sexta-feira, 14 de agosto de 2015

DEIXANDO A INCREDULIDADE.

Base na Bíblia: João 20: 24-29 “... Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Diziam-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Ele, porém, lhes respondeu: Se eu não vir o sinal dos cravos nas suas mãos, e não meter a mão no seu lado, de maneira nenhuma crerei. Oito dias depois estavam os discípulos outra vez  ali reunidos, e Tomé com eles. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente. Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu, e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram...”
É comum ouvirmos alguém dizer: Não acredito! E muitas outras frases que seguem a essa do tipo: você está exagerando; ou mentindo; e ai a seqüência de quem ouve: é eu não creio nisto, ou eu não creio assim e por fim na maioria das vezes diz: você está exagerando.

Mesmo com o avanço da tecnologia nos últimos anos e a modernidade presente em nossos dias, ainda convivemos com esse comportamento dentro da sociedade.

Mas um perigo maior se instala em nosso meio ao acontecer isto; que é o da solidão, onde as pessoas por desacreditar uma nas outras procuram esse refugio, e se apóiam em jogos, entretenimento e diversões coletivas para passar o tempo e não mais viver o tempo real de sua vida.

Jesus estava oficialmente crucificado e em conseqüência morto, para se assegurar de sua morte o soldado, gentio, romano o fura do seu lado com uma lança; e só ai, Ele é retirado da cruz e embalsamado ou se quiserem estava envolvidos em panos com perfumes aromáticos e é colocado em um sepulcro novo e na entrada selada com uma grande pedra com um selo do Império.

Muitos poucos acompanharam, mas todos souberam dessa novidade e criam nessa verdade ou realidade. Pois estiveram no momento da crucificação e eles todos ouviam os líderes religiosos dizerem em alta voz: Se és mesmo o Filho do Homem desce dai e creremos que tu és o Filho de DEUS. E nada disso aconteceu.
Pronto depois de três dias, dois na estrada de Emaús tem um encontro com Cristo, após o seu sepultamento. Voltam a Jerusalém e eles contaram aos então discípulos e seguidores do Messias Jesus, mas a dúvida da incredulidade ainda era mais forte.

Desertores talvez da fé, preocupados mais em acertar e para não fazer o papel de otários estavam do que aceitar a verdade da ressurreição do Cristo.

Jesus aparece a dez e possivelmente a mais pessoas que estavam no lugar ou na casa onde estavam reunidos ou escondidos e se antecipa falando: Paz esteja convosco. Eles primeiro vêem depois ouvem e por fim crêem.

Mas ocorre que um, por qualquer motivo, não estava nem perto para ser chamado.

Essa é a realidade da humanidade sempre ouviram dizer que Jesus Ressuscitou e nunca estavam no momento para ver e ai fica duvidoso de tudo e de todos.

Uma breve ilustração: Um pai que muito amava sua única filha (ele era muito bem sucedido na vida financeira e um pai comprometido com seus deveres de provedor e responsável pelos seus). Deu uma flor única e rara a essa filha e lhe disse: Esta flor é rara e única, necessita que fique num local que tenha claridade, u que seja ventilado, e precisa ouvir suas palavras diariamente e precisa de água uma vez por semana. Ela (a filha) agradeceu e recebeu com muito amor e carinho, pois gostava muito de plantas. Passaram-se os dias no inicio seguiu a risca, mas devido a rotina de trabalho estudo cuidados da casa, de seu cuidado próprio e dos seus, foi deixando de falar, mas sempre a via linda essa flor e com o passar do tempo deixou também de aguar ou regar, mas sempre há via linda e pensava meu pai exagerou. E assim foram os dias, certo dia ao chegar em seu lar viu a planta caída e sem vida. Falou, regou, esperou e nada e desesperou-se e foi chamar seu pai. Pediu ao pai: Me da outra eu cuidarei aprendi a lição. A resposta foi não posso lhe disse era rara e única.

Tomé também chamado Dídimo chegou e ouviu as novidades, mas para não entrar em delírio coletivo optou por duvidar e criar regras para crer. 8 (oito) dias depois Jesus aparece onde eles estavam e novamente aparece fisicamente e fala naturalmente a todos. E ainda acrescenta o único dialogo registrado com Dídimo citado nas Escrituras Sagradas. Seu objetivo é claro convida-o a tocar e não só ver suas feridas geradas no processo de crucificação. Agora temos um crente e não mais um incrédulo entre eles.

Jesus somente faz uma declaração que muda a história das razões, objetivando banir a incredulidade de vez, ou seja, Ele diz: Bem aventurado (feliz) o que crer sem precisar ver. Reflito eu, reflita você também sobre está palavra de Jesus para sairmos do padrão da humanidade.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula




sexta-feira, 7 de agosto de 2015

REFORMA DA POSIÇÃO.

Base na Bíblia: Lucas 05: 04-06 “... E quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar. E respondendo Simão, disse-lhe: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei a rede. E, fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes, e rompia-se-lhes a rede...”

Pescam os pescadores a noite inteira suas habilidades são testadas e  seus melhores métodos e seus aprendizados são postos a prova.

Sua necessidade é o seu maior incentivo, pois no trabalho vem a mente a família que aguarda ansiosa seu retorno.

Passam-se as horas, quem sabe os dias, os tempos e o resultado negativo, muito incomodam sua mente, para todos quem sabem de seus compromissos.

A alegria e a motivação inicial vão se dissipando pouco a pouco minuto a minuto. E por fim o fracasso determina a direção da mente, da alma e do corpo.

A história aponta para esses resultados na humanidade, onde os que trabalham vivem a dizer sempre que mal dá pra cobrir as despesas do mês, e ainda que sempre aconteçam para piorar uns extras; e também ocorrem aos desempregados à dura vida de viver de favores semelhante a rotina de um pedinte.

Ainda que pareça, pelo exposto, que a solução esta no fato de ter riqueza, antecipo que nada é assim, pois mesmo a muita riqueza em nada assegura uma vida sem fracasso.

Jesus subiu no barco e depois de um breve tempo convidou os desanimados a voltarem mais longe nas águas e jogarem suas redes que haviam acabado de limpar, com certeza para guardá-las; mas são convidados a ir às águas sob o seu comando e já era dia, fora dos hábitos deles e das espécies caçadas.

Simão, nem era chamado pelo apelido de Pedro (ainda) era um dos que estavam no barco e explicou resumidamente o ocorrido na noite anterior e arrematou: mas sobre tua vontade faço o que me determina.
O resultado surpreende o experiente pescador e se vê obrigado a fazer sinais a seus companheiros em terra para vir e ajudarem, pois o peso era demasiado para ele e seu irmão puxarem a rede para dentro da embarcação.

Jesus convidou cada um destes pescadores para se tornarem pescadores de homens justamente para os fazerem voltar a viver. Surpreendentemente eles aceitaram e confiaram inteiramente no Senhor e nas provisões suas e de seus amados.

A perda do brilho nos olhos de muitos hoje é visível, poucos conseguem esconder e viver de máscara por longos períodos de sua vida. Mas existe um grupo que anelam por mudanças e estes procuram encontrar uma razão para viver verdadeiramente.

Todos têm o dia, assim como foi para nascer e todos esses ouvem as Boas Novas em Cristo e ai como fez Simão, que conhecemos como Pedro tem a oportunidade de transformar sua própria história surpreendendo e vivendo a Reforma.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 31 de julho de 2015

VOZ QUE TRAZ O MEDO.

Base na Bíblia: Mateus 17:05-08 ... Enquanto Pedro estava falando, uma nuvem brilhante os cobriu, e dela veio uma voz, que disse: Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria. Escutem o que ele diz! Quando os discípulos ouviram a voz, ficaram com tanto medo, que se ajoelharam e encostaram o rosto no chão. Jesus veio, tocou neles e disse: Levantem-se e não tenham medo! Então eles olharam em volta e não viram ninguém, a não ser Jesus...”

Que voz faz o medo levar 3 (três) homens a ficarem de joelhos e rostos no chão? Com certeza uma voz com precisão, uma voz com autoridade, porém não necessariamente aos berros ou cavernosa.
Pedro e os irmãos João e Tiago foram pouco antes deste fato, convidados a subirem certo monte com Jesus. Eles aceitaram e chegando lá no alto deste monte algo sobrenatural começou a ocorrer. Cristo começou a brilhar, seu rosto como o Sol e suas vestes como o branco da luz. Num dado momento Jesus está conversando com outros dois.

Os três discípulos vêem, ouvem e definem por alguns elementos visíveis quem são eles e os chamam de: Moisés e Elias. Pedro se propõe juntos com os dois irmãos João e Tiago a fazerem Tendas uma para cada um deles.

Nesse momento uma nuvem brilhante entra em cena, lembrem, por favor, que tudo o que eu descrevi em nada colocou medo ou temor, mas a voz que veio da Nuvem sim. O convite de Jesus aos três discípulos era claro, e a nuvem, ou melhor, a voz que saiu da nuvem dizia o mesmo, ou seja, ouçam o que Jesus tem a falar e só.

Surpreendentemente era algo que superou ver os antepassados e ouvi-los, bem como o convite do Senhor e a sua transfiguração; e era simplesmente para entenderem a razão desses acontecimentos. Humanamente vamos sempre construir Tendas, espiritualmente o que devemos é ouvir nesses momentos somente. Muitas vezes em nossas vidas precisamos sempre ouvir a voz contida na Palavra de Deus para focarmos no alvo único e certo que é Jesus.

Muitos perecem por negligenciar essa verdade e por buscarem nas obras das próprias mãos a solução de suas dores, traumas e tristezas. A voz contida nas Boas Novas é capaz de levar o homem, mulher, jovem e criança aos pés do sacrifício de Cristo; o qual vertendo o seu sangue na cruz e ressuscitando ao terceiro dia, foi o suficiente para tirar o pecado de cada um e purificar de todo o mal e medo.

Esse é o poder contido na Voz capaz de por o ser humano de joelhos e rosto no chão. Ouvindo devemos estar sempre alerta sobre o próximo passo que devamos dar ao seu lado (de nosso Salvador). Jesus ama o pecador e não o pecado que só traz a separação do Criador com sua criatura.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 24 de julho de 2015

COMO QUERO VIVER.

Base na Bíblia: Mateus 16:24-27 ... E Jesus disse aos discípulos: - Se alguém quer seu meu seguidor, esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto para morrer como eu e me acompanhe. Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira. O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro mas perder a vida verdadeira? Pois não há nada que poderá pagar para ter de volta essa vida. Pois o Filho do Homem virá na glória do seu Pai com os seus anjos e então recompensará cada um de acordo com o que fez...”

Esperar surpresas traz alegria momentânea que enchem o coração, a alma, e a mente levando a um estado de euforia indescritível.

Jesus dizia aos seus seguidores, os discípulos, uma pergunta sobre quem Ele era para as pessoas, ou como era reconhecido e ouviu a resposta deles, e reduziu a pergunta ao questionar diretamente a mesma coisa aos doze. O Mestre satisfeito com a resposta dos doze, começou a apresentar fatos futuros.

Eles ouviram, sua narrativa e em certo momento Simão Pedro interrompe discordando, porém Jesus foi categórico em reafirmar o que de fato é relevante para eles saberem antecipadamente. Nesse contexto é que Jesus apresenta os nobres valores que todos deveríamos carregar dentro de si.

O Salvador Jesus disse a eles, e estas informações ecoam até nossos dias sobre a importância de saber fazer as escolhas certas, que sempre são boas ou más, em vida e acrescenta que como se fossem trabalho são assim reconhecidas no céu.

Jesus declarou algo semelhante também no livro de Mateus no capitulo 6 no versículo 33 ao dizer: Buscai primeiro o reino de Deus e as demais coisas vos serão acrescentadas. Simples palavras e de grande envergadura, porém ao ser humano complicadas e difíceis de execução, afinal de barriga vazia não se para em pé, e sem dinheiro nada acontece e ainda, na vida familiar mimar é o ingrediente certo para o convívio harmonioso e pacifico.

Muitos de nós poderemos achar que o meio termo é o certo, o que equilibra esta questão, porém não foi assim que Jesus declarou. Paulo, um dos apóstolos, chamados pelo Senhor, diz assim: Me fiz de judeu, de grego para tentar ganhar alguns. Seria isso o meio, para se viver, ou não?

Seria sim o método correto de Paulo para entender o comportamento pessoal da humanidade e, aí sim, poder ser, o meio de como quero viver, o mecanismo natural para direcionar ao Caminho da vida verdadeira.

O Mestre Jesus declarou também que voltará na glória do Pai com seus anjos e recompensara os que estiverem vivendo debaixo dos interesses eternos. Boa escolha então, eu desejo para mim e para você pois a decisão é pessoal, lembra do livre arbítrio é esse o momento de seu uso.

Boa semana e que seja debaixo da graça do Senhor Jesus, nosso único Caminho de Salvação.



Do seu irmão em Cristo,
Marcos de Paula





sexta-feira, 17 de julho de 2015

VIVENDO BEM COM O FRACASSO.

Base na Bíblia: Mateus 16:08-11 ... Jesus ouviu o que eles estavam dizendo e perguntou: Porque é que vocês estão conversando por não terem pão? Como é pequena a fé que vocês têm! Ainda não entenderam? Não lembram dos cinco pães que eu parti para cinco mil homens? Quantos cestos vocês encheram? E aqueles sete pães para quatro mil homens? Quantos cestos vocês encheram? Vocês não entendem que eu não estou falando a respeito de pães? Tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus!...”

A exceção da humanidade vive a vida pra fracassar, mas existem os que dentre os seres humanos levam a almejar o sucesso. Ainda que efêmero esse: pseudo sucesso, sempre existe essa preocupação em chegar ao ponto mais alto.

Torna-se evidente que existem em nosso meio também: depressivos, medrosos, frouxos, desanimados, esquecidos, excluídos, doentes seja em qual estágio for (inicial ou terminal) e famintos, dentre muitos outros semelhantes a esses. Este grupo em especial vive de fracassos, seja por experiências múltiplas (trazidas de sua herança hereditária) ou únicas (geradas de si próprias), mas especialmente estes caso não persistirem em sair de seus fracassos, e só de viver se conformando serão os que viverão suas vidas nos mais profundos dos poços e seguirão plenamente desamparados de expectativas de viver dias melhores. Vivem conformados ao considerarem que o fracasso triunfou.

Pois, bem, nascemos com o livre arbítrio. Não é palpável, mas todos os seres humanos saudáveis possuem essa função desde o nascimento dos filhos de Adão.

Ele (livre arbítrio) é simples e em nosso desenvolvimento pessoal, estrutural, vamos somando elementos que nos auxiliam no uso do livre arbítrio. Afinal, todos nós nascemos livres no corpo, salvo excessos que existem em alguns lugares em nosso planeta, mesmo em nossos dias. Mas, na esfera espiritual é o contrário, todos nasceram debaixo do pecado, assim são escravos deste.

Ao exercemos o livre arbítrio podemos escolher viver ou morrer no pecado (que é saber fazer o certo e deixar de fazer, ou errar o alvo). E nasce a frustração, exemplo: Adão errou o alvo, ele recebeu a palavra do Eterno da mudança que ocasionará. Foi expulso do Jardim do Éden, O paraíso e não se frustrou e sim aprendeu a lição e viveu sem cair no mesmo erro, do tipo, agora então procurando a arvore da Vida e assim viver eternamente.

Os discípulos ouvem de Jesus: Se abstenham do fermento dos fariseus e dos saduceus; eles frustrados, dizem entre si, só falou isto, porque não trouxemos pão.

A frustração tem que ser curada, exterminada, banida rapidamente e não tratada e controlada por pensamentos positivos de que dias melhores virão, ou pior que isso, eu mereci sou assim mesmo..., vou então tramar a forra ou me preparar para a vingança ou enfim dar o troco.

Jesus utilizou o remédio mais amargo que é o da lembrança e assim declarou que os ouvidos podem escutar muita coisa, mas nem todas essas coisas têm vida que leva a eternidade, antes possuem fermento que leveda toda a massa.

Os discípulos compreenderam, fica a questão: Será que nossos dias compreendem?



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 10 de julho de 2015

VIVER DIAS DIFERENTES.

Base na Bíblia: Mateus 15:07-09 “Hipócritas! Isaías estava certo quando disse a respeito de vocês o seguinte: “Deus disse: Este povo com a sua boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de mim. A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam leis humanas como se fossem meus mandamentos”...”.

Aponta o dedo e solta a sentença! Isso é comum presenciar quando se é alterado por diversos motivos emocionalmente. E se eu disse que apesar de toda a comodidade, conforto e tecnologia, ou avanço da ciência agimos semelhante aos antepassados que nada tinham dessa mordomia de nossos dias presentes.

Jesus ao citar o profeta Isaías estava demonstrando a simples forma natural de agir do ser humano, mesmo que com os anos passando foi se acomodando com a forma de ajeitar as situações para conforto próprio.

Os mestres, fariseus, saduceus e os escribas, enfim a religião da época; pararam de se pautar exclusivamente na Escritura e na Tradição oral das Escrituras para seguir usos e costumes ou mais consideradas como tradição. Simplificando textos ou tirando obrigações contidas nos 10 (dez) Mandamentos e no Pentateuco pela estratégia da alternativa de ficar liberado (desobrigados) desses cumprimentos. E no mesmo tempo que não liberou, quando viram os discípulos comendo sem lavar as mãos, atacou com os conceitos ou costumes de ter que limpar as mãos antes e a citar como culpa grave, porém, Jesus prontamente pontuou o conceito errado que estavam validando.

Ao citar o profeta Isaías o Senhor Jesus apontou o que esse profeta vivia em seus dias e que se repetiam ainda nos dias do Messias e se repete até hoje. Falar sem pensar, movido exclusivamente pela emoção ou sentimento, estar somente de corpo presente, e responder no auge da contenda pode contribuir claramente para que o indivíduo se distancie do Senhor, e desta maneira vá endurecendo cada vez mais o entendimento entre Criador e criatura.

O Mestre Jesus, veio ao mundo para trazer as Boas Novas de reconciliação, como inicialmente previsto nas Escrituras aos judeus e pelo seu infinito amor com todos os demais povos, de todas as línguas e nações, pagando Ele próprio o preço estabelecido pelo sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (entenda como sendo os seres humanos que aceitam essa graça ou sacrifício oferecido ao Eterno como pagamento pela humanidade de uma única vez por todas), pelo castigo que nos trouxe a paz.

Somente Jesus é: o Caminho, a Verdade e a Vida; Ele tem a Autoridade que nos permite pela fé ser lavados e purificados pelo sangue vertido na cruz e nos coloca em contato direto com o Pai, o Eterno, o Criador Supremo de todas as coisas quer as visíveis ou as invisíveis.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 3 de julho de 2015

SEGUIR A ORDEM.

Base na Bíblia: Mateus 14:21-25 “... Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças. Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o lado oeste do lago, enquanto ele mandava o povo embora; Depois de mandar o povo embora, Jesus subiu no monte a fim de orar sozinho. Quando chegou a noite, ele estava ali, sozinho. Naquele momento o barco já estava no meio do lago. E as ondas batiam com força no barco porque o vento soprava contra ele. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água...”

Uma ordem sempre deve ser obedecida. Momentos antes dessa ordem dada por Jesus de se lançarem ao Mar da Galiléia no sentido Oeste, eles (os discípulos) foram primeiramente ordenados para alimentarem por volta de 5000 (cinco mil) homens. Quando eles foram a Jesus propor para que Jesus os despedissem pelo adiantado da hora.

Toda ordem tem a sua consequência ou grau de dificuldade, nesta primeira recebida, eles (os discípulos) de pronto anunciaram que não tinham o suficiente para alimentar tantos.

Jesus perguntou quanto tinham de alimento afinal, e eles informaram 5 (cinco) pães e 2 (dois) peixes.
O Mestre Jesus assumiu a partir desse ponto, mas quem levou a alimentação como Ele havia ordenado foram os discípulos.

Sim, vamos atender a ordem rapidamente, para não desistir, ou negar sem agir, ou ainda inclusive destruir. Lembre-se isso é uma lição.

Agora seguindo este texto das Escrituras, Jesus diz: Vão de barco via Oeste para o outro lado do Mar da Galiléia, notem que agora ninguém questionou, mas os ventos e a fúria do mar impediam esse cumprimento perfeito, dessa ordem! E seguido do cansaço e do desanimo, eles deveriam estar abatidos, todos os doze, pois nem o básico que dependia somente de suas mãos ou habilidades estavam conseguindo, logo naturalmente a frustração estava a vista.

Jesus deu ordem e disse o motivo a eles e foi despedir a multidão que possivelmente ainda estava assentada e devidamente satisfeita pela comida e pelas graças ou bênçãos alcançadas. Terminando de despedir a todos, conclui o que disse que faria e sobe ao monte para orar em intimidade com o Pai. Na quarta vigília da noite entre 3 (três) e 6 (seis) horas da manhã aparece Ele andando sobre as aguas no sentido que o barco vinha sofrendo e estava dentro com os doze discípulos.

Novamente lembre-se a ordem era passar para o outro lado e eles mesmos sabendo como fazer não tinham tido o sucesso necessário. Mas Jesus novamente aparece e desta vez o medo generalizado acontece e gritam de assombro.

Sempre pode haver dúvida em momentos de prova, ou provação, e mesmo Jesus se identificando, para acalmá-los, Pedro pede para ir onde Ele está nas águas. Ele de imediato é chamado por Jesus a ir, a ordem é dada, mas naufraga ao perceber as circunstancias e não quem deu a nova ordem e o Mestre o leva de volta ao barco com os demais e todos chegam ao local ordenado com o vento e a tempestade em fúria do mar devidamente controladas.

O Salvador Jesus enviou ordens a eles (os discípulos) antes de ir ao Céu e o Evangelho do Reino já chegou até nós. E deve continuar até que todas as línguas, povos e nações ouçam destas Boas Novas e então junto com as demais profecias que se cumprem: virá o fim.

Devemos continuar a noticiar a todos, pois somos os chamados que ouviram e aceitaram seu convite de arrependimento e salvação da minha e da sua vida.

Assim se você é um deles (aceitou as Boas Novas deixando Cristo morar em seu coração) creia que o Senhor sabe o porquê te chamou e sabe a ferramenta necessária para que possa cumprir o seu chamado, ou melhor, escrevendo: A Sua Ordem de Ide.


Do seu irmão em Cristo,


Marcos de Paula