sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

SEMELHANTE AO REINO DE DEUS.

Base na Bíblia: Lucas 13: 20-21 “... Jesus continuou: Que comparação poderei usar para o Reino de Deus? Ele é como o fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinha, até que ele se espalhe por toda a massa...”

A mente de cada ser humano existente na face da terra, desde os primórdios sempre nos deixaram evidências que procuraram entender sua origem e a razão de sua existência, mesmo no presente estamos ciente de que do nosso cérebro humano não usamos mais que 4% dele, e com esse percentual nos coloca no topo da cadeia animal, sabemos também que os golfinhos usam mais que isso em torno de 10% e nem por isso são os que ocupam o lugar de destaque, enquanto que os demais animais utilizam por volta de 2%, mas em todo esses percentuais citados, e se também considerarmos os avanços que a humanidade tem atingido no passar de cada período de tempo, procurando isolar principalmente nesses últimos 3 séculos, por exemplo, podemos imaginar enfim, se o princípio da vida está em entender porque existimos ou poderá ser que perdemos o objetivo e deixamos de viver a vida que temos sobre a face da terra em razão dessa busca desenfreada?

Muitos ou dezenas ou centenas de milhares e por que não milhões de habitantes da Terra, viveram e vivem também simplesmente a vida sem um objetivo, ou sentimento de prazer em estar vivo, basicamente estão usando do princípio de que com o ar para respirar e tendo como respirar, prossegue seus dias, buscando simplesmente o beber, comer e deixar que o tempo seja o encarregado do resto de seus dias, pois por uma série de fatores, sejam culturais, genéticos, impostos por governantes, iludindo a outros ou sendo iludidos pelas luxurias de cada tempo, ou ainda pela perda do interesse do amor por si próprio ou de seus semelhantes, esses prosseguem levando em si boa parte desses pensamentos e acrescentam de que há outras vidas após a sepultura e que a cada período se repetem para evoluir do corpo físico e ou há também simplesmente uma outra parte que acredita que o fim do corpo é o fim de todo o processo sem nenhuma continuidade racional que possam ver.

Voltemos agora um pouco na história: Diante de um período de dificuldades para o povo judeu, quando Roma era o seu novo Governo Imperialista reinante, nasce na Cidade de David, em Belém Efrata, um menino, que por força do tempo foi gerado em um local de cuidados dos animais, em um manjedoura foi colocado logo após seu nascimento, era o Filho do Homem, concebido por uma virgem, pelo poder do Eterno, e gerado para ser cuidado como homem por pais oriundos da tribo de Judá, que lá estavam por causa de um recenseamento, determinado ao povo Judeu (Israelitas), cada um em sua Tribo.

Em seu crescimento houve muitos momentos difíceis desde a concepção, mas em todos esses, quer por sonhos, quer por anjos, sempre foram devidamente, seus pais, orientados como proceder, logo, saindo de cidades, cumprindo o tempo determinado da lei judaica, e indo para outros países como o Egito e se estabelecendo tempos depois em Nazaré, uma Cidade da Galileia, que fazia parte da Divisão de Israel, os quais deles parte eram chamados de Judeus Galileus (antiga tribo do Norte) e parte eram chamados de Judeus da Judéia (antiga Tribo do Sul), separadas entre eles por Samaria que era o local identificado como de Samaritanos (mistura de outros povos com judeus), povo que veio povoar o local no período da queda do Reino do Norte, pelos Assírios.

Jesus cresce e em sua fase adulta, inicia um caminho a mostrar as suas gerações vivas de que um processo de restauração sobre a face da Terra fora iniciado, e que na verdade nunca havia sido quebrado, desde os primórdios da raça humana, pois a humanidade como descreve o livro dos Princípios, pecou, desobedecendo a uma ordem direta e perdendo seu elo direto com o Criador, porém desde a definição, dentro do Jardim do Éden, entre as Palavras proferidas sobre o futuro da mulher e sobre o da serpente deixava, claro que haveria um nascimento virginal e este sobre a cabeça da serpente pisada seria, um Plano redentor fora estabelecido.

O tempo desse Plano redentor foi anunciado por Profetas, Reis, etc... e chegou anunciado até esse momento, em que O Emanuel estava presente entre os seres humanos, o Filho do Homem, oriundo da raiz de Davi, veio de maneira humilde, assim como foi a figura contada na história do grande rei David, da mesma maneira ao querer construir uma Casa ao eterno, ouviu pela boca de Natan, o profeta, as Palavras do Eterno que declarou ao rei o futuro, que seu reino seria abençoado eternamente e o Filho de David entre os humanos andou, cheio de vida e de verdade levando exatamente o que desde os primórdios havia, comunhão entre o Criador que tudo vê, tudo sabe e tudo tem conhecimento em tempo real, pelos que procurando acham, buscando o encontram, pois a raça humana fora criada a sua semelhança.

Jesus diante da multidão declara: A que Compararei o reino de Deus? E aponta para um processo de produção da massa que usa a farinha e o fermento: muito fermento leveda a massa e ela para nada serve, pouco fermento nenhum efeito faz, mas a medida certa que é dispensada a porção de 3 farinhas, faz com que ao se misturarem torna o produto final incorporado e preparado para ser apresentado, pois aos olhos humanos não se percebe, pois se incorporam, como os processos que conhecemos hoje como de meio homogêneo, que são diferente totalmente do heterogêneo que mesmo misturando, por exemplo: água e óleo em um mesmo recipiente, por mais que se sacuda, e mecha sempre fica visível a diferença entre eles, e sem dúvida fica clara a presença de cada um desses 2 componentes em seus espaços no recipiente.

As Boas Novas do Reino de Deus, foram apresentados pelo Mestre Jesus, o Salvador, o Cristo o messias ungido e anunciado muito antes de acontecer nas Escrituras apontando desde o nascimento e local de nascimento, seus meios e ações que desempenharia junto aos seus, que não o receberam, uns ainda hoje o aceitam como somente um profeta, outros um herege entre seu povo, pois esperavam um líder guerreiro, como o filho de Jessé, que levaria as causas do Reino expandindo os territórios e reinando sobre a Terra, o que realmente aconteceu, pois a todos quanto o receberam, em todos os povos, línguas e nações deu-lhes o direito de serem feitos, filhos de Deus, como foi no início do chamado de Abrão da terra de Ur dos Caldeus, dito claramente ao Patriarca Abraão, que atendeu pela Fé.

Podemos enfim, saber que a humanidade não foi esquecida e relegada a um plano de caos, destruição e horror, como ouvimos pela ciência e tecnologia apregoar sobre a existência humana e sua caminhada para uma era de ações sem interação entre as pessoas e destituídas dos valores de seus lares, mas pelo amor de Deus, que amou o Mundo de tal maneira, que enviou seu Filho, Jesus (o Emanuel) entre nós, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna, libertando do pecado, não mais pela lei, mas pelo cumprimento da lei, através da graça em Jesus Cristo, que foi levado ao Calvário, como ovelha, sem culpa, mudo, foi chicoteado, recebeu uma cora de espinho e crucificado, e inclusive vazado em sua lateral, nenhum osso seu foi quebrado e colocado em uma sepultura, nova, e guardada por romanos e selada por uma pedra na entrada, como o selo do Império, porém ao terceiro dia, nem a morte o pode segurar e ressuscitou dentre os mortos e esteve na terra por aproximadamente 50 dias e ao final deste tempo, subiu na presença de muitas testemunhas ao céu, onde está a direita de Deus, o Pai, aguardando o momento de sua Volta, com poder e majestade, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, e todo o olho o verá e toda a língua o confessara: Jesus Cristo é o Senhor, de toda a língua, povo e nação.




Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





OS INIMIGOS DE JESUS, CRISTO.

Base na Bíblia: Lucas 13: 15-19 “... Então o Senhor respondeu: Hipócritas! No sábado, qualquer um de vocês vai à estrebaria e desamarra o seu boi ou o seu jumento a fim de leva-lo para beber água. E agora está aqui uma descendente de Abraão que Satanás prendeu durante dezoito anos. Porque é que no sábado ela não devia ficar livre dessa doença? Os inimigos de Jesus ficaram envergonhados com essa resposta, mas toda a multidão ficou alegre com as coisas maravilhosas que ele fazia. Jesus disse: Com o que o Reino de Deus é parecido? Que comparação posso usar? Ele é como uma semente de mostarda que um homem pega e planta na sua horta. A planta cresce e fica uma árvore, e os passarinhos fazem ninhos nos seus ramos...”


Uma nova doutrina ou ensino estava acontecendo entre o povo no território de Israel, na verdade era a mesma doutrina, porém assim como haviam os fariseus, saduceus e herodianos, entra o Jesus (Yeshua) Cristo (Messias, Ungido) Nazareno estava apresentando o Reino de Deus e levando multidões a ouvirem seu ensino.

A razão deste fato é porque sabemos que também muitos outros se levantaram nessa mesma época, usando o nome de Jesus (Messias) como Teudas e Judas, para fazer o ajuntamento de outros grupos religiosos ou parra fins civis, no livro de Atos, capítulo 5 versículos 33-39, encontramos essa informação dita por Gamaliel, doutor da lei, fariseu, acatado por todo o povo.

Um fato que salta aos olhos nesse texto e nos faz permanecer em alerta é no fato de perceber que mesmo na multidão que o cercava havia dentro deles, inimigos e traidores em potencial, afinal imaginávamos a princípio que somente o chefe da sinagoga era o incomodado com o milagre que Jesus, o Cristo, o Nazareno realizará.

Jesus, agora chama a atenção de todos para os seus próprios comportamentos pessoais em dia de sábado, esclarecendo que só porque é feito dentro de sua casa, as ocultas, não significa que é lícito, porém é manifesto que essa ação que fazem tem como objetivo se preservar em vida, a criação de seu dono, para este ato não havia críticas era relevado.

Sua comparação fica mais evidente quando aponta para a mulher, em sua situação de doença mencionando o tempo de seu martírio e declarando publicamente o autor desse mal. Ele, por sua vez, a declara limpa e livre para receber os cuidados do Eterno, inclusive em dia de sábado.

Vendo o comportamento da multidão, diante de seus ouvintes também compara o reino dos céus a uma pequena semente de mostarda plantada pelo agricultor, em sua horta, a qual germina e cresce e agrega muitos pássaros em seus galhos para fazer ninhos.

A alegria da multidão era grande e a satisfação de cada um deles em saber que o próprio Deus, cuidava dos seus e os tinha com grande cuidado, imaginem a cena deles ao verem os sinais, maravilhas acontecendo e as palavras ditas com autoridade extraídas das Sagradas Escrituras, anunciando o ano aceitável do Senhor.

Dentro desse grupo que o ouvia, porém, estava a oposição também que esperava uma oportunidade de presenciar qualquer ação que os levassem a formar uma acusação por violar a lei e os profetas ou ao Império Romano, para sumariamente executarem o julgamento como o herege.

As Escrituras registram que sempre há joio e trigo crescendo juntos na plantação, e declara que somente na época da cega, quando os ceifeiros vieram a fazer a colheita é que serão separados, feixes comuns a cada um. Os feixes de trigo para o Celeiro irão, enquanto que os feixes de joio serão queimados com o fogo que jamais extingue.

Provavelmente muitos nos dias atuais queiram viver como oposição (inimigo) dos princípios ensinados pelo Senhor Jesus (Yehôshua = YHWH é Salvação), estando vivendo no meio da multidão, mas buscando meios para invalidar a graça e a misericórdia do Altíssimo Soberano Criador por uma humanidade caída e destituída pelo pecado da presença do Eterno, sem Jesus.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ATENÇÃO AO DESPERTAR.

Base na Bíblia: Lucas 13: 10-14 “... Certo sábado, Jesus estava ensinando numa sinagoga. E chegou ali uma mulher que fazia dezoito anos que estava doente, por causa de um espírito mau. Ela andava encurvada e não conseguia se endireitar. Quando Jesus a viu, ele a chamou e disse: Mulher, você está curada. Aí pôs as mãos sobre ela, e ela logo se endireitou e começou a louvar a Deus. Mas o chefe da sinagoga ficou zangado porque Jesus havia feito uma cura no sábado. Por isso disse ao povo: Há seis dias para trabalhar. Pois venham nesses dias para serem curados, mas, no sábado, não!...”


Seja como for sabemos que para o chefe dessa sinagoga, essa mulher que a 18 (dezoito) anos caminhava pelas ruas e por dentro da sinagoga era conhecida, mesmo provavelmente para Jesus, salvo se fosse a primeira vez que ele estava nesta localidade, nesta sinagoga e/ou que eles (Jesus e a mulher) se viram, salvo também para ambos se ela fosse recém-chegada a cidade.

Algumas características dessa mulher foram apresentadas, porém não menciona o nome, sua idade, ou estado civil, somente faz referência a sua maneira de andar encurvada por estar doente a 18 (dezoito) anos e declara a origem desse mal, nessa situação e por esta razão não podia ficar ereta naturalmente como os demais seres humanos.

Poderíamos imaginar que se tratava de um problema desde o nascimento, mas também imaginar que foi adquirido com o avanço da idade, pois só a vimos a partir desse relato, não a conhecemos; sempre podemos ter ideias e fazer julgamentos ou pré-julgamento sobre tudo e todos que estão a nossa volta, bem como daqueles que tomamos conhecimento, porém em nada com esse nosso comportamento natural humano, estamos mudando, ou demonstrando nosso sentimento, como foram os que viviam a volta dela, seja de empatia, pela situação que essa mulher realmente carregava a 18 (dezoito) anos.

Na sinagoga, nessa localidade, Jesus, estava ensinando e anunciando as Boas Novas do Senhor, Deus e Pai aos filhos de Abraão, como de costume, a reunião era em um sábado, era público esse acontecimento, logo todos tinham acesso, não era restrito ou particular.

Em meio aos participantes surge essa mulher, e sabemos pelo texto, que Jesus, ao notar sua presença, não a ignorou, ou a considerou como mais um em meio ao público ouvinte, que estavam ali presentes, somente para ouvir do amor de Deus para com os seus filhos.

O Mestre foi na direção da mulher e lhe lançou uma frase, clara e objetiva, ao perceber sua maneira de ver o mundo. Sabemos que cada fase de nossas vidas olhamos o mundo por uma ótica e é assim que o compreendemos pela perspectiva que nos permite perceber sua realidade.

Essa mulher via o mundo por 18 (dezoito) anos olhando-o somente para baixo, inclusive ao conversar com pessoas a sua volta, logo tinha uma visão reduzida do que havia a sua volta, e pelas Escrituras Sagradas sabemos que o inimigo vem para matar, roubar e destruir, e era essa a vida vivida desta mulher por todos esses anos, roubada da possibilidade de ver todas as opções a sua volta.

Sabemos que com um tocar do Senhor Jesus, por milagre, o corpo desta mulher se endireita e ela passa a Louvar a Deus em gratidão, ao poder recebido e passa a enxergar plenamente a criação que o Eterno criou aos seus filhos e pode se sentir liberta da opressão que a tornava presa, encarcerada em seu mundo limitado.

O chefe da sinagoga, deve ter se alegrado também pelo sinal ocorrido, porém sua alegria encerrou quando se lembrou que era dia de sábado, o dia que o Senhor Deus, descansou de toda a obra de sua criação e Ele nos ensina a também descansar e ter um dia de reflexão, meditação e agradecimento por essa verdade do Criador.

As palavras do chefe da sinagoga, são dirigidas a todos que o podem ouvir, com certeza incluindo, esta mulher, Jesus e os presentes. Exortando que os doentes e necessitados (mental, físico e espiritual) procurassem nos outros 6 (seis) dias da semana sua cura, o seu milagre e nunca no dia de sábado.

Sua declaração demonstrava o quanto podemos estar perto e longe de Deus ao mesmo tempo, pois muitos vivem sem entender que o Criador criou o homem a sua imagem e semelhança e o dotou de discernimento para separar o que é justo do que vem do interior humano e também do que é oriundo somente da aparência exterior.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 24 de novembro de 2017

RESPEITO A DECISÃO.

Base na Bíblia: Lucas 13: 06-09 “... Então Jesus contou esta parábola: Certo homem tinha uma figueira na sua plantação de uvas. E, quando foi procurar figos, não encontrou nenhum. Aí disse ao homem que tomava conta da plantação. ‘Olhe! Já faz três anos seguidos que venho buscar figos nesta figueira e não encontro nenhum. Corte esta figueira! Por que deixa-la continuar tirando a força da terra sem produzir nada?’ Mas o empregado respondeu: ‘Patrão, deixe a figueira ficar mais este ano. Eu vou afofar a terra em volta dela e pôr bastante adubo. Se no ano que vem ela der figos, muito bem. Se não der, então mande cortá-la.’...”


Normalmente temos a facilidade de guardamos lembranças, ainda que essa faculdade varia de pessoa a pessoa, e acontece também de acordo com os efeitos, que causaram em cada experiência de vida. Notadamente quando estamos próximos de época festivas é comum a troca de informações alegres entre as pessoas que nos façam refletir pelo período da festividade.

Considerando que esse ciclo de eventos sempre se repete, podemos comparar as estações do ano e mais especificamente com o tempo de colheita de cada espécie, pois o sentimento e aprendizado que adquirimos ao longo de nossa história refletem o comportamento que adotamos a cada festividade ou acontecimento na vida.

Jesus apresenta uma Parábola para cada um de nós, mencionando sobre um vinhedo plantado, o qual era produtivo e dentro dele também existia um pé de figo, uma figueira. Seu dono certa feita foi a procura de figos, pois certamente havia acompanhado o desenvolvimento dessa árvore frutífera e era chegado o tempo de sua colheita, mas decepcionou-se quando nada encontrou e de imediato pensou no mau uso de sua terra.

Sua ordem a seu subordinado foi declarada, porém notamos que por parte do subordinado houve uma interseção, sem desativar a ordem primária, propondo que por mais um tempo, fosse dado o tratamento especial e após esse tempo, fosse reavaliado pelo dono e o dono ratificasse ou alterasse sua decisão.

Na Bíblia fomos informados que o Mundo e o Universo foram criados e tudo que foi feito do nada veio a existir e era bom, mas no Jardim do Éden, a raça humana permitiu a entrada do pecado, e pelas Escrituras sabemos que o preço do salário do pecado é a morte, afinal trata-se da separação entre o Criador e sua criatura.

Diante desse quadro, homens e mulheres no passar dos Tempos procuram maneiras de acesso ao Eterno, e por escritos de profetas sabemos que eles declararam que o Eterno se alegra com um coração quebrantado mais do que com ofertas e sacrifícios.

E que no plano Eterno foi celebrado com a vinda do Messias, Jesus, o Cristo, o Filho unigênito do Pai, predito pelos profetas, para todos os Povos, Línguas e Nações. Primeiramente a Israel, o povo judeu, que bravamente manteve viva a certeza de que há somente um Deus, Criador de tudo que há e depois para as ovelhas desgarradas e perdidas em toda a face da Terra.

Anunciando que a Lei apresenta o que cumprir, e Jesus a cumpriu, sendo levado a morte e morte de Cruz, sendo oferecido como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e desta maneira cessando a sentença que era contra a humanidade, pelo perdão gerado pela graça e misericórdia exclusiva do Eterno que redime com legitimidade o ser humano com o seu Criador.

Por isso não há outro nome, dado entre os homens, só há o de Jesus, entre a Terra e Céu que importa que seja buscado e achado; e o ser humano liberto do salário do pecado, pois nossas obras sempre tendem a serem feitas pelo humor e motivações pessoais, enquanto que a obra do amor de Deus é imparcial e olha cada um de nós de dentro para fora.

E a todos que invocam esse nome de Jesus, reconhecem que são pecadores e necessitam dessa salvação, acham a porta e por ela são recebidos em pastos verdejantes, como uma ovelha que precisa dos cuidados de seu Pastor.

O tempo da colheita vem para todos, mas a decisão e escolha sempre será individual, o importante é jamais esquecer de sempre respeitar acima de tudo a decisão Soberana do Dono, O Criador de todas as coisas.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ARREPENDER OU ENCERRAR.

Base na Bíblia: Lucas 13: 01-05 “... Naquela mesma ocasião algumas pessoas chegaram e começaram a comentar com Jesus como Pilatos havia mandado matar vários galileus, no momento em que eles ofereciam sacrifícios a Deus. Então Jesus disse: Vocês pensam que, se aqueles galileus foram mortos desse jeito, isso quer dizer que eles pecaram mais do que os outros galileus? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que, se não se arrependerem dos seus pecados, todos vocês vão morrer como eles morreram. E lembrem daqueles dezoito, do bairro de Siloé, que foram mortos quando a torre caiu em cima deles. Vocês pensam que eles eram piores do que os outros que moravam em Jerusalém? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que se não se arrependerem dos seus pecados, todos vocês vão morrer como eles morreram...”


Muitos assuntos são encerrados abruptamente por que exigem uma mudança de comportamento, e por diversos argumentos e motivos são rapidamente esquecidos simplesmente por receio próprio ou do tipo de acolhimento ou recepção negativo oriundo do próprio meio em que se vive.

Por este tipo de pensamento muitos se limitam a conhecer a história de Jesus, o Cristo e se acomodam com essa informação sem querer se envolver e conhecer de fato, ou seja, literalmente, o Jesus da história, que realmente na verdade foi morto e ao terceiro dia ressuscitou dentre os mortos e foi elevado ao céu onde está assentado a destra de Deus Pai.

Mas ao menos é importante saberem todos os seres humanos que tinha uma razão para tudo isso acontecer e é exatamente essa a divisão entre os que procuram entender esse fato dos que descartam esse assunto ou tentam e esses optam por o classificar como uma crença entre muitas, e cataloga esse assunto junto ao grupo de assuntos que não se deve tratar como o de política, esporte e religião pois gera somente confusão.

Jesus, neste texto que lemos, houve o assunto levantado sobre a indignação quanto a morte de alguns judeus Galileus por Pôncio Pilatos, enquanto estavam fazendo um ritual religioso, e eles também são lembrados pelo Mestre dos 18 (dezoito) do bairro de Siloé, em Jerusalém, quando a torre ruiu sobre esses judeus da Judéia e o próprio Jesus diz a eles que os mortos não eram mais pecadores que seus irmãos da região da Galileia ou da região da Judeia, pois sem arrependimento ambos morreram e eles também morreriam.

O arrependimento por sua vez é a ferramenta necessária para demonstrar o desejo de reconciliação, e Jesus falava sobre a reconciliação direta com o Pai, pois os judeus certamente conheciam a Deus e a lei, porém por suas práticas e opções da maneira de viver estavam vivendo muito mais os costumes e os colocando acima da lei e dos profetas, que anunciavam em profecia o Ano Aceitável do Senhor, com a vinda do Messias.

Será que, esqueceram eles, que saindo uma multidão do Egito, a maioria deles no tempo do Êxodo era de judeus, mas somente entraram Calebe e Josué na terra de Canaã, exatamente pelo comportamento de seus atos, os demais que duvidaram que entrariam, somente os que estavam abaixo de 20 anos e os filhos que nasceram no deserto entraram também.

O Messias veio anunciando que o Reino de Deus era chegado, com muitos sinais, prodígios e clamando pelo arrependimento da alma e coração do homem para se lavar na fonte da água da vida, para nascer de novo aceitando o sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, pois não há um justo se quer que possa comparecer limpo diante do Eterno.

Assim veio Jesus, ao Mundo, para os que eram seus, mas os seus não o receberam, pois permaneciam como cegos, mas a todos os que o receberam deu-lhes o direito de serem eleitos como filhos de Deus, conforme registra as Escrituras Sagradas e foram também previamente anunciado pelo profeta ao declarar: ‘foi achado por um povo que não o buscava.’

O tempo passa somente para os vivos seres humanos, e por esta razão sempre procuram maneiras de preencher o tempo, porém Jesus clama para os que tem ouvidos para que ouçam o que o Espírito declara nas Sagradas Escrituras pois elas apontam para o próprio Jesus e ao seu ato de amor, para reconciliar o homem ao seu Criador, afinal sabemos que o salário do pecado é a morte.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 10 de novembro de 2017

ATENTAR AOS SINAIS.

Base na Bíblia: Lucas 12: 54-58 “... Jesus disse também ao povo: Quando vocês veem uma nuvem subindo no oeste, dizem logo: ‘Vai chover’. E, de fato, chove. E, quando sentem o vento sul soprando, dizem: ‘Vai fazer calor.’ E faz mesmo. Hipócritas! Vocês sabem explicar os sinais da terra e do céu. Então por que não sabem explicar o que querem dizer os sinais desta época. E Jesus terminou dizendo: Por que é que vocês mesmos não decidem qual é a maneira certa de agir? Se alguém fizer uma acusação contra você e leva-lo ao tribunal, faça o possível para resolver a questão enquanto ainda está no caminho com essa pessoa. Isso para que ela não o leve ao juiz, o juiz o entregue ao guarda, e o guarda ponha você na cadeia...”

Podemos viver em dias de muitas informações e estar sabendo de coisas irrelevantes ou relevantes, mas mesmo fazendo um filtro, ainda assim, podemos estar vivendo os dias sem perceber para onde os rumos dos acontecimentos estão sinalizando.

Conta os registros da Bíblia de certo momento na história onde a raça humana estava agindo de uma maneira que o Eterno estava em desaprovação e por sua exclusiva decisão Soberana propôs o extermínio desses habitantes de sobre a face da Terra. Somente Noé foi identificado como que agindo sob a aprovação Eterna, e por esta razão foi ele chamado para reiniciar uma nova colonização do Planeta Terra.

Para seu sucesso dependia da construção de uma nau (arca de Noé), e ele o fez, permitindo que a partir desse ponto os elegíveis entre os animais, foram levados para dentro dessa nau, pelo poder do próprio Senhor. E todo os que viam (não deveriam ser poucos), viviam suas vidas sem se importar com esse movimento diferente do habitual.

Agiram assim todos os habitantes sobre a face da terra, seu dia do seu jeito, até o momento em que Noé, esposa, três filhos e noras entraram e o Altíssimo a fechou-a por fora, selando o destino da humanidade há sucumbir sob a água. Eles até então não puderam entender os sinais que suas atitudes os estavam levando.

Jesus apresenta dois elementos básicos do conhecimento humano: a da chegada da chuva e a chegada do calor; e os questiona sobre como não entendiam cada um deles em que tempo era este que estava entre eles. O Messias presente, O Emanuel anunciado pelos profetas, fatos marcando seu nascimento de uma virgem, e local na Cidade de Belém, e a verdadeira Luz resplandecente sobre as trevas, os sinais e maravilhas ocorriam previamente anunciados por João, ao anunciar a chegada do ano aceitável do Senhor, pois Jesus questionava exatamente aqueles a quem eram anunciados, o povo da Promessa selada em Abraão.

As Palavras deixavam claro que devemos aproveitar a oportunidade antes de chegarmos ao juiz, e antecipadamente fazer as ações de arrependimento pelo encontro com o Messias que tem poder e autoridade para perdoar pecados (antigos e presentes) e mostrar a humanidade ‘o vivo e novo caminho’ ao Pai, limpando esse corpo terreno e preparando para uma nova vida em Cristo, onde as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo.

Mas muitos vão relutantemente permanecer e esperar o dia do juízo, pensando que terão novas oportunidades, contando com a própria misericórdia do Senhor, porém deixam assim de aceitar as Palavras contidas nas Escrituras Sagradas que revelam que ao homem está determinado viver uma vez e depois disto o juízo, bem como com o cumprimento da vinda de Jesus ao mundo esclareceu que esse julgamento acontece nos dias presentes enquanto que no julgamento final será aplicado a sentença sobre os que não creram nas palavras apresentadas por Jesus o Messias.

Os sinais sempre foram referências, para astrônomos, cientistas e pesquisadores por levarem informações relevantes sobre o destino de nossa espécie, podemos ser leigos nessas matérias e estudos, porém diante do Senhor, nunca poderemos nos apresentar e dizer que não sabíamos destes sinais.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O PONTO DE VISTA DE CADA ERA.

Base na Bíblia: Lucas 12: 49-53 “... Eu vim para pôr fogo na terra e como eu gostaria que ele já estivesse aceso! Tenho de receber um batismo e como eu estou aflito até que isso aconteça! Vocês pensam que eu vim trazer a paz ao mundo? Pois eu afirmo a vocês que não vim trazer paz, mas divisão. Porque daqui em diante uma família de cinco pessoas ficará dividida: três contra duas e duas contra três. Os pais vão ficar contra os filhos, e os filhos, contra os pais. As mães vão ficar contra as filhas, e as filhas contra as mães. As sogras vão ficar contra as noras, e as noras, contra as sogras...”

Jesus enquanto está declarando os planos Eternos, também apresenta de maneira clara e objetiva o comportamento que os seres humanos adotariam com a Entrada das Boas Novas dentro do seu próprio núcleo familiar.

Baseado no princípio da busca que a humanidade desenvolveu por si mesma, ao longo dos séculos, quando pesquisamos e olhamos pelo passar dos milênios, levando em consideração cautelosa cada período de tempo em cada cultura, por si só, vemos que ao erigir monumentos esses povos sejam por meios materiais ou por meios imateriais identificam suas formas de condutas que os levavam a cultuar o que hoje chamamos de desconhecido.

Em particular gostaria de citar uma das Culturas que muito influenciou a cultura de muitos povos, chegando inclusive a de nossos dias que é a Grega, e em certa época, estava o apóstolo Paulo, que era chamado por Cristo, para ser um missionário das Boas Novas, e ele se deparou em Atenas, a Capital e a maior cidade da Grécia em um lugar chamado de Areópago, essa Cidade abrigava todas as imagens de deuses conhecidos de sua época e dentre a essas imagens em seus pedestais tinha uma somente com o pedestal e estava inscrita que era erigida ao deus desconhecido, exatamente para evitar que a cultura grega esquece-se de algum.

Paulo, indo no dia em que se fazia exposição de ideias aos ouvintes, pois cidadãos e forasteiros gregos gostavam de ouvir novidades, chamou a atenção dos gregos sobre esse fato sobre a própria cultura deles, ao declarar que era exatamente sobre O DEUS DESCONHECIDO que ele vinha trazer as Boas Novas da Salvação.

Ao ouvirem sua pregação, houve todo o tipo de repercussão desde as positivas em querer ouvir mais a respeito, quanto as negativas desdenhando cada palavra declarada sob a humanidade de um Deus que por amor veio ao mundo trazer a libertação, sendo morto e ressuscitado ao terceiro dia, e permanece sentado a destra de Deus Pai, imortal e que era acessível ao ser humano que crê em Jesus, o Filho, de toda a língua, povo e nação.

A proposta de Jesus ao apresentar suas Palavras, destaca essa característica do comportamento humana, quanto a atitude natural das pessoas quando são informadas de alguma novidade (principalmente, ainda mais quando se refere a religião, e trata sobre assuntos da Bíblia), logo desaprovam e descartam de imediato, inclusive na maioria das vezes, também incluindo nessa desaprovação aos que provam e aprovam essa nova proposta de vida.

Enfim o cenário que o Senhor Jesus declara aponta também para um segundo momento de nossa história, quando a criação se sentiu como sendo o centro de todas as coisas e passou a confiar exclusivamente nas suas próprias forças e em seus meios e mecanismos a disposição das mãos e do intelecto, gerando assim a convicção de excluir a todos que agissem ou agirem contrário a esse ponto de vista.

Podemos, também nos dias presentes, estar vivendo um novo momento de nossa história humana, onde a humanidade vive isolada em sua tecnologia envolvente e naturalmente preferindo uma vida de faz de conta, a uma vida real e seguindo esse curso de atitude naturalmente excluindo os demais, pois o processo é individual, porém afirmo nesse momento, que em todas as eras as Palavras de Jesus se cumpriram, conforme Ele mencionou.

E todos que deixarem de olhar para o Senhor Jesus, seja por qualquer argumento pessoal que possam apresentarem, chegará o dia do juízo e deixarão de participarem das bodas do Cordeiro.

A declaração de Jesus é clara, e posteriormente Pedro escreve em uma de suas epístolas sobre os finais dos tempos, onde menciona que os elementos serão queimados a fogo. O Mestre declara que esse fogo inicia com a sua liberação de redenção ao homem que habita em um mundo caído (da proposta original de sua criação), para o levar a um novo mundo, a nova terra na qual viverão os eleitos junto ao seu Criador, onde toda a lagrima será enxugada.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula