta-te é para mim e para você, independe de onde estamos, ouça a voz ainda que seja no mais profundo dos profundos abismos, sinta que sua maneira única vai abrir seus olhos que estavam cegos e te resgatar a vida que te abandonou até este dia.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

PERDÃO.

Base na Bíblia: Lucas 17: 03-04 “... Tende cuidado de vós mesmos; se teu irmão pecar, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe. Mesmo se pecar contra ti sete vezes, no dia, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; tu lhe perdoarás...”

Se, e simplesmente se, pensarmos na possibilidade de que o perdão traz atraso para quem pecou e também para quem o deixa de conceder, cada um que agora lê como ficaria dentro de si mesmo? Poderia criar uma revolta, instantânea pelos episódios de outrora vividos, ou uma paz sem igual ao lembrar que mesmo ao vir a mente os erros ou do perdão que concedeu, sua mente está liberta e ao relembrar não há mais dor.

Jesus tinha conhecimento do comportamento pessoal de seus ouvintes, em qualquer momento da história, assim em nossos dias suas palavras que estão registradas no Livro de Lucas, retratam a real necessidade de compreender a importância do Perdão, em todos os momentos de nossas vidas.

Muito cuidado em comprar ou adquirir gratuitamente as queixas de terceiros, tomando-as como sua própria, vejam e releiam o texto e assim fica claro que é com você a situação, a atitude também é sua individual e pessoal, sem auxilio de qualquer pessoa próxima.

Pasme, mas até a repreensão deve ser sincera, nunca tempestuosa e deve iniciar por nós, e se houver a situação inversa, devemos estar prontos para perdoar como Jesus disse: “7 (sete) vezes no mesmo dia e se ela disser: “Arrependo-me, por cada uma delas”, devemos perdoar”.

O ensino do Perdão do Pai, o Criador dos Céus e a Terra, ao enviar seu filho unigênito Jesus é a maior prova e exemplo que a humanidade poderia reconhecer, regado ao toque do Consolador o Espírito Santo em sua vida.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula