sábado, 12 de novembro de 2016

REDE AO FUNDO.

Base na Bíblia: Lucas 5: 03-06 ... Jesus entrou num dos barcos, o de Simão, e pediu que ele o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se e começou a ensinar a multidão. Quando acabou de falar, Jesus disse a Simão: Leve o barco para um lugar onde o lago é bem fundo. E então você e os seus companheiros joguem as redes para pescar. Simão respondeu: Mestre, nós trabalhamos a noite toda e não pescamos nada. Mas, já que o senhor está mandando jogar as redes, eu vou obedecer. Quando eles jogaram as redes na água, pescaram tanto peixe, que as redes estavam se rebentando...”

Os desafios de cada dia, de cada profissão, de cada novo projeto surgem para todos, e independente de sua classe social, sua história de vida, eles ocorrem mesmo para os que acham que nada novo pode chegar a sua porta; mas esse fenômeno simplesmente acontece pelo fato, de que vivemos em uma sociedade dinâmica, que sempre se encontra em expansão, e aprendemos naturalmente a usar de estratégias de jeitos e formas para se adaptar a cada nova onda de mudanças.

O Mestre Jesus, estava na praia, um grande grupo de pessoas com ele também, esse grupo estava procurando ouvir suas palavras, aparentemente era um dia normal de trabalho e os pescadores, que haviam chegado de seu oficio, estavam também na praia, retirando suas redes e as consertando e lavando elas para guardar, para uma nova etapa de pesca. Jesus percebe que era impossível falar de onde estava para que todos o ouvissem nitidamente, de maneira clara, assim frente a está situação entrou dentro de um dos barcos parados, e era de Simão, e solicitou que ele entrasse no lago e o levasse um pouco além nas aguas, o suficiente para poder sentar e falar com todos os que esperavam por ouvir suas palavras.

Após falar aos seus ouvintes, inclusive os que ouviam no barco, propôs a Simão, para ir ao fundo do lago de Cafarnaum, ou do Mar da Galiléia, para um pescador é certo que ele com sua experiência, sabia exatamente onde era o local que ficava fundo no lago, para os leigos, sempre achamos que o fundo é o meio do lugar, porém para os experientes o fundo pode ser bem próximo do raso, e para lá se direcionou, mas com ressalva, pois ouviu uma segunda ordem.

Durante nossa existência, passamos por situações que chamamos de fundo do problema e muitos param neles e ficam a sua volta sem nunca conseguir sair, ou seja, tirar o que prende sua vida e o amarra a essa situação, e outros acreditam também que é seu destino, assim Simão respondeu ao Mestre: Pescamos a noite toda e nada apanhamos, mas pelo seu mandar jogaremos a rede, obedecendo.

Esse ato de jogar a rede, chamamos de fé, e sabemos que todos dizem ter e viver com ela, afinal sem fé é impossível viver, dizem alguns, mas que fé estarão falando essas pessoas, pois, a fé genuína existe principalmente contra todas as probabilidades de sucesso, e se mantem inabalável mesmo quando entra uma rede na parte mais funda do próprio coração.

A incerteza, a dúvida pessoal, a verdadeira alegria, veio após ter colocado na água as redes e mal entraram, sentiram que algo sobrenatural começou a acontecer, a ponto de ficarem com receio de romper as redes e assim chamaram por sinal outro barco para o apoiar e conseguirem trazer os pescados.

A rede de Jesus chega ao fundo da alma, do corpo, do espírito, do coração e pode arrancar aquilo que prendia sua vida e muito além disso tirava o prazer de viver, assim como resgata a alegria e a satisfação que lá estavam aprisionadas e só pelas redes do Senhor é possível ter uma vida abundante e frutífera naturalmente, sem artifícios e regras de padrão.

Passados muitos séculos esse exemplo permanece, escrito, para todos os aventureiros que o buscarem com os navios de suas vidas e ao fundo do mar, com redes as lançarem, e acharão a verdadeira e única, fonte da água da vida que é Jesus



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 4 de novembro de 2016

EXPLICAR CUIDANDO.

Base na Bíblia: Lucas 4: 38-42 ... Jesus saiu da sinagoga e foi à casa de Simão. A sogra de Simão estava com febre alta, e pediram a Jesus que fizesse algo por ela. Estando ele em pé junto dela, inclinou-se e repreendeu a febre, que a deixou. Ela se levantou imediatamente e passou a servi-los. Ao por do sol, o povo trouxe a Jesus todos os que tinham vários tipos de doenças; e ele os curou , impondo as mãos sobre cada um deles. Além disso, de muitas pessoas saíam demônios gritando: “Tu é os Filho de Deus!” Ele, porém, os repreendia e não permitia que falassem, porque sabiam que ele era o Cristo. Ao romper do dia, Jesus foi para um lugar solitário. As multidões o procuravam, e, quando chegaram até onde ele estava, insistiam que não as deixasse...”

Como compreender a atitude humana frente a bondade celestial? Se nunca soubéssemos como ela é, pelo simples fato de dizermos não o vemos, a própria natureza a volta de todos nós as apresentam e manifestam Sua Glória seja no céu ou na terra. Tudo em movimento seguindo seu ciclo e coexistindo com a raça humana e todas essas forças sempre achando meios para se manter em atividade.

Quantas espécies já deixaram de existir, como diz a história natural, pelas próprias mudanças que o planeta teve ao longo de sua existência e quantas outras sobrevivem ou adaptaram-se as novas realidades impostas pelos humanos racionais.

Jesus, o Filho de Deus é o exemplo vivo que temos a seguir, suas ações apresentam seu amor pela vida e seus cuidados ao ser humano criado a imagem e a semelhança do Criador, demonstrando sua obediência consciente e sincera aos desejos do Pai Amoroso, pelos seus.

Os anjos também foram criados e tem sua eternidade, mas do que é pecado não desfrutam. Assim se alegram com o Criador por cada pessoa que se arrepende e se volta de sua velha vida errante para seguir seu Criador, através do ato único e definitivo estabelecido na dispensação da graça, onde pelo sacrifício único do Cordeiro de Deus foi restaurado o acesso ao Pai, quebrando enfim o efeito danoso do pecado, que é a morte, iniciado desde a consciência do pecado no Jardim do Eden.

Jesus passou no meio de um povo irado que o havia levado para fora da cidade de Nazaré com o intuito de o destruir; agora ele caminha na direção da Cidade de Cafarnaum e lá anuncia o amor do reino de Deus entre eles, cuida dos cansados e entra na casa da sogra de Pedro e lhe pedem para fazer algo por ela que tinha febre alta.

O mestre toca em sua mão, e repreende a febre, ela imediatamente sente a cura e fica em pé e passa a servir. O povo leva seus doentes, ao cair da tarde, no final do sábado provavelmente e agora possivelmente estavam na porta da casa de Simão, onde estava a sogra, e Jesus vai cuidando deles e expulsando os que tinham possessão.

A mente para e divaga sobre esses acontecimentos e percebemos que a resposta vem aos que o procuram de todo o coração e assim o encontram, e mesmo os que estavam possuídos e anunciam as verdades sobre o Cristo, são libertos e os cuidados se estende a todos que lá estavam.

Os cuidados que Jesus apresentou explica o porquê de as multidões terem ido à sua procura na manhã seguinte, no domingo, e ao acharem (ele havia se isolado), pedirem para que não se ausentasse, mais deles, pois sentiram ser cuidados e tratados como jamais eles haviam vivido fato igual. Seguindo este pensamento Jesus poderia sentir o sucesso de suas ações, e ficar ali, porém sabemos que essas mesmas multidões tempos depois o abandonaram, quando Jesus disse a seus discípulos: Não quereis ir embora também, e sabemos das palavras de Simão, Pedro: “...Só tu tens as Palavras da Vida Eterna. ”



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





REAL AUTORIDADE.

Base na Bíblia: Lucas 4: 33-37 ... Na sinagoga havia um homem possesso de um demônio, de um espírito imundo. Ele gritou com toda a força: “Ah! Que queres conosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Sei quem tu és: o Santo de Deus!” Jesus o repreende e disse:”Cale-se e saia dele¹” Então o demônio jogou o homem no chão diante de todos, e saiu dele sem o ferir. Todos ficaram admirados, e diziam uns aos outros: “Que palavra é esta? Até aos espíritos imundos ele dá ordens com autoridade e poder, e eles saem!” E a sua fama se espalhava por toda a região circunvizinha...”

Cultivamos em nossa sociedade o habito de não abrir mão do pensamento natural e do critério da opinião que em sua maioria inicia a frase com o termo: “eu acho”. Isto ocorre para expressarmos nossas opiniões sobre todos e tudo a nossa volta, basicamente não poupamos nada sem deixar de manifestar nossas impressões e assim mostrarmos que fazemos parte de uma sociedade globalizada.

Jesus agora em Cafarnaum apresentava na Sinagoga ao povo, o plano redentor do Senhor, anunciando a todos a chegada do reino celestial e estava cheio de autoridade e poder e anunciava o ano aceitável do Senhor.

Todos os que o ouviam, admiravam-se da sua autoridade ao ensinar e com seus próprios olhos admiravam os sinais e as maravilhas que ocorriam diante deles; cuidando dos que estavam doentes em seu corpo, mente, alma e espírito.

O plano eterno estava em pleno andamento perfeito, afinal era conduzido pelo próprio cordeiro pascal, o qual em suas palavras, e em seus ensinos apresentavam sempre o grande amor que o Senhor tem pelos que criou a sua imagem e semelhança.

No início deste texto citei que o povo tinha seu comportamento natural de procurar saber das novidades e no meio desses, havia uma pessoa possuída de um demônio. Este ao ouvir as Palavras do reino, em alta voz, questionou o momento e as consequências que isto estava ocorrendo para prejuízo da sua estabilidade.

Jesus poderia aceitar, essas palavras, como uma maneira de confirmação de seu ministério, afinal alguém estava entre tantos ouvintes, reconhecendo e dedicando ao Messias, sua autoridade e a sua Divindade, mas sabendo o Mestre Rabino Jesus, a origem e os propósitos de confusão e discórdias que era o alvo deste, buscou com sua autoridade e poder expulsar o espírito ruim que estava dentro dessa vida. Segundo o texto que lemos, esse fato ocorreu e ao chão foi o homem lançado na presença de todos, mas levantou-se liberto, sem nenhum machucado físico ou mental.

O projeto de muitos corações, seja outrora ou em nossos dias, não está centrado em elogiar seu próximo, podem até conter em suas palavras, mensagens subliminares que chegam a levar aos que a recebem a níveis de puro egoísmo, o auto ego super elevado, autovalorização e por fim hipervalorizacão de si mesmo, que no primeiro momento parece um singelo elogio, absolutamente despretensioso, porém leva a ruína.

A real autoridade que vem do Alto, tem como selo a sabedoria do alto e apresenta os critérios do Mestre Jesus, o Messias, Salvador que em suas palavras deixou claro que aqueles que querem ser os primeiros, sejam sempre os que servem e estejam entre os últimos na fila, pois os primeiros lugares são aos convidados pelo Rei dos reis e somente a ele compete o ato de chamar para estar nesses lugares; ele é justo em suas decisões sem sombra de variação.

Ao produto da terra encontramos flores e frutos, mas tem seu tempo finito e Jesus escreveu sobre o rei Salomão, que mesmo em sua riqueza e apogeu nunca se vestiu tão bem como o lírio, assim lembremos dos valores eternos que nem a traça nem a ferrugem podem corroer, esses sins, fazem crescer eternamente debaixo da real autoridade.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 28 de outubro de 2016

HOJE SE CUMPRIU.

Base na Bíblia: Lucas 4: 24-25 ... Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. E todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que saíam da sua boca; e diziam: Não é este o filho de José? E ele lhes disse: Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; faze também aqui na tua pátria tudo que ouvimos ter sido feito em Cafarnaum. E disse: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome; ...”

Jesus leu um texto citado no Livro do profeta Isaías, entregou o livro ao ministro e sentou-se.

Todos fitaram seus olhos em Jesus, pois suas palavras lidas apontavam para o Messias que traria a graça a seu povo, que vivia um período de mais de quatrocentos anos de silêncio, sem que profetas se levantassem e a cada período um novo dominador surgia em suas terras.

O povo na sinagoga de Nazaré muito ouvirá falar dos milagres que Jesus operará em outras Cidades da região da Galiléia e agora estão diante dele, o próprio Messias, o Filho Unigênito do Pai, o Emanuel, a Rocha Viva, o Senhor de todas as coisas e Salvador esperado e a preocupação deles era que conheciam não só a ele, mas também seus familiares.

As palavras por sua vez do Messias são objetivas e claramente declara que as Palavras lidas do livro de Isaías se cumpriam nele. De imediato por alguma razão lógica, todas as pessoas nessa Sinagoga esqueceram o texto e se preocuparam na pessoa, e inevitavelmente a dúvida e a impossibilidade de aceitar essa verdade aconteceu e assim fazendo todos deixaram a alegria de aceitar a graça do Eterno maravilhosa. Muito parecido a esse fato ocorre em nossos dias em que falsos profetas se levantam e arrebanham legiões para si e não para o Senhor.

Jesus confronta esse comportamento com algumas simples comparações que definem a dureza de seus corações. A primeira delas usa de um provérbio de sua época: Médico cura-te a ti mesmo. Em seguida cita o profeta Elias no episódio do povo de Deus que estava na terra de Israel e não choveu por 3 anos e meio e foi procurado como malfeitor e o Eterno o levou a outro país a encontrar-se com uma viúva e com ninguém de Israel, até o ponto que lemos, mas completou citando também o profeta Eliseu.

O povo sentiu que era claro que mesmo uma palavra do dia a dia (provérbio) ou citado dos registros das Sagradas Escrituras, o Senhor Jesus tinha conhecimento do que estava no coração de cada um deles e diretamente a eles falava. O tempo presente aconteceu diante deles e o tempo passado da dureza em seus corações impediram de verem; assim fizeram e perderam a oportunidade de procurarem liquidar em Jesus, seus aborrecimentos, maus momentos, suas dores e suas reais fraquezas e o maior de todas as coisas, encontrarem suas reconciliações com o próprio Eterno.

Jesus diz em outro momento: De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? A hora se cumpriu diante deles e de todos que ouvem a sua Palavra em qualquer tempo e sabemos que os cidadãos de Nazaré após ouvirem se encheram de ira, pois incomodava a cada um que ouvia essas suas palavras; o expulsaram não só da Sinagoga, mas também da Cidade e o levaram ao despenhadeiro onde se encontrava Nazaré com o único objetivo de precipitar Jesus lá de cima.

Agora é o tempo presente de cada um de nós que acabamos de ouvir suas palavras, como vamos agir está em cada um de nós, se acharmos histórico ou se acharmos verdadeiros para nós só o coração de cada um poderá dar sua resposta, mas saibam todos que: Hoje se cumpriu.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 21 de outubro de 2016

CORRER A NOTÍCIA.

Base na Bíblia: Lucas 4: 14-17 ... Jesus voltou a região da Galiléia, e o poder do Espírito Santo estava com ele. As notícias a respeito dele se espalhavam por toda aquela região. Ele ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos. Jesus foi para a cidade de Nazaré, onde havia crescido. No sábado,conforme o seu costume, foi até a sinagoga. Ali se levantou para ler as Escrituras Sagradas, e lhe deram o livro do profeta Isaías. Ele abriu o livro e encontrou o lugar onde está escrito assim: ...”

Jesus foi para a região da Galiléia, após João Batista ser preso, saiu de sua cidade Nazaré foi habitar em Cafarnaum, e dela chegou as demais Cidades, ao chegar, apresentava as Palavras de salvação declarando que: O tempo está cumprido, é chegado o reino de Deus, arrependei-vos e crede no evangelho, por habito o fazia aos sábados nas sinagogas.

As pessoas que o ouviam, eram tocadas em seus íntimos e a esperança de uma vida melhor, uma nova oportunidade começava a surgir naqueles que viviam isolados nessas Cidades, onde desde a divisão do reino de Israel (Roboão filho de Salomão com Jeroboão) viviam períodos de constantes guerras, ora pelo trono, ora pelas guerras por conquista de território e ainda haviam vivido a deportação total de todos da terra e no seu lugar foram colocados outros povos para habitar na terra prometida ao povo descendente de Abraão.

Como disse o profeta Isaías: A terra de Zebulom e a terra de Naftali, o caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia dos gentios, o povo que estavam sentados na região da sombra da morte, a estes a luz raiou. As invasões que ocorreram bem como as futuras dominações gregas e por último a Romana durante todo esse período obscuro para o povo de Deus, os dividiram, mas aos poucos o povo voltou para a sua terra, no antigo reino de Israel (reino do Norte), mas ainda assim havia diferença entre os próprios judeus, principalmente com os de Judá que haviam ficado na terra pois esses parcialmente foram deportados para os Babilônios, mas a terra manteve judeus e ao voltarem não houve mistura em Jerusalém (Reino de Judá, reino do Sul), como houve em Samaria e na região da Galiléia por ordem dos Assírios, seus primeiros conquistadores.

Toda essa situação apresentava o retrato, ou o clima dominante de um povo subjugado por diversos fatores, Jesus, por sua vez, anunciou o arrependimento necessário, o pecado banido das vidas e a aproximação do povo com seu Deus, pois, as promessas descritas nas Escrituras Sagradas, estavam se cumprindo diante de seus olhos, o próprio unigênito do Pai, estava entre nós, na terra, apresentando o caminho que nos traz a paz, pois suas Palavras eram para aquela época, para os de antes, para os de hoje e por fim para os de amanhã também, até a sua Volta para buscar a sua Igreja.

Desta maneira a correr a notícia se propagou e chegou até nós. No mundo, em um levantamento efetuado a aproximadamente dois anos, faltavam por volta de 400 etnias a ouvirem o evangelho das Boas Novas de Jesus, o Messias Salvador, agora o número deve estar bem diferente, mas as notícias continuam a correr e esta é a única proposta real que pode mudar vidas secas em sua essência, árvores sem folhas, vidas escuras em cavernas, rios secos de vidas sem esperanças vivendo de promessas sem fim, sem objetivos para si próprio e para os seus, pois em sua mensagem, Jesus declara: Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 14 de outubro de 2016

SABER RESPONDER.

Base na Bíblia: Lucas 4: 1, 2, 4, 8 e 12 ... Jesus cheio do Espírito Santo, voltou do rio Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. Ali foi tentado pelo Diabo durante quarenta dias. Nesse tempo todo ele não comeu nada e depois sentiu fome... Jesus respondeu: As Escrituras Sagradas afirmam que o ser humano não vive só de pão... Jesus respondeu: As Escrituras Sagradas afirmam: “Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.”... Então Jesus respondeu: As Escrituras Sagradas afirmam: “Não ponha à prova o Senhor, seu Deus.”...”

Sabemos que para o sucesso de uma civilização, os cuidados de se ter uma boa comunicação eficiente ocorrem a curto, médio e longo prazo no grupo. Essa comunicação desenvolve entre si as perguntas e as respostas necessárias para a Interação com o menor nível de ruído entre seus cidadãos para que possam obter o conforto, respeito e a dignidade entre todos, logo mutuamente.

Nos dias atuais existem muitos sistemas de avaliações que apontam a qualidade de vida das pessoas em diversas parte do planeta em seu meio e sempre propõem melhorias, visando atingir a sociedade ideal.

Jesus pelo Espírito Santo de Deus foi levado, logo após seu batismo, para o deserto. Durante 40 (quarenta) dias de jejum, nada comeu, e teve fome, durante esse espaço de tempo foi tentado por toda sorte de tentação pelo diabo (acusador, tentador), mas aparentemente os registros de Mateus e Lucas narram inspirados pelo Espírito Santo de Deus: 3 (três) tentativas, para nosso crescimento espiritual.

O primeiro foi decorrente da fome, causa comum na humanidade responsável por muitas mortes, ainda em nossos dias, e essas ocorrem muito mais devido a ganância do que pela escassez do alimento. Jesus nesse momento recebe uma ordem direta, e a ouve e sua resposta foi sabia, pois, a origem da ordem era para quebrar seu ministério na terra e assim deixar de cumprir a vontade do Pai Eterno Deus. "Nem só de pão viverá o homem..."

A segunda apresenta a qualidade da vaidade do poder, em que nossa humanidade tem mergulhado sem se dar conta, porém observemos que sempre são mantidas as rédeas curtas pelo poder dominante que age sobre a terra. "Ao Senhor adorarás e só a Ele servirás..."

A terceira segundo Lucas, ao escrever liga uma transposição de corpo para o Templo, o qual foi dedicado ao próprio Deus Criador dos Céus e Terra, elevado em um ponto alto, mas com dificuldade em caso de queda, a proposta foi clara ao determinar: lança-te propositadamente, de uma ordem e nada acontecerá de mal a ti. "Não tentarás o Senhor teu Deus."

Ser um discípulo nada mais é que ser aprendiz de um Mestre, e sabemos que desde a antiguidade os povos tinham os que Ensinavam, os quais buscavam levar o ensino aos seus aprendizes e a Grécia, por exemplo, é citada como um berço dessa cultura. Apresento agora Jesus, como o Mestre, Rabi, Raboni, Pastor, Filho mais velho (primogênito do Pai) para ser seu tutor, assim serás seu discípulo em seus novos dias, orientado e lembrado pelo Espírito Santo de Deus, nesse deserto de sua vida, para se tornar um apóstolo pronto a falar e saber responder a resposta certa, dessas verdades que transformam a alma, corpo e espírito do ser humano.




Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 7 de outubro de 2016

FILHO AMADO.

Base na Bíblia: Lucas 3: 21-22 ... Depois do batismo de todo aquele povo, Jesus também foi batizado. E, quando Jesus estava orando, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu na forma de uma pomba sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse: Tu és o meu Filho amado e me dás muita alegria...”

Jesus era de nacionalidade Judaica, nascido em Belém da Judéia, descendente da tribo de Judá, que era o quarto filho de Jacó com Léia, circuncidado ao 8º. dia, levado ao Templo no 40º. dia, onde duas pessoas, uma que se chamava Simeão e a outra se chamava Ana, que lá estavam e quando o viram, profetizaram diante de todos a seu respeito na área do Templo; de ano em ano vinha com os seus para Jerusalém; aos 12 (doze) anos durante essa visita a Jerusalém houve um acontecimento que levou seus pais a procura-lo por 3 (três) dias e o encontraram no templo conversando com os doutores da lei, ouvindo-os e interrogando-os, ele voltou com eles para Nazaré da Galiléia, pois era obediente; enquanto crescia em tamanho e sabedoria o Eterno Deus e as pessoas gostavam mais dele.

Agora por volta de seus 30 (trinta) anos Jesus vai ao Rio Jordão e se encontra com João, o Batista e Jesus é batizado, neste detalhe é citado por outros escritores do Novo Testamento, onde ficamos sabendo da resistência de João em obedecer, mas as palavras de Jesus foram esclarecedoras a João, para que fosse batizado nas águas do rio Jordão.

Jesus estava orando ao ser batizado, saindo das águas, como descrevem outros escritores do Novo Testamento e um evento ocorreu diferente de todos os outros batismos que João até então fizera. Dos céus se abriu e veio o Espírito Santo em forma de pomba sobre Jesus e a voz de Deus do céu foi pronunciada, provavelmente na língua hebraica, pois era audível e reconhecível a todos que ali estavam, porém, direcionada especificamente a Jesus.

A Santíssima Trindade estava reunida na terra, Deus Pai, Deus Espírito Santo e Deus Filho, o único Deus Supremo, mostrando a sua unidade materializada entre os seres humanos. O Senhor Jesus, o filho amado do Pai, estava presente entre nós e trouxe as palavras de restauração e reconciliação da criatura com o seu Criador, mesmo sendo Divino, mortal se fez e suportou em amor o castigo que era sobre nós e por seu amor ao Pai suportou também o sacrifício que tragou a morte e o juízo pela vida que nos traz a paz.

Vivíamos debaixo das trevas da cegueira do nosso próprio entendimento, longe do Senhor, num caminho sem destino, sem esperança, mas o Filho Amado brilhou e trouxe alento e perdão mostrando o único caminho possível que nos leva ao Pai. Veio o verbo, a verdade, a luz, o próprio filho Amado, mas como relatam as mesmas Escrituras Sagradas amamos mais as trevas, porém a todos que ouviram e ouvem sua voz, deu-lhes o perdão dos pecados, direito de serem chamados de filhos e de receberem a vida eterna.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula