sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CONVENCIDO OU CONVERTIDO.

Base na Bíblia: João 10:13-16 “... Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprísco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor...”

Vivemos um tempo de que precisamos ser convencidos de quase tudo, para começarmos a agir.

Uma das armas mais poderosas que existe chama-se necessidade, essa influência diretamente em nossas tomadas de decisão, simples assim.

Apesar de vivermos em pleno século XXI ainda nos utilizamos de bases narradas desde a antiga Grécia através de seus filósofos e pensadores e mudamos os nomes aplicamos como novas teorias ou roupagens com o intuito sempre de adaptar as condições do momento vivido.

A Bíblia por sua vez vive seu curso ora confirmando o que foi citado anteriormente ou ao contrário ora contrariando. E todos os seres humanos optam por um meio desse ou por outro e acabam sendo convencidos a si mesmos de que o certo é este caminho ou ao menos esse é o “menos ruim”, ou ainda, fico com este até aparecer algo melhor, logo vivemos dias de grandes mudanças rápidas sobre tudo e todos e somamos a velocidade da tecnologia sempre em constante avanços. Prontos estão então vivendo como fruto do convencimento próprio e ainda outros influenciados por terceira como mídia, sons seus exemplos de pessoas e somamos a isso a nossa conduta própria de viver logo e vivemos convencidos.

Jesus cita claramente que suas ovelhas ouvem a sua voz, para as pessoas urbanas isso não tem sentido, mas para os que são especialistas, ou seja, convivem com essa rotina, sabem que mesmo vários pastores quando estão reunidos em locais onde há águas, por exemplo, com seus rebanhos. Ao simples chamado do Pastor suas ovelhas o seguem se dispersando das demais. Assim é ou pode ser comparada a conversão, pois trata-se de um encontro pessoal que muda de dentro para fora, não é visível, mas quando o Mestre o Bom Pastor chama, a ovelha ouve sua voz e tem prazer de seguir e de estar ao seu lado e fazendo sua vontade.

Mas Cristo também apresentou a preocupação dos fariseus e dos chefes das sinagogas em converter pessoas e os tornarem filhos do diabo. Pois ensinam as leis, mas eles que ensinam não as praticam; logo não ouvem a voz do Senhor Jesus, o Messias que veio para os seus, mas os seus não o receberam e assim foi possível que Ovelhas de outros apriscos Que estavam vivendo suas vidas em seu dia a dia como convencidos; mas com o Pastor chamando ouvem a sua voz (seu chamado) e o reconhecem como seu verdadeiro Senhor de suas vidas.




Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





ALIANÇA CELEBRADA.

Base na Bíblia: Mateus 26:26-30 “... Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomais, comei; isto é o meu corpo. E tomando um calice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão de pecados. Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba novo, no reino de meu Pai. E tendo cantado um hino, sairam para o Monte das Oliveiras...”

Todos sentados ou praticamente deitados lateralmente e celebrando a festa da Páscoa, o memorial, e todos comiam carneiro inteiro assado com pães e juntamente com as ervas amargas; tudo apressadamente e sempre vestidos como quem vai sair. Jesus em destinado momento chama a atenção para si e para dois elementos que seriam símbolos após sua explanação.

O Mestre agradece ao Senhor o pão que coloca em suas mãos (certamente pão sem fermento) e dá graças ao Eterno, de imediato reparte com suas mãos e convida a todos a comerem deste pão (inclusive Judas).
Em seguida que todos foram servidos do pão, consagra o cálice com vinho agradecendo ao Senhor e de imediato passa o cálice para que todos bebam.

Ao partir o pão simbolizava o sacrifício que ocorreria horas à frente na Páscoa. Pois eles estavam na véspera. E o agradecer pelo vinho simbolizava o necessário sangue para haver aliança de Deus com os homens, cujo sangue seria vertido desde o sofrimento ao martírio na cruz de madeira para remissão (literalmente tirar os pecados) de muitos do seu povo.

Esse acontecimento singelo marcou uma nova era de esperança para a humanidade que vivia, vive e viverá em trevas, assim como Judas que vivia esse momento testemunhava esse acontecimento, mas seu coração estava preenchido por trevas e caminhou ainda assim nelas.

Na história muito mudou sobre a celebração da Santa Ceia, mas só um exemplo no inicio o taça ou cálice era repartido por todos que participavam, porém na Idade Média devido às constantes pestes que envolveram esse período aboliram esse método em nome da higiene e prevenção da saúde.

Jesus apresentou os símbolos que marcam essa retomada das Chaves da Morte e traz o resgate do homem e mulher com seu criador.

Embora já anos passem desde essa primeira Ceia de Cristo com seus discípulos (apóstolos) há uma promessa que o povo desta aliança com Deus vão tomar desse novo vinho preparado na Eternidade todos juntos.

O convite está posto falta o aceite como diz o Senhor: se hoje ouvirdes sua voz venha como está e Cristo cuida de ti e tem um lugar a mesa também para ti.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O DESEJO SINCERO DE CADA DIA.

Base na Bíblia: Mateus 20: 20-24 ... Aproximando-se dele, então a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, ajoelhando-se e fazendo-lhe um pedido. Perguntou-lhe Jesus: Que queres? Ela lhe respondeu: Concede que estes meus dois filhos se sentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino. Jesus, porém, replicou: Não sabeis o que pedis; podeis beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos. Então lhes disse: O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai. E ouvindo isso os dez, indignaram-se contra os dois irmãos...”

As progenitoras sempre cuidam dos seus, possivelmente por estarem presentes em todo o processo da gestação.

Mesmo em nossos dias de grande correria nas grandes Cidades, a mãe, cuida do seu em todo o tempo agindo diretamente quando dividindo ou indiretamente quando nutrindo, para o seu desenvolvimento saudável e assim abre mão, ou expande, as suas rotinas para incluir esse período tão necessário a essa nova vida que se prepara para vir ao mundo.

Os chamados por Jesus foram para João e Tiago, ambos eram filhos de Zebedeu, mas quem estava caminhando junto com eles, sua mãe.
Os cuidados dos seus é sempre presente mesmo após sua maturidade, ainda que hoje em dia possa ser questionável essa conduta por muitos grupos, principalmente os atuais visionários dos Direitos Humanos, ou seja, não é mais uma regra natural agindo no meio, porém para essa mãe (dos filhos Tiago e João) o cuidado materno supera ou quebra as barreiras da idade e assim liberou diretamente ao Senhor seu pedido.

Porém, sobre isto, cabe lembrar que o instinto materno de querer o melhor para os seus sempre fica no topo de suas prioridades.

Assim, como todas as mães que diariamente se preocupam com os seus, está mãe também não fugiu a essa regra e teve seu momento de encontro pessoal com o Senhor Jesus.

Jesus a ouviu sobre seu pedido e declarou que quanto a sua petição Ele não poderia atender e exatamente nesse momento os filhos entram diretamente no pedido da mãe, no assunto e declaram que era possível sim, beber do cálice do Senhor.

Jesus confirma que sim, sobre este fato, se serviriam sim, como toda a humanidade.

Porém, o Mestre como filho, frisou que o assentar-se a direita e esquerda cabia somente ao Pai.

Semelhantemente nós vivemos a questionar nossos valores e nossos julgamentos pessoais e muitos de nós sabemos naturalmente que nossos entes queridos esperam o melhor para nós e reciprocamente.
Inclusive as Escrituras nos ensinam a bater, buscar e pedir, mas também Jesus igualmente adverte sobre o fato de pedir mal com o intuito de usar para nossos próprios deleites.

O Senhor Eterno sabe a quem devemos orar pedindo e está pronto para ouvir e mais rápido em responder, cabe somente à lembrança do Senhor ao dizer: “Os meus pensamentos não são os vossos”, e ao declarar desta maneira fica claro que sempre haverá a última palavra Soberana. Porém ainda assim muitos antecipam suas situações e acabam se frustrando e colocando no Senhor a responsabilidade de não ter obtido êxito pleno só momentâneo.

A intercessão existe sim, sempre existirá e vem de um coração amoroso e consciente e muitos veem isso com a melhor das intenções e declaram vitórias antecipadamente, mas estás só serão verdades se virem do Senhor, pois ainda que resultem em sucessos materiais podem por fim, levar a ruína pessoal e emocional do ser.

Os desejos sinceros que temos e fluem de nossa simpatia e são os mais puros e cristalinos que podem aparecer, quanto a sabedoria deveríamos sempre ser antes colocados e submetido aos planos eternos, para que assim como sabemos de Abraão ao se dispor a sacrificar seu filho Isaque, pelo pedido do Senhor, e seu resultado, ou Ana ao entregar seu filho Samuel, primogênito, a casa do Senhor, voluntariamente, estejamos certos como eles, de que os cuidados sempre maior será do Criador.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 25 de setembro de 2015

SINTOMAS SEMELHANTES.

Base na Bíblia: Mateus 20:30-34 “... e eis dois cegos, sentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós. E a multidão os repreendeu, para que se calassem; eles, porém, clamaram ainda mais alto, dizendo: Senhor, Filho de de Davi, tem compaixão de nós. E Jesus, parando, chamou-os e perguntou: Que quereis que vos faça? Disseram-lhe eles: Senhor, que se nos abram os olhos. E Jesus, movido de compaixão, tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista, e o seguiram...”

Bastaria saber que a doença de cegueira pode ser de nascença ou gerada durante a vida, e que a possibilidade de enxergar são mínima, ou inexiste, para justificar a existência.

O plano eterno não está limitado a sua situação pessoal presente, antes seu alvo consiste em transformar, moldar, realinhar o que aparenta estar sem possibilidade de acerto, apesar de todos os esforços pessoais e de especialistas que vierem a ser consultados ao longo de cada peregrinação.

As histórias sobre cegueira ultrapassam em muito o campo exclusivo da visão ocular, todos nos necessitamos muitas vezes de orientações para evitar que as oportunidades reais que mudariam nossa história passem a nossa frente e deixemos de aproveitar, seja pela pura falta de informação, ou mesmo pela falta do conhecimento, ou ainda por crises de ordem pessoal, profissional, acadêmica, emocional ou ainda a temperamental.

Dois cegos juntos segundo o Evangelho de Mateus estavam a beira do caminho, disputando provavelmente moeda por moeda, sobre suas perda de visão provavelmente eram diferentes um do outro, mas ambos eram cegos e não embusteiros.

Alguém anuncia a passagem de Jesus, o mestre, profeta e messias pelas redondezas, provavelmente local onde eles conheciam. Esse alguém que deu a informação pode ser um sujeito indeterminado, mas sua iniciativa mudou a regra de conduta desses dois homens.

Os sintomas clínicos eram cegos e provavelmente perceberam uma oportunidade de melhorar o faturamento, afinal multidão aumenta a probabilidade. Ambos começaram a chamar a atenção para a direção deles e o faziam sem cessar. Todos deveriam estar ouvindo, da multidão, inclusive Jesus.

O sintoma do Mestre foi de parar a caminhada e chamar esses dois para perto de si. A pergunta quando chegaram parecia desconcertante para os dois.

A resposta deles deixava claro que não se tratavam de mentirosos ou calculistas, pois tiveram frações de segundos para decidir a resposta.

Buscaram em Jesus exatamente o que não tinham ou que haviam perdido ao longo de suas vidas: a visão.

O milagre aconteceu e ambos agora caminhavam juntos com a multidão seguindo também o Mestre.
Para mim e para você qual seria a resposta que atenderia as expectativas, pois sempre haverá esse: sintoma semelhante.

Suas escolhas nas palavras mudam e trazem novos referenciais e valores quando entregue ao único pronto a te ouvir: o Senhor Jesus.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula






sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ALABASTRO E NARDO.

Base na Bíblia: Mateus 26:06-12 “... Jesus estava no povoado de Betânia, sentado à mesa na casa de Simão, o Leproso. Então uma mulher chegou perto de Jesus com um frasco feito de alabastro, cheio de um perfume muito caro, e derramou o perfume na cabeça de dele. Ao verem aquilo, os discípulos ficaram zangados e disseram: Que desperdicio! Esse perfume poderia ter sido vendido por uma fortuna, e o dinheiro, dado aos pobres. Mas Jesus, sabendo o que eles diziam, disse: por que vocês estão aborrecendo esta mulher? Ela fez para mim uma coisa muito boa...”

João 12:3 diz: “Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo.”; e

Marcos 14:3, diz: “Estando ele em Betânia, reclinado à mesa em casa de Simão, o Leproso, veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro cheio de bálsamo de nardo puro, de grande preço; e, quebrando o vaso, derramou-lhe sobre a cabeça o bálsamo.”.

Jesus estava em Betânia próximo de Jerusalém, a seis dias da Páscoa, e lá já fervia de pessoas provavelmente em torno de 200 (duzentas) mil. Ele entra na casa de Simão, o leproso, para se alimentar com os seus e o anfitrião com seus parentes e amigos, provavelmente dentre os amigos, Lazaro, Marta e Maria, e diz as Escrituras que uma mulher surge aparentemente sem nenhum protocolo e toma a frente das ações e chama a atenção para si pela seqüência de gestos que adota em frente de Jesus.

Ela sem sinal algum antecipado, quebra um vaso de alabastro e de dentro dele derrama seu liquido de nardo puro, exatamente sobre a pessoa de Jesus em sua cabeça que com certeza chegou aos pés pela força da gravidade.

O nome dela era Maria e tinha como irmã a Marta que servia no local desta ceia e seu irmão Lázaro o mesmo que Jesus ressuscitará dos mortos, segundo os escritos da Escrituras contidos no livro de João.
Saibam todos que um perfume importado naqueles dias seria de um valor alto e esse de nardo, por sua vez, vinha do Himalaia e pela quantidade sugerida equivaleria a 300 denários, para entender o custo, devemos estar cientes de que 1 denário equivale a 1 dia de serviço.

O vaso de alabastro então era por si só uma obra de Arte que somente profissionais especialistas em vidro e/ou cerâmica ou especificamente com alabastro atingiriam essa qualidade de vaso, feito para compor este bálsamo. Resumindo uma obra de arte a parte sem nenhum valor definido, devido à qualidade do produto final.

Mas sem ensaio ou surpresa premeditada surgiu essa mulher, provavelmente Maria tomando essa atitude de quebrar o vaso, quanto e este tipo de ação, pode ser comparado a cada um de nós quando nos quebramos diante do Senhor Jesus abrindo nosso coração, confessando-o e aceitando-o.

E em seguida ela derramou o conteúdo: o perfume de nardo sobre Sua cabeça, o qual com certeza se esparramaram por todo seu corpo. Assim também poderíamos comparar ao que cada um de nós faz ao se derramar e confessar os nossos pecados e delitos diante do Senhor.

Veio de imediato o aroma que invadiu todo o lugar que estavam, assim também vem para cada um de nós à fragrância de Cristo que primeiramente tira o nosso cheiro de morte e nos traz o Doce Cheiro da Vida Eterna, o qual invade nosso ser e Ele nos envolve com seus abraços doces, ternos e estamos enfim debaixo de Suas Asas, reconciliados com o Criador.

Por isso disse o Profeta Isaías a mais ou menos 600 anos antes do nascimento de Cristo por uma virgem: Ele levou sobre si as nossas dores. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele. E por suas chagas fomos sarados.

Simples é compreender o vaso de alabastro e seu perfume de nardo usado há séculos anteriores e posteriores, para envolver o corpo da realeza em sua morte, sim isso é fácil, mas era necessária essa morte de Jesus, o Cristo, como sendo o único sacrifício agradável ao Eterno e por está atitude voluntario do filho para com seu Pai, enfim, resgatar o homem do pecado e do juízo da morte e do inferno, para que a verdadeira vida que há desde os Principio, que é sem fim e que vive em harmonia viesse para resgatar por seu infinito amor do Pai a sua criatura, como está descrito em João 3:16.


Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 11 de setembro de 2015

VÊR COM O CORAÇÃO.

Base na Bíblia: Lucas 19:01-10 “... Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos. Ele estava tentando ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, pois Zaqueu era muito baixo. Então correu adiante da multidão e subiu numa figueira brava para ver Jesus, que devia passar por ali. Quando Jesus chegou áquele lugar, olhou para cima e disse a Zaqueu: - Zaqueu, desça depressa, pois hoje preciso ficar na sua casa. Zaqueu desceu depressa e o recebeu na sua casa, com muita alegria. Todos os que viram isso começaram a resmungar: - Este homem foi se hospedar na casa de um pecador! Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: -Escute, Senhor, eu vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém, vou devolver quatro vezes mais. Então Jesus disse: - Hoje a salvação entrou nesta casa, pois esse homem também é descendente de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar quem está perdido...”

O que quero ver muitas vezes nada tem a ver com o que quero fazer realmente. Explicando melhor, muitas vezes só queremos espiar alguma coisa que nos chama a atenção, como ocorreu com Moisés ao apascentar as ovelhas de seu sogro Jetro nos arredores da montanha do Sinai e estando lá viu uma chama que ardia, porém não consumia o arbusto, ele só queria ver esse fenômeno que ocorria e nada mais, porém sabemos o que encontrou.

Salvo pelas circunstâncias da natureza podemos escolher nossas profissões e nos dedicamos a ela. Zaqueu escolheu a sua assim como Mateus também; eles eram publicanos, e Zaqueu o Chefe deles, ou seja, faziam parte de um grupo que recolhia impostos dos judeus em Nazaré e os entregava a Roma, porém os que exerciam essa profissão tinham fama de além de serem traidores de seu povo os de serem extremamente gananciosos. Títulos horríveis para aquele tempo. Enfim essa era a ocupação de Zaqueu.

Jesus em certo momento entra na Cidade de Jerico e caminha por ela toda, e esse cobrador de impostos por alguma razão vai também as ruas e fica sabendo destas novas.

Procura por algum motivo ver quem era essa pessoa, possivelmente simplesmente ver sua aparência, isso possivelmente deveria bastar para ele e atenuar sua curiosidade.

Sua estatura comprometia sua idéia e ele armou uma estratégia do tipo: se não posso transpor a barreira de pessoas, vou à frente ao provável caminho que Jesus vai passar e procuro um ponto elevado, um ponto de observação para realizar essa façanha.

Sim fez como planejou e achou o ponto elevado ao subir em um sicômoro, ou figueira brava e lá estava ele enquanto o Mestre passava.

Seus olhos o viam, mas seu coração se remexia mais e mais, mas quem olhou para Ele e também o viu foi Jesus que de imediato o chamou pelo Nome e deu-lhe uma ordem direta.

Sua atitude mudou a história de sua vida, pois ao ver Jesus seu coração abriu e viu a verdade bem a sua frente.

Os opositores questionaram a atitude de ir à casa de Zaqueu, mas ninguém ofereceu a Ele sua casa voluntariamente. Em casa Zaqueu teve a confirmação de que seu coração agora via e abriu mão da sua riqueza pelo conforto de sua salvação, simplesmente isso o perdido foi encontrado disse Jesus.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A RECOMPENSA É IGUAL.

Base na Bíblia: Mateus 20:11-16 “... Pegaram o dinheiro e começaram a resmungar contra o patrão, dizendo: “Estes homens que foram contratados por último trabalharam somente uma hora, mas nós aguentamos o dia todo debaixo deste sol quente. No entanto, o pagamento deles foi igual ao nosso!”Ai o dono disse a um deles: “Escute, amigo! Eu não fui injusto com você. Você não concordou em trabalhar o dia todo por uma moeda de prata? Pegue o seu pagamento e vá embora. Pois eu quero dar a este homem, que foi contratado por último, o mesmo que dei a você. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com o meu próprio dinheiro? Ou você está com inveja somente porque fui bom para ele?” E Jesus terminou, dizendo: Assim, aqueles que são os primeiros serão os últimos, e os últimos serão os primeiros...”

Muito se discute em nossos dias pelos direitos em todas as esferas da sociedade.

A igualdade de direitos é debatida e sobre a face da terra desde os primórdios e existe um consenso geral de que quem muito trabalha, por exemplo, será o melhor recompensado.

Esse mesmo pensamento se aplica ao estudo, as atividades físicas, bem como aos demais meios em que o ser humano se aplica a fazer.

Gostaria de apresentar um lugar real em que esse tipo de atitude e pensamento não tem qualquer efeito, ele é totalmente nulo, e os seus efeitos são semelhantes para todos aqueles que entrarem pela porta estreita.

Jesus apresentando o comportamento que há no céu, através dessa parábola demonstrou esse fato ao contar aos discípulos e as demais pessoas ouvintes que estavam presentes.

Imagine uma estrutura social com hierarquia e tratamento igual para todos sem distinção, não importando a idade e o tempo contado pelo momento em que se entra no caminho estreito, (pois existe um exato momento para isso ocorrer) abandonando de vez o natural da natureza humana que é o caminho largo que conduz a porta larga e assim voluntariamente saindo deles para se chegar à porta estreita.

Em nossa sociedade isso é considerado como injusto; afinal cada um teve de dar um maior esforço para trilhar esse citado caminho estreito comparado a aquele que simplesmente chegou e entrou direto demorando somente frações de segundos. O pensamento de injustiça toma forma, pois pensamos na exclusividade do tipo: e se fosse eu! Vendo outro entrar e receber o mesmo que eu.

A verdade do evangelho foge as regras naturais, que nos foram demonstradas como válidas e necessárias para o equilíbrio social, ainda que a humanidade devesse desde criança pensar assim também, uma vez que, as Boas novas refletem a pratica da ação de um plano elaborado desde a fundação do mundo, os primórdios, executados seu processo desde a Queda de Adão e consumado na Morte e Ressurreição do Jesus o Cristo, o último Adão.

Nossa natureza humana busca resposta no material, no natural e também no emocional, vivendo dia a dia de julgamentos rápidos, porém muitos ou a grande maioria ignora que há um espírito que também dia a dia anela encontrar com seu Criador e não somente o corpo e a alma.

A parábola trata de um viticultor, no momento da sega, ou colheita, que fica preocupado em contratar trabalhadores para esse fim. E para isso foi voluntariamente e pessoalmente diversas vezes foi buscar em horários marcados, ou fixos, a fim de buscar profissionais e achou eles até mesmo as 17 horas quando o dia de trabalho se encerrava as 18 horas.

A proposta da salvação é para todas as pessoas que viveram desde a criação, independentemente de idades e o seu propósito único consiste em livrar o perdido do seu pecado e o levar a vida eterna com seu Criador.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula