
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
OPORTUNIDADE DE PENSAR.
Base na Bíblia: Lucas 5: 20-24 “... Jesus viu que eles tinham fé e disse ao paralítico: Meu amigo, os seus
pecados estão perdoados! Os mestres da Lei e os fariseus começaram a pensar:
Quem é este homem que blasfema contra Deus desta maneira? Ninguém pode perdoar
pecados; só Deus tem esse poder. Porém Jesus sabia o que eles estavam pensando
e disse: Por que vocês estão pensando assim? O que é mais fácil dizer ao
paralítico: “Os seus pecados estão perdoados” ou “Levante-se e ande”? Pois vou
mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho poder na terra para perdoar
pecados. Então disse ao paralítico: Eu digo a você: levante-se, pegue a sua
cama e vá para casa...”
Vivemos nos atuais dias presentes, momentos na história,
únicos de pura informação, criando em cada mente acesso as soluções que antes
eram necessárias muitas pesquisas em diversas bibliotecas e na busca pela troca de
informações entre pessoas até se chegar a uma decisão.
Nem sempre havia certeza das descobertas, cito como um exemplo,
dentre vários: a área da tecnologia e ciência, que sempre está avançada, mas
isso ainda foi maior, até aparecer o advento das patentes, que criou o
monopólio e os cuidados para criar processos únicos visando interesses além do
benefício de seu uso.
Passamos desde então a ser mais usuários desses serviços,
chamados de modernidade e com muito mais certeza, sem perceber, do que novos criadores
de ideias próprias.
Quatro homens têm em comum, um amigo paralítico, que estava
vivendo sob uma cama, sua história encerrava nesse simples contexto, porém,
esses decidiram em comum acordo com seu amigo, irem aonde Jesus estava. E
colocaram em prática essa ideia, o obstáculo veio ao chegarem próximo de onde
Jesus estava, era impossível chegar ao local próximo, como desejavam.
Decidiram por ultrapassar a multidão, que tinha deixado a
casa cheia, e para isso usaram do telhado, como o meio para driblar a situação;
assim subiram destelharam o telhado, arrumaram um jeito de descer,
provavelmente por cordas a cama e o colocaram o mais próximo de Jesus.
Jesus viu a fé deles, e declarou ao paralítico sua libertação
de seus pecados, imediatamente os presentes, mestres da lei e fariseus pensaram
também, que havia blasfêmia naquele lugar, e essa estava em Jesus, pois só Deus
tem autoridade para perdoar pecados. Vejam cada um de vocês então quantas pessoas pensando a
mesma coisa, inclusive Jesus só que sabendo a soma unanime de cada pensamento
deles.
O Mestre Jesus apresenta sem afrontar sua autoridade e sua ligação
direta com o Pai e sabemos pelo texto, que só tem pessoas assistindo, inclusive
os amigos e o paralítico; Jesus então lhe dá uma ordem direta, ele pega a sua
cama e sai andando normalmente e naturalmente.
Todos ficam admirados, ou perplexos com o fato real que
acontecia diante de seus olhos, mas quantos pensaram que as profecias se
cumpriam e o Messias, o Emanuel, estava entre eles, pois só o Criador para
cuidar e enviar seu único filho, o unigênito do Pai, para anunciar que o Reino
dos Céus é chegado e tratar das feridas de seu povo.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
RECONCILIAÇÃO.
Base na Bíblia: Lucas 5: 12-16 “... Certa vez Jesus estava numa cidade onde havia um homem que tinha o corpo
todo coberto de lepra. Quando viu Jesus, o leproso se ajoelhou diante dele,
encostou o rosto no chão e pediu: Senhor, eu sei que o senhor pode me curar se
quizer! Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: Sim! Eu quero. Você esta curado.
No mesmo instante a lepra desapareceu. Então Jesus lhe deu esta ordem: Escute!
Não conte isso para ninguém, mas vá pedir ao sacerdote que examine você.
Depois, a fim de provar para todos que você está curado, vá oferecer o
sacríficio que Moisés ordenou. Mas a notícia a respeito de Jesus se espalhavam
ainda mais, e muita gente vinha para ouvi-lo e para ser curado de suas doenças.
Porém Jesus ia para lugares desertos e orava...”
O orgulho humano
criou para cada momento em que se vive, uma escala de valores a fim de
determinar os limites de sua honra.
Em períodos de
guerra, na atualidade em nossos dias presentes, sabemos por informações dos
meios de comunicação uma fração dos acontecimentos do que é permitido pelos
órgãos de censura exibir.
Podemos imaginar
então a visão dos vencedores que se sobrepõem aos conquistados, e criar um
quadro mental da honra e da desonra gerados. Para os desonrados o grau de
humilhação e os termos de rendição sempre apontam para a queda do vencido, que
por sua vez se submete para continuar a sobreviver as regras do poder
dominante.
Jesus é a Verdade,
a Luz que veio apresentar o único meio para se reconciliar com seu Criador e
salvar a humanidade de seu pecado e destino. Mas as trevas e as potestades
deste mundo se opuseram e usaram e usam de artifícios quase perfeitos que se
possível fossem enganariam até os que ouvem a vós do Bom Pastor.
No texto que
lemos, esse homem, sem nome, em uma Cidade, também sem nome, representa a
humanidade, logo, eu e você, que ao ouvir falar e ver Jesus (no seu coração),
ele largou seu lugar de trevas e foi até Jesus e se lançou ao chão de terra, e
colocou seu rosto no pó, rendeu-se ao Salvador e reconheceu o verdadeiro e
único Senhor de sua vida.
Sabia ele (o
leproso) que pela religião na época fazia essa as normas de conduta também da área
da saúde, e que ele estava condenado a ser morto a pedradas por sua atitude, mas
reconhecendo o Vencedor, rompeu sua honra ao encontrar o que tem toda a honra e
lhe fez uma afirmação. Jesus de imediato consentiu e o milagre operou na vida
do que um dia viveu coberta pela lepra.
A proposta em
seguida de Jesus foi clara, não fale as pessoas o ocorrido, siga as regras,
comprove sua cura junto a autoridade de sua época, atestando e por fim, entregue
um sacrifício de comprovação para que os homens vejam.
A rendição nasce
de dentro de cada um de nós e explode aos pés do Eterno Senhor, reconhecendo o
verdadeiro General Jesus, o Cristo, que sem levantar uma arma, venceu a batalha
e trouxe o perdão e a vida eterna pelo seu sangue vertido na cruz, ressuscitando
ao terceiro dia e foi recebido no céu, e se encontra sentado à direita de Deus
Pai e em breve voltará.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
SUA PROFISSÃO.
Base na Bíblia: Lucas 5: 06-10 “... Quando eles jogaram as redes na água, pescaram tanto peixe, que as
redes estavam se rebentando. Então fizeram um sinal para os companheiros que
estavam no outro barco a fim de que viessem ajudá-los. Eles foram e encheram os
dois barcos com tanto peixe, que os barcos quase afundaram. Quando Simão Pedro
viu o que havia acontecido, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: Senhor,
afaste-se de mim, pois eu sou um pecador! Simão e os outros que estavam com ele
ficaram admirados com a quantidade de peixes que haviam apanhado. Tiago e João,
filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão, também ficaram muito
admirados. Então Jesus disse a Simão: Não tenha medo! De agora em diante você
vai pescar gente...”
As vezes falamos sem
pensar, em função das coisas que nos cercam, sejam boas palavras ou palavras não
boas, e naturalmente saem gestos que seja expressado em palavras, ou das mãos,
ou do corpo, e também da face, enfim a ação ocorre em milionésimos de segundos
e é o suficiente para apresentarmos nosso temperamento que nos acompanha desde
o nascimento. Simão Pedro, diz após ver o ocorrido a Jesus para se afastar
dele, e não o contrário, pois as trevas se ocultam da luz, e jamais o inverso,
pois a função dessa é trazer tudo á claro e se Jesus o atendesse teria ido
nadar, pois estavam no barco sobre as aguas.
Dois barcos cheios do
produto do ofício de um pescador; gestos claros para os sócios, todos na
embarcação rodeados por peixe por todos os lados e admirados com o feito,
principalmente a equipe de Tiago e João que foram de apoio, mas da praia
certamente também ouviram as palavras de Jesus a multidão e o viram subir na
embarcação de André e Simão.
O temperamento de Simão
era claro e direto, pois ao ouvir e ver o ocorrido, ficou de joelhos em posição
de submissão ao Mestre que estava em sua embarcação e reconheceu enfim sua
autoridade sobre Céu e Terra, e muito além disso, de dentro para fora,
reconheceu sua real condição humana, herdada desde os dias de Adão, quando Adão
desobedeceu a ordem direta do Eterno, que se chamou de pecado, pois era comum
na variação do dia, e todos os dias, conversarem (dialogarem) o Soberano
Criador com sua criatura, mas esse elo foi quebrado e o fato de errar o alvo
proposto pelo Senhor, trouxe a consequência do pecado a morte do contato direto
com seu Senhor, a morte física e a perda da inocência.
Todos os demais cada um
com seu temperamento, ficaram admirados, ou seja, surpreendidos por algo que
suas mentes mortais, não poderiam esclarecer, ou explicar, e sim só se alegrarem
e tomarem posse de tudo o que o Senhor tinham lhes proporcionado, sem abrirem a
boca direta a Ele para o conseguirem, mas com certeza, todos sem exceção
sonhavam por algo assim, e o Senhor sonda os corações de cada um deles, como
sonda os corações nesse dia de cada um de nós.
A profissão de cada um
destes, qual seria? Com certeza, empresários, pescadores e ajudantes de
pescadores, que tinham o objetivo de tirar das aguas os peixes vivos, frescos e
os levarem para seus destinos comercializando até chegarem a casa das famílias,
agora nesse momento nos lares eram peixes mortos, mas o mais surpreendente é a
resposta de Jesus, a proposta de Simão Pedro.
Supondo que haviam um
grupo de quatro (Simão, André, Tiago e João), no mínimo, todos ouviram as
palavras de Jesus a Simão, mas o que eles não sabiam é que está proposta estenderia
a eles também, pois eles viriam a ser os discípulos escolhidos pelo próprio
Criador para compor o grupo de 12 (doze). Que seriam seus aprendizes e enviados
a todos os povos, línguas e nações. Como pescar gente? Este era o mistério que
as Escrituras guardavam, ocultas e agora apresentadas em Cristo Jesus, pois as
redes de Deus sempre que apanham um ser humano, esse começa a viver, ao
contrário das redes dos seres humanos.
Concordo que a
estratégia do Céu surpreende a todos os intelectuais, aos sábios e aos
entendidos que se aproveitam dessa verdade para tirar proveito, usando o povo
como uma massa que podem dominar, mas aos que a aceitam e a recebem são como aqueles
homens, mulheres e crianças que receberam o maná, o povo de Israel, que viu e
comeu por 40 (quarenta) anos no deserto, mas agora essa figura do maná é o pão
vivo que desceu do Céu para nos salvar e resgatar do império das trevas que
escravizavam com a lei do pecado e nos cegava a chegar para a sua maravilhosa
Luz.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
sábado, 12 de novembro de 2016
REDE AO FUNDO.
Base na Bíblia: Lucas 5: 03-06 “... Jesus entrou num dos barcos, o de Simão, e pediu que
ele o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se e começou a ensinar a
multidão. Quando acabou de falar, Jesus disse a Simão: Leve o barco para um
lugar onde o lago é bem fundo. E então você e os seus companheiros joguem as
redes para pescar. Simão respondeu: Mestre, nós trabalhamos a noite toda e não
pescamos nada. Mas, já que o senhor está mandando jogar as redes, eu vou
obedecer. Quando eles jogaram as redes na água, pescaram tanto peixe, que as
redes estavam se rebentando...”
Os desafios de cada dia,
de cada profissão, de cada novo projeto surgem para todos, e independente de
sua classe social, sua história de vida, eles ocorrem mesmo para os que acham
que nada novo pode chegar a sua porta; mas esse fenômeno simplesmente acontece
pelo fato, de que vivemos em uma sociedade dinâmica, que sempre se encontra em
expansão, e aprendemos naturalmente a usar de estratégias de jeitos e formas
para se adaptar a cada nova onda de mudanças.
O Mestre Jesus, estava
na praia, um grande grupo de pessoas com ele também, esse grupo estava procurando
ouvir suas palavras, aparentemente era um dia normal de trabalho e os
pescadores, que haviam chegado de seu oficio, estavam também na praia,
retirando suas redes e as consertando e lavando elas para guardar, para uma
nova etapa de pesca. Jesus percebe que era impossível falar de onde estava para
que todos o ouvissem nitidamente, de maneira clara, assim frente a está
situação entrou dentro de um dos barcos parados, e era de Simão, e solicitou
que ele entrasse no lago e o levasse um pouco além nas aguas, o suficiente para
poder sentar e falar com todos os que esperavam por ouvir suas palavras.
Após falar aos seus
ouvintes, inclusive os que ouviam no barco, propôs a Simão, para ir ao fundo do
lago de Cafarnaum, ou do Mar da Galiléia, para um pescador é certo que ele com
sua experiência, sabia exatamente onde era o local que ficava fundo no lago,
para os leigos, sempre achamos que o fundo é o meio do lugar, porém para os
experientes o fundo pode ser bem próximo do raso, e para lá se direcionou, mas
com ressalva, pois ouviu uma segunda ordem.
Durante nossa
existência, passamos por situações que chamamos de fundo do problema e muitos
param neles e ficam a sua volta sem nunca conseguir sair, ou seja, tirar o que
prende sua vida e o amarra a essa situação, e outros acreditam também que é seu
destino, assim Simão respondeu ao Mestre: Pescamos a noite toda e nada
apanhamos, mas pelo seu mandar jogaremos a rede, obedecendo.
Esse ato de jogar a
rede, chamamos de fé, e sabemos que todos dizem ter e viver com ela, afinal sem
fé é impossível viver, dizem alguns, mas que fé estarão falando essas pessoas,
pois, a fé genuína existe principalmente contra todas as probabilidades de
sucesso, e se mantem inabalável mesmo quando entra uma rede na parte mais funda
do próprio coração.
A incerteza, a dúvida
pessoal, a verdadeira alegria, veio após ter colocado na água as redes e mal
entraram, sentiram que algo sobrenatural começou a acontecer, a ponto de
ficarem com receio de romper as redes e assim chamaram por sinal outro barco
para o apoiar e conseguirem trazer os pescados.
A rede de Jesus chega ao
fundo da alma, do corpo, do espírito, do coração e pode arrancar aquilo que
prendia sua vida e muito além disso tirava o prazer de viver, assim como
resgata a alegria e a satisfação que lá estavam aprisionadas e só pelas redes
do Senhor é possível ter uma vida abundante e frutífera naturalmente, sem
artifícios e regras de padrão.
Passados muitos séculos
esse exemplo permanece, escrito, para todos os aventureiros que o buscarem com
os navios de suas vidas e ao fundo do mar, com redes as lançarem, e acharão a
verdadeira e única, fonte da água da vida que é Jesus
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
EXPLICAR CUIDANDO.
Base na Bíblia: Lucas 4: 38-42 “... Jesus saiu da sinagoga e foi à casa de Simão. A sogra
de Simão estava com febre alta, e pediram a Jesus que fizesse algo por ela.
Estando ele em pé junto dela, inclinou-se e repreendeu a febre, que a deixou. Ela
se levantou imediatamente e passou a servi-los. Ao por do sol, o povo trouxe a
Jesus todos os que tinham vários tipos de doenças; e ele os curou , impondo as
mãos sobre cada um deles. Além disso, de muitas pessoas saíam demônios
gritando: “Tu é os Filho de Deus!” Ele, porém, os repreendia e não permitia que
falassem, porque sabiam que ele era o Cristo. Ao romper do dia, Jesus foi para
um lugar solitário. As multidões o procuravam, e, quando chegaram até onde ele
estava, insistiam que não as deixasse...”
Como compreender a
atitude humana frente a bondade celestial? Se nunca soubéssemos como ela é, pelo
simples fato de dizermos não o vemos, a própria natureza a volta de todos nós
as apresentam e manifestam Sua Glória seja no céu ou na terra. Tudo em
movimento seguindo seu ciclo e coexistindo com a raça humana e todas essas
forças sempre achando meios para se manter em atividade.
Quantas espécies já deixaram
de existir, como diz a história natural, pelas próprias mudanças que o planeta
teve ao longo de sua existência e quantas outras sobrevivem ou adaptaram-se as
novas realidades impostas pelos humanos racionais.
Jesus, o Filho de Deus é
o exemplo vivo que temos a seguir, suas ações apresentam seu amor pela vida e
seus cuidados ao ser humano criado a imagem e a semelhança do Criador, demonstrando
sua obediência consciente e sincera aos desejos do Pai Amoroso, pelos seus.
Os anjos também foram
criados e tem sua eternidade, mas do que é pecado não desfrutam. Assim se
alegram com o Criador por cada pessoa que se arrepende e se volta de sua velha
vida errante para seguir seu Criador, através do ato único e definitivo estabelecido
na dispensação da graça, onde pelo sacrifício único do Cordeiro de Deus foi
restaurado o acesso ao Pai, quebrando enfim o efeito danoso do pecado, que é a
morte, iniciado desde a consciência do pecado no Jardim do Eden.
Jesus passou no meio de
um povo irado que o havia levado para fora da cidade de Nazaré com o intuito de
o destruir; agora ele caminha na direção da Cidade de Cafarnaum e lá anuncia o
amor do reino de Deus entre eles, cuida dos cansados e entra na casa da sogra
de Pedro e lhe pedem para fazer algo por ela que tinha febre alta.
O mestre toca em sua mão,
e repreende a febre, ela imediatamente sente a cura e fica em pé e passa a
servir. O povo leva seus doentes, ao cair da tarde, no final do sábado provavelmente
e agora possivelmente estavam na porta da casa de Simão, onde estava a sogra, e
Jesus vai cuidando deles e expulsando os que tinham possessão.
A mente para e divaga
sobre esses acontecimentos e percebemos que a resposta vem aos que o procuram de
todo o coração e assim o encontram, e mesmo os que estavam possuídos e anunciam
as verdades sobre o Cristo, são libertos e os cuidados se estende a todos que
lá estavam.
Os cuidados que Jesus
apresentou explica o porquê de as multidões terem ido à sua procura na manhã
seguinte, no domingo, e ao acharem (ele havia se isolado), pedirem para que não
se ausentasse, mais deles, pois sentiram ser cuidados e tratados como jamais eles
haviam vivido fato igual. Seguindo este pensamento Jesus poderia sentir o
sucesso de suas ações, e ficar ali, porém sabemos que essas mesmas multidões
tempos depois o abandonaram, quando Jesus disse a seus discípulos: Não quereis
ir embora também, e sabemos das palavras de Simão, Pedro: “...Só tu tens as
Palavras da Vida Eterna. ”
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
REAL AUTORIDADE.
Base na Bíblia: Lucas 4: 33-37 “... Na sinagoga havia um homem possesso de um demônio, de
um espírito imundo. Ele gritou com toda a força: “Ah! Que queres conosco, Jesus
de Nazaré? Vieste para nos destruir? Sei quem tu és: o Santo de Deus!” Jesus o
repreende e disse:”Cale-se e saia dele¹” Então o demônio jogou o homem no chão
diante de todos, e saiu dele sem o ferir. Todos ficaram admirados, e diziam uns
aos outros: “Que palavra é esta? Até aos espíritos imundos ele dá ordens com
autoridade e poder, e eles saem!” E a sua fama se espalhava por toda a região
circunvizinha...”
Cultivamos em nossa
sociedade o habito de não abrir mão do pensamento natural e do critério da
opinião que em sua maioria inicia a frase com o termo: “eu acho”. Isto ocorre
para expressarmos nossas opiniões sobre todos e tudo a nossa volta, basicamente
não poupamos nada sem deixar de manifestar nossas impressões e assim mostrarmos
que fazemos parte de uma sociedade globalizada.
Jesus agora em Cafarnaum
apresentava na Sinagoga ao povo, o plano redentor do Senhor, anunciando a todos
a chegada do reino celestial e estava cheio de autoridade e poder e anunciava o
ano aceitável do Senhor.
Todos os que o ouviam,
admiravam-se da sua autoridade ao ensinar e com seus próprios olhos admiravam
os sinais e as maravilhas que ocorriam diante deles; cuidando dos que estavam
doentes em seu corpo, mente, alma e espírito.
O plano eterno estava em
pleno andamento perfeito, afinal era conduzido pelo próprio cordeiro pascal, o
qual em suas palavras, e em seus ensinos apresentavam sempre o grande amor que
o Senhor tem pelos que criou a sua imagem e semelhança.
No início deste texto
citei que o povo tinha seu comportamento natural de procurar saber das
novidades e no meio desses, havia uma pessoa possuída de um demônio. Este ao
ouvir as Palavras do reino, em alta voz, questionou o momento e as
consequências que isto estava ocorrendo para prejuízo da sua estabilidade.
Jesus poderia aceitar,
essas palavras, como uma maneira de confirmação de seu ministério, afinal
alguém estava entre tantos ouvintes, reconhecendo e dedicando ao Messias, sua
autoridade e a sua Divindade, mas sabendo o Mestre Rabino Jesus, a origem e os
propósitos de confusão e discórdias que era o alvo deste, buscou com sua autoridade
e poder expulsar o espírito ruim que estava dentro dessa vida. Segundo o texto
que lemos, esse fato ocorreu e ao chão foi o homem lançado na presença de
todos, mas levantou-se liberto, sem nenhum machucado físico ou mental.
O projeto de muitos
corações, seja outrora ou em nossos dias, não está centrado em elogiar seu
próximo, podem até conter em suas palavras, mensagens subliminares que chegam a
levar aos que a recebem a níveis de puro egoísmo, o auto ego super elevado, autovalorização
e por fim hipervalorizacão de si mesmo, que no primeiro momento parece um
singelo elogio, absolutamente despretensioso, porém leva a ruína.
A real autoridade que
vem do Alto, tem como selo a sabedoria do alto e apresenta os critérios do
Mestre Jesus, o Messias, Salvador que em suas palavras deixou claro que aqueles
que querem ser os primeiros, sejam sempre os que servem e estejam entre os
últimos na fila, pois os primeiros lugares são aos convidados pelo Rei dos reis
e somente a ele compete o ato de chamar para estar nesses lugares; ele é justo
em suas decisões sem sombra de variação.
Ao produto da terra encontramos flores
e frutos, mas tem seu tempo finito e Jesus escreveu sobre o rei Salomão, que
mesmo em sua riqueza e apogeu nunca se vestiu tão bem como o lírio, assim
lembremos dos valores eternos que nem a traça nem a ferrugem podem corroer, esses
sins, fazem crescer eternamente debaixo da real autoridade.
Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula
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