sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O MOTIVO DO PASSADO.

Base na Bíblia: Mateus 16: 01-04 “... Então chegaram a ele, os farizeus e os saduceus e, para o experimentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. Mas ele respondeu, e disse-lhes: Ao cair da tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Ora, sabeis discernir o aspecto do céu, e não podeis discernir os sinais dos tempos? Uma geração má e adultera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas. E, deixando-os, retirou-se...”

Todo dialogo apresenta certa narrativa comum entre aquele que transmite para com aquele que recebe essa transmissão, sempre em busca da necessária compreensão. Ao lermos este texto é possível identificar dois grupos frontalmente contrários (rivais entre si) que se juntaram para experimentar o Mestre Jesus. Lembro que o Cristo no inicio de seu ministério teve uma situação semelhante, logo após seu batismo nas águas no Rio Jordão, por João, o Batista.

Existem diversas maneiras de manter viva a história, a qual pode ser chamada simplesmente de “lembranças dos fatos ocorridos”, e para essa preservação destaco dois tipos, que são: a transmissão oral e a transmissão escrita.

Muitos em nossos dias abandonam a história por definirem como alvos para si, slogan do tipo: “Nunca cai um raio no mesmo lugar” e assim ignoram as lembranças que estão vivas no passado. Jesus apresentou o exemplo de Jonas, por duas vezes, por motivos diferentes, mas nessa citação o usa para apresentar o momento certo do juízo, que seus irmãos deveriam estar certos, assim como eram conhecedores do dia de bom tempo e do dia de tempestade.

As Sagradas Escrituras registram que o curso da história será abalado, por diversos sinais de origem humana, terrena ou planetária, e adverte pela busca incessante pela segurança física, mental e espiritual de cada um de nós. A Bíblia realmente é escrita no Passado, mas, permanece Atual e Presente para cada um de nós, como um Marco, ou um Farol que resiste de geração em geração.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

BASTA UMA PALAVRA.

Base na Bíblia: Mateus 08: 08-09 “... O centurião, porém replicou-lhe: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vái, e ele vái; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele, o faz...”

Jesus ouviu de um centurião romano esta citação. Dentro da hierarquia Romana tratava-se de uma função de elevada importância que figurava entre o quinto ou o sexto cargo no regime militar de uma legião.

Jesus em outro momento ao ensinar o povo, durante o sermão da Montanha, dentre os muitos pontos explanados destacou aos ouvintes como orar e como fazer para uma oração ser ouvida, a regra consistia na objetividade e não nas muitas palavras e/ou repetições.

O bom desempenho de qualquer equipamento, sistema, e outros meios de controles de massa estão focados em controles, os quais ditam as regras de avaliações do nosso século. Através deles sabemos reconhecer o sucesso ou fracasso na linha do tempo em que foi colocado em uso. No presente deixamos de avaliar somente as quantidades, pois incluímos outros critérios diretos e indiretos bem como fatores internos e externos para mensurar os melhores resultados em diversos cenários futuros, para se obter as melhores tomadas de decisões.

Isso somente foi possível, com o avanço da tecnologia, pois a cada período temos as ofertas de novas ferramentas, a cada dia são mais avançadas, possibilitando a diminuição das margens de erros que ocorriam com freqüência no passado.

Nossas vidas podem sempre querer estar na vanguarda, porém nosso modo de viver pode estar em direção contrária o tempo todo. Jesus apresentou de forma direta e sem rodeio às ovelhas (seus ouvintes e seguidores) o meio para que fossem capazes de sintetizar a maneira direta de compreender seu real limite, dependência e o verdadeiro lugar no qual está indo ou vindo dentro do seu próprio meio de viver.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A OUTRA FACE DO AMOR.

Base na Bíblia: Mateus 05: 43-46 “... Ouvistes o que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos. Pois se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem os gentios também o mesmo?...”

A face do amor que conhecemos mostra a reciprocidade do amor entre duas ou mais pessoas, muito próximo a uma troca continua de carinho, respeito, amizade,... sempre entre as partes envolvidas, mas também ouvimos a cada dia mais corrente em nossa sociedade (Local ou Mundial) a frase: “Foi bom enquanto durou, mas o amor acabou”. Também sobre essa última frase cito a Bíblia que revela no livro de I Coríntios no capítulo 13 versículo 08 a seguinte descrição sobre o amor: “O amor jamais acaba”.

Existe sim, outra face do amor, que poucas pessoas irão experimentar ao longo de sua história. Jesus apresentou essa face como uma revelação pura de identidade daqueles que a exercitam diretamente com o próprio Pai. Sua aplicação está próxima, mas esbarra frontalmente na ação natural de amar e odiar que todos os seres humanos possuem dentro de si. O amor e o ódio são dois sentimentos bem distintos entre si e são definidos em nossos conceitos como claramente opostos.

Jesus estava apresentando a diferença do sucesso e do fracasso, pois certas posturas que possuímos, ou adotamos ao longo de nossas vidas, podem nos levar a perda do bem mais precioso que possuímos a nossa volta, bem como podem colocar cada um mais longe de uma vida em plenitude, deixando de aguardar em plena alegria o dia da volta do Senhor.

Somos os seres racionais que evoluímos e comandamos os meios e destinos com todos os meios que a ciência nos dispensa, porém somos ainda uma raça que precisa de amor e atenção ao nascer, pois nascemos desprovidos e tão distante de nascer adaptado a viver só e sem proteção. Assim, ou somos ao nascer uma nova raça que é auto-suficiente desde o nascimento ou somos ainda frutos de um amor maior que veio para nos unir e cuidar quando caímos e isto ocorre quando voluntariamente deixamos de olhar para o único e verdadeiro Autor e Consumador de nossas vidas.



Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O LADO EFÊMERO DE CADA DIA.

Base na Bíblia: João 05: 35-38 “... Ele era a lâmpada que ardia e alumiava; e vós quizestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz. Mas o testemunho que eu tenho é maior do que o de João; porque as obras que o Pai me deu para realizar, as mesmas obras que faço dão testemunho de mim que o Pai me enviou. E o Pai me enviou, ele mesmo tem dado testemunho de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes a sua forma; e a sua palavra não permanece em vós; porque não credes naquele que me enviou...”

Dos quatro evangelhos contidos no Novo Testamento, aprendi com meus mentores a iniciar a leitura primeiramente com o livro de João, hoje após muitos anos, reconheço a sabedoria desses antigos Mestres e sua preocupação de declarar o amor registrado para cada ser humano de maneira quase pessoal e direta.

Jesus em sua busca de levar o Evangelho (Boas Novas) a todos de sua nação, encontrou forte resistência direta entre boa parte dos líderes de sua época. Seus exemplos vivos e neste texto vibrante para com a pessoa de João, o Batista, deixou transparecer o clímax da obra da redenção.

Todo procedimento efêmero pode levar a simples repetição e a discussões extremadas sobre um mesmo texto, como vemos nesta parte do discurso de Jesus com os judeus resistentes a cura de uma pessoa paralítica em um sábado e pelo fato do Messias ser o Filho de Deus.

Ao longo dos anos e séculos, existia a promessa de um Messias. As Escrituras Sagradas mantém esse texto vivo e muitos apareceram e se colocaram nessa posição, antes e depois da vinda de Jesus. O Mestre Jesus viveu entre nós e cumpriu de forma inesperada, sensacional e única a Promessa de Redenção do Homem, ao ser elevado na dura morte indigna de cruz, ressuscitando ao terceiro dia e deixando a promessa a mais de 500  (quinhentas) pessoas de que em breve voltará.

De uma simples flor que tem pouca duração, a um rio que não tem um fluxo perene, todos esses estão dentro do contexto de efêmeros. Assim como uma lâmpada nunca terá a mesma intensidade da luz que é permanente em Cristo Jesus para sua vida eterna.

Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

SERPENTE NO FOGO.

Base na Bíblia: Atos 28: 01 e 05 “... Estando já salvos, soubemos então que a ilha chamava Malta. Os indígenas usaram de não pouca humanidade; pois acenderam uma fogueira e nos recolheram a todos por causa da chuva que caía, e por causa do frio. Ora havendo Paulo ajuntado e posto sobre o fogo um feixe de gravetos, uma víbora, fugindo do calor, apegou-se-lhe à mão. Quando os indigenas viram o réptil pendente da mão dele, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, pois, embora salvo do mar, a Justiça não o deixa viver. Mas ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum...”

Paulo sonhava com seu desejo de levar o Evangelho a Roma, e montou seus planos para tal empreendimento; o destino por sua vez, o colocou exatamente na rota direta com Roma, seguindo a escala de Jerusalém a Roma, com poucas paradas, porém estava na classe do embaixador em cadeias, Foi levado na condição de presidiário pelo transporte mais rápido de sua época, o Navio, Nessa viagem, o tempo não estava favorável, quer pela falta do Sol, ou ainda pelos ventos fortes, e a visibilidade da viagem precária, na maior parte do tempo, a história registra que no pior deles foi de aproximadamente quatorze dias.

A condição em que viajava permitia ao responsável que tomava conta dos detentos, o centurião Julio, a utilização de atitudes extremas se necessário, e como nessa aventura, havia rumores de uma provável fuga de presos (o que poderia representar uma catástrofe), mas o responsável tinha todo o cuidado para que isso não ocorresse. Por fim, o Navio não foi forte o suficiente para enfrentar essa viagem e desfez, bem como sua carga foi perdida, mas todos os sobreviventes sem perda alguma foram parar na praia da Ilha de Malta.

Para atingir essa volta a terra foi necessária a determinação e muita preocupação de Paulo, em passar as informações necessárias ao centurião e ao capitão da embarcação bem como sua persistência redobrada em incentivar as duzentas e setenta e cinco pessoas a acreditar ser possível atravessar aquele problema, fora de controle, que atingia a todos e assim levou a todos a retomar seus ânimos.

Em terra, todos acolhidos pelos indígenas e ao redor do fogo, Paulo foi surpreendido por uma víbora que ao fugir do fogo, pegou sua mão, ele simplesmente balançou a mão e liberou o réptil no fogo. Mas a visão de todos estava sobre ele. Todos aguardavam o efeito da mordida, e tinham o julgamento feito, menos Paulo, que continuava sua vida normalmente centrada somente em seu alvo de levar a Roma. a Boas Novas da Salvação.

A Bíblia registra que o Mundo foi criado e um Paraíso formado para a humanidade, mas a dúvida foi plantada com tanta convicção no ser humano que levou a história por outro caminho, e muitos ainda hoje vivem pelo caminho do primeiro Adão, que caiu, porém as Boas Novas vindas do segundo Adão, Cristo Jesus, que Paulo insistia em levar a Capital do Império Romano, resgatou e libertou sua criação de tudo o que a víbora (serpente) havia lançado e ela tem seu fim determinado no Fogo. Aqueles que pela fé em Cristo Jesus, vencem a semente plantada da dúvida.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

CONCURSO DE MEDIDAS.

Base na Bíblia: Mateus 07: 01 e 02 “... Não julgueis para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós...”


Já se sentiu observado e ranqueado dentre do lugar em que está e passando por um juízo temerário? Não imagino qual será seu comportamento a respeito, porém normalmente muitos se incomodam, pois eles fazem gestos e mímicas por não terem capacidade de dialogar e muitos deixam de respeitar o ambiente em que estão. Voltando ao passado quando estava na minha infância fui educado para ser comportado quando estivesse na casa de parentes e o sistema de correção era muito rígido. Nos dias atuais quando vejo os que participam da mesma faixa etária que pertenço, noto que uma grande parte esqueceu completamente da etiqueta e assim pisam sem dó seja em cada palavra, ou em cada gesto e ainda em cada atitude.

No tempo de Jesus, o Império Romano ditava as regras de comportamento de cada povo conquistado, assim podemos deduzir com toda certeza que havia rivalidade entre eles. Somente se considerarmos o fato de serem escravos de um povo dominante já seria o suficiente. A medida de avaliação naquele momento se fosse uma nota de 0 a 10 de um Judeu para um Romano seria uma nota muito baixa, ou ainda para quem os apóia-se (Romanos) ainda que fossem da mesma nacionalidade como era o caso dos Publicanos, mas se invertermos os olhos e vendo agora da ótica dos Romanos a mesma pontuação de 0 a 10, aos judeus seriam as piores notas, pelo simples fato de serem dominados. Percebemos então, que grupos se formam para atacar ou apoiar pessoas ou grupo de famílias, ou povos, porém o que fica evidente é que o ciúme e a inveja podem surgir do nada, ou como prefiro me referir simples e de forma gratuita. O que pode levar a chocar algumas pessoas é ver o grupo de apoiadores anônimos ao lado defendendo este gesto digno de repreensão.

Em nossos dias atuais existem vários livros de “autoajuda”, bem como tratamentos em clinicas para aqueles que passam a maior parte do seu tempo achando que deve derrubar outro, para ser feliz e tentar assim conquistar carinho e admiração das pessoas a sua volta.

Jesus compete diretamente com outros que apresentei no parágrafo anterior. Com seu conselho, apresentado durante o período que expunha o chamado Sermão do Monte; iniciando pelas Bem aventuranças. Ele procura mostrar que o caminho de Caim tem conseqüências sérias, ainda que para muitos em nossos dias fosse Abel o que perdeu. Estes na sua maioria são principalmente os materialistas de plantão, ligados diretos a prisão do dinheiro, atados em tempo integral em “220 V” na vaidade e na inveja. Sim, estes estão certos em seus raciocínios, pois para eles bastam eliminar qualquer concorrência. Mas os que esperam no Senhor reconhecem que o cuidado a Abel foi relevante e ficou crescente, enquanto que a Caim restou a dura sina de seus dias que floresceu ao lado oculto da força destrutiva que existe em cada um de nós. Desta maneira aos que estiverem cansados de tantos métodos de concurso de medidas que parecem mais contrato de fofocas, apresento a única certa direção que o homem ou a mulher devem estar preparados para enfrentar em suas vidas, que pode iniciar com o seu próprio eu e é prevenindo-se em Jesus, antes do acerto de contas direto com o Messias que voltará.


Do seu irmão em Cristo,

Marcos de Paula

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

BOAS NOVAS NOS PRIMEIROS DIAS DO ANO.

Base na Bíblia: Lucas 01: 13 e 18-20 “... Mas o anjo lhe disse: Não temas, Zacarias porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à lúz um filho, e lhe porás o nome de João... Disse então Zacarias ao anjo: Como terei certeza disso? Pois eu sou velho, e minha mulher também está avançada em idade. Ao que lhe respondeu o anjo: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para te falar e te dar estas boas novas: e eis que ficarás mudo, e não poderás falar até o dia em que estas coisas aconteçam; porquanto não crestes nas minhas palavras, que a seu tempo hão de cumprir-se...”

Como está sendo seus primeiros dias deste novo ano? Espero sinceramente que seus planos estejam alinhados a vontade do Eterno Senhor, criador de todo o Universo, pois a maioria dos planos expiram logo nestes primeiros momentos do ano, quando deixamos que a rotina de nosso dia a dia, encubram as vantagens e medidas necessárias para atingirmos os nossos alvos traçados em ser melhor para os que estão a nossa volta e conseqüentemente a nós mesmos, pois este é o principio do segundo mandamento da Bíblia: Amar a seu próximo como a si mesmo.

Pare, por um instante, para pensar e lembre-se que o dia tem 86.400 (oitenta e seis mil e quatrocentos) segundos. Eles são únicos e não se repetem e nem acumulam para o dia seguinte, são sempre renovados, nascem novinhos em folha e é o único bem, chamado tempo, que todos nós temos em comum, nunca fez ou fará diferença de nível social ou etnia, bem como podemos colocar esse fato verdadeiro com poucas outras coisas, que tem o mesmo principio de igualdade como, por exemplo: o Ar que respiramos. Lembrem-se estes são raros e pertencem ao grupo comum, essencial e livre de taxas ou impostos, etc..

Alinhados nesta linha de raciocínio, voltemos ao texto, e deixemos que as nossas orações que fazemos diariamente, estejam diante do Eterno e nunca esquecidas como possamos supor e creiamos que a resposta é certa, mas o canal de resposta que somos nós pode deixar de compreender pelos mais diversos motivos e/ou quando levados pelo simples preconceito que deixamos fluir por nossas mentes somadas as nossas preocupações com o dia a dia.

Sua razão pode ser o maior motivo da sua incredulidade e sua oração pode ser mais uma vez rotulada como o mecanismo de clichê para apaziguar sua vida, mas a verdadeira esperança necessária a muito deixou de existir em sua vida. Saiba que o Senhor Altíssimo enviou Jesus seu filho para mostrar que existe vida e solução para cada um de nós. Não desanime, seu Ano, está se abrindo nas mãos de Jesus.


Do seu irmão em Cristo,


Marcos de Paula