sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

PEDIR O JUSTO.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 46-52 ... Jesus e os discípulos chegaram à cidade de Jericó. Quando ele estava saindo da cidade, com os discípulos e uma grande multidão, encontrou um cego chamado Bartimeu, filho de Timeu. O cego estava sentado na beira do caminho, pedindo esmola. Quando ouviu alguém dizer que era Jesus de Nazaré que estava passando, o cego começou a gritar: Jesus, Filho de Davi, tenha pena de mim! Muitas pessoas o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca, mas ele gritava ainda mais: Filho de de Davi, tenha pena de mim! Então Jesus parou e disse: Chamem o cego. Eles chamaram e lhe disseram: Coragem! Levante-se porque ele está chamando você! Então Bartimeu jogou a sua capa para um lado, levantou-se depressa e foi até o lugar onde Jesus estava. O que é que você quer que eu faça? Perguntou Jesus. Mestre, eu quero ver de novo! Respondeu ele. Vá; você está curado porque teve fé! afirmou Jesus. No mesmo instante, Bartimeu começou a ver de novo e foi seguindo Jesus pelo caminho...”


Jesus entra na Cidade de Jericó acompanhado por seus discípulos e por uma grande multidão, nada poderia ser mais natural do que haver ambulantes e menos favorecidos enquanto passavam por esse caminho.

Porém, não foi relatado nada significativo durante esses momentos, nem mesmo citam algo relevante que aconteceu dentro dos muros de Jericó, mas enquanto saiam ocorreu uma mudança no ambiente daquela localidade.

Um cego por nome Bartimeu, filho de Timeu, ali estava esmolando e pelo movimento de pessoas algo chamou sua atenção, por ser diferente, ao ponto que este procurou saber quem estava ali que estava causando uma mudança na rotina de seu dia, naquele lugar.

Provavelmente pode ter perguntando a qualquer um que o ouvisse e lhe desse resposta, o texto não relata se perguntou a um ou outro ou a muitos, mas de um ouviu e esse declarou o nome do Messias, citando sua genealogia, ou simplesmente a ninguém perguntou, mas ficou atento até que seus ouvidos ouviram de alguém, essa declaração.

Essa anunciação despertou em Bartimeu uma atitude completamente diferente de um cego, o qual dia a dia em sua rotina espera que outros se sintam constrangidos e passem a ofertar, esmolar algo a um pedinte que tem uma deficiência visual.

Mas, Bartimeu não, ele passa a falar alto, o texto declara que grita para todos ouvirem, porém é para Jesus direto pedindo sua misericórdia para si e não para qualquer outra autoridade ou pessoa ali presente.

O pedido é feito, mas os ouvintes o repreendem e pedem para que ele se cale, para não importunar o Mestre, seria isso mesmo, ou, uma forma de silenciar alguém que queria estar com Jesus, eu acredito que se for essa último razão que citei, pouco mudou dos dias de outrora para os dias atuais.

Jesus ouve claramente sua voz e convida o dono dessa voz a ir até Ele, pede que o chamem, novamente se repete o comportamento de outrora e nos dias atuais do ser humano, agora todos dizem para que ele tenha bom ânimo, pois o Mestre o chama, mas notem que ninguém o leva.

O cego sozinho se levanta e cegue na direção que o chamou, pensemos que alguns o ajudaram, mas sabemos que poucos toleram estar perto de doentes, fracos, insuficientes, ..., por diversas razões sejam elas pessoais, ou não e assim lá estão o cego e o Messias.

Jesus pergunta, algo que nos leva ao tema da pregação: O que você quer que eu te faça? A resposta surpreende: Eu quero ver de novo! O Raboni declarou: Sua fé te curou, vá! Simples assim um cego a menos.

Agora veja qual seria seu pedido justo, lembro-me por exemplo do recente empossado rei Salomão, que pediu sabedoria para governar o povo de Deus e sabemos pelo texto Sagrado o que o Eterno concedeu, mas replico a pergunta e para sua pessoa, qual seria seu pedido justo?; pois Tiago, irmão de Jesus declara: ‘pedis e não recebeis, porque pedis mal para o gastardes em vossos deleites,’ e Jesus também declara: ‘pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a vida?’.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula












sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

CONTINUAR SEGUINDO.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 32-40 ... Jesus e os discípulos iam pela estrada subindo para Jerusalém. Ele caminhava na frente, e os discípulos espantados, iam atrás dele; as outras pessoas que iam com eles estavam com medo. Então Jesus chamou outra vez os discípulos para um lado e começou a falar sobre o que ia acontecer com ele. Jesus disse: Escutem! Nós estamos indo para Jerusalém, onde o Filho do Homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos não judeus. Estes vão zombar dele, cuspir nele, bater nele e matá-lo; mas três dias depois ele ressuscitará. Depois Tiago e João, filhos de Zebedeu, chegaram perto de Jesus e disseram: Mestre, queremos lhe pedir um favor. O que vocês querem que eu faça para vocês? Perguntou Jesus. Eles responderam: Quando o senhor sentar-se no trono do seu Reino glorioso, deixe que um de nós se sente à sua direita, e o outro, à sua esquerda. Jesus respondeu: Vocês não sabem o que estão pedindo. Por acaso vocês podem beber o cálice que eu vou beber e podem ser batizados como eu vou ser batizado? Eles disseram: Podemos. Então Jesus disse: De fato, vocês beberão o cálice que eu vou beber e receberão o batismo com que eu vou ser batizado. Mas eu não tenho o direito de escolher quem vai sentar à minha direita e à minha esquerda. Pois foi Deus quem preparou esses lugares e ele os dará a quem quiser...”


Jesus, seus discípulos e acompanhantes (seguidores) estão no caminho e sobem para a Cidade de Jerusalém, a frente caminha Jesus confiante, atrás o segue os doze discípulos espantados e mais atrás vem os seguidores com medo.

Permanecem todos, seguindo ainda que o terreno seja íngreme e as estradas mal sinalizadas e repletas de imperfeições, cada um por si, busca acompanhar seu Mestre e assim seu referencial vai a frente, passo a passo com o destino pré-estabelecido, chegar a Jerusalém e ali Ele vai passar a Pascoa, ser traído, ser entregue as autoridades judaicas e em seguida aos pagãos, padecer, ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.

Jesus percebe esse clima de espanto e medo que está na mente de cada um dos seus seguidores, para de caminhar e por perceber chama seus discípulos e pela terceira vez explica os fatos que irão acontecer com ele, com detalhes inclusive o ato de ser entregue aos pagãos, morte e sua ressurreição ao terceiro dia.

Tiago e João percebendo a oportunidade para o Reino, lançam um pedido direto a Jesus sobre a posição pessoal de cada um deles, ou seja, status e hierarquia.

O clima entre eles devia estar bem diferente dos dias de outrora do ministério de Jesus, com seus discípulos e acompanhantes, como realmente lemos, pois estavam acostumados a verem sinais, maravilhas, curas, transformações, multiplicações e ressurreições e agora há reinante espanto e medo entre eles, mas Tiago e João, filhos de Zebedeu vem uma oportunidade.

Há uma resposta de Jesus, a Tiago e João, mas antes lembro que no livro de Mateus, cita que foi a mãe deles que fez o pedido; a qual ratifica novamente a amostra do amor ao perdido integralmente e a entrega voluntaria da vida pessoal que era o motivo da Vinda do Messias.

Tiago e João responderam provavelmente, sem raciocinar muito que podiam, mas isso era plenamente contrário ao pedido deles, que esperavam recompensa pessoal por seguir o Mestre, Messias, o Rei que há de vir.

Jesus pela resposta deles ratifica que podiam sim, e por amor ao Mestre o fariam, mas lugar e colocação era atributo do Pai, pois ali diante deles estava o Filho pronto para servir plenamente a vontade do Pai.

No texto seguinte os demais discípulos ao perceberem que os dois tinham procurado levar vantagem na frente deles, ficaram zangados.

Claramente é notório que todos eles esperavam benefícios em servir Jesus, e muito distante de cada um em acreditar e confiar no Messias, bem como que cada um deles não admitia o fato de ter convicção pessoal de que servir é a proposta do Reino real, continuar seguindo, para buscar o perdido, a qualquer custo, seguindo assim o exemplo do Filho para com o Pai.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula











sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

AO ETERNO, TUDO É POSSÍVEL.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 27-31 ... Jesus olhou para eles e disse: Para os seres humanos isso não é possível; mas, para Deus, é. Pois, para Deus, tudo é possível. Aí Pedro disse: Veja! Nós deixamos tudo e seguimos o senhor. Jesus respondeu: Eu afirmo a vocês que isto é verdade: aquele que, por causa de mim e do evangelho, deixa casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras receberá muito mais ainda nesta vida. Receberá cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos, terras e também perseguições. E no futuro receberá a vida eterna. Muitos que agora são os primeiros serão os últimos, e muitos que agora são os últimos serão os primeiros...”


Difícil de acontecer ao ser humano (mas acontece) quando ocorre a esse que a razão, literalmente percebe, a realidade de cada ser humano frente ao preço do pecado e assim compreende seu real estado frente ao Criador de Todo o Universo, no tocante a vida eterna.

Raramente procuramos encarar de frente o fato de que somos limitados, sempre buscamos meios, subterfúgios, maneiras para se esquivar dessa realidade olhando para os mais diversos outros assuntos para se esquivar e assim seguimos nossos dias sobre a face da terra.

O homem jovem, que visitou Jesus, esse se prostrou diante dele e lhe perguntou o que fazer para ganhar a vida eterna, o Mestre respondeu e assim soubemos que ele era muito rico, e ao ser motivado a vender suas posses e dar aos pobres, fechou a cara e foi-se triste embora, agora deve estar muito longe.

Mas, o assunto perguntado ainda continua, agora com seus discípulos que estão achando e querendo identificar quem então consegue ter a vida eterna, e por isso entre eles discutem; afinal na mente humana basta simplesmente qualquer um ser bonzinho, educado, fazer boas ações, ir na Igreja, dar ofertas ou esmolar, fazer trabalhos voluntários e agindo desta maneira está assegurado o direito.

Jesus agora assegura aos seus ouvintes de todos os tempos, iniciando por seus discípulos, que ao homem é realmente impossível ganhar a vida eterna, mas para o Eterno, tudo é possível.

Pedro ainda respirando o mesmo ar do homem jovem muito rico, declara a Jesus, em nome de todos os seus colegas discípulos a seguinte frase: nós deixamos tudo para o servir.

O Mestre responde que qualquer um que para o seguir e anunciar o reino (evangelho), deixar (mas, aqui não se trata de abandonar o que não lhe faz bem, como no caso de dívidas e responsabilidades para com os seus) seus bens familiares, propriedades e laços familiares, receberá ainda em vinda cem vezes mais e pôr fim a vida eterna.

O que chama a atenção é a clareza de suas palavras em afirmar que perseguições também fazem parte dos que seguem a Jesus e daqueles que anunciam o evangelho, isso é muito diferente do que todos nós estamos acostumados a ouvir, praticar e viver em nossos dias, esperando a vida eterna.

Ao Eterno, tudo é possível, sim para a vida eterna de toda a raça humana, os descendentes de Adão, para isso, seu Plano Redentor, iniciou desde a queda (desobediência) do homem e consumou em Seu Filho Jesus, o segundo Adão, o qual pagou o preço do pecado na cruz, Ele ressuscitou ao terceiro dia e vivo está a direita de Deus Pai, esperando a voz do Pai para voltar nos céus a buscar as ovelhas perdidas que o ouviram e o aceitaram.

Conclui Jesus então aos seus discípulos e aos ouvintes de todo os tempos, declarando que: haverá uma enorme reviravolta quando de sua volta, aonde os valores que nós seres humanos julgamos de quem está apto ao reino de Deus será colocado a prova diante do Criador e muitos que ostentam títulos e são classificados como elegíveis poderão estar entre os últimos, assim como o inverso acontecerá onde aqueles que julgamos como inelegíveis estarão nas primeiras fileiras, “quem tem ouvidos ouça o que o Espírito Santo de Deus anuncia previamente.”


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula












sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

LIÇÃO NATURAL DA VIDA.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 22-26 ... Quando o homem ouviu isso, fechou a cara; e, porque era muito rico, foi embora triste. Jesus então olhou pra os seus discípulos, que estavam em volta dele, e disse: Como é difícil os ricos entrarem no Reino de Deus! Quando ouviram isso, os  discípulos ficaram espantados, mas Jesus continuou: Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha. Quando ouviram isso, os discípulos ficaram espantadíssimos e perguntavam uns aos outros: Então, quem é que pode se salvar?...”


Sabemos que as expressões faciais quer sejam no rosto humano ou em uma cara animal apontam para sentimentos que estão sentindo ou vivenciando, simplesmente por ser uma maneira natural que todos adquirimos desde a infância (nascimento).

O texto que lemos mostra agora o que aconteceu com o homem jovem, que veio procurar o Senhor Jesus e como lemos anteriormente ao encontrá-lo se ajoelhou e perguntou-lhe o que deveria fazer para conseguir a vida eterna.

Podemos supor que tudo ia muito bem para esse homem jovem, pois tudo o que ele entendia como necessário, estava contido nas Escrituras Sagradas, e por sua vez ele já observava desde a infância, como, o mesmo, informou a Jesus.

Agora por uma conclusão de amor, muito bem definida, clara e traçada as regras a seguir, pelo Raboni, seu semblante muda e não pela dificuldade de atender a esta conclusão, mas de aplicá-la na integridade como solicitado, assim triste ele vai embora.

Jesus o vê partir, triste e não o chama de volta, nem mesmo corre atrás dele, para renegociar o quanto ele (homem jovem) estava disposto a atender, nem mesmo para informar o quanto o Mestre poderia ceder em sua posição, pois sua Palavra uma vez declarada, jamais volta vazia.

Seus discípulos que estavam mais perto dele, e que também ouviram todas as palavras trocadas entre Jesus e o homem jovem, agora ouvem uma declaração que fazem que eles parem para repensar, o altíssimo preço para chegar a vida eterna, e ficam incomodados, ou melhor, espantados entre si.

Jesus complementa sua resposta sob a dificuldade do rico entrar no reino de Deus e compara este fato possivelmente a um ditado popular judaico, no qual inicia descrevendo ser muito impossível (improvável) que um rico entre no reino de Deus, podendo até ser mais fácil (provável) que um camelo passe pelo fundo de uma agulha.

Pronto temos uma expressão que chamaríamos hoje de proverbial, no tocante a ser impossível, assim ele ratifica, ainda que muitas outras traduções ou interpretações foram usadas pelos séculos, muitas vezes buscando atenuar essa expressão.

Agora os discípulos são os que passam de espantados para espantadíssimos, afinal, eles mesmos não eram pessoas sem recursos, e deixaram se envolver pelo calor do momento, dos acontecimentos, imaginem seus semblantes e entre si, eles próprios, iniciaram a pergunta uns aos outros, sobre quem então conseguiria alcançar a vida eterna.

Doze discípulos escolhidos, um a um, após tempos juntos e uma noite em oração pelo Messias, esses caminharam por três anos, talvez três anos e meio, dia a dia, ou melhor, momento a momento perto dEle, todos eles viram sinais, maravilhas, prodígios, arrependimento, conversão e as Palavras da Vida Eterna e ainda assim seus corações não quebravam a barreira da incredulidade.

Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara do semblante perplexo, questionador, furioso e duvidoso para o semblante sereno, calmo e tranquilo aos pés do Senhor, como exemplo, que há nas Escrituras Sagradas, gostaria de citar: o endemoniado gadareno, sua mudança radical de comportamento de vida ao se encontrar com o Messias.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula












sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

A PERGUNTA DE TODOS.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 17-21 ... Quando Jesus estava saindo de viagem, um homem veio correndo, ajoelhou-se na frente dele e perguntou: Bom Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna? Jesus respondeu: Por que você me chama de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Você conhece os mandamentos: ‘Não mate, não cometa adultério, não roube, não dê falso testemunho contra ninguém, não tire nada dos outros, respeite o seu pai e a sua mãe.’ Mestre desde criança eu tenho obedecido a todos esses mandamentos! Respondeu o homem. Jesus olhou para ele com amor e disse: Falta mais uma coisa para você fazer: vá, venda tudo o que tem e dê o dinheiro aos pobres e assim você terá riquezas no céu. Depois venha e me siga...”


Estamos vivendo sobre a face da terra em um novo ano bissexto, seguindo o calendário Romano, contando continuamente o tempo pelo mover do sol e ajustando a cada período de tempo chamado bissexto.

Esse calendário tem como ponto de partida a vinda do Senhor Jesus, Cristo, o Messias definindo, do nascimento como o ponto que denominamos de zero (0), e assim contamos os anos, antes de Cristo e depois de Cristo.

A cada dia que passa os seres humanos despertam para suas rotinas, seja ela de qual natureza for, e à nossas mentes sempre vem uma pergunta na qual envolve se estamos no Paraíso, ou há um Paraíso, e por fim se podemos chegar a esse Paraíso.

Isso ocorre simplesmente porque a rotina diária sempre leva a fadiga em todas as esferas do corpo, e em nosso interior nutrimos o sentimento de que o melhor está por vir.

Um homem jovem, ouve sobre Ele, o Cristo, e de alguma maneira chegasse a Jesus, que estava preparado para ir viajar e se coloca aos seus pés, como uma referência de total respeito à pessoa a quem vai se dirigir e lança lhe uma pergunta.

Esse homem prontamente é atendido e a pergunta que dirige, ao Mestre, começa a ser respondida, baseando-se nos Escritos contidos nas Sagradas Escrituras, aparentemente cada um dos 7 (sete) pontos que lhe é apresentado ele os conhece e já os pratica.

Se pararmos agora, todos podem afirmar que estão aptos a vida eterna, e a resposta que todos buscam, no legalismo, está sendo tratado prontamente, logo, todos se enquadram.

O ponto primeiro, de Jesus, inicia apontando que só há um Bom, e não todos bons, como a natureza humana gosta de, ou prefere acreditar, e na sequência todos os demais resgatam o interesse pessoal de agradar como legitimamente gostaria de ser agradado realmente e o último ponto aponta para o respeito elevado a pai e a mãe, muito longe de pensamentos do tipo: estão ultrapassados como se estivessem em uma pista de atletismo.

A resposta do jovem a Jesus (talvez agora ele já estivesse em pé) e de igual para igual, foi a de que com zelo desde a infância praticava assim, logo com toda certeza, esperava agora ouvir, o que a raça humana, busca ouvir: ‘você já está habilitado, apto, já conseguiu fazer o necessário para ir ao Céu.’

Jesus, o ouve e mais uma vez, não questiona seu ponto de vista, muito pelo contrário o ama e complementa com uma resposta desconcertante para uma pessoa que acumula riquezas (não acho que era só valor monetário e sim muito mais além, pois onde estiver o seu tesouro ali com certeza está o seu coração), nessa terra.

Uma atitude pratica, agora do homem jovem é solicitada, pelo Raboni, inclusive citando o meio que deve ser trabalhado e a quem destinar o recurso resultante lhe é definido, por fim, uma vez celebrado plenamente, vem um convite direto de: ‘me siga’ (a Jesus) que estava indo a Jerusalém para ser oferecido em oferta Santa viva e agradável a Deus.

A resposta que todos buscam, foi declarada, a mensagem que todos necessitam foi anunciada, mas vivemos como crianças que se toca música triste e não choram ou se toca a música alegre e não alegram, pois o amor as trevas pesa mais na balança da vida pessoal do que a luz da verdade da vida eterna.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







terça-feira, 31 de dezembro de 2019

ANO NOVO 2019 2020


ANO NOVO 2019 2020.

Mateus 11:26-27.
“Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece plenamente o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar."


Notoriamente nos destacamos de todas as demais criações no quesito, ter direito, e principalmente quando o grupo de facilidades vem se materializando e focando na área do consumo, passamos a exercer um novo momento onde ‘o eu’ pessoal está adoçado e porque não inebriado pelas luzes e coloridos efêmeros de uma sociedade.

Valorizamos o momento a tal ponto que os cuidados com o modo de agir e o de como se portar, tornam-se irrelevantes, ou quando muito um segundo plano obscuro, desde que ‘o eu’ esteja envaidecido com as possibilidades de brilhar em meio a um exército de seres humanos agindo todos sincronizados no mesmo sentido.

Esquecemos ou preferimos deixar de lado tudo o que nos faz lembrar que somos efêmeros, nascemos no padrão, vivemos e desenvolvemos no padrão, assim nossa mente e sentimentos (coração) nos coloca no campo da imortalidade, para que ao agir por essa ótica passemos a expandir e nos identificamos no quesito dos realizados.

Jesus a razão de ser Eterno pode nos trazer ideias que resgatem o ser humano de si mesmo, afinal enganoso é o coração, o que hoje adoça é o mesmo que amanhã é fel e somos limitados, por inúmeros motivos dentre eles temos o tempo definido.

Assim contamos os anos e Jesus resgata um conceito de conhecer plenamente o Pai e este o Filho (vice-versa também), porém claramente no âmbito da Eternidade, Eles se conhecem, e por sua plena sincronia o tempo perpetua e somente aumenta continuamente, seu mutuo conhecimento.

A raça humana por suas vez neste quesito, também busca esse grau de intimidade de pais com filhos, e vice-versa, porém o glamour de atividades efêmeras e as oscilantes preocupações para manter o equilíbrio familiar, profissional e pessoal muitas vezes ofuscam, essa possibilidade, e assim dia a dia aprendemos e não raramente somos surpreendidos, com atitudes e padrões divergentes mútuos.

As Escrituras Sagradas sempre apontaram e apontarão para esses comportamentos humanos e apontam também para a solução que tem capacidade de reescrever a história real de cada vida, pois somos criaturas, isso é um fato, mas e se eu lhes contasse que nas Escrituras menciona uma sequência onde podemos ser uma nova criatura, como cada um reagiria? Lembrem que o texto que lemos, diz: que o Pai é apresentado a quem o Filho quiser apresentar.

Nos acontecimentos que separam o Antigo do Novo Testamento, encontramos uma Palavra singular, repetida a cada ano que é Maranata que no original hebraico se escreve: מרן אתא, ‘maran atâ’, que poderia ser traduzido como ‘Nosso Senhor vem, o Rei vem’; é uma expressão aramaica. (*)

Assim, o termo "maranata" surge a partir da junção de duas palavras do aramaico: marãn que significa "nosso Senhor" ou "Messias virá", e athá que teria o sentido de dizer algo próximo a: Jesus está aqui. (*)

Por pesquisadores sabemos que quanto a história cristã conta-se que, antes do surgimento de Jesus, quando um judeu encontrava outro cumprimentava-o dizendo "Marãn", o que se referia a: "Nosso Senhor virá". Porém, após o aparecimento do Messias Jesus, quando esse mesmo judeu, agora convertido a fé em Jesus, encontrava outro judeu, acrescentava a palavra athá depois de Marãn, assim formando a expressão Marãn athá, que significa entre eles: "o Messias veio, está aqui e retornará". (*)

Atos 01:10-11.
“Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.”

Tenhamos, um por um, cada um por si, a convicção de que a fé está posta em lugar seguro, onde nem a traça nem a ferrugem, podem corroer, para este ano que se inicia e lembremos sim dessas palavras do Senhor Raboni Jesus, o Messias, o Cristo.

Mateus 28:20b
“...; e eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.”





(*) Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre / A Bíblia Anotada, editora Mundo Cristão / Significados.com.br.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

LIÇÃO NATURAL DA VIDA.


Base na Bíblia:  Marcos 10: 13-16 ... Depois disso, algumas pessoas levaram as suas crianças a Jesus para que ele as abençoasse, mas os discípulos repreenderam aquelas pessoas. Quando viu isso, Jesus não gostou e disse: Deixem que as crianças venham a mim e não proíbam que elas façam isso, pois o Reino de Deus é das pessoas que são como estas crianças. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem não receber o Reino de Deus como uma criança nunca entrará nele. Então Jesus Abraçou as crianças e as abençoou, pondo as mãos sobre elas...”


Jesus trata a todos que se achegam, os trata com atenção, prestigio e entende suas necessidades, ontem, hoje e eternamente.

A natureza humana por sua vez passa por metamorfoses durante o caminhar de suas vidas sobre a face da terra, iniciando em dependência plena de cuidados ao nascer.

Uma das mudanças que os humanos passam é a do estágio que denominamos de fase de crianças, ou período de infância, onde se caracteriza a etapa na qual começamos a ser independentes em muitas coisas e em outras nos mantemos dependentes sem estar preocupados com isso.

Um exemplo simples desse período pode ser observado que a criança não fica cobrando o que vai vestir ou se alimentar e descansa (nem se preocupa) somente vive seus dias.

Alguns pais levam seus filhos (crianças) para serem abençoados pelo Senhor Jesus, demonstrando que não só as Palavras que ouviam de Jesus, como também o seu agir demonstravam segurança a eles para levarem suas heranças ao Senhor.

Entre Jesus e essas crianças, o texto Sagrado declara que se formou um cordão de isolamento, formado pelos doze discípulos, provavelmente para permitir que o Mestre pudesse exercer seu ministério aos mais necessitados, porém claramente por iniciativa deles e não do Messias.

Ao perceber o que estava acontecendo Jesus desfaz essa barreira e com suas Palavras apresentou naquela ocasião o que ecoa até os dias atuais, uma sensacional verdade sobre a Entrada do Reino dos Céus, o Reino de Deus.

Jesus libera de imediato que as crianças venham até Ele, assim as recebe as abraça e abençoa uma a uma colocando suas mãos sobre suas cabeças sem distinção alguma.

E claramente em suas Palavras transfere uma informação aos seres humanos, preciosa, afirmando que há o Reino de Deus, sua Porta de entrada tem uma chave própria e cada pessoa pode possuir ela.

Neste momento encontramos a resistência do homem racional que ao crescer, ao se desenvolver e ao passar pelas etapas da vida atingindo a maturidade, apaga essa fase de sua vida, definindo-a como necessária, mas já ultrapassada.

O Reino de Deus, por sua vez, foi reconquistado ao ser humano pela ação do Pai Criador que enviou seu Filho Unigênito, simplesmente por amar e o entregou como sacrifício vivo, santo e agradável para tirar (pagar o preço) o pecado de todo aquele que crê e se arrepende.

A entrada do Reino de Deus exige resgatar a atitude da infância, para quem a partir desse resgate estará aberta a todo aquele que vem a Jesus, pois sabemos que se declara: 'Eu Sou a Porta', e todo aquele que o passar encontrara pastos verdejantes.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula