sexta-feira, 17 de julho de 2015

VIVENDO BEM COM O FRACASSO.

Base na Bíblia: Mateus 16:08-11 ... Jesus ouviu o que eles estavam dizendo e perguntou: Porque é que vocês estão conversando por não terem pão? Como é pequena a fé que vocês têm! Ainda não entenderam? Não lembram dos cinco pães que eu parti para cinco mil homens? Quantos cestos vocês encheram? E aqueles sete pães para quatro mil homens? Quantos cestos vocês encheram? Vocês não entendem que eu não estou falando a respeito de pães? Tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus!...”

A exceção da humanidade vive a vida pra fracassar, mas existem os que dentre os seres humanos levam a almejar o sucesso. Ainda que efêmero esse: pseudo sucesso, sempre existe essa preocupação em chegar ao ponto mais alto.

Torna-se evidente que existem em nosso meio também: depressivos, medrosos, frouxos, desanimados, esquecidos, excluídos, doentes seja em qual estágio for (inicial ou terminal) e famintos, dentre muitos outros semelhantes a esses. Este grupo em especial vive de fracassos, seja por experiências múltiplas (trazidas de sua herança hereditária) ou únicas (geradas de si próprias), mas especialmente estes caso não persistirem em sair de seus fracassos, e só de viver se conformando serão os que viverão suas vidas nos mais profundos dos poços e seguirão plenamente desamparados de expectativas de viver dias melhores. Vivem conformados ao considerarem que o fracasso triunfou.

Pois, bem, nascemos com o livre arbítrio. Não é palpável, mas todos os seres humanos saudáveis possuem essa função desde o nascimento dos filhos de Adão.

Ele (livre arbítrio) é simples e em nosso desenvolvimento pessoal, estrutural, vamos somando elementos que nos auxiliam no uso do livre arbítrio. Afinal, todos nós nascemos livres no corpo, salvo excessos que existem em alguns lugares em nosso planeta, mesmo em nossos dias. Mas, na esfera espiritual é o contrário, todos nasceram debaixo do pecado, assim são escravos deste.

Ao exercemos o livre arbítrio podemos escolher viver ou morrer no pecado (que é saber fazer o certo e deixar de fazer, ou errar o alvo). E nasce a frustração, exemplo: Adão errou o alvo, ele recebeu a palavra do Eterno da mudança que ocasionará. Foi expulso do Jardim do Éden, O paraíso e não se frustrou e sim aprendeu a lição e viveu sem cair no mesmo erro, do tipo, agora então procurando a arvore da Vida e assim viver eternamente.

Os discípulos ouvem de Jesus: Se abstenham do fermento dos fariseus e dos saduceus; eles frustrados, dizem entre si, só falou isto, porque não trouxemos pão.

A frustração tem que ser curada, exterminada, banida rapidamente e não tratada e controlada por pensamentos positivos de que dias melhores virão, ou pior que isso, eu mereci sou assim mesmo..., vou então tramar a forra ou me preparar para a vingança ou enfim dar o troco.

Jesus utilizou o remédio mais amargo que é o da lembrança e assim declarou que os ouvidos podem escutar muita coisa, mas nem todas essas coisas têm vida que leva a eternidade, antes possuem fermento que leveda toda a massa.

Os discípulos compreenderam, fica a questão: Será que nossos dias compreendem?



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 10 de julho de 2015

VIVER DIAS DIFERENTES.

Base na Bíblia: Mateus 15:07-09 “Hipócritas! Isaías estava certo quando disse a respeito de vocês o seguinte: “Deus disse: Este povo com a sua boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de mim. A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam leis humanas como se fossem meus mandamentos”...”.

Aponta o dedo e solta a sentença! Isso é comum presenciar quando se é alterado por diversos motivos emocionalmente. E se eu disse que apesar de toda a comodidade, conforto e tecnologia, ou avanço da ciência agimos semelhante aos antepassados que nada tinham dessa mordomia de nossos dias presentes.

Jesus ao citar o profeta Isaías estava demonstrando a simples forma natural de agir do ser humano, mesmo que com os anos passando foi se acomodando com a forma de ajeitar as situações para conforto próprio.

Os mestres, fariseus, saduceus e os escribas, enfim a religião da época; pararam de se pautar exclusivamente na Escritura e na Tradição oral das Escrituras para seguir usos e costumes ou mais consideradas como tradição. Simplificando textos ou tirando obrigações contidas nos 10 (dez) Mandamentos e no Pentateuco pela estratégia da alternativa de ficar liberado (desobrigados) desses cumprimentos. E no mesmo tempo que não liberou, quando viram os discípulos comendo sem lavar as mãos, atacou com os conceitos ou costumes de ter que limpar as mãos antes e a citar como culpa grave, porém, Jesus prontamente pontuou o conceito errado que estavam validando.

Ao citar o profeta Isaías o Senhor Jesus apontou o que esse profeta vivia em seus dias e que se repetiam ainda nos dias do Messias e se repete até hoje. Falar sem pensar, movido exclusivamente pela emoção ou sentimento, estar somente de corpo presente, e responder no auge da contenda pode contribuir claramente para que o indivíduo se distancie do Senhor, e desta maneira vá endurecendo cada vez mais o entendimento entre Criador e criatura.

O Mestre Jesus, veio ao mundo para trazer as Boas Novas de reconciliação, como inicialmente previsto nas Escrituras aos judeus e pelo seu infinito amor com todos os demais povos, de todas as línguas e nações, pagando Ele próprio o preço estabelecido pelo sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (entenda como sendo os seres humanos que aceitam essa graça ou sacrifício oferecido ao Eterno como pagamento pela humanidade de uma única vez por todas), pelo castigo que nos trouxe a paz.

Somente Jesus é: o Caminho, a Verdade e a Vida; Ele tem a Autoridade que nos permite pela fé ser lavados e purificados pelo sangue vertido na cruz e nos coloca em contato direto com o Pai, o Eterno, o Criador Supremo de todas as coisas quer as visíveis ou as invisíveis.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 3 de julho de 2015

SEGUIR A ORDEM.

Base na Bíblia: Mateus 14:21-25 “... Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças. Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o lado oeste do lago, enquanto ele mandava o povo embora; Depois de mandar o povo embora, Jesus subiu no monte a fim de orar sozinho. Quando chegou a noite, ele estava ali, sozinho. Naquele momento o barco já estava no meio do lago. E as ondas batiam com força no barco porque o vento soprava contra ele. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água...”

Uma ordem sempre deve ser obedecida. Momentos antes dessa ordem dada por Jesus de se lançarem ao Mar da Galiléia no sentido Oeste, eles (os discípulos) foram primeiramente ordenados para alimentarem por volta de 5000 (cinco mil) homens. Quando eles foram a Jesus propor para que Jesus os despedissem pelo adiantado da hora.

Toda ordem tem a sua consequência ou grau de dificuldade, nesta primeira recebida, eles (os discípulos) de pronto anunciaram que não tinham o suficiente para alimentar tantos.

Jesus perguntou quanto tinham de alimento afinal, e eles informaram 5 (cinco) pães e 2 (dois) peixes.
O Mestre Jesus assumiu a partir desse ponto, mas quem levou a alimentação como Ele havia ordenado foram os discípulos.

Sim, vamos atender a ordem rapidamente, para não desistir, ou negar sem agir, ou ainda inclusive destruir. Lembre-se isso é uma lição.

Agora seguindo este texto das Escrituras, Jesus diz: Vão de barco via Oeste para o outro lado do Mar da Galiléia, notem que agora ninguém questionou, mas os ventos e a fúria do mar impediam esse cumprimento perfeito, dessa ordem! E seguido do cansaço e do desanimo, eles deveriam estar abatidos, todos os doze, pois nem o básico que dependia somente de suas mãos ou habilidades estavam conseguindo, logo naturalmente a frustração estava a vista.

Jesus deu ordem e disse o motivo a eles e foi despedir a multidão que possivelmente ainda estava assentada e devidamente satisfeita pela comida e pelas graças ou bênçãos alcançadas. Terminando de despedir a todos, conclui o que disse que faria e sobe ao monte para orar em intimidade com o Pai. Na quarta vigília da noite entre 3 (três) e 6 (seis) horas da manhã aparece Ele andando sobre as aguas no sentido que o barco vinha sofrendo e estava dentro com os doze discípulos.

Novamente lembre-se a ordem era passar para o outro lado e eles mesmos sabendo como fazer não tinham tido o sucesso necessário. Mas Jesus novamente aparece e desta vez o medo generalizado acontece e gritam de assombro.

Sempre pode haver dúvida em momentos de prova, ou provação, e mesmo Jesus se identificando, para acalmá-los, Pedro pede para ir onde Ele está nas águas. Ele de imediato é chamado por Jesus a ir, a ordem é dada, mas naufraga ao perceber as circunstancias e não quem deu a nova ordem e o Mestre o leva de volta ao barco com os demais e todos chegam ao local ordenado com o vento e a tempestade em fúria do mar devidamente controladas.

O Salvador Jesus enviou ordens a eles (os discípulos) antes de ir ao Céu e o Evangelho do Reino já chegou até nós. E deve continuar até que todas as línguas, povos e nações ouçam destas Boas Novas e então junto com as demais profecias que se cumprem: virá o fim.

Devemos continuar a noticiar a todos, pois somos os chamados que ouviram e aceitaram seu convite de arrependimento e salvação da minha e da sua vida.

Assim se você é um deles (aceitou as Boas Novas deixando Cristo morar em seu coração) creia que o Senhor sabe o porquê te chamou e sabe a ferramenta necessária para que possa cumprir o seu chamado, ou melhor, escrevendo: A Sua Ordem de Ide.


Do seu irmão em Cristo,


Marcos de Paula







sexta-feira, 26 de junho de 2015

DIFERENTES COMPORTAMENTOS.

Base na Bíblia: Mateus 13: 57-58 e 14:34-36 ... Por isso ficaram desiludidos com ele. Mas Jesus disse: - Um profeta é respeitado em toda a parte, menos na sua terra e na sua casa. Jesus não pode fazer muitos milagres ali porque eles não tinham fé...” “... Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré. Ali o povo reconheceu Jesus e avisou todos os doentes das regiões vizinhas. Então muitas pessoas levaram doentes a ele, pedindo que deixasse que os doentes pelo menos tocassem na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados...”

Nossa mente pode viver por padrões estabelecidos que em sua maioria foram construídos ao longo de nossas histórias. Muitas vezes não damos conta dessa influência e incorporamos sem perguntar o por que é isso, ou é assim, ou ainda, porque deve ser assim. Vejamos se consigo passar alguns exemplos: Respiramos e nunca perguntamos por que? Dormimos e nunca questionamos o por que? Despertamos e não perguntamos por que? Parece muito simples e vagos, esses três exemplos, mas sobre isto seguindo esse meio de viver, criamos regras, conceitos e também preconceitos.

Estabelecemos critérios sobre exageros como religião, política e no Brasil incluo também o futebol e desses fazemos questão de dizer: Eu sou assim, fui criado assim, e/ou esse é o meio jeito. Pois bem, a religião, por exemplo, tem suas doutrinas e dogmas estabelecidos. E a heresia significa na religião o ato de trazer costumes estranhos de maneira a alterar ou mudar a doutrina ou os dogmas, assim existe em nossos dias muitas seitas e muitas heresias influenciando as religiões, porém existe um fato real que é cultural de um povo que segue sua linha própria, os quais não deveram confundir.

Jesus, chegou a sua Cidade e o costume local era de identificar a pessoa e não as obras que essa pessoa fazia, criando uma barreira natural para que os milagres fossem realizados, mas vemos sim, que da mesma maneira chegou de barco a outra região chamada Genesaré e lá o povo local que tinha seus costumes os abandonou e procurou ao identificar a pessoa de Jesus, chamar as pessoas das regiões próximas também.

Dois comportamentos:
1- Um de caráter lógico e pragmático, resistindo a qualquer possibilidade de heresia, afinal era Jesus, um simples filho de um carpinteiro e sua mãe, seus irmãos e irmãs estavam morando na Cidade deles, e a Lei e os Profetas e os ensinos da Sinagoga eram rígidos aos que não a observassem, logo, o crer era impedido, simplificando: a fé era perdida mesmo em frente do SENHOR dos Senhores.
2 – Um de caráter simples e focado nas necessidades próprias e de terceiros, olhando para Jesus e não para a religião ou seus costumes sobre certo e errado, propondo ao Senhor que simplesmente permitisse que tocassem na barra de sua roupa, pois criam que seriam curados, de suas doenças físicas, mentais, da alma e do espírito.

Hoje, podemos deixar de ver a glória do Eterno, basta simplesmente desprezar as Escrituras, ou somente fazer uso de partes dela e ignorar toda a Palavra contida nas Escrituras.

Consideremos nesse presente momento a hora da escolha e para isso somente o Espírito Santo poderá nos convencer o ser humano homem, mulher ou criança que acima da religião está o Senhor Jesus que veio buscar o perdido, o injustiçado, o aflito, o doente, e o sofrido para os levar para estar com Ele em suas moradas.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 19 de junho de 2015

REDE LANÇADA NO LAGO.

Base na Bíblia: Mateus 13: 47-50 ... O Reino do Céu é ainda como uma rede que é jogada no lago. Ela apanha peixes de todos os tipos. E, quando está cheia, os pescadores a arrastam para a praia e sentam para separar os peixes: os que prestam são postos dentro dos cestos, e os que não prestam são jogados fora. No fim dos tempos também será assim: os anjos sairão, e separarão as pessoas más das boas, e jogarão as pessoas más na fornalha de fogo. E ali elas vão chorar e ranger os dentes de desespero...”

Seria esperar demais que a atitude de um pescador pudesse trazer um exemplo para o Reino do Céu, mas nas mãos de Jesus, algo tão simples foi possível, sim de maneira clara, nas mãos do Mestre Amado, apresentou o Lar Eterno.

Jesus estava dentro de um barco falando à multidão que estava na praia e nesta sétima parábola comenta sobre a rede lançada no lago e sua semelhança ao Reino Eterno do Céu e o efeito causado no final dos tempos.

Novamente o trabalho, a perícia e os cuidados de seleção são mencionados, porém, nesta parábola são apresentados na mistura, novos ingredientes: citando o fogo com o choro e o ranger de dentes eterno.

Até então, ou seja, nas demais parábolas, havia a separação entre um grupo chamado de bom de outro grupo chamado de mal; e sobre este último sua junção para ser queimado. A proposta contida nessa parábola da rede inclui o tempo da queima e o sentimento de desconforto desses que serão eternos.

Desde o tempo de nossa criação, ou antes, dela sabemos da rebelião nos céus, onde o anjo de luz procura ser igual ou estar acima do Altíssimo, para muitos em nosso mundo, identificam essa atitude como uma busca da liberdade, mas pelas Escrituras uma ação clara de rebelião. O resultado foi à expulsão e junto com ele um terço do céu, além do preparo do lago de fogo eterno do inferno, para ele e seus seguidores.

Também desde o primeiro Adão vemos a expulsão acontecer pelos mais diversos motivos, mas todos sem exceção sempre mostrando sinais de rebelião, entre as atitudes do homem frente à Soberania de Deus.

O Salvador Jesus, veio lançar a rede salvadora na qual o peixe apanhado começa a viver saindo das trevas desse mundo, pois sabemos que há quem se acha com plena autoridade e atividade até a Volta do Senhor.

Muitos serão levados pela rede do mundo, permanecendo e fugindo sempre longe da rede de Deus, mas mesmo aqueles que estão nessa rede, dentro desse lago, ouvirão as Boas Novas da Salvação e serão avaliados e todos podem ser colocados de volta no lago, excluído do Reino.

Que o Senhor tenha misericórdia para que possamos ser achados fiéis e assim permanecer no momento da escolha.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 12 de junho de 2015

O QUE É PLANTADO NASCE.

Base na Bíblia: Mateus 13: 24-27 ... Jesus contou outra parábola. Ele disse ao povo: - O Reino do Céu é como um homem que semeou sementes boas nas suas terras. Certa noite, quando todos estavam dormindo, veio o inimigo, semeou no meio do trigo uma erva ruim, chamada joio, e depois foi embora. Quando as plantas cresceram, e se formaram as espigas, o joio apareceu. Aí os empregados do dono das terras chegaram e disseram: “Patrão, o senhor semeou sementes boas nas suas terras. De onde será que veio este joio?”...”

Essa parábola seria a maneira mais simples de explicar o projeto da criação no Jardim do Éden. Jesus teve o cuidado de mostrar a semelhança do Reino dos Céus com uma simples plantação de um lavrador zeloso por sua terra e por sua lavoura.

Existe diferença entre um bom lavrador de um mau lavrador, que somente serão visíveis durante o processo do cuidado da terra possuída ao estoque de suas colheitas.

Certa noite quando todos estavam dormindo, um estava acordado. O Sono coletivo lembra também a acomodação quando tudo parece que não precisa mais de qualquer atenção especial e lá vem sorrateiramente o inimigo que coloca dúvida, ou incerteza, do tipo: será que é isso, ou será que entendi direito, ou ainda o pior quando achamos, ou melhor, definimos que sobre este assunto que vivemos estamos seguro e não há com o que se preocupar e baixamos completamente a guarda da arte de vigiar de maneira instintiva.

Jesus com seu amor mostra o valor do reino e seu cuidado continua no processo, citado quando foi questionado o lavrador pelo cuidado na escolha da semente. Não havia dúvida deles quanto a qualidade da terra, ou sua adubação e nem mesmo quanto ao preparo do solo para receber a semente ou a qualidade da semente. De imediato esse homem apontou a causa que não foi percebida por nenhum dos seus servos; e só  vindo a ser percebida somente quando uma planta competia com a outra, mas não dava fruto.

Os servos propõem a retirada do joio, mas o homem dono da terra se opõe, questionando a possibilidade de retirar qualquer um dos trigos, nesse processo proposto de extração, veja bem, nenhum dos trigos deveria ser perdido isso ficou bem claro a todos.

Pois quem plantou a boa semente para obter o bom trigo, era responsável por cuidar, e assim como antes aconteceu no período do Jardim do Éden, mas a opção final foi do homem que determinou o que aconteceria com esse Jardim, por isso em seu infinito amor o Eterno elaborou um plano de Redenção e o novo Adão não se curvou as escolhas desse mundo nem mesmo das potestades e Ele por sua vez foi humilde até a sua crucificação, obediente ao Pai, e ao terceiro dia ressuscitou pela glória do Pai e está vivo Jesus a destra do Pai.

Jesus apresentou a todos os seres humanos, nascidos em qualquer Tempo, Língua ou Nação, o verdadeiro caminho que leva a criatura ao Reino dos Céus ao nosso Criador.




Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula





sexta-feira, 5 de junho de 2015

AMPLIANDO CONCEITOS.

Base na Bíblia: Mateus 12: 05-08 ... Ou vocês não leram na Lei de Moisés que, nos sábados, os sacerdotes quebram a Lei, no Templo, e não são culpados? Eu afirmo a vocês que o que está aqui é mais importante do que o Templo. Se vocês soubessem o que as Escrituras Sagradas querem dizer quando afirmam: “Eu quero que as pessoas sejam bondosas e não que me ofereçam sacrifícios de animais”, vocês não condenariam os que não têm culpa...”

Toda mudança sempre leva os seres humanos a ter um tempo de adaptação. Essas por suas vezes podem acontecer de diversas maneiras, ou seja, sua ação de mudança pode ser desde lenta até de forma imediata ou como costumamos chamar de repentina.

Cito para tentar exemplificar esse pensamento, um paralelo que ocorre naturalmente com todos, em sua faze de vida, ou do meu e do seu desenvolvimento natural. Quando bebes somente convivemos com alimentos líquidos e necessitamos 100% de ajuda externa, para identificar quais tipos de alimento líquido, o quanto de líquido e como fazer para chegar à boca, depois de um período de adaptação, aceitamos e passamos então a nos prover de alimentos pastosos, e por fim sólidos, mas lembro que a principio também necessitamos da ajuda, ou supervisão, para fazer essas fazes de alimentação e somente com o passar do tempo, ampliando nossos conceitos, nos tornamos individuais. Mas sem nenhuma garantia de que para sempre será assim individual.

Mudanças, alterações, ou imprevistos ou quer por necessidades naturais podem mudar essa realidade no decorrer de nossa existência nas mais diversas áreas de nossa vida, ou existência.

Muitos culpam o destino ou atribuem a ele a razão dessas mudanças, mas seja enfim, qual razão for, o que menos procuro é encontrar essa resposta, mas sempre mostra como sempre é complicado aceitar tacitamente essas mudanças, passivamente.

Jesus passava por uma plantação de trigo, juntamente com diversas pessoas dentre elas destaco seus discípulos e alguns dos fariseus. Os discípulos começavam a colher os grãos maduros e os colocavam na boca para comer. Os fariseus que viam essa cena não se incomodavam com o que eles faziam, mas por ser sábado, o sétimo dia da semana, isso era inconcebível. E foram questionar esse conjunto de fatos diretamente com o Messias.

O Mestre Jesus, quando lemos sobre esse questionamento e sua resposta contida no texto extraído das Sagradas Escrituras, pode ser claramente observado que Ele procura mostrar o verdadeiro conceito contido no sábado, o qual faz parte dos 10 (dez) Mandamentos e publicamente se apresentou acima dele.

Talvez seja por intolerâncias semelhantes a essa, sobre o fato de não aceitar ampliar os conceitos pessoais, que Jesus declarou em outros textos Sagrados sobre a diferença dos construtores que fizeram os alicerces de suas casas: uma na areia e outra em uma rocha. Assim como também declarou: Sobre ser mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino do céu.

Sabemos que existem conceitos que não abrimos mão, quer porque sempre os adotamos em nosso dia a dia, ou porque fomos ensinados assim, ou porque dá certo, enfim etc..., porém deveríamos sempre com sabedoria e submissão, submeter-los cada um deles a Palavra do Senhor; e somente ai, uma vez seguros, fixar alicerces sobre a Rocha, pois é certo que ventos fracos sempre virão assim como os ventos fortíssimos, bem como chuvas fracas e as torrenciais também no curso de nossas vidas.

A proposta de Jesus foi chamar os seus para rever seus aprendizados e conceitos, pois sabemos que enquanto houver esse Céu e essa Terra, saberemos que viveremos sempre sendo confrontados, por terceiros ou por nós mesmos, sobre nossos conceitos; e podemos e devemos ampliar, mas onde estarão os meus e os seus?


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula