sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ENTENDER A QUEM TEMER.

Base na Bíblia: Lucas 12: 04-08 “... Jesus continuou: Eu afirmo a vocês, meus amigos: não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas depois não podem fazer mais nada. Vou mostrar a vocês de quem devem ter medo: tenham medo de Deus, que depois de matar o corpo, tem poder para jogar a pessoa no inferno. Sim, repito: tenham medo de Deus. Por acaso não é verdade que cinco passarinhos são vendidos por algumas moedinhas? No entanto Deus não esquece nenhum deles. Até os fios dos cabelos de vocês estão todos contados. Não tenham medo, pois vocês valem mais do que muitos passarinhos! Jesus disse ainda: Eu digo a vocês que, se alguém afirmar publicamente que é meu, então o Filho do Homem também afirmará, diante dos anjos de Deus, que essa pessoa é dele....”

As moedinhas citadas por Jesus, se refere a uma unidade de moeda chamada de asse, de origem romana, feita de cobre ou de bronze de valor insignificante, e o medo citado nessa versão que lemos no original se aplica ao temor que há guardado dentro de cada ser humano.

Sabemos que o reflexo da sociedade está na maneira de se portar de cada um de seus indivíduos, a qual espelha a sua maneira de viver a vida de todo o grupo; inclusive refletindo seus efeitos sob toda a face da terra, logo o que fazemos individualmente tem reflexo no grupo em que vivemos com muito ou pequeno impacto, mas é o start e desta maneira de viver está a razão em quem realmente servimos o qual em essência é exatamente aquele que nos impressiona e molda nossas ações e modos.

No passado, nas sociedades ou comunidades ou vilarejos, o exemplo a seguir era retirado de dentro do princípio familiar, seguindo os sistemas de seus líderes, com o passar do tempo pela influência da sociedade os valores passaram a seguir as necessidades da localidade, que definiam em essência as áreas e os padrões para poder expandirem e no presente com o advento do acesso a toda a informação a todos, praticamente em tempo real, os interesses transferiram para personalidades que se destacam das demais.

Jesus a muitos séculos antes desse momento que ocorre nos dias atuais, já apontava para esse tipo de comportamento humano, ao mencionar o temor (forma de respeito absoluto), que é um tipo de medo, por que ele tem a característica real de reconhecer a autêntica autoridade, que leva o ser humano a seguir e ser imitador desses valores superiores para o bem comum.

No presente, por exemplo no Brasil, temos notícias vindas da área rural, comunicando que aumentou os roubos de toda a natureza, desde insumos a animais, e a solução que está sendo apresentada para o Congresso Nacional é a de permitir ao produtor rural se armar, para vencer essa insegurança e inibir essa conduta dos meliantes, lembra então até a volta do faroeste.

As Palavras de Jesus apontam para o medo (temor) somente para aquele que pode tirar a vida e depois a conduzir para o inferno e menciona que Deus que vê os negócios deste mundo desde os que são feitos com a natureza e declara que o Eterno tem cuidado de todo o ecossistema e ressalta que mesmo quando se trata da capacidade capilar de cada um, também o Senhor o sabe todos e na Escritura Sagrada encontramos também que o Altíssimo chama inclusive as estrelas pelo nome.

O medo real ainda que generalizado dos cidadãos de uma rua, ou de um bairro por um delito ou até o medo do mundo, por uma explosão nuclear, paira diariamente, mas só Jesus é quem devemos temer, pois só Ele tem as palavras de Conciliação com o Pai, para resgatar o ser humano do inferno, que é a segunda morte descrita na Bíblia, e o julgamento na sua volta, ocorrerá e será simplesmente separando o grupo que aceita as Promessas do Messias Jesus e assume esta verdade publicamente entre todos; do grupo que rejeita ou mistifica está verdade o Evangelho das Boas Novas e rejeita em aceitar pessoalmente a Jesus, como seu Senhor e Salvador de sua vida, pois deixa de reconhecer cada um desses a sua real condição de pecador.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 6 de outubro de 2017

CONFIAR E ESPERAR.

Base na Bíblia: Lucas 12: 22-26 “... Então Jesus disse aos seus discípulos: É por isso que eu digo a vocês: não se preocupem com a comida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir. Pois a vida é mais importante do que a comida, e o corpo é mais importante do que as roupas. Vejam os corvos: não semeiam, não colhem, não tem despensas nem depósitos, mas Deus dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os pássaros? Qual de vocês pode encompridar a sua vida, por mais que se preocupe com isso? Portanto, se vocês não podem conseguir uma coisa assim tão pequena, por que se preocupam com as outras?


Confiar e Esperar são palavras que usamos continuamente seja de forma provocada ou natural, lembremos que a cada dia deitamos esperando acordar para um novo Dia e cada Dia despertamos e esperamos concluir os projetos que previamente estabelecemos, e estamos trabalhando, ou mesmo os que nos foram marcadas ou agendadas por terceiros.

Esse comportamento de esperar, primeiramente, sabemos que atua nas diversas áreas de nossa vida e perpetua durante toda a nossa existência, e assim diariamente convivemos pacificamente com a esperança; somente nos momentos em que ocorrem situações adversas ou não acorre o que esperamos, acontece a frustração e essa se manifesta internamente, a princípio só para si, ou também desencadeia uma corrente que envolve quem estiver próximo ou que faça parte ou não dessa esperança.

Jesus mostra que todos têm alvos seja de alimentação ou vestimenta e todos desejam a cada dia ter suprida essa necessidade e muitas vezes só acrescentam a esperança que já naturalmente possuem a preocupação e é esta que pode se tornar danosa, uma arma letal para a própria pessoa.

O Mestre apresenta também a confiança que exige algo além do natural que há no ser humano, pois depois que nos tornamos independentes, passamos a desconfiar de tudo e de todos.

Durante minha trajetória de vida, pude até o presente, ouvir incontáveis vezes a expressão: 'Eu espero no Senhor, ...' e também pude observar quando essa mesma esperança não acontece, a atitude dessa mesma pessoa. É provável que a maioria que espera no Criador, não saiba que esperar é pequeno comparado a confiar no Criador.

Quando confiamos depositamos nossa fé que o Criador dos céus e terra que é o Senhor absoluto de todas as coisas, sejam visíveis ou invisíveis, está acima de tudo e de todos; e é o único que é Onipotente, Onipresente e Onisciente, e ainda que mesmo que ocorra situações adversas a que esperamos, Ele está no controle e tem o melhor para cada um, dos que, o buscam em espírito e em verdade.

Jesus cuida como bom Pastor de suas ovelhas e os tem com puro zelo, afinal seu selo é o do Amor pelos seus a quem quer bem. Assim a confiança deve ser ativada e depositada nEle pois confiar e esperar pode parecer que tem o mesmo sentido e objetivo, porém só quem confia tem dentro de si a convicção de que a fé não é abalada, ainda que venham desânimos como múltiplos gigantes, ou exércitos inteiros de inimigos a nos perseguir com o objetivo de nos persuadir para que cada um deixe de acreditar.

Como Jó declara: 'Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora de contigo andar.' Podemos também aprender que o Senhor está perto, batendo a porta (sua) e aguardando pacientemente que cada um por si, abra para que Ele entre e faça morada, e sabemos que a casa que, um dia o receber, nunca mais saberá viver sem o Senhor.

A vida se faz nova e os olhos da fé se abrem para buscar em primeiro lugar o Seu Reino e a Sua Justiça e as demais coisas serão acrescentadas, uma a uma, pois o perdido volta para o Pai.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O ELO EM ESPERAR.

Base na Bíblia: Lucas 12: 35-39 “... E Jesus disse ainda: Fiquem preparados para tudo: estejam com a roupa bem presa com o cinto e conservem as lamparinas acesas. Sejam como os empregados que esperam pelo patrão, que vai voltar da festa de casamento. Logo que ele bate na porta, os empregados vão abrir. Felizes aqueles empregados que o patrão encontra acordados e preparados! Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o próprio patrão se preparará para servi-los, mandará que se sentem à mesa e ele mesmo os servirá. Eles serão felizes se o patrão os encontrar alertas, mesmo que chegue à meia noite ou até mais tarde. Lembrem disto: se o dono da casa soubesse a que hora o ladrão viria, não o deixaria arrombar a sua casa..."


Avaliar antecipadamente para realmente compreender os sentimentos que ocorrem e são contrários a maneira de viver de cada um, seria de grande valia quando um de nós se encontra em meio a atividades adversas, a oprimir e exigir posições diferentes da que se está acostumado a conviver.

Jesus apresenta as expectativas da vida em seu dia a dia, a multidão e a seus discípulos, ouvem e resumindo ele apresenta o hábito de se alimentar e o de se vestir, esclarecendo que mesmos os pagãos procuram o mesmo, porém somente em Deus podem confiar que serão plenamente supridas, pois a vida vale mais, assim Jesus afirma aos seus ouvintes.

A posição de um empregado é relevante em seu trabalho, para o sucesso do negócio, mas só tem sentido se tiver um senhor, ou empregador, ou patrão. E Jesus inicia este texto que acabamos de ler, clamando para que sejamos prudentes e sempre atentos em tudo, prontos com o nosso vestir e que a luz que carregamos se mantenha permanentemente acesa, e de maneira inesperada, assemelha este assunto, a um grupo de empregados.

Esse grupo de trabalhadores tem um patrão, que saiu da casa para ir ao casamento (poderia ser o próprio provavelmente) e um a um deles devem naturalmente, esperar seu senhor para cear com ele. Sua preocupação, como servo, está em se manter alerta em sua função de esperar, ainda que, o horário avance acima do seu limite natural.

Seu empregador ao retornar e bater a porta, e está ser aberta, ao ver os que estão, acordados, esperando muito se alegrará, por reconhecer a fidelidade de um a um. Os convidará a sentarem à mesa e ele (patrão) se preparará e os servirá. Porém o inverso ocorrerá também com os que não estavam acordados.

Vivendo a rotina dos dias atuais é comum ver pessoas confundindo seus papéis, trocando sua realidade, de empregado, para ser simplesmente auto agradável aos outros, e o mais esperto do que os demais e ainda por buscar reconhecimento para si, pois a humildade há muito o abandonou e ele perdeu a visão de saber esperar por sua vez, reconhecendo sua real condição.

Durante muitos séculos a corrente foi usada como um item relevante na história, para ser um meio de expressar força, austeridade e beleza, e mesmo mudando sua utilidade ou simbolismo ao longo de cada século, sempre foi basicamente formada por elos, e esses elos unidos são o que realmente formam a resistência que ela possui.

O Mestre Jesus, por seu amor, assim mostrava a cada um, a quem o Evangelho foi e for proclamado, os valores da aliança da graça; proclamando a todos, sobre um reatar do elo novo e indestrutível, em lugar do que fora perdido desde a queda do homem, com a entrada do pecado, e a apresentar a cada um, a esperança da redenção celebrada pelo amor do Pai.

Mas para tanto é imprescindível ser vigilante e preparado para agir e ser fiel no dia a dia, afinal não sabemos quando virá a investida do inimigo (ladrão de nossas almas); o proceder desta forma faz toda a diferença, para publicamente, um a um, possa demonstrar que realmente está reconhecido e compreendido a função do servo (ou empregado), amigo e filho, diante de seu Senhor.

Reconhecendo em nossos corações e ações físicas que somente em Deus existimos, vivemos e respiramos e nos movemos e aguardamos sua volta, para junto cear com Ele e Ele ceara conosco.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A VERDADEIRA VIDA.

Base na Bíblia: Lucas 12: 13-17  “... Um homem que estava no meio da multidão disse a Jesus: Mestre, mande o meu irmão repartir comigo a herança que o nosso pai nos deixou. Jesus disse: Homem, quem me deu o direito de julgar ou de repartir propriedades entre vocês? E continuou dizendo a todos: Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas. Então Jesus contou a seguinte parábola: As terras de um homem rico deram uma grande colheita. Então ele começou a pensar: Eu não tenho lugar para guardar toda esta colheita. O que é que vou fazer?...”


Ao sentarmos para ouvir as Palavras de Jesus, que foram repartidas para cada um de nós, escritas por testemunhas oculares, pessoas essas, que com certeza afirmamos que foram impactadas por suas mensagens, e ao longo dos séculos foram transformando vidas, resgatando a muitos do caminho do erro, do descaso e da perdição, chegando aos nossos dias como dignas de toda a aceitação.

Nada poderia ser tão atual para cada um de nos do que o assunto: vida, pois vivemos em sociedades pelo Mundo, todas sedentas dela, e que persistem freneticamente na busca da longevidade, a qual em muitos casos são noticiados seus avanços em estudos e prognósticos para elevarem a vida saudável, apontando para o sucesso em algumas décadas.

Mas, que pilares consiste para se ter a vida verdadeira? Uma vez que o homem natural não sabe de onde vem, qual a razão de existir e para onde está caminhando. Os estudiosos antigos a princípio imaginavam sermos o centro do universo, depois um planeta com vida girando em torno do sol e atualmente um diminuto planeta em meio a imensidão crescente e continua de incontáveis universos. Seria, então, por exemplo, simplesmente: o comer, o beber, o trabalhar, o laser e o ato de constituir família? Ou para outros continuar vivendo simplesmente, pois não há interesse de pensar em como vivo e sim só em que quero viver.

Jesus, ouve de um homem em meio à multidão, a pedir sua ajuda, sua insatisfação era porque seu irmão o desprezava na partilha da herança do pai deles. A resposta sobre este pedido, do Mestre vai para outra dimensão, declarando que ele não era legislativo, executivo ou judiciário das leis entre eles, mas apresenta enfaticamente que devemos ter cuidado com todo o tipo de avareza, pois essa atrapalha a vida verdadeira.

Sabemos por Jesus que há então uma vida verdadeira e essa vida tem em si a segurança, paz e direção que o mundo tenta reproduzir, mas jamais o conseguirá, uma vez que, a inclinação do ser humano é má e egoísta; e como aplicação pratica, Jesus iniciou a Parábola do rico sem juízo.

Essa vida verdadeira está nos braços do Pai Criador, que permite ao ser humano, ter o livre arbítrio em escolher entre: estar com o Senhor, que o reconcilia pela atitude de amor de seu Filho Jesus, o qual ressurgiu dentre os mortos, ao terceiro dia e Ele declarou que voltará; ou seguir cada um por suas próprias paixões. Porém fique claro que para ambos, seja qual for a decisão pessoal tomada, o dia do juízo virá.

A decisão do rico empreendedor, sobre seu sucesso no plantio, foi clara e materialmente calculada e uma vez que superou, para suprir o excedente estudou o mecanismo necessário para estocar para si e assim aconteceu também com sua decisão de como usufruir, sua vida verdadeira, pelos anos seguintes, porém a vontade de Deus é Soberana e está sobre todos os seres humanos nascidos sobre a face da terra.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 15 de setembro de 2017

PEDIR CERTO.

Base na Bíblia: Lucas 11: 06-10 ... É que um amigo acaba de chegar de viagem, e eu não tenho nada para lhe oferecer. E imaginem que o amigo responda lá de dentro: ‘Não me amole! A porta já está trancada, e eu e os meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar para lhe dar os pães.’ Jesus disse: Eu afirmo a vocês que pode ser que ele não se levante porque é amigo dele, mas certamente se levantará por causa da insistência dele e lhe dará tudo o que ele precisar. Por isso eu digo: peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês. Porque todo aqueles que pedem recebem; aqueles que procuram acham; e a porta será aberta para quem bate...”


Podemos imaginar o que ocorre quando precisamos de um item específico e entramos em um local enorme, cheio de itens, mas nada achamos além de itens semelhantes, e sim só coisas parecidas, mas todos os achados estão errados para a real necessidade. A insatisfação e muitas vezes o desagrado, ainda que ciente que fomos os próprios causadores do erro se torna evidente.

Outra situação semelhante é a de ficar embaraçado (desconcertado) ao pedir um produto ou serviço e por não saber o nome técnico, ou o nome usual, pode levar também a entregas de produtos semelhantes que não vão surtir o resultado esperado, além de um provável desserviço, por ter que voltar e ir efetuar a troca.

Jesus ensinando sobre a oração, esclareceu como ela deve ser feita, direcionando a quem deve se dirigir, citando Jesus, sempre ao Pai, deixando claro o caminho para se chegar ao local certo, e o meio adequado para se fazer o pedido de maneira correta e eficaz, não somente eficiente.

Ao terminar o ensino da oração Jesus ratificou com o exemplo de uma chegada inesperada a casa de uma pessoa e a necessidade moral dessa pessoa em suprir ao próximo, e para tanto considerou que essa visita ocorreu no momento menos adequado do dia, a um amigo. O Mestre também mencionou o fato de que nem era para si o necessário, e essa pessoa ainda assim se deslocou exatamente para outro amigo, que sabia que tinha o que precisaria, mas ficou claro que essa pessoa por último visitada era bem conhecida, e que o atendimento seria feito, pois chegou ao local certo e fez o pedido certo.

A fala de Jesus, ao colocar esse esclarecimento, incentiva e encoraja a cada um de nós a usar da oração e deixa claro que o Pai sempre está atento, as orações que são feitas; caracterizando aos que querem seguir o exemplo do Mestre, e vão para buscar, a seguir seus ensinos e saber conscientemente que mesmo no momento em que Jesus estava no Jardim das Oliveiras, no Getsêmane, orou por 3 (três) vezes, pelo que estava a vir, mas pedindo que acima da sua vontade estivesse sempre a vontade do Pai.

A vontade do Senhor Deus, Pai, desde a queda do homem, é que o ser humano, volte-se ao seu Criador, o único Deus, que pelo sacrifício de seu Filho Jesus, o Cristo, quer chamar de filho a todos que reconheçam o peso do pecado em suas vidas e aceitem, pela graça, por fé, o resgate do pecado, pois só assim poderemos de fato entender, como é a resposta perfeita e completa de um pedido de um filho a seu pai.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O ENSINO DA ORAÇÃO.

Base na Bíblia: Lucas 11: 01-05 ... Um dia Jesus estava orando num certo lugar. Quando acabou de orar, um dos seus discípulos pediu: Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele. Jesus respondeu: Quando vocês orarem, digam: “Pai, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino. Dá-nos cada dia o alimento que precisamos. Perdoa os nossos pecados, pois nós também perdoamos todos os que nos ofendem. E não deixes que sejamos tentados.” Então Jesus disse aos seus discípulos: Imaginem que um de vocês vá à casa de um amigo, à meia noite, e lhe diga: “Amigo, me empreste três pães. ...”


Os discípulos foram escolhidos, após um período de oração, eles foram eleitos de dentro de um grupo, que começaram a seguir Jesus, por onde quer que ele se movesse, eles, sem exceções, vinham com seus conhecimentos e aprendizados próprios; Jesus sempre os convidava e os incentivava a escolherem o melhor do que lhes fora ensinado e sempre enfatizando que há o Reino doa Céus.

Provavelmente viram eles, por várias vezes, Jesus orar em secreto, e as vezes orar se ausentando deles, como também orar junto deles, de maneira que para esses discípulos, ficava algo semelhante ao incomodo entre eles, e um deles procurou o Mestre.

Esse discípulo, com toda certeza, tinha sua maneira de buscar a Deus e fazer sua oração e petição ao Pai Celeste, e também era conhecedor do ensino que João, o Batista, tinha também para com seguidores (seus discípulos), e sabia ele também que João havia ensinado como deveriam orar; esse discípulo menciona esse fato a Jesus ao pedir para que Ele ensinasse a todos seus discípulos como deveriam orar corretamente ao Eterno.

Jesus ouve suas palavras e passa a prática para colocar a ordem, como havia mencionado durante o sermão das Bem-aventuranças sobre deixar a repetição e seguir o que lemos nos dez mandamentos, basicamente colocando a primazia ao Altíssimo Soberano, buscando em seguida o necessário pessoal e também reconhecendo a existência do pecado que traz a necessidade do perdão com sincero arrependimento.

Estendendo, claramente o perdão pessoal ao próximo, nosso semelhante, uma vez que pela fé, temos por verdadeiro que o Senhor perdoa ao que o busca sinceramente e conclui em avançar a cada dia na procura com o Eterno para vencer a tentação.


O Mestre Jesus, orava e sabia que essa ferramenta era útil, como pode ser observado, durante seu jejum de 40 (quarenta) dias e 40 (quarenta) noites, no deserto, quando foi tentado pelo diabo e a cada investida teve a resposta apropriada sempre exaltando e engrandecendo o Pai Celestial.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A VISITA.

Base na Bíblia: Lucas 10: 38-43 ... Jesus e os discípulos continuaram a sua viagem e chegaram a um povoado. Ali uma mulher chamada Marta o recebeu na casa dela. Maria, a sua irmã, sentou-se aos pés do Senhor e ficou ouvindo o que ele ensinava. Marta estava ocupada com todo o trabalho da casa. Então chegou perto de Jesus e perguntou: O senhor não se importa que a minha irmã me deixe sozinha com todo este trabalho? Mande que ela venha me ajudar. Aí o Senhor respondeu: Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas, e esta ninguém vai tomar dela...”

Mesmo quando estamos com um projeto em andamento e tudo está devidamente e antecipadamente planejado, ainda assim, pode ocorrer imprevisto, os quais nos fazem tomar decisões imediatas para alcançar a solução e ser possível concluir o projeto.

Nicodemos era respeitado em seu meio, na época de Jesus, entre os líderes religiosos ele se assentava, mas ao ouvir sobre Jesus, algo despertou dentro de si, que o motivou a ir a procurar o Mestre Jesus, em um dia oportuno e ao anoitecer.

Jesus declarou certa feita que para se construir um Castelo ou para se ir para uma Guerra, o rei deve primeiro sentar e calcular as despesas e o tempo, e só assim decidir em iniciar a construção ou enviar pedido de paz ao oponente.

Marta, irmã de Maria, recebe em sua casa a visita de Jesus, juntamente com seus discípulos, eles vinham da região da Galiléia e estavam de passagem, a menos de 10 (dez) km, para chegarem a Jerusalém, e ela procura atender a todos.

Maria, por sua vez, senta-se imediatamente aos pés de Jesus, para o ouvir falar, provavelmente com outras pessoas a também escutarem, e isso acaba por incomodar Marta, que para diminuir o fardo que estava acumulando, interrompe Jesus, e pedi diretamente para que ele, que enviasse Maria para a socorrer.

Jesus, com certeza via o corre, corre de Marta, bem como sua agitação e ainda assim não procurou eliminar sua atitude, ao contrário permitiu que ela agisse como se sentisse melhor, lembremos que era Jesus quem estava visitando aquela casa, e ao ouvir as palavras incomodadas de socorro de Marta, respondeu a ela: Marta há varias preocupações neste mundo, mas lembre-se que Maria, sua irmã, escolheu a melhor parte, que é a de ouvir a Palavra, a qual nada mais é que uma simples semente, mas que tem potencial para germinar e pode vir a ser uma árvore com frutos.

A visita de Jesus se repete, a cada dia, dia a dia, momento a momento em sua vida, mas as preocupações desta vida, podem estar a te prender e impedir de se sentar e abrir seus ouvidos, para ouvir; como também está escrito: A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. Afinal sem fé é impossível agradar a Deus.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula