sexta-feira, 12 de abril de 2019

A DIMENSÃO DA SEMENTE.

Base na Bíblia: Marcos 04: 26-32 ... Jesus disse: O Reino de Deus é como um homem que joga a semente na terra. Quer ele esteja acordado, quer esteja dormindo, ela brota e cresce, sem ele saber como isso acontece. É a própria terra que dá o fruto: primeiro aparece a planta, depois a espiga, e, mais tarde, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas ficam maduras, o homem começa a cortá-las com a foice, pois chegou o tempo da colheita. Jesus continuou: Como podemos comparar o Reino de Deus? Que parábola podemos usar para isto? Ele é como uma semente de mostarda, que é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeada, cresce muito até ficar a maior de todas as plantas. E os seus ramos são tão grandes, que os passarinhos fazem ninhos entre as suas folhas...”

Jesus estava dentro de um barco no mar da Galiléia e transmite as boas novas do reino por parábolas, facilitando a seus ouvintes o entendimento, uma vez que ele tratava com meios que eram usados por cada um deles em seu cotidiano e era de conhecimento universal.

Primeiramente sobre o reino de Deus, Jesus destaca o agente ativo (Lavrador, Semeador, um homem) que deita as sementes na terra e sem sua intervenção direta e continua, vê essa semente seja de noite ou seja de dia seguindo etapa a etapa seu processo de crescimento.

E notamos que em seu ciclo natural de crescimento sofre a influência da terra e vai germinando, passando por todas as etapas e por fim chega aos grãos em suas espigas, mas ainda devem esperar para amadurecer.

O lavrador (o homem) ao perceber essa etapa intervém com uma foice porque chegou o tempo de colher o fruto da terra, e somente neste ponto tem o conhecimento para colher, e tudo antes deste é somente um observador da semente no solo.

Jesus compara todo esse processo que ocorre com a semente e ele declara que o certo homem é quem semeia o reino de Deus, o qual é a semente na terra, afinal a germinação é na terra (solo) que ocorre e a sega por sua vez já está determinada na volta do semeador que nessa nova etapa vem na figura do colhedor da semente deitada a terra.

Comparou o Senhor Jesus também o reino de Deus a uma das menores sementes conhecidas por seus ouvintes o grão de mostarda e mostrou a todos eles as dimensões que atinge essa semente e as possibilidades de abrigar entre seus galhos e folhas ninhos de pássaros e outras formas de animais vertebrados ou invertebrados, mas deixando claro que ela cumpre plenamente seu papel em dar mostarda.

O reino de Deus era, é, e continua sendo anunciado, pois é Vivo, Presente e Real e lança a semente a terra, solo, com o desafio do arrependimento para que todos a possam receber e permitir o crescimento, com a necessária morte da semente no solo de cada ouvinte, a fim de que possa germinar e produzir frutos que honrem ao Seu Criador (o semeador) pois o reino é presente, está dia a dia vindo e mais próximo.

Este será o tempo da colheita onde não mais haverá o lançar de novas sementes a terra e sim somente será colhido de cada um de todos os séculos e tempos ainda no porvir, antes desse dia da colheita, o que foi produzido pela semente colocada em cada ouvinte do Verbo vivo que se fez carne e habitou entre nos.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula














sexta-feira, 5 de abril de 2019

A LUZ EM ATIVIDADE.


Base na Bíblia: Marcos 04: 21-25 ... Jesus continuou ‘Por acaso alguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto ou de uma cama? Claro que não! Para iluminar bem, ela deve ser colocada no lugar próprio. Pois tudo o que está escondido será descoberto, e tudo o que está em segredo será conhecido. Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.’ Disse também: ‘Cuidado com o que vocês ouvem! Deus usará para julgar vocês a mesma regra que vocês usarem para julgar os outros. E com mais dureza ainda! Quem tem receberá mais; mas quem não tem, até o pouco que tem será tirado dele.’”...


Todos de alguma forma usam dos benefícios da luz, por múltiplas e múltiplos motivos; e mais ainda direta ou indiretamente todos convivemos com sua influência para a necessária continuidade de nossa existência, permitindo que se mantenha qual como somos.

Jesus estava explicando aos discípulos e a alguns outros que permaneceram entre eles, por ser por eles questionados, e a na mesma explicação conclui esse ensino da parábola do Semeador e em seguida inicia o texto que acabamos de ler.

A lamparina era o meio seguro na época para ser usada em locais internos ou externos dependendo e variando sempre em função exclusiva da necessidade do usuário final, o alvo sempre foi obter a luz ou claridade necessária ou luz extra para se sentir ou se manter seguro.

O Mestre questiona seus ouvintes sobre um determinado tipo de uso incomum de uma pessoa ao acender sua lamparina propondo duas opções estranhas; a primeira de coloca-la dentro de um cesto e a segunda abaixo de uma cama, e em seguida sem esperar resposta, antes de prosseguir, porém, antecipo com certeza de que todos sabendo e o ouvindo, tinham sua própria definição pessoal.

A parábola segue em sua apresentação e agora Jesus coloca a lamparina de uma forma que não choca seus ouvintes, definindo a eles naturalmente que sempre há um lugar apropriado para ela estar e para que a luz emitida por ela cumpra a sua plena função.

A luz é definida por Cristo como o meio de mostrar o que está escondido bem como tudo o que está em segredo, e conclui Jesus declarando aos ouvintes que se tivessem ouvidos: 'que ouçam'.

O raciocínio de todos mais uma vez era convidado a estar presente, atuante e não somente viver da pura emoção, das palavras ensinadas, pois agora a Luz pode mostrar o oculto como também é o segredo que todos carregam dentro de si e que pode vir a tona, assim essa luz era mais poderosa que a luz humana.

O sinal de alerta entre todos os ouvintes estava sendo convocado, pois a luz agora tinha um novo papel, e com certeza era a Luz do Enviado pelo Senhor, para anunciar o ano Aceitável, mas quantos entenderam essa verdade da função primaria da Luz.

Agora o Mestre aponta para os que ouvem e pede para que parem e pensem um pouco, no que estão ouvindo e no que estão pondo em pratica, pois ao ouvir juntamos material para julgar e ao julgar podemos estar atuando diferente da vontade do Eterno, simplesmente pelo fato de que Deus é amor e os seus o devem adorar em espírito e em verdade, com todo o amor em primeiro lugar e em seguida a si mesmo então, juntamente ao seu próximo.

O ensino do Messias declara que ao ouvir juntamos informação e criamos regras e que o Eterno vai usar essas mesmas regras que usamos contra cada um por si e de forma ainda mais severa, logo o que tem a luz tem a vida e o ouvir atento, enquanto que quem não a tem, vivem a ouvir qualquer vento de informação e delas criam a cada momento uma separação ainda maior com o seu Criador.

Assim, o que tem ser-lhe-á acrescentado como Jesus citou em outro momento: ‘Servo bom e fiel fostes fiel no pouco sobre o muito te colocarei’, e também faz menção ao que pouco tem que ‘ser-lhe-á tirado até esse pouco’, pois age como um servo inútil em sua maneira de viver sob a face da terra, negligenciando a Luz que está a sua frente e a colocando em lugares que somente a ocultam.

Essa Luz em atividade, deve ser ouvida, pois como um farol em tempo antigos, servia para alertar e apontar os pontos de perigo as embarcações com seus tripulantes, assim é essa Luz, a qual tem em suas mãos o mapa, exclusivo e único que leva a Vida Eterna.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula



sexta-feira, 29 de março de 2019

PARÁBOLA DO SEMEADOR.


Base na Bíblia: Marcos 04: 03-09 ... Escutem! Certo homem saiu para semear. E, quando estava espalhando as sementes, algumas caíram na beira do caminho, e os passarinhos comeram tudo. Outra parte das sementes caiu num lugar onde havia muitas pedras e pouca terra. As sementes brotaram logo porque a terra não era funda. Mas, quando o sol apareceu, queimou as plantas, e elas secaram porque não tinham raízes. Outras sementes caíram no meio de espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Por isso nada produziram. Mas as sementes que caíram em terra boa brotaram, cresceram e produziram na base de trinta, sessenta e até cem grãos por um. E Jesus terminou, dizendo: Se você têm ouvidos para ouvir, então ouçam..."

Podemos pensar que para esta parábola seria o nome mais indicado o ‘da semente’, porém sabemos que a obra é do Criador e em seu Plano sem igual permitiu o envio de seu Filho, o Semeador, com as Palavras (a semente) em sua boca a apresentar o refúgio, o reencontro e o descanso aos braços do Pai.

Jesus usava as ferramentas necessárias que estavam no local em que se encontrava, agindo assim sempre permitia que todos que viessem a ele fossem recebidos.

Quando havia excesso de público, para que todos pudessem ouvir, ele se deslocava para o mar para poder ensinar, como antes de acontecer essa parábola que foi lida, deixou registrado Marcos, provavelmente ele ouviu de Simão, apelidado de Pedro, que esteve com Jesus desde o início de suas mensagens sobre o ano (tempo) aceitável do Senhor.

Quando todos podiam ouvir, Jesus inicia a parábola que é chamada de Semeador, suas palavras tratam de assuntos de conhecimento comum aos seus ouvintes.

A exposição segue também o simples processo de um certo lavrador (semeador) não um qualquer ou um aventureiro, em seu local de plantio, porém Jesus de imediato antecipa o momento da queda da semente ao solo fértil, apresentando, as prováveis quedas durante o trajeto ao campo, em lugares pedregosos e em lugares onde já existia outras sementes.

Aos ouvintes fica a certeza de que realmente é correta sua exposição e nada do que se disse cabe se refutar ou acrescentar alguma coisa a sua explanação, se, estando eles no lugar do semeador certamente fariam e passariam pelas mesmas situações, enfim era uma boa parábola que os entretiam.

Ao final de sua apresentação pede a todos os seus ouvintes, ao chamar suas atenções para que os que tivessem ouvidos, refletissem sobre os quatros fatos, ocorridos pela ação do semeador.

1) A semente que caiu no caminho estava exposta e permitia a ação dos elementos da natureza, como a dos pássaros, para serem consumidas, antes de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador;

2) A pouca terra em área pedregosa, também recebeu a semente e era perfeita para permitir a germinação, e isso naturalmente com o passar dos dias ocorre, mas outro elemento da natureza, o sol, age naturalmente e por falta de raiz deixa de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador;

3) A semente também pode e caiu em lugar onde haviam outras sementes, ambas cresceram, os elementos da natureza apoiaram no crescimento, porém as outras sementes a sufocaram e assim essa também como as anteriores deixa de cumprir seu papel imaginado no coração do Semeador; e

4) A lançada em solo arado, preparado, germina, cresce, expõem sua beleza em toda as suas etapas e em retribuição da fruto, cumprindo seu papel imaginado no coração do Semeador.

Para todos os ouvintes repito que era uma bela parábola que incentivava a ser prudente cada um por si com suas sementes quando fosse o período de cultivar a terra e a lançar nela (a terra ou o solo) cada uma de suas sementes.

Hoje todos entendem com total clareza, isso, mas será verdade essa minha afirmação?

Os discípulos de Jesus estavam em dúvida do que o Mestre queria dizer, e posteriormente o questionaram.

O povo ouviu, mas, também não entenderam, pois era um Plano Eterno que estava acontecendo diante de cada um deles mas seus olhos e ouvidos, não discerniam que a razão da Vida, estava entre eles, mas cada um deles não o reconheceram, e eles eram os seus, mas os seus nada viam nele que os fizessem enxergar, pois ele era homem de dores, mas de continuo suas palavras sempre queimavam e ardiam em seus corações.

A dureza dos dias e dos acontecimentos leva muitos a perder a esperança na Vinda do Salvador para a sua vida pessoal, sempre postergam a verdade da única finalidade de resgatar cada um do império das trevas o qual lhes colocam cadeias, grilhões e claramente anuncia (a semente ou a palavra) que tem para lhe mostrar o novo e vivo caminho.

A semente é a palavra do Semeador Jesus, o Messias, os solos citados são os exemplos de cada tipo de pessoa que recebe ao ouvir, a semente, e menciona qual é o seu comportamento adiante uma vez de posse dessa semente.

Jesus em outra ocasião disse que nenhuma semente que vive pode cumprir seu papel antes ela deve morrer no solo, para que em harmonia com o solo produza frutos que permanecem para a vida eterna.

Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 22 de março de 2019

DEFINIR SEM BASE GENUÍNA.


Base na Bíblia: Marcos 03: 20-26 ... Quando Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente, que ele e os discípulos não tinham tempo nem para comer. Os parentes de Jesus souberam disso e foram buscá-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que ele estava louco. Alguns mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam: Ele está dominado por Belzebu, o chefe dos demônios. É Belzebu que dá poder a este homem para expulsar demônios. Então Jesus chamou a todos e começou a ensiná-los por meio de parábolas. Ele dizia: Como é que Satanás pode expulsar a si mesmo? O país que se divide em grupos que lutam entre si certamente será destruído. Se uma família se divide, e as pessoas que fazem parte dela começam a lutar entre si, ela será destruída. Se o reino de Satanás se dividir entre si, o reino não continuará a existir, mas será destruído...”

Ir e tirar satisfação sempre (todas as vezes) que nos identificamos como ofendidos faz parte da natureza humana, ou quem sabe, adotamos esse procedimento de nossos ancestrais e não de nosso Criador, sabemos pelas Escrituras Sagradas que se alguém nos ofende temos o legitimo direito de ir até a pessoa que nos ofendeu e pedir a retratação e se este não aceitar, chamaremos testemunhas e juntos tentaremos a mesma retração, mas se não ocorrer devemos deixar o assunto de lado.

Dormir faz parte da natureza humana, dever-se-ia então cada um buscar continuamente o melhor para sua vida pessoal, para que cada um atingisse o desempenho diário aperfeiçoado o qual se equilibra continuamente no corpo, na alma e no espírito a cada novo dia.

Uma grande massa de seres humanos, no entanto vivem somente a se importar desde que o brilho, o glamour, de seu ego esteja massageado e a aparência se mantenha elevada e se porte em alta em suas ações diante dos demais a sua volta.

O Mestre Jesus, volta para casa, provavelmente em Cafarnaum na região da Galileia, dos gentios, onde ficava os menos favorecidos dos judeus e ali ele era conhecido e visitado, por multidões da região da Galileia e da Judéia e também de povos no estrangeiro.

Em sua volta uma grande multidão também conhecia esse endereço e lá estavam, para ver Jesus, tomando deles todo o tempo, ao ponto, de que para os atender, seus próprios discípulos e também Jesus estavam privados de se alimentarem, pois, essa era a definição dessa massa de pessoas, ou seja serem atendidos.

A família de Jesus, seus parentes, também vieram não com o desejo de serem atendidos ou tocados, mas sim com o intuito de o retirar daquele meio por que souberam por terceiros que Jesus estava louco e essa era a definição deles, buscando retirar do meio antes que o nome da família fosse escarnecido.

Alguns mestres da lei, que vieram de Jerusalém, região considerada como o local dos mais abastados, estavam ali também e tinham uma definição entre eles, sobre o Messias Jesus, ao o considerarem como possuído pelo chefe dos demônios.

Todos vemos com suas definições e prontos para executa-las, Jesus percebe cada uma delas e por ofender uma delas (dessas definições) ao Espírito Santo, ele apresenta sua resposta focado no conceito de enfraquecimento.

Com uma parábola ilustra o país, a família e o reino de satanás, buscando ter a atenção de todos os ouvintes, discorreu sobre as bases que eles conheciam, para demonstrar o inevitável, quando qualquer um dos membros desses lutam entre si.

Enfatizando que nada que está estável quando inicia focos de instabilidade pode se perpetuar, disse Jesus, a todos que estavam próximos e aos que deram ouvidos as suas palavras.

Ali estavam os parentes, elo mais próximo por questões familiares morais e éticas para cuidar e zelar pela moral da família e do melhor para um ente que demonstrava sinais claros de loucura, afinal, anunciar as boas novas, curar a todos que se aglomeravam a sua porta e ficar sem comer, só poderia estar fora de suas faculdades mentais e assim precisava de medico para tratamento e acompanhamento.

O povo, por sua vez sempre o povo, buscando estar atualizado com os acontecimentos a sua volta, buscavam mais uma vez, estar junto aos fatos e assim não eram de Jesus, mas eram sim somente da solução rápida de seus problemas efetuadas pelo Messias, porém sem nunca se comprometer.

Os mestres da Lei, profundos conhecedores, oriundos de linhagem social elevada, de Jerusalém região da Judeia, ali também estavam, para dar sua contribuição, afinal sempre se auto intitulavam formadores de opinião, e assim declaravam publicamente por qual espírito Jesus era influenciado.

Todos temos direitos a ter opinião, vejam esses três, exemplos, sobre o mesmo assunto (o Messias) como podem no final ser muito divergentes umas das outras, assim continua e nada mudou até os dias atuais e deve continuar a se repetir até a volta do Senhor Jesus, com poder e grande glória.

Retornando a parábola, notável é o cuidado do Enviado do Senhor em mostrar que a unidade sempre deve ser o alvo, a ser mantido, e para isto de continuo trazer no memorial de cada um, que quando, algo muda esse rumo, um plano deve ser iniciado imediatamente para que possa restaurar o equilíbrio.

Jesus veio para restabelecer esse elo partido, com seu sacrifício único e legítimo diante do Pai Criador, porém notamos que as opiniões dos seres humanos divergem quanto a isto, mas o perdão continua permanentemente ativo para todos os que reconhecem seu erro pessoal em suas opiniões e se arrependem aos pés do Salvador Jesus.

Contudo quanto a opinião dos mestres da Lei, por ofenderem o espírito que estava atuando entre o povo (entre todos) com sinais e maravilhas, sobre esse pecado (errar o alvo) era e será inesquecível por toda a eternidade.

O agir do Eterno é perfeito e jamais se limita a capacidade limitada humana, a qual sempre julga ter o tempo a seu favor e a última palavra, pois há erro nessa interpretação, afinal somente Ele abre ou fecha a Porta sem que nada nem ninguém o possa alterar.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







sexta-feira, 15 de março de 2019

A ESCOLHA


Base na Bíblia: Marcos 03: 13-18 ... Jesus subiu um monte, chamou os que ele quis, e eles foram para perto dele. Então escolheu doze homens para ficarem com ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze ele chamou de apóstolos. Eles receberam autoridade para expulsar demônios. Os doze foram estes: Simão, a quem Jesus deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu (a estes ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer ‘Filhos do Trovão’); André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes, que traiu Jesus...


Como diz um dentre os muitos ditados antigos: 'quem muito escolhe sai escolhido'.

A natureza após sua criação divina sempre mostrou sua capacidade de adaptação nas mais adversas situações extremas ou normais, sempre criando a cada escolha pessoal ou involuntária levada a meios para perpetuar sua sobrevivência.

Jamais devemos esquecer que somos parte também dessa natureza, vivemos nossos dias usando da ferramenta da escolha para pautarmos nossas decisões a cada novo amanhecer.

As escolhas de cada ser humano trazem contidas em si, cada uma delas o desejo de avançar com sucesso, raramente fazemos opções pessoais de escolhas para exclusivamente agradar a outro semelhante.

Jesus em toda a Escritura Sagrada que temos acesso em registros históricos, apresenta continuamente suas ações focadas ou pautadas em fazer a vontade soberana do Pai, e mesmo sendo capaz em sua missão, designada a ele pelo Criador, decidiu chamar 12 (doze) pessoas, dentre seus discípulos, escolhidas somente após subir a um Monte e passar uma noite a orar ao Pai.

Cada palavra que encontramos sobre Jesus, e sobre suas falas descritas, seguramente por pessoas que foram testemunhas oculares e impactadas por essas palavras, mostram que sua decisão em tempo integral estava na escolha de servir.

No texto descrito por Marcos, que lemos, a ação de Jesus iniciada a qual culminou com as escolhas, desse homens, iniciou com uma pré-seleção dentre seus discípulos e deste grupo então separados dos demais, elegeu somente a 12 (doze) e mudou seus títulos de aprendizes do Mestre (discípulos) para enviados do Mestre (apóstolos), logo os que ficaram fora desse grupo continuaram a ser seus discípulos.

A diferença entre eles estava em uma ação que Marcos deixou de explicar em detalhes como o poder chegou a eles, provavelmente por oração, ou por uma palavra direta de Jesus, ou pela imposição de mãos, ratifico que o escritor deixou de dar esse registro sobre o como aconteceu, mas sabemos na pratica o efeito causado por outros textos nas Escrituras Sagradas, demonstrando seus entusiasmos (dos doze) em fazer o que lhes fora pedido.

Essa foi a escolha que mudou o mundo quanto ao envio da mensagem das Boas Novas esclarecendo a todos (homens, mulheres e crianças) o fato de existir uma nova opção de escolha além daquelas que o próprio ser humano usa em seu dia a dia, desde que tem chegado a cada canto do Planeta, contendo a certeza do perdão dos pecados e uma proposta para uma nova vida.

A decisão, no entanto, de escolher ou rejeitar essa escolha, ficou para cada ser humano enquanto esse viver sobre a face da terra, porém todos necessariamente a ouvirão, pois como está escrito sobre as próprias palavras de Jesus: 'Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todas as criaturas, o que crer...'



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula







domingo, 10 de março de 2019

SABER ONDE POSICIONAR.



Projeto Sexta Feira, Março, 08 de 2019. 

Base na Bíblia: Marcos 03: 06-12 ... Logo depois os fariseus sairam dali e, junto com as pessoas do partido de Herodes, começaram a fazer planos para matar Jesus. Jesus e os discípulos foram até o lago da Galiléia. Junto com ele ia muita gente da Galiléia, da Judéia, de Jerusalém, da idumeia, do lado leste do rio Jordão e da região de Tiro e de Sidom. Todos iam ao encontro de Jesus porque ouviam falar a respeito das coisas que ele fazia. Jesus pediu aos discípulos que arranjassem um barco para ele a fim de não ser esmagado pela multidão. Pois ele estava curando tanta gente, que todos os doentes se juntava em volta dele para tocá-lo. E as pessoas que tinham espíritos maus, ao verem Jesus, caíam aos pés dele e gritavam: O senhor é o Filho de Deus! Mas Jesus proibiu duramente os espíritos de dizerem quem ele era...


Publicidade é o meio de ser famoso e sabemos que muitos usaram desse meio para se tornarem conhecidos ou provocarem o medo e pânico, bem como para alterar sua história.

Jesus saiu da sinagoga e foi em direção ao mar da Galiléia, notamos pelo texto lido, que muitas pessoas estavam chegando a ele, e o seguiam, enquanto caminhava.

Os cuidados de Jesus com sua integridade foram necessários, ao pedir um meio para ir ao mar e ficar distante de tantos que se aproximavam de sua pessoa, pois ainda não era a hora de honrar seu Pai sendo sacrificado.

Em contrapartida os fariseus se reuniram com outros partidos para acharem uma forma segura de aniquilar o Mestre Jesus sem que o povo se voltasse contra eles.

A razão de tudo isso estava na certeza de que era o Tempo de Mudança e que nada poderia mudar esse fato, nem homens, nem anjos, nem as potestades, sim, o Plano Eterno estava se cumprindo e os seres humanos não conseguiam se posicionar ao juntar os fatos e concluir que o Ano Aceitável do Senhor estava entre eles e tinha chegado!

Os enfermos de todos os lados se chegavam ao Messias e queriam tocá-lo e havia muitas curas, logo os curados se afastavam, mas novos doentes se achegavam e o ciclo se repetia, era essa a publicidade que vemos que acontecia no ministério de Jesus.

Jesus se posicionava ao lado de Deus Pai e se mantinha sempre apontando para a redenção do homem necessária e os sinais e curas atestavam completamente sua autoridade em suas Palavras e isso gerava também o ciúme e a inveja e o zelo sem medida de ponderação da religião da época.

Os que estavam indo conhecer o Messias, enquanto posicionados nesses acontecimentos também presenciavam a ação de pessoas que iam próximo de Jesus e de forma audível declaravam o que os homens não conseguiam enxergar.
Porém sobre essa publicidade, Jesus se posicionava de maneira contrária e o texto declara que expulsava de todas essas pessoas os espíritos malignos que faziam isso.

A vontade do Criador preparada desde os primórdios estava acontecendo, os textos apresentados pelos profetas se cumprindo e como exemplo cito como perguntou João, o Batista, por intermédio de um de seus discípulos a Jesus: Se ele era o que havia de vir? Jesus respondeu-lhe: Diga a ele que os doentes são curados, os surdos ouvem, os cegos veem e o ano Aceitável do Senhor é anunciado!

A posição da raça humana está congelada pelos séculos a séculos nessa ação do Jesus, o Messias, o Cristo que foi para a morte, sem pecado, julgado e condenado a cruz, mas ao terceiro dia o sepulcro se abriu e surgiu ressurreto de dentre os mortos, vive e vivo está!

A decisão cabe a cada um ter o posicionamento em viver longe seus dias desse fato ou se arrepender, O aceitar e viver uma nova Vida.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula








sexta-feira, 1 de março de 2019

ALGUMAS PESSOAS A ACUSAR.


Base na Bíblia: Marcos 03: 01-05 ... Jesus foi outra vez à sinagoga. Estava ali um homem que tinha uma das mãos aleijada. Estavam também na sinagoga algumas pessoas que queriam acusar Jesus de desobedecer à Lei; por isso ficaram espiando Jesus com atenção para ver se ele ia curar o homem no sábado. Ele disse para o homem: Venha cá! E perguntou aos outros: O que é que a nossa Lei diz sobre o sábado? O que é permitido fazer nesse dia: o bem ou o mal? Salvar alguém da morte ou deixar morrer? Ninguém respondeu nada. Então Jesus olhou zangado e triste para eles porque não queriam entender. E disse para o homem: Estende a mão! O homem estendeu a mão, e ela sarou...

Acontecimentos geram reações as mais adversas no ser humano, que podem levar do choro a ira, do riso a dor mesmo em grupos diferentes, ratificando que tudo pelo mesmo assunto, a razão desse comportamento está fortemente arraigada ao humor pessoal bem como o sistema de criação e a cultura que cada um obteve ao longo de sua vida.

Jesus está dentro de uma Sinagoga, com certeza era um sábado e por coincidência lá estava um homem com uma das mãos aleijada, porém poderia ter esse homem encontrado com Jesus, em outro dia, outra hora, outro momento, outro local, etc... mas era a oportunidade para uma parte dos presentes estimularem suas mentes em identificar  um meio seguro de declarar que Jesus quebrava as regras da Lei nesse acontecimento.

Muitos acreditam que mudanças acontecem quando a maioria toma a decisão, porém a história mostra que pelas mãos de poucos muitas coisas foram alteradas no curso natural da história, desta maneira, aqui encontramos um grupo de pessoas dispostos a mudar ou melhor desmascarar a pessoa de Jesus, apontando seu erro e assim, eliminando aquele que estava anunciando as Boas Novas do Evangelho, curando e tratando vidas de dentro para fora, trazendo a luz da esperança que se havia perdido por sucessivas tomadas de Governo.

O proposito destes é claro e com certeza não era a primeira vez que intentaram contra o Mestre Jesus, ainda que não estes declarados por Marcos, mas pelos escritos notamos que outros seguiram pelo mesmo caminho, e para isso deve haver uma razão que justifique pessoas que buscam anular, neutralizar, destruir todo aquele que busca apresentar valores que são mais elevados que os existente em cada cultura, religião, língua e nação, os fins que esses adotam sempre estão em desmascarar os impostores na visão deles e nunca apresentarem nada para avançar na relação do homem, consigo mesmo, com seu lar, com sua sociedade, com seu mundo, com o seu Criador.

Jesus chama a pessoa com uma das mãos aleijada a frente, pois, lembremos que eles normalmente se reuniam em forma de círculos e por ser reconhecido como Raboni era ele quem ficava a ensinar no meio do grupo, por isso também em contrapartida procura entre todos os presentes, buscar o entendimento que neles havia sobre o sábado criado pelo Eterno na Terra onde colocou o primeiro Adão e a primeira Eva.

O silencio a sua pergunta se fez notório na sinagoga, lembremos também que nem todos os presentes eram opositores escondidos vestidos ou disfarçados de pessoas que estavam ali para ouvir e realmente aprender e decididos a pôr em prática as palavras do Mestre Jesus, assim ele com certeza aguarda uma resposta que não vem de lado algum, fosse qual fosse a resposta, para que pudesse argumentar e mostrar o valor de uma única vida para o Criador.

Lembro da história contada por meus ancestrais de boiadeiros que levavam os gados e ao passar por rios em que haviam piranhas, procuravam sempre colocar um boi mais velho para ir num determinado ponto, enquanto esse era sacrificado para poder permitir que os demais do gado passassem a salvo para a outra margem, mas ai é que entra uma enorme diferença, no fato de que o Criador não achou na terra um justo se quer para ser o sacrifício perfeito de reconciliação, assim enviou seu próprio Filho.

Jesus olhou  zangado e triste, como consta nessa  versão da Nova Tradução da Linguagem de Hoje, para os presentes pois notou que sem exceção que não havia interesse no homem (ser humano) em aprender, pois a vida de cada um estava preenchida com valores e conceitos que confundiam seus entendimentos para poderem ter uma vida abundante com o seu Criador.

As palavras de Jesus voltam-se para o homem com uma das mãos aleijadas enquanto todos os demais mantiveram seus olhos mais abertos que o necessário para ver também seus ouvidos mais aguçados para ouvir também os fatos que iriam acontecer aonde estavam.

Uma palavra direta pedindo um movimento simples, foi declarada por Jesus ao homem a frente, e ao atender, seu braço, seu movimento sua mão estava semelhante a outra normal. 

O amor do Eterno ultrapassa o entendimento de sua criatura, por mais que saibamos que somos criados a sua imagem e semelhança a história mostra em seus registros o agir que temos para com os nossos semelhantes e a conduta pessoal de cada um, ainda que não apareçam em livros terrestres, sabemos que há em livros celestes anotados, e os poucos que acusam e acham que não serão lembrados por levar muitos a perdição serão todos lembrados no Dia do Senhor.

Mas aos poucos que vencem as cadeias e os grilhões que há no Mundo, sem se envolver com a minoria de acusadores, e buscam a segurança no rio da vida, encontram os campos verdejantes e o descanso para suas almas cansadas, tem seus espíritos alimentados e o corpo curado da ausência de seu Criador e aguardam a Volta do Messias.

Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula